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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Assaltantes estão agindo nas ruas de São Lourenço, na Zona Norte


Moradores afirmam que o bairro tem sido palco de recentes confrontos entre traficantes e assaltos são constantes na ruas. Um posto de gasolina foi roubado mais de 20 vezes


Moradores de São Lourenço, na Zona Norte de Niterói, continuam denunciando a falta de segurança. O bairro, segundo eles, tem sido palco de recentes confrontos entre traficantes e assaltos são constantes na ruas. Um posto de gasolina na Rua São Lourenço já teria sido roubado mais de 20 vezes. Com medo, moradores evitam circular à noite.

“Tem um grande supermercado aqui perto, mas a insegurança é tão grande, que as pessoas evitam fazer compras lá. Temos muito medo de ser assaltados no caminho. Aqui não se vê polícia nas ruas, que à noite ficam desertas”, reclama a enfermeira Lúcia Pimentel, de 36 anos.
Outro morador, o aposentado Luiz Alberto Conceição Silva, de 76, conta que já presenciou um assalto e que depois disso evita sair de casa depois que escurece.

“Eu já vi uma moça ser assaltada, mas devido à minha idade avançada não pude fazer nada. Apenas chamei a polícia, mas quando chegou os bandidos já tinham ido embora. À noite não fico na rua, nunca sabemos o que pode acontecer”, diz.
O delegado titular da 76ª DP (Centro), Alexandre Leite, afirma que fará um mapeamento da área para verificar a incidência de roubos e furtos na região.

“Já estamos fazendo um levantamento no Setor de Investigação (SI) para mapear os locais com maior incidência de criminalidade e a partir daí tomar as medidas cabíveis”, afirma.

No fim do ano passado, uma tentativa de assalto levou pânico aos moradores e pedestres do bairro São Lourenço. Ladrões de carros teriam abordado, próximo à Favela do Sabão, o veículo de um policial militar lotado no 12º BPM (Niterói). O agente teria reagido à tentativa de assalto e houve intensa troca de tiros. O PM foi baleado no braço direito e internado no Hospital da Polícia Militar, em Santa Rosa.

Em 2010 o rapper Cláudio Márcio de Souza Santos, de 37 anos, mais conhecido como Speedfreaks, foi assassinado no bairro.

A delegacia ainda não possui dados específicos sobre a violência em São Lourenço este ano, mas de acordo com os últimos números divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), foram feitos 445 registros relativos a roubo e furtos em toda a região coberta pela 76ª DP.

O comandante do 12º BPM (Niterói), coronel Wolney Dias, informou que está realizando operações diárias no bairro para reduzir os índices de criminalidade.(O Fluminense)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Protesto de estudantes atrapalha o trânsito na Alameda São Boaventura

Alunos de escola estadual participaram de manifestação e chegaram a fechar uma das pistas no sentido SG. Motorista de carro de passeio foi desviar de jovens e atingiu ônibus

Alunos da Escola Estadual Hilário Ribeiro, no Fonseca, realizaram uma manifestação ontem e chegaram a fechar uma faixa da pista sentido São Gonçalo da Alameda São Boaventura. Cerca de 80 alunos participaram do ato que teve início por volta das 8h. O protesto provocou um acidente.

Guardas municipais procuraram orientar o trânsito no local, mas houve congestionamento, que se estendeu pela Ponte Rio-Niterói. Por conta do risco de acidentes, policiais militares do 12º BPM (Niterói) foram chamados para conter os manifestantes e garantir a proteção dos estudantes, já que a via tem tráfego intenso. Porém, um automóvel acabou se chocando com um ônibus. Segundo o motorista, a colisão ocorreu quando ele precisou desviar de estudantes na pista. Ninguém ficou ferido, mas o trânsito ficou ainda mais confuso.

De acordo com o líder do grêmio estudantil, L., de 17 anos, que cursa o 3º ano do Ensino Médio, a reivindicação dos alunos é a respeito da lotação das salas de aula. De acordo com ele, recentemente, algumas turmas que possuíam 30 alunos passaram a ter 50, o que dificultaria a aprendizagem. Além disso, muitos alunos reclamam da saída de professores. Segundo eles, vários docentes foram remanejados. 

“Antes, a escola tinha três turmas para cada série, mas eles cortaram uma turma e os alunos foram redistribuídos nas outras duas turmas que sobraram. Agora salas que tinham 30 alunos passaram a ter 50 e isso está prejudicando o nosso aprendizado. Nós queremos estudar, eu quero passar em um vestibular e estou vendo que não terei condições. Nós queremos que a escola volte atrás nesse remanejamento. As turmas estão lotadas, os professores não conseguem dar aula direito e, por isso, resolvemos protestar. Isso é muito injusto com a gente, não pode ficar assim. Nós não vamos sair daqui enquanto a direção não disser nada”, reclamou L.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), a Escola Estadual Hilário Ribeiro vem passando por uma otimização de recursos, porém isto não deveria acontecer no último bimestre do ano, já que, de fato, pode prejudicar os alunos. 

