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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Usuários das barcas à mercê das intempéries em Niterói


Ausência de cobertura na parte externa da Estação Arariboia, no Centro da cidade, causa transtorno a passageiros, que precisam aguardar na fila sob chuva ou sol. Falta de estrutura gera protestos

Faça chuva ou faça sol, usuários das barcas ficam à mercê do tempo na fila de embarque na Estação Arariboia, no Centro de Niterói. Na manhã desta segunda-feira, dezenas de passageiros tentavam driblar a chuva que atingia a cidade enquanto aguardavam a próxima embarcação. Quem não levou guarda-chuva ou capa, acabou tendo que ir para o trabalho molhado.

“Toda vez é a mesma coisa. É claro que a chuva não é culpa das Barcas S/A, mas a concessionária poderia ajudar a evitar os transtornos provocados pelo mau tempo. Uma cobertura na parte externa da estação ajudaria a resolver o problema”, afirma a advogada Laís Ribero, de 35 anos, usuária do serviço diariamente.  

Para o estudante de engenharia Pablo Rodrigues, de 22 anos, a proteção também poderia ajudar a proteger os passageiros nos dias de forte sol.

“O tempo de espera é sempre longo e não há nenhuma sombra para nos protegermos. Pelo preço que pagamos, deveriam ar mais atenção aos usuários”, reclama  o jovem, que mora em Niterói e cursa a faculdade no Rio.

Procurada, a Barcas S/A informou que qualquer intervenção que se estenda pela Praça Arariboia depende de autorização da Prefeitura de Niterói e não pode ser realizada por decisão da concessionária.(O Fluminense)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Violência no Rio leva população a optar pelas barcas

Foram necessárias seis viagens extras para atender à grande demanda de passageiros na linha Rio-Niterói, que trocou o ônibus pelo serviço de barcas por conta dos episódios de violência no Rio. Na quinta-feira, dia 25, a linha Rio-Charitas realizou quatro viagens extras. "As notícias não eram boas, e eu não quis arriscar viajar de carro", disse o fisioterapeuta Alberto Martins.

Assim como ele, milhares de passageiros optaram por viajar de barca. Apesar do movimento atípico, toda a operação correu normalmente, sem registro de problemas. "Montamos esquema especial, privilegiando a segurança e o conforto dos passageiros. Operamos normalmente, apesar da grande afluência de passageiros no horário de pico, que hoje começou mais cedo. Amanhã, vamos repetir o mesmo esquema, com o mesmo efetivo", comentou Mário de Góes, gerente de Logística e Atendimento ao Usuário de Barcas S/A. 

Só no dia 25, foram transportados 90.000 passageiros na linha Praça XV-Niterói, um acréscimo de cerca de 10%. No mesmo período, o trajeto Praça XV-Charitas registrou aproximadamente 9.000 passageiros (aumento de 15%). O movimento atípico também foi observado na linha que atende o Cocotá, na Ilha do Governador. Nas viagens de 17h30 e 18h40 do trajeto Praça XV-Cocotá, por exemplo, foram transportados 2.000 passageiros – 1.255 a mais do que o registrado na última quinta-feira, dia 18/11, o que representa um aumento de 168%. Na linha Praça XV-Paquetá-Praça XV não houve alterações no número de passageiros transportados, mantendo-se na média de 2 mil usuários por dia.(Folha de Niterói)

sábado, 6 de novembro de 2010

Prova do ENEM causa nó no trânsito de Niterói

Muitos candidatos não conseguiram chegar no horário previsto para o exame (até 12:55 h). Normalmente percurso feito em 15 minutos foi feito em 1 hora e meia, não foram vistos guardas de trânsito em nenhum local da cidade, um verdadeiro caos. Isso mostra que a cidade não estava preparada para a "invasão" imobiliária dos últimos 15 anos e pior lançamentos de novos prédios está cada vez mais comum, a ausência do Prefeito Jorge Roberto Silveira na prefeitura já está se tornando insuportável para os moradores de Niterói. A cidade sofre com a falta de policiamento, trânsito caótico e ocupação desordenada.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Assalto na Boa Viagem deixa dois mortos e três baleados



Bandidos armados roubaram quiosque na orla do bairro e fizeram disparos contra os clientes do estabelecimento. Entre as vítimas fatais estava um agente penitenciário. Suspeitos fugiram

Duas pessoas morreram e três foram baleadas durante um assalto a um quisoque na Praia da Boa Viagem na madrugada desta quarta-feira.

O agente penitenciário Vanderson Santos da Silva, de 33 anos, e o vendedor de automóveis Leandro Paiva Barbosa, de 38 anos, morreram no local. As outras três vítimas foram encaminhadas para os hospitais estaduais Azevedo Lima, no Fonseca, em Niterói, e Alberto Torres, no Colubandê, em São Gonçalo. Um dos feridos estaria em estado grave.

De acordo com a polícia, homens armados teriam chegado ao estabelecimento em dois carros e fizeram disparos contra as vítimas quando perceberam que o agente penitenciário estava armado.

