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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Assembleia Legislativa do Rio cobra novo plano de segurança das Barcas

Comissão de transportes da Alerj além de requisitar estudo para deixar transporte marítimo mais seguro, também pede que Metrô apresente proposta de contingenciamento

A Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa (Alerj) requisitou, em audiência pública realizada na última terça-feira, os planos de contingência de segurança da Barcas S/A e do Metrô do Rio. A solicitação foi feita pelo presidente da comissão, Marcelo Simão (PSB), na reunião em que os deputados buscaram saber detalhes sobre o número de agentes de segurança e o tipo de treinamento oferecido pelas duas concessionárias. Segundo o parlamentar, a análise dos planos vai contribuir para o trabalho da comissão. 

“Nosso objetivo é fiscalizar e tentar melhorar a segurança no transporte de massa, para que episódios como a confusão envolvendo usuários e seguranças do Metrô no início do ano não se repitam”, disse, se referindo ao incidente em abril, quando um segurança foi acusado de agredir um usuário que teria pulado a roleta, na Estação Botafogo.

Segundo Simão, os planos serão analisados e, para aumentar a segurança dos usuários, sugestões de melhorias serão feitas para as concessionárias. 

“Se for o caso, vamos contratar um especialista em segurança para nos orientar nesta análise e podermos cobrar um serviço de qualidade”, afirmou Simão. 

Presidente da Comissão de Segurança, Zaqueu Teixeira (PT) falou sobre a importância de se ter acesso a esses planos. 

“Plano de contingência é o planejamento da segurança, em que constam quantas pessoas você atende por dia, qual o efetivo empregado na segurança e o que os agentes têm que fazer em caso de algum problema. Com isso, vamos poder verificar se o que está planejado acontece de fato.”

Coordenador de Segurança do Metrô Rio, Péricles Magalhães classificou o episódio de abril como “um caso isolado” e afirmou que o agente foi demitido. Já o coordenador-geral da Barcas S/A, Hugo Quiroga, deu detalhes sobre o esquema de segurança nas estações, que, segundo ele, contam com companhias terceirizadas de segurança, e nas embarcações, em que a própria tripulação é treinada pela Marinha para atuar. 

“Além do auxílio da Marinha, fazemos treinamento a cada 15 dias com os tripulantes para melhorar a atuação deles”, destacou. 

Quiroga, assim como Magalhães, comprometeu-se a entregar os planos de segurança à Alerj em prazo a ser estipulado. 

Participaram ainda da audiência os deputados Alessandro Calazans (PMN) e Luiz Martins (PDT), membros da comissão; o conselheiro Herval Barros, da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transporte (Agetransp); e o diretor do Sindicato dos Metroviários, Antônio Luiz da Silva, além do major Ricardo Melo, do Núcleo de Policiamento Ferroviário do Batalhão de Choque da Polícia Militar.(O Fluminense)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Travessia Rio-Niterói: nas barcas ou na Ponte, a dura vida dos usuários


Pelas pistas, engarrafamentos diários. Pelo mar, lotação e desconforto. A difícil travessia de quem mora na Região Metropolitana e precisa ir para o Rio se repete diariamente


Pouco a pouco, as águas da Baía de Guanabara se tornam, novamente, uma barreira intransponível. Por ‘terra’ ou por mar, engarrafamentos e filas atrapalham os moradores da Região Metropolitana que precisam ir para o Rio e voltar. Planos para melhorar a fluidez do trânsito não faltam, mas as discussões sobre quem vai arcar com o investimento ainda se estenderão. Enquanto isto, trabalhadores aprendem a conviver com o “custo travessia”.

Só em Niterói, 61.534 pessoas trabalhavam ou estudavam em outra cidade no ano 2000, segundo dados do IBGE. A maior parte, no Rio de Janeiro. 

“Eu escolhi o trajeto ‘menos pior’ para mim. Levo geralmente duas horas para sair de Icaraí e chegar a Vila Isabel. Minha opção pelo ônibus é porque posso dormir durante o trajeto, sem baldeação, mesmo assim, já chego ao trabalho cansada”, explica a enfermeira Mary Anne Neto, de 27 anos.

Mary pensa em mudar para a cidade vizinha como forma de evitar ainda mais transtornos com o percurso.

“Tudo piora em véspera de feriado. O ‘happy hour’ também não adianta mais, porque o trânsito não melhora cedo, passa das oito da noite geralmente”, relata.

A estratégia também foi abolida pelo fisioterapeuta Caio Tramont.

“Agora, leio um livro por mês só dentro dos ônibus. Tento aproveitar o tempo perdido. Demoro duas horas para ir e outras duas para voltar para casa. É metade do tempo que ficamos trabalhando, isto é absurdo”, reclama.

Soluções - Por terra, soluções foram propostas pela concessionária que administra a via desde 1995. Estão sendo avaliados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a construção de um viaduto ligando a Ponte à Linha Vermelha, do lado carioca e, em Niterói, de um mergulhão sob a Praça Renascença.

