quinta-feira, 7 de abril de 2011

Comperj reduzirá custos com uso de gás natural como matéria-prima

Petrobras confirma construção de emissário submarino em Maricá para o despejo de resíduos e promete apoiar prefeituras na elaboração de projetos estruturais


Em coletiva no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, anunciou uma redução de até 30% no custo de operação com o uso do gás natural como matéria-prima. A empresa confirmou a construção do emissário submarino em Maricá para o despejo dos resíduos tratados e definiu para maio a escolha do modelo de abastecimento de água do polo industrial.

Em tom de alerta, representantes da Petrobras informaram que a estatal assinou um contrato com a Fundação Getúlio Vargas para “colaborar” com a elaboração dos projetos estruturais dos municípios do entorno do Complexo Petroquímico. Segundo a estatal, quase 30% dos projetos encaminhados pelas prefeituras estão incompletos ou errados, impossibilitando o envio de recursos do Ministério das Cidades.

“Criamos uma base de apoio técnico para que as prefeituras possam ter acesso aos recursos federais. Dos 341 projetos apresentados pelo Conleste, 101 estão com problemas”, afirmou o diretor-presidente das empresas do Comperj, Nilo Vieira.

Gasoduto - A utilização de gás natural na planta do Comperj implicará no transporte do produto da bacia do Pré-Sal para Itaboraí. Segundo Paulo Roberto, o gás poderá vir via gasoduto, a uma distância de mais de 300 quilômetros, ou por navio na forma de Gás Natural Liquefeito (GNL). Entre os locais por onde o gasoduto poderá passar está Maricá, que já receberá o emissário submarino.(O Fluminense)

Nenhum comentário:

Postar um comentário