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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Manifestação contra o aumento do preço das Barcas


Amanhã às 7h na Praça Araribóia, Niterói e às 17h na Praça XV, Rio de Janeiro.


Vídeo feito por um usuário das Barcas S/A.



Reportagem da TV

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Indústria quer banir trens chineses

Depois de ver a “casa arrombada” por quatro vezes por trens coreanos e chineses, vendidos ao Rio e a Salvador, a indústria ferroviária nacional está tentando “por um cadeado na porta”  através de uma forte mobilização contra a muito provável compra de mais 60 trens chineses para a Supervia, no Rio de Janeiro, pelo governo do estado. Ontem, em reunião no Simefre, o presidente da entidade, José Antonio Martins, disse que seria “uma afronta à indústria nacional”  ver o governo do Rio repetindo o que fez há dois anos, ao comprar 30 trens de quatro carros e depois mais quatro também de quatro carros da Changchung Railway Vehicles Corporation, pertencente ao conglomerado chinês CNR. A fábrica da Changchung volta hoje uma boa parte de sua capacidade de produção para o Brasil, pois ali também estão sendo fabricados 19 trens de seis carros adquiridos pelo Metrô Rio, concessionária privada. 

No início da reunião – que contou com a presença do secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes – os empresários se mostravam entusiasmados com o anúncio, na véspera, do plano Brasil Maior, com suas normas de desoneração fiscal para a indústria e margem de preferência de 25% para produtos nacionais nas compras governamentais. Logo em seguida, no entanto, o presidente da Abifer, Vicente Abate, observou que a licitação a ser aberta no mês que vem pelo governo do Rio para a compra dos trens da Supervia terá financiamento do Banco Mundial, e dessa forma escaparia não só da margem de preferência como também do imposto de importação de 14% sobre importação de equipamento ferroviário. Foi assim, com isenção de imposto alfandegário, que os primeiros 34 trens foram comprados.

As duas entidades do setor decidiram partir para o ataque. O presidente do Simefre, gaúcho como a presidenta da República, e próximo a ela, vai atuar em Brasília, enquanto o presidente da Abifer, diretor da AmstedMaxion, fábrica de vagões, vai mobilizar a força sindical para fazer pressão sobre o governo do Rio.

Uma outra compra a ser feita pela Supervia, de mais 30 trens, esta com recursos privados, da Odebrecht Transport, que hoje controla a operadora, também está a caminho. Ou seja, uma encomenda total de 90 trens, próxima da compra de 105 trens feita pela CPTM há quatro anos, e que levou à instalação da fábrica da CAF em Hortolândia (SP). Não está descartado, por sinal, que uma fábrica da CNR venha a ser instalada em Três Rios (RJ), onde a T'Trans, associada do Simefre, tem as suas instalações prontas para receber os chineses, caso a encomenda seja de fato ganha por eles.

Segundo uma fonte da indústria, os chineses tem grandes chances de levar a encomenda, pois é natural que a Supervia queira  uma frota homogênea de novos trens, o que simplifica e barateia a manutenção. Além disso, o Rio possui um programa de incentivo à produção de material ferroviário, o programa Rio Ferroviário, com incentivos fiscais, o que beneficiaria a associação CNR/T'Trans. E também existe a declaração mais do que franca do secretário de Transportes do Rio, Julio Lopes, feita numa reunião anterior do Simefre: “O Rio não vai comprar trens mais caros para gerar emprego em São Paulo”.  Parece o cenário ideal para que se repita, em Três Rios, o que aconteceu em Hortolândia.(Revista Ferroviária)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Empresas beneficiadas por isenção doaram mais de R$7 mi a Cabral e PMDB-RJ

Entre as empresas que receberam isenção fiscal do governo fluminense em 2010, cinco doaram para a campanha do governador Sérgio Cabral e oito colaboraram com o PMDB do Rio de Janeiro. Doaçoes no valor de R$ 1,2 milhão para Cabral e R$ 6,013 milhões para a sigla no Estado. O governador tem sido questionado sobre a intimidade de suas relações com empresários depois de ter voado num jatinho de Eike Batista para ir à festa de Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta.

Segundo levantamento da Secretaria da Fazenda feitos por solicitação do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ), foram concedidas 20 mil isenções fiscais para mais de 5 mil empresas. 

A reportagem cruzou os dados da Secretaria com a prestação de contas do então candidato à reeleição Sérgio Cabral, e de seu partido PMDB em âmbito estadual. Alguns dos maiores investidores da campanha de Cabral e PMDB-RJ receberam isenções fiscais entre os anos de 2007 e 2010.

Somente em 2010, a Gerdau Comercial de Aços teve R$ 4,806 milhões em isenções, dispensas e reduções de pagamento de impostos no Rio. A empresa doou diretamente à campanha de Sérgio Cabral R$ 200 mil e também colaborou com outros R$ 300 mil para o comitê financeiro do PMDB do Rio de Janeiro durante as eleições de 2010. 

A construtora Queiroz Galvão foi a segunda maior contribuinte da campanha peemedebista no ano passado, tendo doado R$ 800 mil a Cabral, e R$ 1, 11 milhão para o PMDB do Rio. A empresa teve uma redução de impostos de R$ 4,250 mil no mesmo ano. Outros três consórcios envolvendo a empresa também ficaram isentos: juntos, Queiroz Galvão-Iesa, Queiroz Galvão-Iesa Plangas e Galvão-Alusa-Tomé tiveram uma redução de impostos no ano de R$ 910,121 mil. 

A empresa holandesa SHV Gás Brasil Ltda., representante brasileira da maior distribuidora privada de gás LP do mundo, doou R$ 200 mil diretamente à campanha do governador. Só em 2010, a companhia recebeu R$ 193,9 milhões em isenção fiscal.