Segundo a concessionária CCR Ponte, as duas obras custarão cerca de R$ 210 milhões (R$ 150 milhões para o viaduto). Para que não seja impactante no valor do pedágio, é possível que o tempo de concessão seja estendido.

“A construção do viaduto pode ser finalizada entre 18 e 24 meses após a liberação e devemos receber autorização em breve. A hipótese mais provável é que a concessionária realize as obras e que a concessão seja estendida por algo em torno de dez anos. Estas obras não estão no contrato de concessão”, explica Rodrigo Abdala, gestor de contratos da CCR Ponte.

Lucro –
Em dez anos, a concessão renderia à empresa aproximadamente R$ 1,138 bilhão, quase seis vezes o valor das intervenções. Isto levando-se em conta apenas o valor do pedágio pago por carros de passeio (R$ 4,30). Com a média de tráfego atual: 145 mil veículos por dia. A empresa tem receita também  da exploração de espaços publicitários, que poderiam ser utilizados para reduzir o valor da tarifa. Os investimentos na Ponte, de acordo com a empresa, ultrapassam R$ 270 milhões ao longo destes 15 anos.

O viaduto deve resolver os problemas de metade dos usuários da Ponte, já que 25% deles vão para a Linha Vermelha. Estes 25% utilizam a saída para a Avenida Brasil junto com outro quarto de usuários que seguem pela via. Alterações no trânsito desta rampa já eram previstas na concessão.

A ANTT informou que estuda, com o Ministério dos Transportes, formas de viabilizar o projeto do viaduto. Já o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela Linha Vermelha, informou que não foi informada do projeto. A Prefeitura de Niterói, que também deve realizar intervenções para melhorar o trânsito nos acessos à Ponte, não informou se elabora algum projeto.
Por mar, filas e mais filas

Se o transporte rodoviário, mesmo que sem prazos e de formas polêmicas, tenta absorver o aumento da demanda, a situação não se repete no hidroviário.

As dificuldades na travessia vêm antes de se pisar na embarcação. Diariamente, o processo é complexo. Primeiro, é preciso entrar em uma fila para comprar o bilhete. Depois, é a vez da fila para entrar na estação. A próxima etapa é sair do saguão da estação para ficar no píer aguardando a chegada de uma embarcação, para depois de algum tempo e mais filas, entrar em um catamarã ou barca e, só então, começar a viagem efetivamente. Os passos que antecedem o embarque, dizem usuários, demoram mais que o tempo de travessia, em horário de pico, e são cumpridos de pé. Nas filas de acesso, nem mesmo uma cobertura para proteger do sol ou da chuva.

“Levo geralmente 50 minutos para atravessar, mas porque chego depois que o movimento diminui um pouco. De todo este tempo, 20 minutos são navegando e 30 esperando”, explica a designer Juliana Martinez, de 31 anos.

A reportagem acompanhou um ‘dia de sorte’ de Juliana, que conseguiu fazer a travessia em apenas 40 minutos, mesmo assim, metade foi gasto em processos para embarque.

Segundo o deputado Gilberto Palmares, a qualidade dos serviços prestados não seria o único problema. Estariam sendo descumpridas cláusulas do contrato de concessão do serviço.

“Acompanhando o número de viagens e a capacidade de cada barca, é visível que eles não transportam a quantidade mínima de 12 mil passageiros e o problema não é falta de passageiros. As linhas sociais previstas no contrato nunca saíram do papel, linhas para São Gonçalo, Magé e Duque de Caxias, enquanto a única linha seletiva foi feita. Agora ainda acabam com as barcas da madrugada, na verdade, a última barca será às 23 horas”, disse.

Nas linha seletiva não há controle sobre o valor cobrado pela tarifa. Atualmente, a passagem de Charitas para a Praça XV custa R$ 11.

A empresa que administra o serviço público de barcas, a Barcas S/A, diz que melhorou o serviço ao longo do tempo, com a compra de novas embarcações, e justificou que a empresa opera com um desequilíbrio econômico que já chega a R$ 450 milhões.

“Foi detectado um desequilíbrio pois a demanda foi superdimensionada e os problemas subdimensionados. Ainda temos um grande impacto pela gratuidade”, declarou a representante Heloisa de Castro Faria, durante audiência pública no último dia 27.

Como forma de compensação, a empresa quer o aporte de dinheiro público na compra de 11 novas embarcações (nove com mil lugares e duas com 500), a construção de duas novas estações, investimento em dragagem e a reforma de flutuantes e estações.(O Fluminense)

sábado, 30 de abril de 2011

Catamarã (Bolsa Térmica) sofre pane na saída da Praça XV e complica volta para casa


Embarcação vinha em direção a Charitas e apresentou problemas logo ao deixar estação, no Rio de Janeiro. Passageiros tiveram de desembarcar, causando confusão e revolta


Um catamarã da empresa  Barcas S/A, que faz o serviço de transporte marítimo entre Rio e Niterói, sofreu uma pane na saída da Praça XV em direção a Charitas, por volta das 17h50 desta sexta-feira. Os quase 400 passageiros tiveram de desembarcar, causando confusão na estação e transtorno aos usuários.


