terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Perseguição termina em tragédia em Piratininga, na RO


Mulher de 34 anos morreu em acidente próximo ao Trevo de Camboinhas após ter carro atingido por outra motorista. Acusada seria esposa do amante da vítima fatal

Uma perseguição, seguida de acidente resultou na tarde desta segunda-feira na morte de Gabriela Teixeira, de 34 anos, na Avenida Almirante Tamandaré, em Piratininga, próximo ao Trevo de Camboinhas. Segundo a polícia, a vítima teria sido perseguida por M.B.V, de 37 anos, que estava em um Honda CRV, e que teria batido propositalmente no Palio branco, placa KVF-8374, dirigido por Gabriela. A vítima seria amante do marido de M..

Segundo testemunhas, as duas mulheres teriam começado uma discussão na Praia de Piratininga, quando Gabriela deixou o local e saiu em seu automóvel.  Revoltada com a saída da vítima, M. a perseguiu. 

Durante a perseguição, o Corolla ELG-1143, de um representante de vendas que saía para almoçar com a família, teve sua traseira atingida duas vezes, pois estava no caminho da acusada. 

“Estava saindo de casa para almoçar com minha esposa e minha filha, quando senti duas batidas na traseira do meu carro. No início pensei que fossem bandidos e passei para a contramão para tentar fugir. Quando voltei para a pista, percebi que era uma mulher e que estava perseguindo uma outra. Por sorte meu carro é resistente, se ele fosse menor teria nos matado”, contou o dono do Corolla, que preferiu não se identificar.

Ainda segundo testemunhas, após bater no Corolla, M. jogou seu veículo contra o carro de Gabriela, atirando-o contra um coletivo da Viação Santo Antônio, linha 39 (Piratininga–Centro). O impacto foi tão forte que passageiros que embarcavam no coletivo caíram.

Policiais militares do DPO de Piratininga prestaram os primeiros socorros à vítima, até a chegada do Corpo de Bombeiros. Gabriela chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, Zona Norte.

O caso foi registrado na 77ª DP (Icaraí). Segundo a polícia, M. poderá ser indiciada por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

O delegado titular da distrital, Mario Luiz da Silva, não entrou em detalhes sobre o depoimento da acusada, alegando "não querer aumentar a dor em que as duas famílias foram envolvidas". 

Segundo o delegado, a acusada deverá ser encaminhada para alguma unidade da Polinter. O advogado de M. também não quis se manifestar.(O Fluminense)

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