Os bandidos roubaram pertences das vítimas, além de R$ 40 do caixa do quiosque. Na fuga, eles abandonaram uma picape prata no local e conseguiram escapar no outro veículo.
O caso foi registrado na 76ª DP (Centro).(Fluminense)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Niteroiense continua a sofrer no retorno para casa de barcas

Mesmo em dias mais tranquilos, como aparentava a noite de segunda-feira, os passageiros das Barcas S/A tiveram que enfrentar filas e esperar muito tempo para chegar em casa. A equipe do jornal Fluminense embarcou em uma viagem de volta do Rio para Niterói e viu de perto o que a população passa. 

A reportagem chegou à estação por volta das 17h40 e ficou acompanhando a movimentação do lado de fora. As principais queixas dos passageiros são superlotação, filas grandes e atrasos. Segundo eles, o dia mais complicado para utilizar as barcas é na sexta-feira.

Quinze minutos depois da chegada, um barulho de extintor de incêndio chamou a atenção. Um princípio de fogo assustou passageiros que aguardavam do lado de dentro e de fora da estação. Uma fumaça preta saia de dentro dos banheiros, que ficam em um corredor ao lado das bilheterias. Após a dispersão da fumaça, o trânsito de usuários continuou normalmente.

Por volta das 18h, a Estação da Praça XV começou a encher e usuários corriam para passar pela roleta e evitar pegar as filas que se formariam logo a seguir. Após esse horário, quem chegava à estação só conseguia ultrapassar a roleta para esperar a embarcação das 18h30. 

No horário de rush, os passageiros geralmente seguem três etapas para chegar ao outro lado da Baía de Guanabara: filas antes das roletas, espera no salão de embarque e outra espera do lado de fora, perto do atracadouro.

Às 18h53, a equipe ultrapassou a roleta para aguardar a partida extra das 19h05, que seria realizada pela embarcação tradicional Martim Afonso. A chegada a Niterói aconteceu às 19h25. Durante a viagem, foram constatadas irregularidades como passageiros sentados nas escadas e em pé na frente da embarcação. Funcionários da embarcação passavam entre os passageiros e não faziam nada.

Segundo a concessionária Barcas S/A, o princípio de incêndio foi provocado por um passageiro que jogou uma ponta de cigarro em uma lixeira do banheiro. 

Pane dia 23 – No último dia 23, a embarcação Ingá II, que saía de Niterói para a Praça XV,  colidiu contra  pedras próximo ao Caminho Niemeyer, ao lado da Estação Araribóia, em Niterói. O acidente deixou 18 pessoas feridas e provocou longas filas. Uma pane elétrica teria sido a causa.

Apenas uma das vítimas permanece internada, sem previsão de alta. A universitária Mônica das Graças da Rocha Coutinho, de 42 anos, reclama da falta de assistência da concessionária e do fato de não estar na lista oficial da Secretaria Estadual de Saúde. Ela está com perfuração pneumotórax, amassou parte do pulmão e quebrou uma costela. O quadro se agravou para uma pneumonia e água na pleura.

“Eles mandaram funcionários me acompanharem, mas não fazem nada efetivamente. Preciso pagar R$ 60 por dia para minha irmã dormir comigo, pois não posso levantar sozinha. Já imaginou se eu não tivesse plano de saúde? No Hospital Azevedo Lima me liberaram dizendo que eu só tinha quebrado a costela”, contou.

Até a noite desta terça-feira, a concessionária Barcas S/A não se pronunciou sobre a paciente internada. 

Passageiros reclamam
O bancário Magno Guimarães, de 24 anos, que mora em Itaipu e trabalha no Leblon, passa por todas as dificuldades diariamente e explicou que o tempo de espera para desembarcar na Estação Araribóia é de 30 minutos em dias de menos movimento. Ele afirma que, em dias de maior movimento, a espera passa de meia hora. O jovem revelou que, há cerca de seis meses, demorou mais de uma hora para desembarcar em Niterói.

“Nós pagamos uma passagem por um serviço que deveria ser excelente. O que não acontece. Se eles pegassem parte do lucro que ganham e investissem, os passageiros se sentiriam melhor e mais confortáveis. O número de barcas e de pontos de atracação deveriam ser aumentados”, sugeriu.

A auxiliar de escritório Tatiana dos Santos Silva, de 28 anos, disse estar evitando pegar as barcas no período da manhã, pois não quer chegar atrasada no trabalho nem ter que enfrentar filas para embarcar. Ela mora em São Gonçalo e trabalha no Centro do Rio.

“De manhã, vou de ônibus sempre, pois não quero chegar tarde no trabalho nem me estressar com a espera. No retorno para casa, como não tenho horário fixado, venho de barca e encaro as filas. Este é um serviço horrível”, declarou.

Trabalhando no mesmo lugar que Tatiana, a também auxiliar de escritório Marta Maria de Souza, de 47 anos, contou que desistiu de utilizar o transporte marítimo.