Os passageiros reclamam, principalmente, pelo fato de os funcionários da empresa  terem esperado a embarcação lotar para só depois informarem que o catamarã não seria utilizado na travessia da Baía de Guanabara.


A concessionária Barcas S/A admitiu ter havido um problema causado por acúmulo de lixo no motor da embarcação Avatares, o que provocou superaquecimento. No entanto, a empresa nega qualquer confusão na estação, e que duas embarcações extras foram deslocadas para atender aos usuários.


A situação foi normalizada por volta das 19h.(O Fluminense)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Usuários das barcas à mercê das intempéries em Niterói


Ausência de cobertura na parte externa da Estação Arariboia, no Centro da cidade, causa transtorno a passageiros, que precisam aguardar na fila sob chuva ou sol. Falta de estrutura gera protestos

Faça chuva ou faça sol, usuários das barcas ficam à mercê do tempo na fila de embarque na Estação Arariboia, no Centro de Niterói. Na manhã desta segunda-feira, dezenas de passageiros tentavam driblar a chuva que atingia a cidade enquanto aguardavam a próxima embarcação. Quem não levou guarda-chuva ou capa, acabou tendo que ir para o trabalho molhado.

“Toda vez é a mesma coisa. É claro que a chuva não é culpa das Barcas S/A, mas a concessionária poderia ajudar a evitar os transtornos provocados pelo mau tempo. Uma cobertura na parte externa da estação ajudaria a resolver o problema”, afirma a advogada Laís Ribero, de 35 anos, usuária do serviço diariamente.  

Para o estudante de engenharia Pablo Rodrigues, de 22 anos, a proteção também poderia ajudar a proteger os passageiros nos dias de forte sol.

“O tempo de espera é sempre longo e não há nenhuma sombra para nos protegermos. Pelo preço que pagamos, deveriam ar mais atenção aos usuários”, reclama  o jovem, que mora em Niterói e cursa a faculdade no Rio.

Procurada, a Barcas S/A informou que qualquer intervenção que se estenda pela Praça Arariboia depende de autorização da Prefeitura de Niterói e não pode ser realizada por decisão da concessionária.(O Fluminense)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Governo corrupto do Sergio Cabral dá insenção de ICMS para as Barcas S/A como prêmio pelos "ótimos" serviços prestados

Barcas são isentas de ICMS e param serviço da madrugada

 

Mudança faz parte de termo de compromisso acertado entre a Barcas S/A e o governo do estado. Acordo inclui a isenção do pagamento de ICMS sobre o valor dos bilhetes


As barcas que ligam Niterói e Rio de Janeiro não vão mais circular entre a meia-noite às 5h, horário considerado de baixa procura. A mudança faz parte de um termo de compromisso acertado entre a Barcas S/A, que explora a concessão, e o governo do estado. Tal acordo inclui também a isenção do pagamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o valor dos bilhetes.

A média de passageiros que embarcaram, de setembro a dezembro do ano passado, foi de 95 por madrugada. A opção dos ônibus permanece - garante o secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner.
A isenção de ICMS vai fazer a empresa economizar cerca de R$ 3 milhões por ano, valor que a concessionária promete investir na qualidade do serviço prestado, de acordo com Regis  Fichtner. A isenção começa a valer a partir desta sexta-feira, data da publicação do decreto.

Segundo o secretário, nenhuma empresa que presta serviços públicos ao estado, como Metrô e SuperVia, paga ICMS.

Essa não é a primeira vez que a Barcas S/A deixa de oferecer o serviço durante a madrugada. No período entre novembro de 2008 e outubro de 2010, a empresa parou de operar no horário. À época, o então superintendente Luiz Marinho afirmou que a empresa não tinha como arcar com as viagens noturnas. Um decisão do Superior Tribunal de Justiça, no entanto, obrigou a empresa a voltar a oferecer o serviço.

Memória
Na última quarta-feira a estação hidroviária de Charitas, na Zona Sul, esteve lotada durante o início da manhã devido à falha em um dos catamarãs da empresa. Lixo flutuante teria impedido a refrigeração do motor da embarcação Zeus, deixando passageiros esperando o embarque por cerca de uma hora. Tempo demais para um serviço que custa R$ 11 pelo trajeto até a Praça XV, de acordo com alguns usuários.(O Fluminense)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Problemas em Catamarã de Charitas causam tumulto


Usuários das Barcas S/A registram longas filas na estação de Charitas, Zona Sul de Niterói, na manhã desta quarta-feira. Lixo na Baia de Guanabara teria sido a causa

Usuários das Barcas S/A registram longas filas na estação de Charitas, Zona Sul de Niterói, na manhã desta quarta-feira.