Segundo a Secretaria Estadual de Educação, uma equipe foi enviada para a Escola Estadual Hilário Ribeiro para averiguar os fatos e tomar as devidas providências.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Prefeitura pode proibir caminhões na Alameda em horário de rush

Interrupções no tráfego da Alameda São Boaventura, no Fonseca, geradas por caminhões que param para fazer serviços de carga e descarga, estão com os dias contados

As interrupções no tráfego da Alameda São Boaventura, no Fonseca, geradas por caminhões que chegam a ocupar mais de uma faixa na via e param para fazer serviços de carga e descarga, estão com os dias contados. O vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Alberto Magaldi (PP), irá apresentar uma indicação legislativa na sessão plenária da próxima teça-feira, na Casa, para que a Prefeitura proíba o tráfego de veículos pesados nos horários do rush na via.

“Os moradores do Fonseca já não conseguem mais sair de casa. Farei uma indicação propondo que a NitTrans proíba o tráfego de caminhões das 6 às 10 horas e das 17 às 20 horas, que são os horários de rush. Penso em incluir pedido para que táxis possam transitar pela faixa exclusiva dos ônibus, para desafogar o trânsito”, informa Magaldi, que é morador do Fonseca.

O assistente administrativo Raphael Baltor, 26 anos, morador de São Gonçalo, todos os dias às 7h passa pela Alameda em direção ao trabalho no Rio de Janeiro.

“Os caminhões que circulam na via são de grande porte. Me deparei outro dia, às 7 horas, com  um caminhão cegonha que estava carregado de veículos. Um pouco mais à frente me deparei com um caminhão que tinha 20 metros de comprimento, caminhão  este que é especifico para o transporte de tratores e máquinas pesadas, e os mesmos trafegando tranquilamente junto aos veículos de passeio em pleno   horário de rush, um completo absurdo”, reclama Baltor.

A Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans), autarquia da Prefeitura responsável pelo setor, admite a possibilidade de implantar a medida.

“É uma proposta interessante, mas tem de ser avaliada a forma de fiscalização”, opina o presidente da NitTrans, Sergio Marcolini.

Em maio de 2008, o então prefeito do Rio Cesar Maia proibiu a circulação de caminhões e operações de carga e descarga nos dias úteis, nos horários das 6 às 10 horas e das 17 às 20 horas (de maior fluxo de veículos) na área da orla marítima e de 26 principais vias do Centro, Zona Sul e Tijuca, Méier, Vila Isabel (na Zona Norte), parte da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, na Zona Oeste da capital. O objetivo foi diminuir os congestionamentos nos chamados horários de “pico”. Na época foram colocados painéis nas ruas informando os motoristas da medida.

A proibição só não se aplicou a veículos de socorro e emergência, transporte de valores, mudanças residenciais, serviços essenciais de utilidade pública desde que autorizados pela Prefeitura, além de caminhões de combustíveis que abastecem os aeroportos da cidade. A Guarda Municipal, a Coordenadoria de Vias Especiais e a CET-Rio ficaram responsáveis por fiscalizar a obediência à lei.

Mudança para ônibus
O vereador Carlos Alberto Magaldi (PP) também reivindica junto à Prefeitura que os ônibus deixem de trafegar pela Rua Desembargador Lima Castro e passem a usar a Rua Oscar Fonseca (ambas no Fonseca), antes da via, como uma medida para aliviar o intenso trânsito na região.

“A Rua Desembargador Lima Castro está muito sobrecarregada de carros de passeio, caminhões e linhas de ônibus. Eles poderiam voltar a entrar na Rua Oscar Fonseca, quando saírem da Alameda e entrarem depois na Travessa do Maia. O que ajudaria a desafogar o tráfego. O Município já estuda esta medida e deverá ser aplicada em breve. É uma reivindicação dos moradores do bairro. Também moro lá e vivo isso todos os dias”, explica Magaldi.

Hoje,  ônibus das linhas 49 (Fonseca-Centro-Icaraí), 43 (Icaraí-Centro-Rua 22 de Novembro), 45 (Centro-Cubango), 34 (Viçoso Jardim-Centro) e 730 D (Castelo-Charitas) passam pela via.(O Fluminense)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PM estoura bingo clandestino no Fonseca e 15 são detidos

Na casa de apostas, foram encontradas 35 máquinas de vídeo-bingo. Responsável e apostadores foram levados para a delegacia. Em SG, central de internet foi descoberta

Policiais militares do Serviço Reservado (P-2) do 12º BPM (Niterói) estouraram na noite de quarta-feira um bingo clandestino na Rua Desembargador Lima Castro, no Fonseca. No local, foram apreendidas 35 máquinas de vídeo-bingo e detidos 15 apostadores e o responsável pelo local.

O espaço tem cinco salas, sendo que em quatro delas funcionavam as máquinas. O bingo funcionava na sobreloja de um prédio comercial de dois andares. A P-2 estava investigando o local há 15 dias. O responsável pelo espaço responderá pelo crime de contravenção penal. O caso foi registrado na 78ª DP (Fonseca). 

São Gonçalo- Também à noite, uma central clandestina de internet banda larga foi descoberta pela Polícia Federal. A aparelhagem funcionava no interior de um bar localizado no município de São Gonçalo. Uma pessoa que seria responsável pelo local foi presa.

