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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PMs negam participação na morte da juíza Patrícia Acioli

Acusados depõem na Delegacia de Homicídios na Barra da Tijuca e todos os três suspeitos negam ter assassinado magistrada de SG ou qualquer envolvimento no crime





Os três PMs presos pelo assassinato de Patrícia prestaram depoimento ontem na DH. O primeiro a depor, o tentente Daniel Benites, negou todas as acusações, segundo o seu advogado, Saulo Sales, após ser interrogado por mais de três horas.  “Meu cliente é inocente e iremos provar isso.  Não existe fundamento nas acusações”, afirmou.


Segundo depoimento, Benites saiu do serviço no dia anterior do crime, ficou em Niterói e foi para casa. O suspeito disse que não estava a trabalho no dia do crime e afirmou não conhecer a localidade onde aconteceu o assassinato, muito menos saber onde a juíza morava. O tenente revelou ainda que o mais próximo que foi da casa da Patrícia foi quando ele foi encontrar com a advogada Ana Cláudia Abreu Lourenço que, segundo a investigação, telefonou para o cabo Jefferson Miranda (outro preso pela  morte da juíza) e avisou que Patrícia decretaria a prisão dos PMs.

Até o fechamento desta edição, Jefferson e Sérgio ainda prestavam depoimento na DH. Após os depoimentos, todos retornarão à Unidade Prisional da PM em Benfica, Zona Norte do Rio, onde já estavam detidos desde o fim do mês passado por determinação de Patrícia Acioli.

Imagens do circuito de câmeras da Ponte Rio-Niterói podem ajudar a polícia a conseguir mais uma prova para derrubar os álibis apresentados pelos suspeitos. A DH analisa as filmagens para verificar se o carro de um dos policiais passou pela via pouco depois da morte de Patrícia.(O Fluminense)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Diminui lista de PMs sob suspeita na comarca da juíza assassinada


Tenente-coronel está na relação de 60 acusados de homicídio


Terá, no máximo, 60 nomes a nova lista de PMs que respondem por homicídio na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde atuava a juíza Patrícia Acioli, assassinada com 21 tiros dia 11 de agosto. Entre eles, estão os de um tenente-coronel e de um major. Inicialmente com 91 policiais, a listagem, analisada pelo Ministério Público, será reduzida porque tem policiais que já morreram, foram excluídos da corporação ou respondem a processos tão antigos que não podem ser mais julgados.

Quinta-feira, reunião no MP analisou a primeira lista que foi passada à Secretaria de Segurança Pública pelo Tribunal de Justiça. Até agora, foi pedido o afastamento de 35 PMs do 7º BPM (São Gonçalo) que constam da relação. Eles serão transferidos para a Diretoria Geral de Pessoal (DGP), espécie de ‘geladeira’, e deverão ter porte de arma revogado e carteira policial suspensa por tempo indeterminado, como Jornal O DIA publicou em 26 de agosto.


Sexta-feira, o novo comandante do 7º BPM, coronel Djalma Beltrami, tomou posse no lugar do tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira, que ficou 11 meses à frente do batalhão e assumirá o 22º BPM (Maré). O oficial, que assume num momento em que PMs do batalhão são os principais suspeitos do assassinato da juíza, prometeu que não fará caça às bruxas, mas disse que não vai compactuar com PMs em desvio de conduta: “Se forjarem autos de resistência (crime pelo qual responde a maioria dos PMs julgados por Patrícia), responderão à Justiça.” (O Dia)



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Balas usadas na morte de juíza são da Polícia Militar

Projéteis recolhidos pelos peritos na cena do crime haviam sido comprados pela PM. Parte da munição teria ido para quartel de São Gonçalo, onde há suspeitos lotados

Rio - As balas usadas no assassinato da juíza Patrícia Acioli são da Polícia Militar. Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).


No local onde a juíza foi assassinada, no dia 11, policiais da DH encontraram cápsulas de dois calibres: 40 e 45. No entanto, só os projéteis de calibre 40 são usados pela PM. Os de calibre 45 são exclusivos das Forças Armadas. A magistrada foi atingida por 21 disparos. Segundo fontes ligadas à investigação e à cúpula da Secretaria de Segurança, como os cartuchos têm número de lote, os investigadores pediram informações à fabricante do material e souberam o nome do comprador. Na sexta-feira, a PM foi consultada pela Secretaria sobre a distribuição do lote para fazer o levantamento. Numa verificação superficial, viu que parte dos cartuchos é do estoque enviado a unidades do Interior.