“Eu prefiro sair mais cedo de casa a ir para o trabalho de barca. Não gosto do serviço que eles prestam. Hoje (segunda-feira), por exemplo, cheguei à estação às 18h20 e só consegui embarcar na viagem das 19h. Só vim de barca para acompanhar a Tatiana”, explicou.(O Fluminense)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eles ainda querem o seu voto!



Sergio Cabral, dentre suas infinitas promessas de campanha, estava a promessa de criar uma estação em São Gonçalo, as Barcas S/A além de não ter cumprido o acordado na licitação que ganhou a  concessão, ainda foi a responsável por inúmeros acidentes tem até acidente com mortos , como houve na Ilha de Paquetá, só lembrando que a esposa do então governador do Rio de Janeiro advoga para o Metrô Rio e SuperVia, o que seria incompatível com o cargo do seu marido.


Já o secretário de transportes Júlio Lopes fez vista grossa nas condições das embarcações das Barcas S/A, o que deixa no ar o motivo de ambos não interferirem na concessão já que uma parte não vem cumprindo o acordo.


Foi então criada uma CPI na ALERJ que foi logo detonada pelo seu presidente Jorge Picciani, mesmo tendo sido provado que as Barcas S/A vem falhando sucessivamente.

Cabe a nós não votarmos nestes DISTINTOS senhores, com certeza tem gente muito mais preparada e honesta do que estas ilustres figuras.


Enquanto isso nós vamos sofrendo nas filas intermináveis, nos acidentes, nos atrasos, na superlotação, justamente nós que temos que trabalhar ao contrário destes senhores que ocupam cargos públicos.


Talvez a história já nos tenha dado a solução para os problemas das Barcas S/A.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Mais um dia de tumulto na Estação das Barcas em Niterói

Com excesso de passageiros, homem teria pulado o alambrado de proteção e incitado outros usuários a fazerem o mesmo. Isso teria provocado atraso na saída dessa manhã


O excesso de passageiros e grandes filas causaram tumulto na estação das barcas por volta das 8h desta quinta-feira.

Segundo o Gerente de Logística da Barca S.A., Mario de Góes, um homem, por volta das 8h30, pulou o alambrado da barca e incitou outros usuários a fazerem o mesmo. Agentes de segurança tiveram que conter o passageiro e com isso a barca desse horário atrasou. 

Ainda segundo o Gerente de logística, uma informação de acidente na Ponte Rio-Niterói fez com que o fluxo na estação Arariboia, nesta manhã, tivesse um aumento de 13%.

Segundo a concessionária, o incidente foi contornado pelos agentes e seguranças da estação e não houve feridos ou prejuízos materiais.(Fluminense/ODia)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Superlotação nas Barcas

A superlotação acabou levando o comandante da barca Neves a voltar à Praça XV, na manhã de terça-feira, relata Amanda Todaro Martins. “A barca saiu com 5 minutos de atraso e a viagem que era para levar 15 minutos demorou quase uma hora porque ao ver passageiros viajando do lado de fora o comandante voltou”.(O Dia)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Barca fica à deriva por cerca de 15 minutos na Baía de Guanabara

Desta vez, o problema ocorreu na embarcação Neves V, que, segundo informações de passageiros, estaria superlotada e parou logo que partiu da Praça XV, no Centro do Rio

A embarcação Neves V, da Barcas S/A, ficou à deriva por cerca de quinze minutos, na noite de ontem, na Baía de Guanabara, próximo ao setor de atracação da Praça XV. Segundo informações de passageiros, a barca estava superlotada e o comandante  teria parado cerca de 10 metros após a partida, pois havia usuários na proa.

O analista de segurança empresarial Marcelo Henrique Costa da Silva, de 40 anos, contou que o horário de saída estava previsto para as 18h50. Segundo ele, a embarcação partiu cinco minutos depois do previsto e, quando se afastou da atracação, não saiu mais do lugar.

“Eles deixaram entrar mais gente do que podia. Se o comandante sabia que não podia sair com a porta aberta e com pessoas na proa, por que deu partida para depois ter que voltar?”, indagou.

Usuários contaram também que ninguém da tripulação desceu para dar satisfação. Alguns registraram queixas quando desembarcaram. 

O técnico administrativo João Carlos Guedes da Silva Júnior, de 24, detalhou o que sentiu na hora:
“Fiquei com medo, pois as pessoas batiam na barca e gritavam muito.”

Com o canhoto da reclamação nas mãos, o auxiliar de escritório Matheus Maia de Oliveira, de 21, reclamou do despreparo dos funcionários.

A Barcas S/A negou a denúncia de superlotação e informou que o problema aconteceu porque cinco passageiros forçaram a porta da proa para tentar viajar na parte externa. Segundo nota oficial, por medida de segurança, a viagem foi interrompida para que a tripulação tentasse convencê-los a retornar. Como não obtiveram sucesso, o comandante voltou à estação Praça XV para a retirada deles.(Fluminense)