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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Manifestação contra o aumento do preço das Barcas


Amanhã às 7h na Praça Araribóia, Niterói e às 17h na Praça XV, Rio de Janeiro.


Vídeo feito por um usuário das Barcas S/A.



Reportagem da TV

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Assembleia Legislativa do Rio cobra novo plano de segurança das Barcas

Comissão de transportes da Alerj além de requisitar estudo para deixar transporte marítimo mais seguro, também pede que Metrô apresente proposta de contingenciamento

A Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa (Alerj) requisitou, em audiência pública realizada na última terça-feira, os planos de contingência de segurança da Barcas S/A e do Metrô do Rio. A solicitação foi feita pelo presidente da comissão, Marcelo Simão (PSB), na reunião em que os deputados buscaram saber detalhes sobre o número de agentes de segurança e o tipo de treinamento oferecido pelas duas concessionárias. Segundo o parlamentar, a análise dos planos vai contribuir para o trabalho da comissão. 

“Nosso objetivo é fiscalizar e tentar melhorar a segurança no transporte de massa, para que episódios como a confusão envolvendo usuários e seguranças do Metrô no início do ano não se repitam”, disse, se referindo ao incidente em abril, quando um segurança foi acusado de agredir um usuário que teria pulado a roleta, na Estação Botafogo.

Segundo Simão, os planos serão analisados e, para aumentar a segurança dos usuários, sugestões de melhorias serão feitas para as concessionárias. 

“Se for o caso, vamos contratar um especialista em segurança para nos orientar nesta análise e podermos cobrar um serviço de qualidade”, afirmou Simão. 

Presidente da Comissão de Segurança, Zaqueu Teixeira (PT) falou sobre a importância de se ter acesso a esses planos. 

“Plano de contingência é o planejamento da segurança, em que constam quantas pessoas você atende por dia, qual o efetivo empregado na segurança e o que os agentes têm que fazer em caso de algum problema. Com isso, vamos poder verificar se o que está planejado acontece de fato.”

Coordenador de Segurança do Metrô Rio, Péricles Magalhães classificou o episódio de abril como “um caso isolado” e afirmou que o agente foi demitido. Já o coordenador-geral da Barcas S/A, Hugo Quiroga, deu detalhes sobre o esquema de segurança nas estações, que, segundo ele, contam com companhias terceirizadas de segurança, e nas embarcações, em que a própria tripulação é treinada pela Marinha para atuar. 

“Além do auxílio da Marinha, fazemos treinamento a cada 15 dias com os tripulantes para melhorar a atuação deles”, destacou. 

Quiroga, assim como Magalhães, comprometeu-se a entregar os planos de segurança à Alerj em prazo a ser estipulado. 

Participaram ainda da audiência os deputados Alessandro Calazans (PMN) e Luiz Martins (PDT), membros da comissão; o conselheiro Herval Barros, da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transporte (Agetransp); e o diretor do Sindicato dos Metroviários, Antônio Luiz da Silva, além do major Ricardo Melo, do Núcleo de Policiamento Ferroviário do Batalhão de Choque da Polícia Militar.(O Fluminense)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Proposta de anistia aos bombeiros é discutida por deputados na Alerj


Deputados federais e estaduais fazem reunião na manhã desta segunda-feira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, no Centro da cidada, com intuito de discutir o projeto que propõe a anistia aos bombeiros.

De acordo com o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), a previsão é de que o projeto de lei possa ser votado ainda nesta semana.


Cabral sugere usar 30% de fundo especial para gratificar bombeiros
 
A reunião também vai reunir líderes dos bombeiros. O porta-voz do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo, acredita em uma reunião com o governador Sérgio Cabral. "Através do deputado Marcelo Freixo, vamos tentar chegar ao Paulo Melo para que ele tente um contato entre nós e o governador Sérgio Cabral", afirmou Daciolo durante a passeata dos bombeiros no último domingo.

