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terça-feira, 5 de julho de 2011

Porcos vivendo nas ruas continuam dando dor de cabeça à população

Ações para recolher os animais são intensificadas, mas não o suficiente para acabar com o problema em Niterói. Presença de cavalos e vacas também será combatida

Animais soltos na rua causam transtornos à população de Niterói. Além da sujeira, os moradores ficam apreensivos com possíveis doenças que podem ser transmitidas pelos bichos, além de possíveis ataques dos animais. O secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, informou que em um mês de operações já foram recolhidos 185 porcos em toda a cidade.

No Bairro Chic, no Fonseca, os moradores sofrem com a presença de porcos. A dona de casa Joana da Silva, de 56 anos, diz que sente medo. 

“Eles saem a qualquer hora para procurar comida, e deixam uma sujeira terrível. Fico assustada quando encontro um deles na rua, porque eles são muito grandes, faço o possível para evitar passar perto deles”, conta.

O aposentado Eugênio Moreira, de 58 anos, revela que alguns dos porcos têm donos, mas que eles são criados soltos pelas ruas. 

“Quando a prefeitura faz a operação para recolher os animais, os proprietários os prendem, para soltá-los só no dia seguinte. Esses animais precisam ser vacinados, tratados por veterinários, não podem viver soltos assim. Eles fazem fezes nas ruas, que contêm vermes que causam doenças difíceis de serem combatidas”, queixa-se. 

De acordo com o médico-veterinário do Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Devig), Fábio Villas Boas, é um problema de segurança e saúde pública. 

“Esses animais saem em busca de alimento principalmente durante a noite. Além de revirarem e se alimentarem de lixo, podem provocar acidentes de trânsito, defecam nas ruas e, sem o devido controle sanitário, podem ser fonte de infecções virais, bacterianas e parasitárias”, explica Villas Boas.

A Secretaria de Controle Urbano tem feito operações constantes para recolher os animais. O secretário Wolney Trindade explica que, no início das operações, calculava-se que havia 260 porcos espalhados pelas ruas, mas graças a denúncias, foi descoberto que o número é muito maior. 

“Agradecemos a população pela ajuda que vem nos dando. Já pegamos metade desses animais, agora vamos recolher a outra metade”, garante Wolney.

A operação continua nesta terça-feira, em hora e local não revelados, para não atrapalhar a ação.(O Fluminense)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vigilância Sanitária recolhe mais de 30 porcos soltos das ruas de Niterói

De acordo com o órgão de saúde, operação realizada na cidade foi a maior dos últimos tempos. Animais foram encontrados em diversas vias do bairro Fonseca, na Zona Norte

A retirada de porcos das ruas continua. A quarta operação, realizada no início da noite desta quarta-feira, pelo Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses em parceria com a Secretaria de Segurança e Controle Urbano, resultou em 34 animais apreendidos.

Esta foi a maior das operações, que totalizam 109 suínos recolhidos das ruas de Niterói e encaminhados ao criadouro de Itambi, em Itaboraí, em menos de um mês.

As maiores apreensões foram em ruas do Fonseca: Alameda São Boaventura (5), Soares de Miranda (4), Desembargador Lima Castro (3), Carlos Maximiliano (2) e 22 de Novembro (1).(O Fluminense)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Secretaria recolhe quase 30 porcos em ruas de diversos bairros de Niterói

Ação para retirada dos bichos durou toda uma madrugada e 29 foram capturados. Todos os animais foram levados para um criadouro conveniado no município vizinho, Itaboraí


A Secretaria de Segurança e Controle Urbano de Niterói realizou mais uma operação para retirar porcos das ruas do município na noite de segunda-feira. Ao todo foram recolhidos 29 animais em diversos bairros da cidade. Todos foram levados para um criadouro em Itambi, no município de Itaboraí, de propriedade de uma empresa conveniada com a Prefeitura.

A ação começou por volta das 23h30 e se estendeu por toda a madrugada. Além da Guarda Municipal, a operação teve apoio do Centro de Controle de Zoonozes, laçadores contratados pela Secretaria e de um caminhão da Polícia Militar, próprio para transportar animais de grande porte. O grupo percorreu ruas dos bairros do Fonseca, Cubango, São Lourenço, Icaraí, Centro e Bairro de Fátima.