Segundo a concessionária Barcas S/A, o motor da embarcação que sairia às 8h45, aspirou lixo da Baia da Guanabara devido as chuvas desta terça-feira. Ainda de acordo com as informações, o catamarã já estava com passageiros, que tiveram que desembarcar e ser realocados. Às 8h55m, a embarcação que apresentou defeito tinha sido liberada para a travessia para a Praça XV.

O webdesigner Thiago Leão conta que levou cerca de 30 minutos para conseguir entrar no transporte em direção à Praça XV:

"A falta de informação no momento era grande. Peguei a embarcação depois de esperar e ainda ficou muita gente na estação", conta.(O Fluminense)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Usuários das barcas enfrentam filas na estação de Niterói


Segundo a Agetransp, problema aconteceu devido à retirada de circulação da embarcação Ingá. Além disso, a fila da gratuidade estava muito maior do que o normal

Uma grande fila se formou na manhã desta segunda-feira na estação Arariboia, Niterói, e atrasou o dia de muitos usuários.

A fila da gratuidade das Barcas estava muito maior do que o normal, com mais de 30m de extensão. Para esse serviço só existe uma catraca porém, com a chegada da equipe de reportagem de  jornal O Fluminense, outra roleta foi disponibilizada para atender essa demanda.

A Agetransp informa, em nota, que devido à retirada de circulação da embarcação Ingá de Barcas S/A, por problemas técnicos, formaram-se filas de usuários.

Na sexta-feira houve muitas filas e movimentação agitada, grande parte disso pode ser pela falta desse Catamarã.

A concessionária informou que já colocou em substituição à barca avariada a embarcação Martin Afonso.(O Fluminense)

terça-feira, 1 de março de 2011

Espera de até 40 minutos na fila das barcas em Niterói


Concessionária afirma que não houve problemas, mas muitos usuários desistiram do serviço. Quem optou por seguir pela Ponte enfrentou longos engarrafamentos

Mais uma vez, os usuários das barcas enfrentaram longas filas na Estação Araribóia, em Niterói. Por volta das 8h desta terça-feira, o tempo de espera para embarque era de até quarenta minutos. O problema, segundo a população, vem se repetindo diariamente.

Devido à quantidade de pessoas, a fila ocupou toda a praça, chegando até a pista da Avenida Visconde do Rio Branco. Não houve registros de confusão, mas, irritados, muitos usuários desistiram de atravessar a Baía de Guanabara por transporte aquaviário e se direcionaram ao Terminal Rodoviário. 

De acordo com testemunhas, houve um problema técnico no catamarã Neves, o que teria atrasado a saída da embarcação e aumentado o tempo de espera. No entanto, segundo a Barcas S/A, concessionária que administra o serviço, as embarcações operavam normalmente, e havia apenas grande fluxo de passageiros. A saída de alguns catamarãs chegou a ser antecipada por lotação.

Quem optou pelo transporte rodoviário para seguir para o Rio de Janeiro, também enfrentou problemas nesta terça-feira. Motoristas encontraram engarrafamentos nas princiapais vias de saída de Niterói, principalmente na Avenida Roberto Silveira, em Icaraí, e na Avenida do Contorno, no Barreto. O tempo de travessia na Ponte Rio-Niterói ultrapassou 30 minutos.(O Fluminense)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Barcas vão funcionar em esquema especial no período do Carnaval


Na segunda-feira, dia 7 de março, a linha que faz o trajeto entre a Praça-XV e Niterói terá saídas a cada 15 minutos nos períodos entre 6h e 10h e entre 16h e 20h. Confira os detalhes


A Barcas S/A vai operar com horários especiais durante o Carnaval. Na segunda-feira, dia 7 de março, nos períodos entre 6h e 10h e entre 16h e 20h, os intervalos da linha Praça XV-Niterói-Praça XV serão de 15 minutos. Das 10h às 16h, e das 20h às 23h30, as partidas serão a cada 30 minutos.

A linha Praça XV-Charitas-Praça XV funcionará nos horários de rush com intervalos de até 20 minutos. Fora do rush, como de costume, os intervalos serão de até 50 minutos. As linhas do Cocotá e de Paquetá funcionarão normalmente.

Já na terça-feira, dia 8, o trajeto entre a Praça XV e Niterói terá embarcações saindo com intervalos de 30 minutos. Conforme previsto no quadro de horários, as linhas do Cocotá e de Charitas não funcionam nos feriados. A linha de Paquetá funcionará normalmente.