Outras empresas beneficiadas por isenções não doaram à campanha de Cabral, mas deram verba ao comitê financeiro do PMDB fluminense.

As duas maiores doadoras ao PMDB do Rio foram cervejarias. A Cervejaria Petrópolis doou R$ 800 mil ao partido, e teve uma isenção maior do que as outras: R$ 78,094 milhões. A Companhia de Bebidas Primo Schincariol teve R$ 36,721 milhões de isenção em 2010 e doou R$ 800 mil ao comitê estadual do partido. 

E ainda a Construtora Norberto Odebrecht doou R$ 200 mil ao PMDB do Rio e teve R$ 234,59 mil em isenções. A Netmed Instrumentos Científicos doou R$ 404 mil e recebeu isenção de R$ 226,918 mil. E a Trimix Rio Comércio de Roupas deixou de pagar R$ 7,636 milhões em impostos e, no ano, doou ao partido R$ 300 mil.

A Rio de Janeiro Refrescos, fabricante de Coca-Cola no Estado, doou R$ 1,079 milhões em 2010. No mesmo ano, a companhia deixou de pagar R$ 28,750 milhões por conta de concessão de crédito presumido de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). 

Em nota, a assessoria de imprensa do governo do Estado do Rio de Janeiro alega que "não há qualquer interferência do governador" na concessão de isenções e que elas seguem normas técnicas da Secretaria Estadual de Fazenda.

Em nota, o Palácio Guanabara afirma ainda que os benefícios "dizem respeito a incentivos setoriais" e não são voltados diretamente a uma empresa ou outra.(Terra)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Bombeiros permanecem acampados na escadaria da Alerj

Categoria exige libertação de militares presos. Grupo realizou manifestação na Ponte Rio-Niterói, carregando faixas e cartazes. Via chegou a ser parcialmente interditada

O número de bombeiros e parentes acampados nas escadarias do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio, no centro da capital fluminense, já passa de cem e a expectativa da categoria é que cheguem bombeiros de todos os quartéis do estado. A vigília é para pedir a libertação dos 439 bombeiros presos na madrugada de sábado durante a invasão ao quartel central da corporação, num protesto por melhores salários e condições de trabalho. No domingo, os bombeiros detidos foram transferidos para Charitas. 

Os militares, que reivindicam aumento de salário e melhores condições de trabalho, estenderam uma enorme faixa nos pilares do Palácio Tiradentes, com a frase “Resistir é Preciso”. Há também outras faixas com os dizeres “Bombeiros são Heróis; não são Vândalos” e “Vândalo é quem prende Herói”. Eles estão em barracas de camping e numa delas improvisaram uma cozinha, onde estão sendo preparados sucos e sanduíches.

Cerca de 30 homens do Corpo de Bombeiros passaram a madrugada desta segunda-feira acampados em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em mais um ato de protesto. 

Em nota oficial divulgada no domingo, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, voltou a repudiar o ato, classificando a entrada à força na unidade como “um gesto de imensa irresponsabilidade”.

No domingo, um grupo de aproximadamente 50 bombeiros realizou nova manifestação, caminhando em uma das faixas da Ponte Rio-Niterói, no sentido capital fluminense. O grupo, que carregava faixas e cartazes, desceu de um ônibus e iniciou a marcha na altura do vão central. Uma das pistas chegou a ser parcialmente interditada, mas após cerca de dez minutos, o protesto foi interrompido com a chegada de um veículo da concessionária responsável pela via. O grupo seguiu viagem no coletivo.

Na manhã desta segunda, representantes da Associação de Soldados e Cabos do Corpo de Bombeiros, se reúnem na sede da entidade para analisar em que crimes os 439 bombeiros foram enquadrados e que medidas serão tomadas para soltar os militares presos.(Agência Brasil)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Bombeiros do RJ fazem protesto e ocupam acesso a quartel na Barra

Eles querem melhoria salarial e das condições de trabalho.
Grupo espera ser recebido pelo governador Sérgio Cabral. 

Bombeiros e guarda –vidas se reuniram na noite quinta-feira (21) em frente ao Grupamento Marítimo (GMar) da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em mais uma manifestação por melhoria salarial e condições de trabalho. O grupo, que quer ser recebido pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Machado, ou o governador Sérgio Cabral, pretende acampar no local para chamar a atenção por suas reivindicações.

Eles afirmam que como não estão de serviço, foram impedidos de entrar no quartel. Mas ficarão aquartelados, ou seja, mesmo de folga, não retornarão para suas casas. Os que estiverem de serviço atenderão normalmente à população.

“Vamos ficar aqui e, se precisar, vamos atender qualquer ocorrência que for necessária. Não vamos abandonar nossa responsabilidade com a população, principalmente neste feriadão”, garante um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo. “Nosso salário é de R$ 950, o segundo pior do país”, reclama.
Embora o cabo Benevenuto garanta que encaminhou as reivindicações da categoria para a Secretaria de Saúde e Defesa Civil e para todas as unidades no dia 14, o comando geral do Corpo de Bombeiros disse, através de sua assessoria, que não reconhece o manifesto.

“Eles são militares e estão seguindo um caminho equivocado. O que deveriam fazer é procurar o comando dos quartéis para que a demanda deles seja levada ao comando geral. Enquanto isso, o comandante geral não vai recebê-los”, afirmou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Evandro Bezerra.

O grupo que participou do encontro desta noite na Barra era formado por cerca de 200 bombeiros e guarda- vidas, de diferentes quartéis do estado. Mais cedo, o grupo se reuniu no GMar de Botafogo, na Zona Sul do Rio. O objetivo é mobilizar todas as unidades, mas de forma pacífica. Os manifestantes já levaram seus protestos às portas do Palácio Guanabara e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na quarta-feira (20).