Mais cedo, agentes da DPCA apreenderam quatro máquinas caça-níqueis em um bar na Rua São Januário, no Fonseca. Uma mulher foi levada para a delegacia e depois liberada.  O proprietário não foi localizado.(O Fluminense)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vigilância Sanitária recolhe mais de 30 porcos soltos das ruas de Niterói

De acordo com o órgão de saúde, operação realizada na cidade foi a maior dos últimos tempos. Animais foram encontrados em diversas vias do bairro Fonseca, na Zona Norte

A retirada de porcos das ruas continua. A quarta operação, realizada no início da noite desta quarta-feira, pelo Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses em parceria com a Secretaria de Segurança e Controle Urbano, resultou em 34 animais apreendidos.

Esta foi a maior das operações, que totalizam 109 suínos recolhidos das ruas de Niterói e encaminhados ao criadouro de Itambi, em Itaboraí, em menos de um mês.

As maiores apreensões foram em ruas do Fonseca: Alameda São Boaventura (5), Soares de Miranda (4), Desembargador Lima Castro (3), Carlos Maximiliano (2) e 22 de Novembro (1).(O Fluminense)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Leão retirado do Jardim Zoológico de Niterói é sacrificado em Brasília


Yuri estava em quarentena por causa de uma síndrome quando desenvolveu tumor na mandíbula. Animal foi levado pelo Ibama em fevereiro, junto com as leoas Naila e Elza


O leão Yuri, transferido da Fundação Jardim Zoológico de Niterói (Zoonit) para a Fundação Jardim Zoológico de Brasília no dia 14 de fevereiro de 2011, foi sacrificado na semana passada. O motivo para a morte seria uma Imunodeficiência Felina (FIV) aliada a um tumor na mandíbula, que não podia ser curado.
A descoberta da morte de Yuri foi feita por acaso, durante um telefonema ao Zoológico de Brasília, feito pelo artista plástico César Augusto Lucio Bittencourt, 58 anos, autor da ação popular que pede a volta dos leões ao Zoonit. Ele foi pedir notícias da leoa Elza,  mas recebeu a notícia de que Yuri havia sido sacrificado porque estava com leucemia, AIDS felina e um problema na mandíbula. 

A decisão sobre o sacrifício do animal revoltou os funcionários do Zoonit. Segundo a diretora da fundação, Giselda Candiotto, o animal estava bem enquanto viveu em Niterói.

“Estamos muito tristes com o que aconteceu, foi uma crueldade muito grande, um sacrifício estúpido e desnecessário. Se eles não queriam tratar do leão, mandassem de volta, que a gente cuidaria, como sempre fez”, desabafa Giselda Candiotto.

O veterinário Marco Janacovick afirma que não existe nenhuma determinação na legislação brasileira que determine a eutanásia em casos de felinos com a FIV.

“Essa doença é comum nesses animais e eles podem viver durante anos de forma normal. Não era necessário o sacrifício”, explica.

Yuri, que teria aproximadamente 12 anos, chegou ao Zoonit em fevereiro de 2006 depois de ser resgatado de um sítio em Itaboraí. Ele foi transferido para o Zoológico de Brasília em uma ação do Ibama, ocorrida em fevereiro de 2011, junto com outros dois leões: Elza, que também foi levada para Brasília e Naila (namorada de Yuri,) levada para Volta Redonda.

A assessoria da Jardim Zoológico de Brasília explicou que o leão Yuri já chegou   com a Imunodeficiência Felina e, por isso, foi afastado dos outros animais. Pouco tempo depois que chegou ele desenvolveu um tumor na mandíbula, que não respondia a nenhum tipo de tratamento. Como o tumor sangrava e doía quando Yuri ia comer, ele foi ficando fraco e os veterinários optaram pela eutanásia.

Situação dos demais felinos preocupa
A preocupação de Giselda agora é com as duas leoas que foram recolhidas, principalmente com a Elza. Segundo informações do Zoológico de Brasília, não haveria um recinto apropriado para o animal, por isso desde o dia em que chegou à cidade, ela estaria em uma jaula de 10 metros. Uma campanha estaria sendo feita para angariar fundos e construir um novo recinto. Depois que ele estivesse pronto, o leão Dengo também poderia ser levado para o local.

“Se a Elza continuar lá, ela vai morrer, com certeza. Ela está em um cubículo, deprimida, já emagreceu 10 quilos. Estamos lutando para que a Elza e a Naila voltem porque ninguém trata melhor os animais que o Zoológico de Niterói. Já recolhemos mais de 7 mil assinaturas pedindo a volta das duas”, afirma a diretora.

Uma outra preocupação de Giselda é com o leão Dengo, que continua triste depois da partida da namorada Elza. A diretora afirma que ele está deprimido, magro e abatido e não está se alimentando direito desde que a companheira foi recolhida.