Na quata-feira de cinzas, das 6h às 10h, e das 16h às 20h, a linha Praça XV-Niterói-Praça XV terá intervalos de 15 minutos. Das 10h às 16h, e das 20h às 23h30, as partidas serão a cada 30 minutos. A linha Praça XV-Charitas-Praça XV funcionará nos horários de rush com intervalos de até 20 minutos. Fora do rush, os intervalos são de até 50 minutos. As linhas do Cocotá e de Paquetá funcionarão normalmente.

Os horários das linhas que atendem a região de Angra dos Reis, Ilha Grande e Mangaratiba não sofrerão alterações. (O Fluminense)

Outras informações podem ser obtidas no site da Barcas S/A.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Barcas: longas filas na Estação Arariboia irritam usuários do serviço


Sob o forte sol, passageiros demoraram mais de 30 minutos para embarcar. Concessionária diz que houve aumento na movimentação.

Com o fim das férias escolares e o retorno à rotina de trabalho, o niteroiense já enfrenta problemas para atravessar a Baía de Guanabara. Logo no início da manhã desta terça-feira, usuários das barcas encontraram longas filas na Estação Araribóia. Por volta das 8h, o tempo médio para embarque era de mais de 30 minutos. 

Não houve confusão, mas, sob o forte sol e com os termômetros marcando 33º graus, usuários se irritaram com a demora. Somado ao tempo de travessia, passageiros demoraram mais de uma hora para fazer o trajeto Niterói-Praça XV.


As reclamações sobre o serviço prestado pela concessionária Barcas S/A já se tornaram frequentes. Problemas nas embarcações, atrasos e desconforto estão entre as principais queixas.

A concessionária informou que as longas filas desta manhã foram provocadas pela grande movimentação de passageiros e afirmou que não foram constatados problemas.

No último sábado, uma embarcação ficou à deriva por quase duas horas, com 78 passageiros a bordo.
Negociações - Na segunda-feira, o governador Sérgio Cabral anunciou que o Governo do Estado está negociando um acordo com a direção de Barcas S/A para melhorar a prestação deste serviço. Segundo Cabral, o acordo ainda não saiu porque a empresa demora a responder a uma proposta apresentada feita na semana passada.

– Infelizmente, a direção da Barcas S/A está demorando a nos responder. Estamos na iminência de comprar R$ 300 milhões em embarcações, de reativar o terminal da TransTur que está desativado e de comprar duas barcas dessa empresa e colocar tudo isso a serviço da Barcas S/A, desde que se chegue a um acordo em função da chamada revisão tarifária - detalhou Cabral.

O governador lamentou as dificuldades que a Barcas S/A vem colocando para o fechamento do acordo.

– Eles dizem que têm direito a não sei quantos milhões. Não vão alcançar porque não vamos pagar. Nunca vi uma indecisão tão grande. Estou propondo um acordo que trará ganhos para Barcas porque haverá mais passageiros com o aumento da oferta de lugares e do conforto para o usuário e, com isso, vai aumentar o lucro deles também – argumentou Cabral, garantindo que o prazo para a empresa responder está se esgotando e a espera do Estado bem próxima do limite. – Vamos tomar uma decisão. Precisamos oferecer melhores barcas, melhores terminais – alertou.(O Fluminense)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Barca quebra e fica à deriva na Baía de Guanabara

Embarcação Martin Afonso deixou a Praça XV com destino a Niterói com cerca de 78 pessoas. Problema mecânico deixou barca à deriva. Os passageiros foram resgatados

Uma barca que faz a travessia Rio-Niterói  ficou à deriva na Baía de Guanabara no início da tarde deste sábado. A embarcação Martin Afonso deixou a Praça XV com destino à Praça Arariboia com cerca de 78 passageiros.

De acordo com a assessoria de imprensa das barcas, houve um problema nas máquinas. Uma outra barca foi enviada ao local do incidente, passageiros foram removidos da barca com defeito e encaminhados para Niterói.
A barca Martin Afonso foi levada para um estaleiro, onde será vistoriada.(O Fluminense)


Nota - Mais uma vez, quando será a outra? Quando o Governo vai tomar alguma providência? Quando morrer gente? Tira esta empresa e põe outra ou outras melhores, já romperam o contrato várias vezes.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Barca Boa Viagem sofre pane por causa de lixo na Baía de Guanabara

Embarcação que faria o trajeto entre Cocotá e Praça XV apresentou problema quando se preparava para entrar em operação. Viagem só foi realizada mais de uma hora depois

A barca tradicional Boa Viagem que faria a travessia das 8h desta quinta-feira entre o Cocotá, na Ilha do Governador, e a Praça XV apresentou superaquecimento em um dos motores quando se posicionava para entrar em operação e a saída foi cancelada.

De acordo com a concessionária Barcas S/A, grande quantidade de lixo foi aspirada pelos dutos de refrigeração das máquinas, quando a embarcação se dirigia, sem passageiros a bordo, para a estação do Cocotá, na Ilha do Governador. 