Eles querem ainda a reconsideração do comando geral da decisão de transferir 36 servidores que participaram de manifestação na orla de Copacabana, no último fim de semana.

Na passeata que fizeram do Largo do Machado ao Palácio Guanabara, na quarta-feira, os manifestantes exibiram faixas de protesto. Eles contaram que ficaram horas em frente à sede do governo do estado à espera de encontro com o governador Sérgio Cabral.

Sem resposta, foram para a Alerj, onde apresentaram suas reivindicações a alguns deputados.

 

sexta-feira, 25 de março de 2011

Governo corrupto do Sergio Cabral dá insenção de ICMS para as Barcas S/A como prêmio pelos "ótimos" serviços prestados

Barcas são isentas de ICMS e param serviço da madrugada

 

Mudança faz parte de termo de compromisso acertado entre a Barcas S/A e o governo do estado. Acordo inclui a isenção do pagamento de ICMS sobre o valor dos bilhetes


As barcas que ligam Niterói e Rio de Janeiro não vão mais circular entre a meia-noite às 5h, horário considerado de baixa procura. A mudança faz parte de um termo de compromisso acertado entre a Barcas S/A, que explora a concessão, e o governo do estado. Tal acordo inclui também a isenção do pagamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o valor dos bilhetes.

A média de passageiros que embarcaram, de setembro a dezembro do ano passado, foi de 95 por madrugada. A opção dos ônibus permanece - garante o secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner.
A isenção de ICMS vai fazer a empresa economizar cerca de R$ 3 milhões por ano, valor que a concessionária promete investir na qualidade do serviço prestado, de acordo com Regis  Fichtner. A isenção começa a valer a partir desta sexta-feira, data da publicação do decreto.

Segundo o secretário, nenhuma empresa que presta serviços públicos ao estado, como Metrô e SuperVia, paga ICMS.

Essa não é a primeira vez que a Barcas S/A deixa de oferecer o serviço durante a madrugada. No período entre novembro de 2008 e outubro de 2010, a empresa parou de operar no horário. À época, o então superintendente Luiz Marinho afirmou que a empresa não tinha como arcar com as viagens noturnas. Um decisão do Superior Tribunal de Justiça, no entanto, obrigou a empresa a voltar a oferecer o serviço.

Memória
Na última quarta-feira a estação hidroviária de Charitas, na Zona Sul, esteve lotada durante o início da manhã devido à falha em um dos catamarãs da empresa. Lixo flutuante teria impedido a refrigeração do motor da embarcação Zeus, deixando passageiros esperando o embarque por cerca de uma hora. Tempo demais para um serviço que custa R$ 11 pelo trajeto até a Praça XV, de acordo com alguns usuários.(O Fluminense)

quinta-feira, 17 de março de 2011

PMs podem ter renda mensal adicional de até R$ 2.100 com 'bicos'


Os policiais militares estarão autorizados a praticar atividades extras, conhecidas como bico, conforme decreto do governador Sérgio Cabral, divulgado nesta quarta-feira.

Os PMs vão poder prestar serviços na área para prefeituras conveniadas com o estado, como por exemplo a fiscalização das vans, como confirmou o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, em entrevista à rádio "CBN", nesta quinta-feira.

Segundo ele, o objetivo do convênio é acabar com a informalidade e clandestinidade das atividades, fazendo com que o policial trabalhe de maneira legal. Ele acredita que o programa pode se expandir, como acontece em outros países.

"Nós precisamos fazer com que o policial tenha  a possibilidade de ter uma segunda atividade para melhorar sua renda", disse.

Segundo a Associação de Militares Auxiliares e Especialistas, 80% do total da tropa exerce atividades adicionais (32 mil dos 40 mil homens).

Cada turno extra de oito horas vai resultar na bonificação de R$ 150 para praças e R$ 175 para oficiais. O rendimento mensal pode chegar a R$ 1.800 para praças e a R$ 2.100 para os oficiais, já que os PMs poderão fazer no máximo 12 turnos a cada 30 dias.(SRZD)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Barcas: longas filas na Estação Arariboia irritam usuários do serviço


Sob o forte sol, passageiros demoraram mais de 30 minutos para embarcar. Concessionária diz que houve aumento na movimentação.

Com o fim das férias escolares e o retorno à rotina de trabalho, o niteroiense já enfrenta problemas para atravessar a Baía de Guanabara. Logo no início da manhã desta terça-feira, usuários das barcas encontraram longas filas na Estação Araribóia. Por volta das 8h, o tempo médio para embarque era de mais de 30 minutos. 

Não houve confusão, mas, sob o forte sol e com os termômetros marcando 33º graus, usuários se irritaram com a demora. Somado ao tempo de travessia, passageiros demoraram mais de uma hora para fazer o trajeto Niterói-Praça XV.


As reclamações sobre o serviço prestado pela concessionária Barcas S/A já se tornaram frequentes. Problemas nas embarcações, atrasos e desconforto estão entre as principais queixas.

A concessionária informou que as longas filas desta manhã foram provocadas pela grande movimentação de passageiros e afirmou que não foram constatados problemas.

No último sábado, uma embarcação ficou à deriva por quase duas horas, com 78 passageiros a bordo.
Negociações - Na segunda-feira, o governador Sérgio Cabral anunciou que o Governo do Estado está negociando um acordo com a direção de Barcas S/A para melhorar a prestação deste serviço. Segundo Cabral, o acordo ainda não saiu porque a empresa demora a responder a uma proposta apresentada feita na semana passada.