Com autoria de Molon, o projeto de lei quer conceder anistia aos bombeiros que participaram de movimento reivindicatório por melhoria salarial e de condições de trabalho, que terminou com a prisão de 439 presos durante uma invasão ao quartel central da corporação.(SRZD)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Protesto em frente à Alerj tem cerca de 400 bombeiros

A nova manifestação dos bombeiros, nesta segunda-feira, no entorno da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro, teve a participação de cerca de 400 profissionais. O protesto é por um reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

Uma comissão de bombeiros deve ser recebida ainda nesta segunda pelo secretário de Governo, Wilson Carlos Carvalho, e por deputados.(O Dia)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Salva-vidas dos Bombeiros estão em greve no estado do Rio de Janeiro

Categoria quer melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Houve manifestação em frente à Alerj. Em Niterói, apesar da paralisação, praias não ficaram sem o serviço


Guarda-Vidas do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro começaram uma greve na manhã desta quarta-feira em todo o estado. Os profissionais reivindicam melhores condições de trabalho e um reajuste salarial. Durante todo o dia, os bombeiros acamparam em frente à Assemblaia Legislativa do Rio (Alerj) e fizeram passeatas na Avenida presidente Vargas, congestionando o trânsito. Segundo os manifestantes, algumas praias do Rio chegaram a ficar sem guarda-vidas. Em Niterói, no entanto, apesar de o efetivo ter diminuído, nenhuma praia ficou desguarnecida.

Os bombeiros alegam que os guarda-vidas do Rio recebem o pior salário do Brasil. Quem entra na corporação, recebe um salário inicial de R$ 950, enquanto que, em outros estados, o salário é de R$ 2 mil para o mesmo posto. De acordo com os profissionais, três reuniões já foram marcadas com o Governo do Estado, para discutir o problema, mas nenhuma delas chegou a acontecer. 

Em Niterói, um bombeiro que estava de plantão no 4° Gmar (Itaipu), que preferiu não se identificar, informou que apenas dois dos 21 salva-vidas que estariam de serviço nesta quarta-feira, não aderiram à greve. Para que as praias não ficassem desguarnecidas, os bombeiros que estavam de plantão foram designados para fazer a vigilância à beira-mar. Cada praia ficou com pelo menos dois bombeiros, metade do habitual.

“Foi um acontecimento histórico, 96% dos bombeiros aderiram à greve. Em todos os meus anos aqui, eu nunca vi isso. Até o comandante do 4° Gmar foi trabalhar como guarda-vidas em Itaipu”, afirmou o bombeiro.

“Só soube da greve quando cheguei à corporação, tinha um colega na porta, dizendo que não era para eu entrar, que os outros guarda-vidas tinham ido para a Alerj. Mas eu conheço minha responsabilidade, fiquei preocupado com o fato de a praia de Itacoatiara ficar sem ninguém, principalmente hoje (nesta quarta-feira), que o mar está muito agitado. Então, eu e outro sargento resolvemos trabalhar”, contou outro guarda-vidas.

Esta não é a primeira manifestação dos bombeiros. No último dia 23, centenas de bombeiros e guarda-vidas fizeram um protesto no posto 12 do Leblon. O grupo chegou a ficar acampado em frente ao 17º GBM (Copacabana) para chamar a atenção do Comando Geral da corporação.

A assessoria do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro afirmou desconhecer qualquer tipo de greve na corporação.(O Fluminense)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Bombeiros do RJ fazem protesto e ocupam acesso a quartel na Barra

Eles querem melhoria salarial e das condições de trabalho.
Grupo espera ser recebido pelo governador Sérgio Cabral. 

Bombeiros e guarda –vidas se reuniram na noite quinta-feira (21) em frente ao Grupamento Marítimo (GMar) da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em mais uma manifestação por melhoria salarial e condições de trabalho. O grupo, que quer ser recebido pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Machado, ou o governador Sérgio Cabral, pretende acampar no local para chamar a atenção por suas reivindicações.

Eles afirmam que como não estão de serviço, foram impedidos de entrar no quartel. Mas ficarão aquartelados, ou seja, mesmo de folga, não retornarão para suas casas. Os que estiverem de serviço atenderão normalmente à população.