O catamarã Express Macaé foi deslocado da estação Praça XV para substituir a embarcação tradicional e realizar a viagem entre o Cocotá e a Praça XV, às 9h10. A concessionária informou que devolveu as passagens dos usuários que desistiram da viagem.

A travessia durou 45 minutos e os 300 passageiros chegaram à Praça XV em segurança, às 9h55. O atraso registrado foi de 65 minutos, já que o horário previsto de desembarque na viagem das 8h seria às 8h50. Barcas S/A concedeu 45 declarações de atraso.     

A Agetransp requisitou esclarecimentos da concessionária.(O Fluminense)

Nota ---- ACREDITE SE QUISER!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Embarcação que tradicionalmente faria o trajeto Niterói-Praça XV chegou a passar pela pedra de Itapuca e depois mudou de direção, seguindo para a estação Arariboia, no Centro

Moradores de Icaraí ficaram intrigados com um catamarã social da concessionária Barcas S/A que foi avistada na orla do bairro por volta das 12h desta quinta-feira.

A embarcação, que tradicionalmente faz o trajeto Niterói-Praça XV, aparentava estar fora de rota.

De acordo com testemunhas, a barca passou pela pedra de Itapuca em direção a Icaraí e, em seguida, retornou e seguiu em direção à estação Arariboia, no Centro de Niterói. 

Procurada, a assessoria de imprensa da Barcas S/A informou apenas que o desvio no trajeto tratava-se de um procedimento padrão e que não haveria motivos para preocupações.(O Fluminense)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Violência no Rio leva população a optar pelas barcas

Foram necessárias seis viagens extras para atender à grande demanda de passageiros na linha Rio-Niterói, que trocou o ônibus pelo serviço de barcas por conta dos episódios de violência no Rio. Na quinta-feira, dia 25, a linha Rio-Charitas realizou quatro viagens extras. "As notícias não eram boas, e eu não quis arriscar viajar de carro", disse o fisioterapeuta Alberto Martins.

Assim como ele, milhares de passageiros optaram por viajar de barca. Apesar do movimento atípico, toda a operação correu normalmente, sem registro de problemas. "Montamos esquema especial, privilegiando a segurança e o conforto dos passageiros. Operamos normalmente, apesar da grande afluência de passageiros no horário de pico, que hoje começou mais cedo. Amanhã, vamos repetir o mesmo esquema, com o mesmo efetivo", comentou Mário de Góes, gerente de Logística e Atendimento ao Usuário de Barcas S/A. 

Só no dia 25, foram transportados 90.000 passageiros na linha Praça XV-Niterói, um acréscimo de cerca de 10%. No mesmo período, o trajeto Praça XV-Charitas registrou aproximadamente 9.000 passageiros (aumento de 15%). O movimento atípico também foi observado na linha que atende o Cocotá, na Ilha do Governador. Nas viagens de 17h30 e 18h40 do trajeto Praça XV-Cocotá, por exemplo, foram transportados 2.000 passageiros – 1.255 a mais do que o registrado na última quinta-feira, dia 18/11, o que representa um aumento de 168%. Na linha Praça XV-Paquetá-Praça XV não houve alterações no número de passageiros transportados, mantendo-se na média de 2 mil usuários por dia.(Folha de Niterói)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Alerj pretende pedir quadruplicação da multa prevista para Barcas S/A 5


Concessionária poderá ter que pagar R$ 120 mil por dia, caso horários da madrugada voltem a ser suspensos. Comissão de Defesa do Consumidor pensa em acionar MP do Rio

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) pensa em pedir a quadruplicação da multa prevista para a Barcas  S/A caso sejam suspensos os horários da madrugada. O serviço ficou interrompido por cerca de dois anos e há dois meses foi retomado por conta de uma decisão da 8ª Vara de Fazenda, em processo mobilizado pela comissão. 

O descumprimento poderia ser punido com prisão dos responsáveis. Mas, nesta semana, a concessionária conseguiu, na Justiça, habeas corpus preventivo para que ninguém possa ser preso.

A medida chamou a atenção de parlamentares que defendem que a Barcas S/A cumpra o estabelecido em contrato e, agora, temem que a empresa esteja planejando nova suspensão do serviço.

“Se isso acontecer, vou acionar o Ministério Público. Penso, inclusive, em pedir que a multa por descumprimento da determinação judicial seja quadruplicada, de R$ 30 mil por dia para R$ 120 mil”, afirma a presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj, Cidinha Campos (PDT).(O Fluminense)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Problema em roleta causa tumulto na Estação Araribóia

Tempo de espera para embarque chegou a 30 minutos. Segundo a concessionária Barcas S/A, houve um defeito no sistema de contagem eletrônica das catracas

Um problema em três roletas da Estação Araribóia, em Niterói, provocou longas filas na manhã desta quinta-feira entre os usuários das barcas. Segundo passageiros, às 7h40, o tempo de espera para entrar na embarcação era de até 30 minutos.