– Infelizmente, a direção da Barcas S/A está demorando a nos responder. Estamos na iminência de comprar R$ 300 milhões em embarcações, de reativar o terminal da TransTur que está desativado e de comprar duas barcas dessa empresa e colocar tudo isso a serviço da Barcas S/A, desde que se chegue a um acordo em função da chamada revisão tarifária - detalhou Cabral.

O governador lamentou as dificuldades que a Barcas S/A vem colocando para o fechamento do acordo.

– Eles dizem que têm direito a não sei quantos milhões. Não vão alcançar porque não vamos pagar. Nunca vi uma indecisão tão grande. Estou propondo um acordo que trará ganhos para Barcas porque haverá mais passageiros com o aumento da oferta de lugares e do conforto para o usuário e, com isso, vai aumentar o lucro deles também – argumentou Cabral, garantindo que o prazo para a empresa responder está se esgotando e a espera do Estado bem próxima do limite. – Vamos tomar uma decisão. Precisamos oferecer melhores barcas, melhores terminais – alertou.(O Fluminense)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Projeto Maracanã na mira do TCU

Governo do Rio receberá apenas 20% do total da linha de crédito para as obras da Copa do Mundo

A pedido do Tribunal de Contas da União (TCU), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá liberar ao governo do estado do Rio apenas 20% do valor total da linha de crédito de R$ 400 milhões para as obras de reforma do Maracanã.

Relatório do TCU aponta indícios de irregularidades no processo de licitação das obras, que não estariam de acordo com “os princípios básicos da administração pública, como a legalidade, moralidade, vinculação ao edital, isonomia entre os licitantes, busca da proposta mais vantajosa, e estabelecimento de prioridades na realização de políticas públicas.”

A secretaria de obras do estado irá a apresentar os documentos exigidos pelo TCU e anunciou para o dia 15 de abril a apresentação do projeto-executivo. (Lancenet)

Já era de se esperar, quais obras do Estado do Rio não tem irregularidades? 


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sérgio Cabral anuncia três novos secretários para o segundo mandato

Deputado estadual eleito por Niterói, Felipe Peixoto assume a pasta de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca. Brizola Neto e Ronald Ázaro também serão nomeados

O governador Sérgio Cabral anunciou nesta terça-feira que os deputados federal, Brizola Neto, e estadual eleito, Felipe Peixoto, além do engenheiro Ronald Ázaro assumem, respectivamente, as secretarias de Estado de Trabalho e Renda; de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca; e de Turismo.

Neto do líder político Leonel Brizola, o deputado federal Brizola Neto assumirá a pasta do Trabalho e Renda, tendo integrado, em 2009 e 2010, a lista do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) como um dos parlamentares mais atuantes do Brasil. Foi líder do PDT Câmara, onde defendeu projetos de natureza trabalhista, como o aumento dos aposentados, a definição da política do salário mínimo, o fim do fator redução da jornada de trabalho e a PEC do trabalho escravo.

Administrador, formado pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em Direito Público, o deputado estadual eleito Felipe Peixoto passa a gerir a Secretaria de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca. Ele foi subsecretário regional em Niterói e o mais jovem vereador do município, onde foi o mais votado da cidade em 2008.

Pós-graduado em Engenharia Econômica, Ronald Ázaro deixa a atual gestão na Secretaria de Trabalho e Renda, onde esteve à frente desde 2008, para assumir a da área de Turismo. Como secretário de Trabalho, Ázaro bateu recorde na geração de empregos no Estado do Rio, alcançando a marca dos 31.965 mil novos postos de trabalho formais, índice que, pela primeira vez, levou o estado a superar São Paulo, então maior gerador de empregos da região Sudeste(O Fluminense)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Royalties: Cabral diz confiar em Lula para vetar divisão

Emenda aprovada pela Câmara impõe perdas bilionárias ao Rio e aos estados produtores de petróleo. Deputados também aprovaram mudança no modelo de exploração para partilha de produção

O governador Sérgio Cabral afirmou, na manhã desta quinta-feira, que confia no presidente Luís Inácio Lula da Silva para vetar a proposta que muda a divisão dos royalties do petróleo. 

Pela emenda Pedro Simon, aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada desta quinta, os royalties passarão a ser distribuídos a todos os estados e municípios, seguindo a regra do fundo de participação, que privilegia os estados mais pobres. O texto aprovado impõe perdas ao Rio de Janeiro e a todos os demais estados e municípios produtores. Só o Estado do Rio, maior produtor, pode perder mais de R$ 20 bilhões.
A proposta prevê ainda que a União compense os estados e municípios produtores pelas perdas decorrentes da nova divisão dos royalties 

Sérgio Cabral ressaltou que o presidente prometeu vetar a emenda, afirmando que Lula é “um homem de palavra” e que, portanto, não existem riscos de a promessa não ser cumprida.

O presidente tem 30 dias para vetar ou sancionar a emenda de autoria de Pedro Simon (PMDB-RS).  O texto aprovado prevê que os recursos da exploração de petróleo no mar que são destinados a estados e municípios sejam divididos pelos critérios dos fundos de participação, que privilegia os estados mais pobres. 

Na mesma sessão da madruga desta quinta-feira, a Câmara aprovou a proposta do governo que muda o modelo de exploração de petróleo na camada pré-sal e em áreas consideradas estratégicas de concessão para partilha de produção. Pelo texto, o governo passa a receber uma parte da produção em óleo. Também foi aprovada a criação de um fundo social para aplicar os recursos desta exploração.(O Fluminense)

Rio assina mais 25 anos de concessão para Supervia - Tem gente que vai passar o natal com o bolso cheio

Sem estardalhaço, depois de três anos de negociação, o governador Sérgio Cabral assinou a renovação da concessão do contrato da SuperVia por mais 25 anos, até 2048. O acordo prevê investimentos de R$ 2,5 bilhões na malha ferroviária urbana. A conta será dividida meio a meio entre a concessionária e o governo, cuja parte corresponde à compra de 90 trens refrigerados. Desses, 34 já foram encomendados à chinesa CNR.