“Vamos ficar aqui e, se precisar, vamos atender qualquer ocorrência que for necessária. Não vamos abandonar nossa responsabilidade com a população, principalmente neste feriadão”, garante um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo. “Nosso salário é de R$ 950, o segundo pior do país”, reclama.
Embora o cabo Benevenuto garanta que encaminhou as reivindicações da categoria para a Secretaria de Saúde e Defesa Civil e para todas as unidades no dia 14, o comando geral do Corpo de Bombeiros disse, através de sua assessoria, que não reconhece o manifesto.

“Eles são militares e estão seguindo um caminho equivocado. O que deveriam fazer é procurar o comando dos quartéis para que a demanda deles seja levada ao comando geral. Enquanto isso, o comandante geral não vai recebê-los”, afirmou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Evandro Bezerra.

O grupo que participou do encontro desta noite na Barra era formado por cerca de 200 bombeiros e guarda- vidas, de diferentes quartéis do estado. Mais cedo, o grupo se reuniu no GMar de Botafogo, na Zona Sul do Rio. O objetivo é mobilizar todas as unidades, mas de forma pacífica. Os manifestantes já levaram seus protestos às portas do Palácio Guanabara e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na quarta-feira (20).

Eles querem ainda a reconsideração do comando geral da decisão de transferir 36 servidores que participaram de manifestação na orla de Copacabana, no último fim de semana.

Na passeata que fizeram do Largo do Machado ao Palácio Guanabara, na quarta-feira, os manifestantes exibiram faixas de protesto. Eles contaram que ficaram horas em frente à sede do governo do estado à espera de encontro com o governador Sérgio Cabral.

Sem resposta, foram para a Alerj, onde apresentaram suas reivindicações a alguns deputados.

 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Alerj pretende pedir quadruplicação da multa prevista para Barcas S/A 5


Concessionária poderá ter que pagar R$ 120 mil por dia, caso horários da madrugada voltem a ser suspensos. Comissão de Defesa do Consumidor pensa em acionar MP do Rio

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) pensa em pedir a quadruplicação da multa prevista para a Barcas  S/A caso sejam suspensos os horários da madrugada. O serviço ficou interrompido por cerca de dois anos e há dois meses foi retomado por conta de uma decisão da 8ª Vara de Fazenda, em processo mobilizado pela comissão. 

O descumprimento poderia ser punido com prisão dos responsáveis. Mas, nesta semana, a concessionária conseguiu, na Justiça, habeas corpus preventivo para que ninguém possa ser preso.

A medida chamou a atenção de parlamentares que defendem que a Barcas S/A cumpra o estabelecido em contrato e, agora, temem que a empresa esteja planejando nova suspensão do serviço.

“Se isso acontecer, vou acionar o Ministério Público. Penso, inclusive, em pedir que a multa por descumprimento da determinação judicial seja quadruplicada, de R$ 30 mil por dia para R$ 120 mil”, afirma a presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj, Cidinha Campos (PDT).(O Fluminense)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Cinco deputados vão ser investigados por suspeita de uso eleitoral do 'Minha Casa, Minha Vida'

Pelo menos cinco deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), todos candidatos nestas eleições, vão ser investigados pela suspeita de abuso de autoridade e uso eleitoral do programa "Minha Casa, Minha Vida" do Governo Federal. A ação foi encaminhada à Justiça nesta última quarta-feira pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra os parlamentares Jorge Picciani (PMDB), que disputa o Senado, Alessandro Calazans (PMN), João Pedro Figueira (DEM), Edson Albertassi (PMDB) e André Correa (PPS), postulantes à reeleição.