De acordo com a Barcas S/A, concessionária que administra o serviço, houve um defeito no sistema de contagem eletrônica das catracas e o número de passageiros precisou ser contabilizado manualmente pelos agentes. Isso provocou o aumento no tempo de embarque.

Ainda segundo a concessionária, o problema foi resolvido em 20 minutos e foi realizada uma viagem extra às 7h55 para atender à demanda, mas as filas continuaram por mais alguns instantes.

Às 8h40, o tempo de embarque era de aproximadamente 10 minutos.(O Fluminense)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Agetransp aprova redução de tarifa das barcas da linha Rio-Niterói

Passagem de R$ 2,80 passará a custar R$ 2,70 após publicação da decisão no Diário Oficial. Concessionária que administra o serviço informou que ainda não foi notificada

A Agência Reguladora de Transportes Públicos (Agetransp) decidiu nesta terça-feira que a passagem das barcas que fazem o trajeto Rio-Niterói será reduzida de R$ 2,80 para R$ 2,70. A medida só será válida a partir da data de publicação no Diário Oficial.

A Barcas S/A, concessionária que administra o serviço, havia feito um pedido de aumento da tarifa para R$ 3,10, mas a solicitação foi negada.

A medida aprovada pela Agetransp também será válida para a linha Paquetá, que passará a custar R$ 4,60 nos dias úteis e R$ 9,41 nos fins de semana e feriados. 

Procurada, a Barcas S/A informou que ainda não foi notificada sobre a decisão.(O Fluminense)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Niteroiense continua a sofrer no retorno para casa de barcas

Mesmo em dias mais tranquilos, como aparentava a noite de segunda-feira, os passageiros das Barcas S/A tiveram que enfrentar filas e esperar muito tempo para chegar em casa. A equipe do jornal Fluminense embarcou em uma viagem de volta do Rio para Niterói e viu de perto o que a população passa. 

A reportagem chegou à estação por volta das 17h40 e ficou acompanhando a movimentação do lado de fora. As principais queixas dos passageiros são superlotação, filas grandes e atrasos. Segundo eles, o dia mais complicado para utilizar as barcas é na sexta-feira.

Quinze minutos depois da chegada, um barulho de extintor de incêndio chamou a atenção. Um princípio de fogo assustou passageiros que aguardavam do lado de dentro e de fora da estação. Uma fumaça preta saia de dentro dos banheiros, que ficam em um corredor ao lado das bilheterias. Após a dispersão da fumaça, o trânsito de usuários continuou normalmente.

Por volta das 18h, a Estação da Praça XV começou a encher e usuários corriam para passar pela roleta e evitar pegar as filas que se formariam logo a seguir. Após esse horário, quem chegava à estação só conseguia ultrapassar a roleta para esperar a embarcação das 18h30. 

No horário de rush, os passageiros geralmente seguem três etapas para chegar ao outro lado da Baía de Guanabara: filas antes das roletas, espera no salão de embarque e outra espera do lado de fora, perto do atracadouro.

Às 18h53, a equipe ultrapassou a roleta para aguardar a partida extra das 19h05, que seria realizada pela embarcação tradicional Martim Afonso. A chegada a Niterói aconteceu às 19h25. Durante a viagem, foram constatadas irregularidades como passageiros sentados nas escadas e em pé na frente da embarcação. Funcionários da embarcação passavam entre os passageiros e não faziam nada.

Segundo a concessionária Barcas S/A, o princípio de incêndio foi provocado por um passageiro que jogou uma ponta de cigarro em uma lixeira do banheiro. 

Pane dia 23 – No último dia 23, a embarcação Ingá II, que saía de Niterói para a Praça XV,  colidiu contra  pedras próximo ao Caminho Niemeyer, ao lado da Estação Araribóia, em Niterói. O acidente deixou 18 pessoas feridas e provocou longas filas. Uma pane elétrica teria sido a causa.

Apenas uma das vítimas permanece internada, sem previsão de alta. A universitária Mônica das Graças da Rocha Coutinho, de 42 anos, reclama da falta de assistência da concessionária e do fato de não estar na lista oficial da Secretaria Estadual de Saúde. Ela está com perfuração pneumotórax, amassou parte do pulmão e quebrou uma costela. O quadro se agravou para uma pneumonia e água na pleura.

“Eles mandaram funcionários me acompanharem, mas não fazem nada efetivamente. Preciso pagar R$ 60 por dia para minha irmã dormir comigo, pois não posso levantar sozinha. Já imaginou se eu não tivesse plano de saúde? No Hospital Azevedo Lima me liberaram dizendo que eu só tinha quebrado a costela”, contou.

Até a noite desta terça-feira, a concessionária Barcas S/A não se pronunciou sobre a paciente internada. 