O sinal verde foi dado em março, quando a Agência Reguladora de Transportes Públicos, autorizou o governador a renovar o contrato. O assunto ficou em banho-maria, até depois das eleições. Atualmente, a SuperVia transporta 550 mil passageiros por dia com 160 trens. A meta é chegar a 1,5 milhão em 2023. Para isso, a empresa se compromete a reformar 73 trens de aço inoxidável e comprar 30 composições. Assim, a frota chegará a 231 trens.

Em 2011, o governo deve lançar um edital de concorrência internacional para compra de 60 trens. Com a renovação contratual, está confirmada a revitalização da antiga linha entre Santa Cruz e Itaguaí, em parceria com a Companhia Siderúrgica do Atlântico, e a entrega do ramal que liga Saracuruna (Duque de Caxias) a Guapimirim, com seu trem-fantasma a diesel e 35,3 quilômetros de extensão. Hoje, quase 800 usuários utilizam o serviço diariamente.

— Vamos assumir esse ramal em 180 dias. Queremos chegar a 10 mil passageiros ali em pouco tempo com mais três composições lá. Já o de Santa Cruz a Itaguaí depende de licença ambiental do governo. Feito isso, iniciaremos a sua recuperação — diz o presidente da SuperVia, Amin Murad, que projeta a possibilidade de construir mais quatro estações em Caxias, Nova Iguaçu e Queimados.

Tempo de espera menor em 2012
Segundo o presidente da concessionária, o principal empecilho para a renovação era a dívida de quase R$ 200 milhões em ações movidas contra a extinta Flumitrens, que, para o Tribunal de Justiça, deveriam ser herdadas pela SuperVia.

— O governo concordou em separar parte do orçamento para saldar essas dívidas que recaíam sobre a gente. No fim do contrato, todos os bens da empresa, trens, equipamentos, tudo ficará com o governo — explica Murad.

O novo contrato também autoriza a SuperVia a vender até 15% de suas ações para captar recursos no mercado financeiro. Dentre os investimentos previstos, estão a instalação do ATP - sistema que impede que trens avancem sinais e excedam a velocidade permitida, permitindo o controle da frequência e a redução do tempo de espera para três minutos no ramal de Deodoro. Nos demais, o intervalo irá varia entre seis e 12 minutos.

Quando o serviço foi privatizado, em 1998, uma cláusula contratual permitia que a concessão fosse renovada a qualquer momento, sem concorrência, desde que a empresa apresentasse um plano de investimentos até 18 meses antes do fim do compromisso. A SuperVia se compromete, agora, a aplicar R$ 1,2 bilhão nos trilhos.

A vigência da renovação do compromisso começa a contar a partir de 31 de outubro de 2023, mas os investimentos são para já e incluem, por exemplo, a modernização da estação de São Cristóvão para a Copa do Mundo de 2014 e a compra de novos trens e refrigeração completa da frota até 2023.

Odebrecht negocia compra de 60% da empresa
Atualmente, a SuperVia pertence a quatro fundos de investimentos internacionais com sede nas Ilhas Cayman, conhecido paraíso fiscal no Mar do Caribe, na América Central. Neste momento, a Odebrecht TransPort, controlada pela construtora Odebrecht, negocia a compra de 60% do controle acionário da companhia.

A SuperVia possui 89 estações ao longo de 225 quilômetros divididos nos ramais de Deodoro, Santa Cruz, Japeri, Belford Roxo e Saracuruna. Ao todo, os trens atendem a 11 cidades da Região Metropolitana: Rio, Duque de Caxias, Nilópolis, Nova Iguaçu, Mesquita, Queimados, São João de Meriti, Belford Roxo, Japeri, Paracambi e Magé. Agora, entrarão no sistema Guapimirim e Itaguaí.

Até 2009, a concessionária investiu R$ 545 milhões no negócio — muito aquém dos US$ 1 bilhão que deveriam ter sido aplicados até 2001, conforme a empresa anunciou assim que assumiu a operação, em 1998.(Extra)

Nota - Com o nível do serviço prestado a Supervia merecia este presente? Agora quem levou $? Eu que não fui.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bope e Marinha fazem megaoperação com blindados no Rio

São seis blindados e dois caminhões com fuzileiros navais nas ruas.
Outras dezenas de veículos do Bope tambésm estão em ação.

Equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope)  e fuzileiros navais fazem uma megaoperação na região das favelas na Penha, subúrbio do Rio no final da manhã desta quinta-feira (25). Seis veículos blindados da Marinha e dois caminhões com fuzileiros deixaram há pouco o quartel de fuzileiros navais, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A expectativa é que os policiais se dirijam par a Vila Cruzeiro, onde bandidos armados se concentram. O comboio da polícia,  com mais de dez veículos do Bope, chegou à região hoje cedo. O clima é de tensão na região.

Mais cedo, quatro homens em duas motocicletas tentaram utilizar um caminhão de lixo para bloquear a passagem na Rua Tenente Luís Dorneles, na entrada do Grotão, na Vila Cruzeiro. Segundo a Comlurb, os bandidos teriam ordenado que o motorista permanecesse no local bloqueando o acesso à comunidade. Ainda de acordo com a empresa, depois de dar a ordem, eles teriam deixado o local e o motorista ligou o caminhão e fugiu.(G1)

 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dez bandidos morrem em confronto com a polícia e oito armas são apreendidas

Na zona oeste da capital, homem foi preso líquido inflamável e bombas

Subiu para dez o número de mortos durante operações da PM, na manhã desta quarta-feira (24), no Rio de Janeiro. Oito armas foram apreendidas, uma garrafa pet com líquido inflamável estava com um dos presos e uma moto roubada foi recuperada.