Nesta segunda-feira o Zoonit pediu à 3ª Vara Criminal, uma revisão da ação popular que pede a volta dos leões, levando em conta o sacrifício do leão Yuri. A expectativa é que o resultado do pedido saia ainda nesta terça-feira.(O Fluminense)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Medo domina os arredores da Alameda São Boaventura

Moradores temem insegurança após criação do Corredor Viário. De dia, movimento é grande, mas ao cair da noite local fica deserto e perigoso, aumentando criminalidade

Durante o dia, a Alameda São Boaventura, no Fonseca, é uma via com grande movimentação de pessoas e veículos. Mas, com o cair da noite, essa circulação diminui, dando lugar aos riscos de assaltos e ataques de criminosos. Moradores do local relatam que com a construção do Corredor Viário e a instalação de todos os pontos de ônibus no centro da pista, as calçadas ficam desertas e perigosas. Eles exigem mais policiamento para o local.

Os pontos considerados mais críticos são na altura do Ponto Cem Réis e próximo à Rua Desembargador Lima Castro. Nos últimos meses, três mulheres foram atacadas por um estuprador. Todas foram abordadas por ele na Alameda São Boaventura, justamente no trecho próximo à Avenida João Brasil. O homem acabou preso, na semana passada, com ajuda de populares. 

A única região considerada mais segura é a da 78ª DP, que fica na esquina com a Rua Tenente Osório, devido à passagem de policiais militares. Ainda assim, alguns comerciantes do local tomaram medidas para se precaver.

“Antes o meu bar ficava aberto até às 22 horas, mas agora, às 20 horas eu já estou fechando. A rua fica muito vazia e escura. Temos medo de expor os clientes e os funcionários. Não tem mais patrulha à noite, antigamente eu via”, disse um comerciante e morador do local, de 47 anos.

A dona de um salão de beleza nesta mesma via contou que duas clientes já foram assaltadas na saída de seu estabelecimento. Ela disse que a maior preocupação é no fim de semana, quando elas precisam trabalhar até mais tarde.

“Nós soubemos que algumas pessoas ficam paradas perto do Horto, esperando  os pedestres passarem para assaltar. As árvores são muito grandes e atrapalham a iluminação. Eu vi um homem estranho, liguei para a Polícia Militar para avisar, mas nenhum policial veio ver o que estava acontecendo. Estamos sem assistência”, reclamou a proprietária do estabelecimento.

Medo - A dona de casa Terezinha Borges, de 62 anos, contou que tem ouvido muitos casos de assaltos e pequenos furtos na localidade do Bairro Chic. 

“Percebo que as calçadas ficam muito vazias à noite e nós somos obrigados a andar pelos pontos de ônibus no meio da Alameda. Os pedestres acabam atravessando onde não deveriam, só para fugir dos assaltantes”, relatou.

No mês de março foram registrados 57 roubos a transeuntes na área da 78ª DP, nem todos ocorridos na Alameda São Boaventura. O comandante do 12º BPM, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, informou que esse número está dentro das metas da Secretaria de Estado de Segurança Pública.

“Há vários meses as ocorrências da Zona Norte não superam as exigências da Secretaria. Ainda assim realizamos rondas de carros e motos nos pontos mais críticos. A Alameda também conta com patrulhamento fixo até às 22h”, afirmou.

 A diretoria de Iluminação Pública de Niterói esclareceu que a Alameda São Boaventura é uma avenida dotada de iluminação suficiente e eficaz segundo os parâmetros da Eletrobras e ainda teve reforço de iluminação nas áreas de embarque e desembarque.

Com relação às ruas adjacentes, a Prefeitura informou que está fazendo um mapeamento da cidade, para implantar um projeto macro para melhoria de iluminação pública visando a segurança.(O Fluminense)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Justiça nega habeas corpus para chimpanzé em zoológico em Niterói

A justiça do Rio negou nesta terça-feira habeas corpus do chimpanzé Jimmy, que mora em um zoológico em Niterói, Região Metropolitana do estado. A decisão, por unanimidade, é da A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Segundo o TJ, a lei determina que o habeas corpus somente é cabível para seres humanos e não para animais.

"Ainda que eu me sinta sensibilizado por todos os argumentos dos impetrantes, eu tenho que me limitar ao que diz o texto constitucional", afirmou o relator do processo, o desembargador José Muiños Piñeiro Filho, contando que pesquisou sobre o assunto e que, apesar de estudos concluírem que o chimpanzé é o parente mais próximo do homem, com 99,4% do DNA idênticos ao do ser humano, "o mesmo não pode ser considerado como pessoa, ou seja, um sujeito de direito".
"Constituição não diz nada sobre habeas corpus para animais"

"O que cabe aqui é saber se o constituinte de 1988 quis permitir que um habeas corpus fosse possível ter como paciente um animal. O artigo 5º da Constituição Federal só se refere à pessoa humana. Será que os animais não teriam qualquer proteção jurídica? Por isso, acho que a hipótese teria que vir em uma ação civil pública, por exemplo, porque aí sim se poderia fazer um juízo de cognição, se poderia até questionar eventualmente a inconstitucionalidade da legislação", observou o desembargador, destacando que o caso é uma forma de provocar um debate sobre o tema.