De acordo com o órgão, uma fiscalização feita em julho na cidade de Nilópolis (Baixada Fluminense) flagrou entrega de folders institucionais do Legislativo fluminense durante o cadastramento de pessoas para o programa habitacional. Os nomes dos parlamentares apareciam publicados, o que contraria a legislação eleitoral. Caso a irregularidade seja comprovada, eles podem ter o registro de candidatura cassado. Segundo informação divulgada pela "Rede Globo", o único deputado localizado pela imprensa para comentar o assunto foi João Pedro Figueira. Ele disse que só vai falar a respeito após a notificação.(SRZD)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ficha Limpa: processos criminais ganham destaque entre cadastros enviados a TSE

RIO - A lista de candidatos publicada no site do TSE traz alguns nomes conhecidos na política fluminense por seus problemas com a Justiça. Um deles é Edson da Silva Mota, candidato a deputado estadual (PSL) citado, na página do TSE, em processos por homicídio, além dos crimes de formação de quadrilha, extorsão e estelionato. Para os eleitores, o candidato se apresenta como Mota da Copasa, referência à cooperativa de vans criada por ele em 1999. Suspeito de matar o presidente de uma cooperativa de vans, ele chegou a ser preso durante a eleição de 2008, quando se candidatou a vereador. 

Indiciado por homicídio na 4 Vara Criminal de São Gonçalo, Mota passou o restante da campanha na prisão. 

- Consegui 1444 votos mesmo sem fazer campanha. Sou uma pessoa idônea. Existe um grupo querendo me denunciar por vários crimes para sujar minha ficha. Estou sendo perseguido - afirma Mota, que chegou a se eleger vereador em 2004 e, agora, quer uma vaga na Alerj. 

Partido veta novos filiados com ficha criminal

Segundo Tunico de Sousa, presidente regional do PSL, em 2008, o partido estabeleceu uma regra para vetar o ingresso de filiados com ficha criminal. 

- Mas o Mota entrou antes no partido. Já foi eleito vereador e ficou como suplente do deputado Marcos Abrahão em 2006 - esclarece Sousa. 

Marcos Abrahão foi acusado e absolvido em primeira instância, pelo homicídio de um colega parlamentar, em 2003. Atualmente no PTdoB, ele disputa a reeleição para deputado estadual. 

Outro nome citado em processo por homicídio é Luiz André Ferreira da Silva, o Deco, candidato a deputado estadual (PR). Ele foi acusado de participação na morte duas pessoas em dezembro de 2007. Segundo Adroaldo Peixoto, secretário geral do PR, os candidatos do par$de Anthony Garotinho são selecionados com "todo cuidado" para não comprometer a imagem da legenda. 

- Em relação a Deco, ele já foi eleito anteriormente vereador e deputado. Em tese, ele está apto a pleitear um novo mandato - pondera Adroaldo, ressaltando que não cabe ao partido fazer julgamentos precipitados. - Quem tem o poder de julgar é a Justiça.(G1)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Alerj aprova reajustes até 54,84%, os últimos do ano

Segurança terá aumento em 48 vezes que chega a 70%

Rio - A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou ontem os últimos reajustes a serem concedidos no atual governo. O de maior peso orçamentário foi o aumento de 54,84%, parcelado em 48 meses, para os servidores da Segurança Pública — Polícia Militar, Polícia Civil (exceto delegados), bombeiros e inspetores penitenciários. Os 118 mil receberão 70,32% até 2014, somando os 10% já aprovados. Confira abaixo as tabelas oficiais com os reajustes aplicados aos vencimentos.

A Casa também aprovou 5% de aumento, a partir de julho, para Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica), FIA (Fundação para Infância e Adolescência) e Fundação Leão XIII. Os projetos de lei serão sancionados hoje.(O Dia)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Lei Seca: veículo oficial da Alerj é apreendido por falta de vistoria

Um carro oficial da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) foi apreendido, por volta das 20h30m de segunda-feira, numa blitz da Operação Lei Seca na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca. Segundo o porta-voz da Operação Lei Seca, Carlos Alberto Lopes, o Bora, placa LKJ 3217, foi rebocado porque estava com a vistoria anual obrigatória atrasada: a última foi realizada em 2008. O veículo estava sendo conduzido por José Alberto F. dos Santos, que transportava três menores.

De acordo com Lopes, Alberto alegou que os menores eram filhos seus e de um diretor da Alerj. Ao ser informado de que teria o carro rebocado, Alberto teria começado a fazer telefonemas, citando em voz alta nomes de deputados estaduais. Além disso, por volta das 22h20m, o motorista teria retornado ao local da blitz para fotografar os policiais que o abordaram. Ele também foi multado porque os três menores estavam sem cinto de segurança.