Na Vila Kennedy, zona oeste da capital, um suspeito foi preso com uma granada, duas bombas de fabricação artesanal, além de uma garrafa com líquido inflamável e uma moto roubada recuperada.
Em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, operações do Batalhão de Belford Roxo (39º BPM) terminaram com sete mortos, três na comunidade do Guaxá, onde um fuzil, uma espingarda calibre 12 e uma pistola foram apreendidos. Os outros quatro mortos foram no Jardim Floresta, onde quatro armas foram apreendidas.

Já na favela Faz Quem Quer, na área do batalhão de Rocha Miranda (9º BPM), três homens foram mortos e três pistolas foram apreendidas. O policiamento é mantido no entorno para evitar que traficantes queimem carros e ônibus em sinal de protesto.

Terror durante a noite

Na madrugada desta quarta-feira, o Rio de Janeiro viveu pelo terceiro dia seguido uma onda de terror. Desde as 23h da noite de terça uma série de ataques foram registrados na capital, na Baixada Fluminense, em Niterói, no Subúrbio e zona oeste.
A onda de violência imposta pelos traficantes começou na avenida Paulo de Frontin, próximo ao Estácio, onde um carro foi incendiado na pista sentido centro. De acordo com o Serviço Reservado do batalhão do Estácio (1º BPM), uma Tucson preta parou e os ocupantes atearam fogo em um Voyage, na esquina com a rua Santa Amélia.

Pouco depois, quatro criminosos armados com fuzis metralharam uma cabine da Polícia Militar que fica na praça do Relógio, no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Três PMs estavam no local e se salvaram porque a cabine é blindada.


As ações de criminosos continuaram em Duque de Caxias e se estenderam até Belford Roxo, também na Baixada. No primeiro município, um veículo foi queimado no bairro parque Lafaiete. Já no segundo, dois ônibus foram incendiados no bairro Jardim Redentor. Os coletivos faziam as linhas parque São José - Praça Mauá e Jardim Redentor - Praça Mauá. Não há informações sobre feridos

Os ataques aconteceram também em Niterói e São Gonçalo, região metropolitana do Rio. Segundo o Corpo de Bombeiros, bandidos atearam fogo em três carros, sendo dois no Fonseca e um em São Lourenço. Já em São Gonçalo, dois carros foram queimados nos bairros do Pita e Porto da Pedra, de acordo com a Polícia Militar.

Por volta das 4h, bandidos voltaram a agir na Baixada Fluminense, desta vez em Japeri. Três homens invadiram um ônibus que fazia a linha Japeri – Nova Iguaçu, pediram aos passageiros que deixassem o veículo, o atravessaram na pista lateral da rodovia Presidente Dutra e atearam fogo. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ninguém ficou ferido e nenhum pertence foi levado dos passageiros. Bombeiros da região controlaram as chamas.

Já pela manhã, um ônibus da viação Três Amigos foi incendiado em Vicente de Carvalho, no subúrbio do Rio. A empresa confirmou que o ato foi criminoso. A zona oeste também entrou na onda de ataques, por volta das 9h30. Um ônibus e uma van foram queimados e uma mulher ficou ferida.

O 15º caso de ataque na cidade foi confirmado pelo Batalhão de Irajá (41º BPM). Bandidos colocaram fogo num carro na rua Enaldo Santos Araújo, em Engenheiro Leal, em Cascadura, também na zona norte, próximo à estação de trem de Cavalcanti. O dono do carro, uma Parati, disse que teve alguns pertences roubados. Bombeiros do quartel de Campinho foram acionados para o local.

Ainda na manhã desta quarta, bombeiros do quartel de Santa Cruz, na zona oeste, foram acionados para a rua Felipe Cardoso, onde um ônibus foi incendiado. No mesmo bairro, na estrada de Urucânia, uma van também foi alvo da ação de bandidos. Quatro pessoas ficaram feridas.(R7)

sábado, 20 de novembro de 2010

Lula: alteração em royalties do pré-sal é "bobagem eleitoral"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu em defesa do Rio de Janeiro na discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo do pré-sal. Após o batismo do navio petroleiro Sérgio Buarque de Holanda na tarde desta sexta-feira, o presidente classificou a aprovação da emenda que muda as regras de distribuição como "bobagem eleitoral" da Câmara dos Deputados e do Senado.

"Fizeram uma bobagem eleitoral. Temos de agir com seriedade e não tirar do Rio de Janeiro o que o Rio tem de direito", disse Lula, que antes havia participado do evento da Transpetro ao lado do governador fluminense, Sergio Cabral.

Em votação feita em março deste ano, os deputados decidiram que os royalties - espécie de compensação financeira paga pelos exploradores - devem ser distribuídos de forma igualitária entre todos os Estados e municípios do País. A decisão altera a regra atual, em que Estados e municípios produtores recebem uma parcela maior dos royalties pagos pelas empresas que operam nos campos de petróleo.

Por sua vez, o Senado aprovou, por 41 votos a 28, a emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que prevê que os royalties do pré-sal sejam divididos de forma igual entre todos os Estados e municípios, conforme critério do Fundo de Participação dos Municípios e do Fundo de Participação dos Estados.