Ao acompanhar o voto do relator, o desembargador José Augusto de Araújo Neto destacou que não se pode conceder o habeas corpus ao Jimmy porque seria uma forma do julgador driblar a lei. "Essa não é a missão do juiz. Dessa forma, ele se torna um autoritário, um ditador de regras", disse.
Jardim Zoológico alega que Jimmy é muito bem tratado

Na ação, que possui 30 impetrantes, entre eles, organizações não-governamentais (ONGs), entidades protetoras de animais e pessoas físicas, foi pedida a transferência do chimpanzé para um santuário de primatas no Estado de São Paulo, sob a alegação de que o animal precisa de espaço e da companhia de sua espécie. Segundo o grupo, Jimmy estaria vivendo isolado há anos em uma pequena jaula no zoológico de Niterói.

Em contrapartida, a Fundação Jardim Zoológico de Niterói (Zoonit) alegou que Jimmy é muito bem tratado e que está em uma jaula que atende plenamente as suas necessidades. Os desembargadores também decidiram encaminhar, como direito de petição, os autos do processo para conhecimento da chefia do Poder Executivo de Niterói, das chefias dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, do Ibama e das Comissões do Meio Ambiente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e da Assembléia Legislativa do Rio.(SRZD)

domingo, 17 de abril de 2011

Estação de Tratamento de Esgoto se rompe e fere oito em Niterói

A estação de tratamento de esgoto Toque-Toque, da concessionária Águas de Niterói, se rompeu por volta das 12h30 deste domingo. O acidente aconteceu na Praça Azevedo Cruz, no Centro de Niterói e feriu pessoas que estavam no local.

Uma correnteza de detritos invadiu imóveis e lojas e arrastou veículos, que chegaram a se chocar. A praça e ruas próximas foram tomadas pela maré de esgoto.

Oito pessoas foram levadas para o Hospital Azevedo Lima, no bairro do Fonseca, com fraturas e escoriações. O Corpo de Bombeiros ainda não sabe informar o estado de saúde das vítimas.

A Defesa Civil de Niterói e técnicos da empresa estão no local para avaliar o que causou o acidente.(O Dia)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Acidente entre apenas dois veículos na Ponte para Niterói


Colisão aconteceu próximo a Ilha do Mocanguê e provocou congestionamento até a chegada a São Francisco. Na Contorno foram pelo menos oito quilômetros de retenção


Um acidente na Ponte Rio-Niterói, próximo a ilha do Mocanguê, envolveu dois veículos de passeio, no sentido Rio na manhã desta terça-feira deixou o trânsito complicado. Uma pessoa ficou levemente ferida e foi encaminhada para o Hospital de Clínicas de Niterói.

O motorista que seguia para o Rio de Janeiro encontrou lentidão nos acessos pela Avenida do Contorno, Marquês do Paraná, até a Praça do Pedágio. O reflexo também foi sentido pelo motorista vindo da Região Oceânica e Pendotiba, que encontraram lentidão desde São Francisco.

Segundo a Ponte S/A, o trânsito foi liberado por volta das 9h e fluxo foi normalizado por volta das 9h30.

Também pela manhã, por volta das 8h40, duas motocicletas colidiram com um ônibus na Niterói-Manilha, próximo ao São Gonçalo Shopping. Os motociclistas sofreram ferimentos leves e foram levados para o Hospítal Estadual Azevedo Lima (Fonseca).(O Fluminense)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Acidente grave deixa um morto e 39 feridos em Niterói

Ônibus desgovernado bateu em van, em outro ônibus e em poste. O trânsito segue pela Rua Texeira de Freitas. Motorista pode pegar o Morro do Castro, no Baldeador

Uma pessoa morreu e pelo menos outras 39 ficaram feridas na manhã desta quinta-feira após um acidente grave entre uma van e dois ônibus na alameda São Boaventura, em Niterói, na pista sentido Centro, próximo à garagem da empresa de ônibus Ingá. Bombeiros do quartel de Niterói estão no local. A via ficou interditada ao tráfego. Por causa da batida, congestionamento se firnaram na RJ-104 (Niterói-Manilha), sentido Niterói. 

Segundo o Corpo de Bombeiros, foi pedido um reforço no número de ambulâncias para socorrer as vítimas e um helicóptero da corporação auxiliou os trabalhos. Os feridos foram encaminhados para o Hospital Estadual Azevedo Lima.

A NitTrans (Niterói Transporte e Trânsito) informou às 9h10 que o trânsito foi parcialmente liberado por volta das 9h na Alameda São Boaventura.(O Fluminense)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Jovem morre estrangulada na comunidade Vila Ipiranga, em Niterói

Família da vítima acredita que o assassino seja um jovem de 19 anos, com quem ela morava há 2 meses. Eles teriam se conhecido em um baile funk e, desde então, viviam em conflito

A auxiliar de cozinha Roberta Matheus de Souza, de 21 anos, foi estrangulada até a morte dentro de sua residência na Rua José Agra, no Morro Vila Ipiranga, no Fonseca, Zona Norte de Niterói. Vizinhos da vítima encontraram o corpo na manhã desta sexta-feira, quando sua filha de dois anos começou a gritar. 

De acordo com a perícia, o crime teria acontecido durante a madrugada. A família de Roberta acredita que o assassino seja um jovem de 19 anos, com quem ela morava há 2 meses. Os dois teriam se conhecido em um baile funk e, desde então, viviam em conflito.