Os animais ficarão dez dias à espera de que um possível dono apareça. De acordo com a Secretaria, para reclamar os porcos, os donos terão que comprovar a posse do animal, pagar uma multa, além de reembolsar os gastos que o estabelecimento teve com o animal. Caso ninguém apareça, os porcos serão vacinados, vermifugados, passarão por exames veterinários e ficarão em quarentena. Depois desse período, serão postos em leilão.

O secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, explica que segundo um levantamento feito pela secretaria e pelo Controle de Zoonozes, 200 porcos estariam “vadiando” pelas ruas do município e em menos de uma semana de operações realizadas pela secretaria, 50 porcos já foram retirados das ruas. 

“Antes de fazer essas operações, nós fizemos um levantamento para saber quais as ruas com maior incidência de porcos e depois mandei avisar aos supostos donos o que iria acontecer caso os animais continuassem nas ruas. Eles continuaram abusando, pagaram para ver e perderam os bichos”, explicou.
O secretário informa que as operações irão continuar, porém não pode antecipar onde nem quando irão ocorrer, para não atrapalhar os trabalhos da secretaria e pede que a população continue denunciando o aparecimento dos porcos.(O Fluminense)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Porcos atormentam a vida de moradores do Fonseca e do Cubango


Problema vem acontecendo com frequência nas ruas 22 de Novembro e Noronha Torrezão. Soltos, animais reviram o lixo nas calçadas e deixam um rastro de sujeira por onde passam

Diversos porcos que circulam pelas ruas do Fonseca e do Cubango estão dando dor de cabeça aos moradores e pondo em risco os motoristas que passam pelas ruas 22 de Novembro e Noronha Torrezão. Lixo espalhado pelas ruas, fezes nas calçadas e acidentes de trânsito causados pelos animais que cruzam a via de repente são as principais reclamações.

Moradores dizem já ter feito várias reclamações ao Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) e à ouvidoria da Prefeitura solicitando o recolhimento dos suínos.

Revoltado, o advogado William Marra, de 41 anos, disse que já telefonou para o órgão diversas vezes: “Só eu já tenho oito ordens de serviço solicitando providências’’, disse. A telefonista Cenira Fonseca, de 44 anos, disse que, há uma semana, quase bateu com seu carro para desviar de um dos suínos. O incidente ocorreu na Rua Noronha Torrezão, altura do número 395, onde também há uma grande concentração de porcos soltos na localidade.(Fluminense)


sábado, 21 de agosto de 2010

Centro de Controle de Zoonoses adia ação para capturar porcos em Niterói



Pistola de dardos que seria usada na captura dos animais foi devolvida ao fabricante para passar por revisão. Arma não teria pressão suficiente para atingir a pele grossa dos suínos


A pistola de dardos que seria usada na quarta-feira pelos agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), do Departamento de Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde de Niterói, para capturar porcos foi enviada para o fabricante, no Paraná, para passar por revisão.

Segundo a secretaria, quando os funcionários foram fazer o curso para aprender a utilizar o equipamento, que atira dardos com tranquilizantes e anestésicos, perceberam a falta de pressão que impediria a arma de atingir a pele grossa dos suínos, que é bem grossa. A arma deve voltar para Niterói em, no máximo, 15 dias e a ação para retirada dos animais nas ruas será intensificada.

Funcionários do CCZ, acompanhados de um veterinário e da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), vão utilizar também rede para manejo de grandes animais, que serão colocadas em gaiolas-reboques e encaminhados à unidade no Morro do Céu.

O curso preparatório dos agentes e veterinários aconteceu na última segunda-feira no Zoológico do Rio de Janeiro. O treinamento foi coordenado pelo diretor técnico, veterinário Luiz Paulo Fedullo. O objetivo é aprimorar as técnicas de captura e manejo dos novos equipamentos, para que a segurança da população e dos técnicos não seja colocada em risco.(Fluminense)