A emenda prevê que a compensação paga aos Estados produtores pelos impactos da exploração seja feita pela União. A matéria volta para apreciação da Câmara e depois segue para sanção presidencial.(JB)

sábado, 30 de outubro de 2010

Lula e Cabral comemoram início da extração de óleo da camada pré-sal

Autoridades participaram, na cidade de Angra, da cerimônia que marcou o início das atividades. Presidente acompanhou entrada em operação de navio-plataforma em Tupi

“Duvido que tenha presidente no mundo hoje mais feliz do que eu”. Com essas palavras o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o primeiro óleo retirado da camada pré-sal da Bacia de Santos na manhã desta quinta-feira. Lula acompanhou a entrada em operação do navio-plataforma Cidade de Angra dos Reis, na área de Tupi, na Bacia de Campos, e depois, à tarde, seguiu para a base aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, onde discursou rapidamente, antes de seguir para o velório do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, na capital Buenos Aires.

Acompanhado do governador Sérgio Cabral Filho e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, Lula disse estar convicto de que a Petrobras é um símbolo de orgulho para os brasileiros porque conseguiu se transformar, em pouco tempo, e provar que está entre as mais importantes empresas do mundo.

“Quando começamos a falar em pré-sal a gente não tinha noção que ia colher tão rápido. Vou levar para casa como se fosse um troféu. É um líquido que estava escondido há 160 milhões de anos e a Petrobras conseguiu extrair. O século XXI é o século do Brasil. Vamos transformar o Brasil em uma potência mundial a partir do pré-sal”, afirmou, segurando uma pequena amostra do petróleo extraído.

Para o governador Sérgio Cabral, a retirada do óleo do pré-sal é prova da gestão transformadora do presidente Lula, que acreditou no país e agora está colhendo autoestima, confiança e um novo desenho para a nação.

“O povo brasileiro tem reconhecido o que se fez e o que se faz. Parabéns ao Gabrielli, aos diretores, executivos e trabalhadores da Petrobras. Não há nenhuma companhia que tenha o papel estruturante que a Petrobras tem para o Brasil.

O presidente da Petrobras lembrou que esse é um momento importante para a empresa e para o Brasil.
“É um momento especial porque representa a competência e responsabilidade dos técnicos da Petrobras. Parabéns aos trabalhadores da Petrobras”, disse Gabrielli.

Primeira unidade programada para produzir em escala comercial no pré-sal da Bacia de Campos, o Cidade de Angra dos Reis é uma plataforma do tipo FPSO, na sigla em inglês (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás). A unidade produzirá óleo leve de alto valor comercial e dará início ao sistema de produção definitivo de Tupi, que coletará informações técnicas fundamentais para o desenvolvimento das grandes acumulações de petróleo descobertas nos últimos anos.(O Fluminense)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Após acidente, Barcas S/A estuda possibilidades para o horário de pico


A concessionária Barcas S/A informou que a embarcação Ingá II --que colidiu contra pedras na baía de Guanabara, em Niterói, na manhã desta segunda-feira (23)-- foi levada ao estaleiro para a análise das causas da pane e para ser reparada. A expectativa é a de que até o horário de pico no final da tarde ela já possa operar normalmente no transporte de passageiros, mas ainda não há confirmação.

Um assessor da concessionária informou que, por enquanto, “a empresa está estudando as possibilidades”, mas adiantou que embarcações tradicionais –-com capacidade para transportar 2 mil passageiros-– podem ser transferidas de outras linhas para suprir a demanda. Às 16h, a Barcas S/A deve soltar um boletim informando como será a operação no fim da tarde de hoje.

Ao meio-dia, o tempo de espera estava normalizado na linha Praça 15-Araribóia e as embarcações saíam a cada 20 minutos. As viagens ficaram suspensas durante 25 minutos, causando espera de 1h. Neste momento, operam na linha dois catamarãs --com capacidade para 1.300 passageiros-- e duas embarcações tradicionais.

Acidente

Ao todo, 18 pessoas ficaram feridas (16 passageiros e 2 tripulantes). Dos feridos, 10 foram levados para o Hospital Azevedo Lima e os outros 8 seguiram para o Centro Policlínico de Niterói. Seis pessoas já foram liberadas.

A Ingá II saiu da Praça 15, no Rio de Janeiro, às 7h50 com 376 passageiros. No momento da atracação na estação Araribóia, sofreu uma pane eletrônica. O comandante foi forçado a realizar uma manobra de emergência e o catamarã acabou se chocando contra as pedras do aterro do Gragoatá. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h da manhã.

A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro informou que abrirá inquérito administrativo para apurar as causas do incidente.(UOL)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eles ainda querem o seu voto!



Sergio Cabral, dentre suas infinitas promessas de campanha, estava a promessa de criar uma estação em São Gonçalo, as Barcas S/A além de não ter cumprido o acordado na licitação que ganhou a  concessão, ainda foi a responsável por inúmeros acidentes tem até acidente com mortos , como houve na Ilha de Paquetá, só lembrando que a esposa do então governador do Rio de Janeiro advoga para o Metrô Rio e SuperVia, o que seria incompatível com o cargo do seu marido.


Já o secretário de transportes Júlio Lopes fez vista grossa nas condições das embarcações das Barcas S/A, o que deixa no ar o motivo de ambos não interferirem na concessão já que uma parte não vem cumprindo o acordo.


Foi então criada uma CPI na ALERJ que foi logo detonada pelo seu presidente Jorge Picciani, mesmo tendo sido provado que as Barcas S/A vem falhando sucessivamente.

Cabe a nós não votarmos nestes DISTINTOS senhores, com certeza tem gente muito mais preparada e honesta do que estas ilustres figuras.


Enquanto isso nós vamos sofrendo nas filas intermináveis, nos acidentes, nos atrasos, na superlotação, justamente nós que temos que trabalhar ao contrário destes senhores que ocupam cargos públicos.