“Só sabíamos que ele era do Jardim Catarina, em São Gonçalo, e que quando se conheceram ele estava escondido no Morro do Palácio, em Niterói, porque tinha arrumado confusão. Várias pessoas daqui (Vila Ipiranga) acusam ele de roubo. Sempre dissemos pra ele deixar esse cara, mas a Roberta não dava ouvidos”, contou uma tia da jovem, que preferiu não se identificar.

O homem está sumido da comunidade, mas ainda não é considerado foragido pela polícia. O caso está sendo registrado na 78ª DP (Fonseca).(O Fluminense)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Corredor Viário da Alameda apresenta grande risco para vida dos pedestres

Atropelamentos são frequentes em via do Fonseca. Especialista aponta necessidade de estudos profundos sobre causas de acidentes. 

Prestes a completar um ano de funcionamento, o Corredor Viário da Alameda São Boaventura, no Fonseca, inaugurado em março do ano passado, não conseguiu frear o índice de atropelamentos na via. Ultimamente, quase toda semana, o jornal Fluminense noticia acidentes envolvendo coletivos e pedestres na via. A causa, na maioria das vezes, é associada à imprudência na travessia. Moradores, no entanto, apontam algumas deficiências. 

“Por causa das retenções, os carros param, e as pessoas têm a falsa ilusão de que podem atravessar sem riscos, mas esquecem que a faixa seletiva continua livre e é assim que acontece a maioria dos acidentes”, resume o mecânico Walter Machado, de 47 anos, que trabalha em uma oficina em frente à estação João Brasil e costuma flagrar várias situações de imprudência tanto de pedestres como motoristas.
Mas ele acredita que outros fatores contribuem para os acidentes.

“O sinal demora muito para fechar e os ônibus e carros passam em alta velocidade”, acrescenta. 

Não é difícil flagrar pedestres alheios aos cartazes e placas alertando sobre a importância de se utilizar as faixas para travessia e o perigo de cruzar a via fora dos locais corretos. Mesmo em trechos onde há grades ou muretas de proteção, pessoas são vistas pulando esses obstáculos. 

De acordo com o tenente-coronel Mário Lopes, do Corpo de Bombeiros, o Corredor Viário os números de atropelamentos entre 2008 e 2010, antes e após a inauguração do corredor, são praticamente os mesmos.  

“Em 2008, tivemos 25 atropelamentos na Alameda São Boaventura e, em 2010, 23. Em termos estatísticos esse quadro é considerado como inalterado”, afirma. 
O vereador Carlos Magaldi acredita que o poder público deve garantir a segurança da população. 


“De uma hora para outra a Alameda se tornou uma via onde a preferência passou a ser de carros e ônibus, e não do pedestre, mudando a vida da população que vive em seu entorno. Por isso, não podemos simplesmente culpar o pedestre pelos acidentes, como se tem feito, pois ele, na verdade, é a grande vítima disso tudo. O poder público espera da população uma conscientização a curto prazo, isso não existe. Enquanto nada é feito, vidas se perdem, famílias são destruídas”, salienta.

Ele aponta medidas a serem adotadas.

“A Prefeitura precisa colocar agentes de trânsito em grande quantidade a fim de zelar pela vida dessas pessoas. Cronômetros com a contagem regressiva sinalizando o tempo restante para a travessia também ajudam”, acredita. 

Magaldi lembra ainda que boa parte das pessoas que utilizam a Alameda é de outros municípios. 

“Outro dia morreu um senhor de Friburgo que veio à clínica Santa Beatriz para fazer uma cirurgia na vista. Ele certamente não tinha ciência de como a via é perigosa. Como ele, há milhares de pessoas que vêm de outros municípios à procura de algum tratamento. A simples presença de um agente de trânsito faria a diferença”. 

Para o especialista em trânsito da Universidade Federal Fluminense (UFF), Walber Paschoal, com pouco mais de três quilômetros de extensão, a Alameda é a via mais perigosa de Niterói. Ele ressalta que acidentes acontecem devido a um conjunto de fatores. 

“Nunca existe uma única causa, mas um conjunto de fatores, como excesso de velocidade, pouca iluminação, a geometria da via, visibilidade, clima. A causa principal, no entanto, precisa ser diagnosticada e solucionada. E isto requer um estudo mais detalhado, que pode ser feito, inclusive, utilizando-se a metodologia do Denatran”, informa.

Acidentes, geralmente, são na pista seletiva
Uma breve memória dos últimos acidentes de trânsito na Alameda, revela uma característica assustadora: grande parte deles envolve coletivos. 

Na última sexta-feira, uma mulher de 63 anos, foi atropelada, na altura da estação João Brasil, no sentido Centro, por um ônibus da viação Peixoto. Segundo testemunhas, ela tentou atravessar a via com sinal aberto e não viu que na pista seletiva passava um coletivo.

No início deste mês, uma idosa morreu atropelada por um ônibus da Viação Mauá na Alameda São Boaventura. De acordo com testemunhas, o acidente teve a mesma mecânica do anterior: a vítima tentou atravessar quando viu carros parados por conta do trânsito lento e não percebeu que ônibus seguia na outra faixa da pista. 