Passageiros reclamam
O bancário Magno Guimarães, de 24 anos, que mora em Itaipu e trabalha no Leblon, passa por todas as dificuldades diariamente e explicou que o tempo de espera para desembarcar na Estação Araribóia é de 30 minutos em dias de menos movimento. Ele afirma que, em dias de maior movimento, a espera passa de meia hora. O jovem revelou que, há cerca de seis meses, demorou mais de uma hora para desembarcar em Niterói.

“Nós pagamos uma passagem por um serviço que deveria ser excelente. O que não acontece. Se eles pegassem parte do lucro que ganham e investissem, os passageiros se sentiriam melhor e mais confortáveis. O número de barcas e de pontos de atracação deveriam ser aumentados”, sugeriu.

A auxiliar de escritório Tatiana dos Santos Silva, de 28 anos, disse estar evitando pegar as barcas no período da manhã, pois não quer chegar atrasada no trabalho nem ter que enfrentar filas para embarcar. Ela mora em São Gonçalo e trabalha no Centro do Rio.

“De manhã, vou de ônibus sempre, pois não quero chegar tarde no trabalho nem me estressar com a espera. No retorno para casa, como não tenho horário fixado, venho de barca e encaro as filas. Este é um serviço horrível”, declarou.

Trabalhando no mesmo lugar que Tatiana, a também auxiliar de escritório Marta Maria de Souza, de 47 anos, contou que desistiu de utilizar o transporte marítimo.

“Eu prefiro sair mais cedo de casa a ir para o trabalho de barca. Não gosto do serviço que eles prestam. Hoje (segunda-feira), por exemplo, cheguei à estação às 18h20 e só consegui embarcar na viagem das 19h. Só vim de barca para acompanhar a Tatiana”, explicou.(O Fluminense)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Após acidente, Barcas S/A estuda possibilidades para o horário de pico


A concessionária Barcas S/A informou que a embarcação Ingá II --que colidiu contra pedras na baía de Guanabara, em Niterói, na manhã desta segunda-feira (23)-- foi levada ao estaleiro para a análise das causas da pane e para ser reparada. A expectativa é a de que até o horário de pico no final da tarde ela já possa operar normalmente no transporte de passageiros, mas ainda não há confirmação.

Um assessor da concessionária informou que, por enquanto, “a empresa está estudando as possibilidades”, mas adiantou que embarcações tradicionais –-com capacidade para transportar 2 mil passageiros-– podem ser transferidas de outras linhas para suprir a demanda. Às 16h, a Barcas S/A deve soltar um boletim informando como será a operação no fim da tarde de hoje.

Ao meio-dia, o tempo de espera estava normalizado na linha Praça 15-Araribóia e as embarcações saíam a cada 20 minutos. As viagens ficaram suspensas durante 25 minutos, causando espera de 1h. Neste momento, operam na linha dois catamarãs --com capacidade para 1.300 passageiros-- e duas embarcações tradicionais.

Acidente

Ao todo, 18 pessoas ficaram feridas (16 passageiros e 2 tripulantes). Dos feridos, 10 foram levados para o Hospital Azevedo Lima e os outros 8 seguiram para o Centro Policlínico de Niterói. Seis pessoas já foram liberadas.

A Ingá II saiu da Praça 15, no Rio de Janeiro, às 7h50 com 376 passageiros. No momento da atracação na estação Araribóia, sofreu uma pane eletrônica. O comandante foi forçado a realizar uma manobra de emergência e o catamarã acabou se chocando contra as pedras do aterro do Gragoatá. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h da manhã.

A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro informou que abrirá inquérito administrativo para apurar as causas do incidente.(UOL)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eles ainda querem o seu voto!



Sergio Cabral, dentre suas infinitas promessas de campanha, estava a promessa de criar uma estação em São Gonçalo, as Barcas S/A além de não ter cumprido o acordado na licitação que ganhou a  concessão, ainda foi a responsável por inúmeros acidentes tem até acidente com mortos , como houve na Ilha de Paquetá, só lembrando que a esposa do então governador do Rio de Janeiro advoga para o Metrô Rio e SuperVia, o que seria incompatível com o cargo do seu marido.


Já o secretário de transportes Júlio Lopes fez vista grossa nas condições das embarcações das Barcas S/A, o que deixa no ar o motivo de ambos não interferirem na concessão já que uma parte não vem cumprindo o acordo.


Foi então criada uma CPI na ALERJ que foi logo detonada pelo seu presidente Jorge Picciani, mesmo tendo sido provado que as Barcas S/A vem falhando sucessivamente.

Cabe a nós não votarmos nestes DISTINTOS senhores, com certeza tem gente muito mais preparada e honesta do que estas ilustres figuras.


Enquanto isso nós vamos sofrendo nas filas intermináveis, nos acidentes, nos atrasos, na superlotação, justamente nós que temos que trabalhar ao contrário destes senhores que ocupam cargos públicos.


Talvez a história já nos tenha dado a solução para os problemas das Barcas S/A.