Talvez a história já nos tenha dado a solução para os problemas das Barcas S/A.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Petrobras assume estaleiro no Rio e cria 5 mil empregos

O governador Sérgio Cabral disse, na manhã desta segunda-feira, que a Petrobras vai assumir a área do estaleiro Ishibrás, na Zona Portuária do Rio, para construções e reparos. A retomada das operações do estaleiro, que voltará a ter o nome original de Inhaúma, deve gerar 5 mil empregos diretos.

O anúncio foi feito pelo governador na abertura do seminário 'Balanço de Setor naval e Offshore no Rio de Janeiro', na sede da Firjan, Centro do Rio. A empresa e o governo do Rio estão em fase de acerto de "detalhes tributários", como revelou Cabral, que recebeu hoje o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.
O evento é uma realização da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços e o Sistema Firjan e o objetivo é apresentar projetos e discutir as atividades do segmento em todo o Estado. (O Dia)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Prefeito decreta estado de emergência e suspende aulas

Em entrevista coletiva, prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, ainda decretou luto oficial por 7 dias no município. Niterói é a cidade que mais sofre com as fortes chuvas

O prefeito Jorge Roberto Silveira reuniu a imprensa para uma entrevista coletiva, no fim da tarde de ontem, e decretou estado de emergência no município. Além disso, as aulas da rede municipal de ensino foram suspensas por dois dias - prazo que pode ser prorrogado - e foi decretado luto oficial por sete dias.

“Certamente Niterói nunca registrou uma chuva como essa de hoje (ontem)”, admitiu o prefeito.

Segundo Jorge, é a primeira vez na história da cidade que foi necessário decretar estado de emergência. Também participaram da entrevista o secretário de Estado de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes; o comandante do 12º BPM (Niterói), tenente-coronel Ruy França; o subsecretário estadual da Região Metropolitana, Alexandre Felipe; os secretários municipais de Serviços Públicos, Trânsito e Transporte, José Roberto Mocarzel; o de Segurança e Defesa Civil, Marival Gomes; além do presidente da Câmara, Paulo Bagueira.

O prefeito explicou que a prioridade agora é reunir todo o apoio possível para que sejam evitadas novas mortes. 

“Nós temos agora a obrigação de procurar salvar vidas. Vamos precisar da ajuda de todos. A coisa mais importante é pedir para que as pessoas que estejam em áreas de risco saiam e procurem uma escola municipal mais próxima. Todas as unidades estão preparadas para receber a população. Já estamos colocando colchonetes e liberando alimentação para estas pessoas”, alertou.

Doze escolas do município já receberam desabrigados. Sobre a remoção das famílias que vivem em áreas de risco, Sérgio Côrtes foi enfático:
“Temos que acabar com a hipocrisia de não se falar em remoção. Temos que remover aquelas pessoas de áreas de risco para que a gente não venha aqui todo ano ficar falando de quais ações que nós tomamos frente a essas tragédias”.
Côrtes contou que foi necessária autorização especial do presidente da Ponte S/A para que um comboio do Corpo de Bombeiros pudesse passar durante a interdição da Ponte Rio-Niterói e chegar à cidade para ajudar no socorro às vítimas.
O secretário de Saúde ainda explicou a diferença entre os incidentes ocorridos no Rio e Niterói para os de outras cidades.
“Vários municípios registraram apenas alagamentos. O que estamos tendo em Niterói e no Rio são deslizamentos e soterramentos. No alagamento dificilmente a vítima morre, porque ela consegue ser resgatada”.

Hoje a prefeitura está preparando uma força tarefa para entrar nas áreas atingidas e retirar famílias que estejam correndo risco de morte.

“O que nos preocupa é a notícia de que a chuva vai continuar. Só nos resta torcer para que essa chuva pare, porque todos estamos muito preocupados que essa tragédia aumente ainda mais”, concluiu Jorge Roberto.

Para o prefeito, não há cidade preparada para receber uma quantidade de chuva como a que ocorreu estes dias.

“Temos feito vários trabalhos de contenção em diversas áreas da cidade. O que aconteceu esta noite foi uma coisa absolutamente inédita na cidade. Não há município com as características de Niterói que suporte uma chuva como essa. É algo assustador!”, afirmou o prefeito.

Cabral vem hoje à cidade

Ontem, durante encontro no quartel do 3º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) com o coronel Luis Guilherme, superintendente operacional da Defesa Civil Estadual, o deputado estadual Rodrigo Neves (PT) anunciou que o governador Sérgio Cabral terá hoje, às 10 horas, uma reunião de trabalho no gabinete do prefeito Jorge Roberto Silveira para avaliar os estragos das chuvas e os investimentos necessários não só no município, mas também nas cidades de São Gonçalo, Itaboraí e Tanguá, cujos prefeitos estarão presentes. 

O ministro da Integração Nacional, João Santana, virá de Brasília para acompanhar o governador no encontro 

“Solicitei ao governador a presença do ministro João Santana. A sugestão que dou ao prefeito é que declare estado de calamidade pública. Com isso, o município passa à condição de receber recursos para a realização que poderá fornecer assistência de forma mais eficaz”, avaliou o deputado.

Também presente ao encontro, o vereador Waldeck Carneiro (PT) lembrou que a maior preocupação, no momento, é resgatar as vítimas. 

“Após esse momento é imprescindível que Niterói discuta com maior prioridade a criação de políticas públicas e a liberação de investimentos de prevenção, como os destinados à contenção de encostas, combate aos desmatamentos, e a programas de habitação popular e uso do solo urbano”, enumerou.
(Jornal O Fluminense - Thiago Lontra)