O primeiro atropelamento na Alameda após a inauguração do Corredor Viário, inclusive, envolveu um coletivo. Silvia Regina Paulino Monteiro, de 43 anos, foi atropelada por um ônibus da linha 484 (Alcântara-Niterói), oito dias após a faixa seletiva entrar em operação (em 28 de março). 

Medidas – Em nota, a Niterói, Transporte e Trânsito (NitTrans) assinalou que, quanto às causas de atropelamento na Alameda, os registros de ocorrência apontam sempre para acidentes em trechos da via sem faixa de travessia de pedestre, embora a sinalização horizontal e vertical indicativa esteja rigorosamente de acordo com a regulamentação para orientação dos usuários. A empresa informou que estuda e propõe diversas formas de diminuição dos atropelamentos, inclusive com campanhas educativas. O órgão esclareceu, ainda, que está em elaboração um projeto de instalação de grades junto ao passeio da Alameda, de modo a criar mais um impedimento para que os pedestres atravessem fora da faixa.(O Fluminense)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Caminhão perde freio e invade loja na Alameda São Boaventura, no Fonseca


Acidente aconteceu na esquina da Rua Desembargador Lima Castro. Motorista ficou ferido, foi atendido por Bombeiros e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima

Um caminhão perdeu o freio, tombou e invadiu duas lojas na madrugada desta quarta-feira, na Alameda São Boaventura, esquina com a rua Desembargador Lima Castro, em Niterói.

O motorista do veículo ficou ferido e foi atendido no local. Pouco depois, foi levado ao hospital Azevedo Lima, em Niterói.
Por causa do acidente, os motoristas encontraram engarrafamento na região.(O Fluminense)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Idoso morre após ser atropelado na Alameda São Boaventura, no Fonseca


Vítima de 77 anos foi atingida por um coletivo da Viação Fagundes, na pista sentido Alcântara. Segundo testemunhas, ele teria tentado atravessar a via com o sinal aberto

Um idoso de 77 anos  morreu ao ser atropelado por um ônibus da Viação Fagundes na Alameda São Boaventura, no Fonseca, em Niterói, na manhã desta quinta-feira.

De acordo com o Corpo de Bombeiros , a vítima, identificada como Jorge da Silva, foi atingida por um coletivo da linha Alcântara-Madureira, na pista sentido São Gonçalo, próximo à estação do Horto, no Corredor Viário. O corpo dele ficou entre o pneu do ônibus e a mureta central da pista.

Segundo testemunhas, o idoso tentou atravessar a via com o sinal aberto. 

O trânsito na Alameda chegou a ficar parcialmente interditado, causando grande congestionamento na região.
(O Fluminense)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Perseguição termina em tragédia em Piratininga, na RO


Mulher de 34 anos morreu em acidente próximo ao Trevo de Camboinhas após ter carro atingido por outra motorista. Acusada seria esposa do amante da vítima fatal

Uma perseguição, seguida de acidente resultou na tarde desta segunda-feira na morte de Gabriela Teixeira, de 34 anos, na Avenida Almirante Tamandaré, em Piratininga, próximo ao Trevo de Camboinhas. Segundo a polícia, a vítima teria sido perseguida por M.B.V, de 37 anos, que estava em um Honda CRV, e que teria batido propositalmente no Palio branco, placa KVF-8374, dirigido por Gabriela. A vítima seria amante do marido de M..

Segundo testemunhas, as duas mulheres teriam começado uma discussão na Praia de Piratininga, quando Gabriela deixou o local e saiu em seu automóvel.  Revoltada com a saída da vítima, M. a perseguiu. 

Durante a perseguição, o Corolla ELG-1143, de um representante de vendas que saía para almoçar com a família, teve sua traseira atingida duas vezes, pois estava no caminho da acusada. 

“Estava saindo de casa para almoçar com minha esposa e minha filha, quando senti duas batidas na traseira do meu carro. No início pensei que fossem bandidos e passei para a contramão para tentar fugir. Quando voltei para a pista, percebi que era uma mulher e que estava perseguindo uma outra. Por sorte meu carro é resistente, se ele fosse menor teria nos matado”, contou o dono do Corolla, que preferiu não se identificar.

Ainda segundo testemunhas, após bater no Corolla, M. jogou seu veículo contra o carro de Gabriela, atirando-o contra um coletivo da Viação Santo Antônio, linha 39 (Piratininga–Centro). O impacto foi tão forte que passageiros que embarcavam no coletivo caíram.

Policiais militares do DPO de Piratininga prestaram os primeiros socorros à vítima, até a chegada do Corpo de Bombeiros. Gabriela chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, Zona Norte.

O caso foi registrado na 77ª DP (Icaraí). Segundo a polícia, M. poderá ser indiciada por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

O delegado titular da distrital, Mario Luiz da Silva, não entrou em detalhes sobre o depoimento da acusada, alegando "não querer aumentar a dor em que as duas famílias foram envolvidas". 

Segundo o delegado, a acusada deverá ser encaminhada para alguma unidade da Polinter. O advogado de M. também não quis se manifestar.(O Fluminense)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Fugitivos do Alemão podem tomar comunidade Vila Ipiranga, no Fonseca

Moradores afirmam que antigos traficantes da região teriam retornado à favela de Niterói. População teme que haja confrontos pela retomada dos pontos de venda de drogas

Policiais da 78ª DP (Fonseca) investigam informações de moradores da Favela Vila Ipiranga, no Fonseca, Zona Norte de Niterói, sobre a presença de dois antigos conhecidos traficantes de drogas no local. 