— A Operação Lei Seca vai continuar cumprindo o que determina o artigo 5º da Constituição Federal: que todos são iguais perante a lei, independente de qualquer natureza — afirmou o porta-voz da Lei Seca.

Em nota, a Diretoria de Comunicação da Alerj confirmou que o Bora pertence ao Parlamento, mas negou que a vistoria esteja atrasada. Segundo a Alerj, o Bora foi apreendido porque o motorista estava apenas com a xerox do documento do carro, “para evitar a perda dos documentos”. Por conta da apreensão do Bora, a Alerj informou que vai distribuir os documentos oficiais aos motoristas.

A Alerj confirmou que Alberto é funcionário da Casa. A Assembleia, entretanto, não informou à imprensa o nome do diretor e nem a quem o Bora servia.(Extra)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Projeto de emancipação de Tamoios volta ao plenário em audiência pública

A criação do 93º município do estado, através do projeto de emancipação de Tamoios, distrito de Cabo Frio, na Região dos Lagos, é tema de audiência, na manhã desta terça-feira, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O encontro é realizado pelas comissões de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social, presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT), e de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional, presidida pelo deputado Rodrigo Neves (PT), da Assembleia Legislativa.

Segundo Ramos, Tamoios é responsável por 75% dos royalties de petróleo do município de Cabo Frio, mas poucos recursos são revertidos para o distrito. O projeto de emancipação de Tamoios, de autoria dos deputados Jorge Picciani (PMDB), Paulo Ramos (PDT) e Sabino (PSC),  prevê que o novo município seja formado por todas as terras que compõem o segundo distrito de Cabo Frio, uma área de cerca de 300 quilômetros quadrados, que equivale a 73% da cidade.

O projeto foi colocado em votação, no dia 20 de abril, na Alerj, mas como a proposta entrou em pauta em regime de urgência, não teve o parecer das comissões. Sem a avaliação técnica de viabilidade econômica, o relator da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Luiz Paulo, votou por baixa em diligência e encaminhou o projeto para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico para ser avaliado. (SRZD)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Presidente da Alerj mantém emprego de rainha de bateria

Nomeada por indicação do deputado João Pedro Figueira (DEM), a rainha de bateria Renata Santos ganhou ontem um novo aliado na manutenção de sua trajetória profissional na Assembleia Legislativa. Funcionária da TV institucional da Casa desde 2008, a musa dos ritmistas da Mangueira, nunca vista no Palácio Tiradentes, ao contrário do que alguns parlamentares imaginavam, não foi exonerada por faltar ao trabalho. Por decisão do deputado Jorge Picciani (PMDB), presidente da Alerj, a moça foi apenas transferida de setor. Agora, faz parte do cerimonial.

Boquinha na ALERJ

— O cargo administrativo não era o ideal para uma pessoa notória como a Renata e vamos colocá-la numa função mais adequada. Ela ficará assessorando a chefe de cerimonial — explicou Picciani, ressaltando que a mudança será publicada hoje no Diário Oficial.

Sessões filmadas

Para o parlamentar, no cerimonial será mais fácil fiscalizar a assiduidade da rainha de bateria. Ironia ou não, a emissora para a qual a beldade afirmava trabalhar de casa servirá como “ponto”:

— Toda semana há duas ou três sessões solenes do cerimonial. Elas são abertas e filmadas pela TV Alerj.

Sem se importar com a repercussão do caso, Renata Santos cumpriu tranquilamente sua suada rotina na manhã de ontem e foi malhar, na Barra. De lá, saiu de bicicleta, por volta das 12h27m, depois de dar uma passadinha num salão de beleza.

Desde que o cargo comissionado de auxiliar administrativo de Renata foi descoberto, há uma semana, ela deu informações desencontradas sobre o caso. Nos últimos dias, apenas repete uma frase, como se fosse refrão de samba enredo: “Não quero mais falar sobre este assunto”.

 Picciani ainda QUERIA ser senador pelo Estado
(Jornal Extra)