Um deles, identificado pela polícia apenas como Tubarão, teria comandado o tráfico de entorpecentes na localidade há algum tempo e estaria refugiado no Complexo do Alemão. 

Esta semana, ainda segundo a polícia, ele teria retornado para a favela trazendo um comparsa identificado apenas como Roger. A população teme que haja confrontos pela retomada dos pontos de venda de entorpecentes na comunidade.(O Fluminense)

Manutenção em rede pode deixar várias cidades fluminenses sem água


Cedae vai realizar serviço na Estação de Imunana-Laranjal nesta quarta-feira. Abastecimento pode afetar os municípios de Niterói, Itaboraí, São Gonçalo e Paquetá

Deve faltar água em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e na Ilha de Paquetá nos próximos dias. O abastecimento de água feito pela Estação de Tratamento de Água (ETA) de Imunana-Laranjal será interrompido, das 9h às 20h desta quarta-feira, devido a uma manutenção preventiva que será realizada pela Cedae. O sistema só deverá ser normalizado até 48 horas após a conclusão dos serviços. Assim, os bairros que, pelo cronograma, são abastecidos entre hoje e sexta-feira sofrerão atrasos na chegada da água. 

Segundo a Águas de Niterói, os bairros que deverão ser mais afetados são Ingá, São Francisco, Charitas, Jurujuba, Barreto, Engenhoca e Fonseca.

Para que a cisterna não fique vazia antes do tempo, a população deve economizar água. A Cedae informou que é necessário que os moradores reservem água, enchendo cisternas e caixas d’água, além de evitar desperdícios, como lavar carros, roupas, calçadas e regar plantas, entre outros. 

O objetivo dos trabalhos na estação de tratamento é aperfeiçoar a operação desse sistema de abastecimento para o verão, época em que o consumo de água registra aumento significativo. A Cedae e a Águas de Niterói informaram que disponibilizarão carros-pipa para atendimento aos serviços essenciais, como escolas, creches e hospitais.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Seis carros são incendiados em Niterói e São Gonçalo


Após onda de ataques no Rio de Janeiro, veículos foram queimados no Fonseca, São Lourenço, Porto da Pedra e Pita.

A onda de violência no Rio, onde diversos veículos estão sendo incendiados, chegou na madrugada desta quarta-feira em Niterói. Pelo menos, três veículos foram queimados na Zona Norte da cidade. Na Rua São Januário, em frente ao número 300, no Fonseca, um Logus LAM 2248, foi incendiado por criminosos. Um Fiat Tempra LAM 9152, que estava perto do Logus, também sofreu tentativa de incêndio, mas foi contido pela ação dos bombeiros. Até uma caixa de energia da Ampla foi atingida pelos criminosos. Na Rua Soares Miranda, também no Fonseca, um Fox KNW-5066, e na Rua Santo Antônio, em São Lourenço, um Vectra LBA-1638, também foram incendiados. O clima era de pavor entre os moradores. 

"A gente estava vendo na televisão justamente os ataques aos carros no Rio, quando ouvimos fortes sirenes de bombeiros. Quando a gente foi ver, eram justamente carros sendo queimados aqui na rua. Quando a gente acha que estamos em paz, vem essa série de ataques", lamentou uma moradora da rua, que pediu anonimato.

O dono do Logus também lamentou o fato. Seu carro não tinha seguro.
"Meu veículo é de 1995 e não tinha seguro. Infelizmente é um prejuízo que terei. Mas pelo menos estou vivo", disse. 

Segundo a central do 3º Grupamento de Bombeiros Militares (3º GBM), pelo menos cinco carros foram destacados para conter o fogo e servir de apoio. 

O comandante do 12º BPM (Niterói) tenente-coronel Ruy França, se dirigiu ainda de madrugada para o batalhão. Segundo o comandante, as ações dos criminosos serão duramente atacadas.

"Não queríamos que esse tipo de ação chegasse a Niterói, mas já que chegou, iremos intervir com extremo rigor. Vamos verificar de onde possam ter partido esses ataques e vamos reagir", afirmou França. Na madrugada desta quarta-feira, os policiais tiveram informação que um carro e uma moto teriam participado dos ataques, mas ninguém foi preso. Segundo o comandante, todos os três veículos não tinham motoristas dentro e estavam estacionados nas calçadas.

São Gonçalo -
No município limítrofe de Niterói, outros dois carros também foram incendiados. No bairro do Pita, criminosos atearam fogo em um veículo na Rua Mentor Couto. Já no Porto da Pedra, outro automóvel foi queimado na Rua Camilo Flamarion, mas a polícia ainda não confirma se este episódio tem relação com os atentados. De acordo com o comandante do 7º BPM (São Gonçalo), tenente-coronel Cláudio Luiz da Silva de Oliveira, aparentemente o carro apresentou uma pane e o fogo começou na parte interna do veículo.(O Fluminense)