Para os investigadores, a informação é importante, uma vez que há suspeitas de que entre os autores do crime estejam homens que respondiam a processos na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde Patrícia atuava. Ela participou de julgamentos de integrantes de grupos de extermínio, milícia e contravenção. Entre os envolvidos, há policiais do 7º BPM.(Jornal O Dia)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Suspeita de matar namorado seguia comunidade relacionada a mortes

Empresário foi encontrado morto num motel em Niterói, no sábado (14).
Jovem disse à polícia que agiu em legítima defesa após tentativa de estupro. 

A jovem suspeita de matar o namorado no motel, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, mantinha perfil em redes sociais e seguia comunidades como “Desista você perdeu ele para mim" e "Profile de gente morta". Segundo a polícia, a jovem costumava passar parte do tempo nessas redes na internet. E uma das últimas comunidades a que ela se associou foi: “As máscaras sempre caem".


A mulher de 18 anos é suspeita de matar o namorado enforcado em um motel, na madrugada de sábado (14), mas alega que agiu em legítima defesa. O corpo do empresário, de 33 anos, foi enterrado no domingo (15) no Cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo.


De acordo com a polícia, o casal teria chegado ao motel por volta das 2h de sábado. Antes de chegar ao local, segundo relato da jovem, eles teriam ido até uma comunidade para comprar cocaína e maconha. Na versão da suspeita, só o namorado teria usado drogas. Já no motel, a jovem contou que ele teria tentado estuprá-la, e para impedi-lo, ela o teria empurrado e ele caiu no chão. Segundo a polícia, a jovem disse que o empresário não teria conseguido levantar, e num acesso de raiva, ela teria pego o cinto do rapaz e tentado enforcá-lo.


Em depoimento, a jovem teria confessado que enforcou o namorado e que, após constatar que saía sangue pela boca dele, ela percebeu que algo grave tinha acontecido.


Polícia investiga ameaças
A família e os amigos contam que a suspeitam já tinha feito ameaças contra o empresário. Antes do crime, ela teria ligado várias para o celular dele para marcar um encontro. A jovem estaria inconformada porque o empresário teria saído com outra mulher. "Ela só vivia ameaçando ele, direto. Ela dizia 'eu conheço muita gente, eu conheço bandido, conheço polícia", explica um homem que não quis se identificar. Outra mulher relata que a suspeita ligou vezes para a vítima. "Ela ligou pra ele na sexta-feira a tarde inteira, dizendo que se ele não fosse dela, não seria de ninguém".


Segundo a família, os telefonemas constantes da suspeita para o empresário foram o motivo da separação do casal.


A delegada que investiga o crime, Juliana Rattes, da 77ª DP (Icaraí), investiga se o crime foi premeditado. "A gente encontrou já diversas contradições, no depoimento dela, e contradições também com o que o perito do local também me informou. Se de fato a versão da família da vítima for verdadeira, a gente vai ter que considerar que ela foi realmente muito dissimulada", explica a delegada.


A Justiça decretou a prisão temporária da suspeita. Ela foi indiciada por homicídio qualificado por motivo fútil e tentativa de ocultação de cadáver, já que após enforcar o empresário, ela teria tentado arrastar o corpo para a garagem do motel, mas não teria conseguido.


A investigação aponta que a suspeita pagou a conta do motel e foi embora usando o carro do namorado. Ao chegar em casa, ela teria contado a história para a irmã, que é advogada. A irmã então, ligou para o motel perguntando se alguém havia socorrido o empresário. O estabelecimento chamou a polícia, e os agentes conseguiram localizar a jovem suspeita do crime.


Drogas no carro
Segundo a polícia, já na delegacia, a jovem alegou que sofria de síndrome do pânico e que faria uso de medicamentos controlados. A polícia informou que, segundo relatos da família da vítima, a jovem seria amante do empresário e teria sido pivô da separação dele.

Além do laudo pericial, a polícia deve ouvir outros parentes da vítima, para entender a relação dos dois. No carro do empresário, segundo agentes, foram encontrados resto de um cigarro de maconha e pó branco.(G1)

Clima é tenso na região de São Domingos, em Niterói

A frequência no Iepic, onde estudava adolescente assassinado, caiu 10%. A informação é da Secretaria Estadual de Educação, que já comunicou o fato à Polícia Militar


O clima de violência no Ingá, provocado pela rivalidade do tráfico, causou evasão escolar na região. A frequência no Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho (Iepic), que fica na Travessa Manoel Continentino, em São Domingos, onde estudava o menor assassinado, caiu 10%. A informação é da Secretaria Estadual de Educação, que já comunicou o fato à Polícia Militar.  

O motivo é a proximidade da escola com o Morro do 94. Os alunos que vivem no Morro do Palácio estariam se sentindo ameaçados e, por isso, teriam deixado de ir às aulas. Já os moradores do 94 estariam evitando passar pela Rua José Bonifácio, principal acesso ao Palácio. 

“A briga é entre eles, mas nós também somos contagiados. Os traficantes não querem saber quem é do tráfico e quem não é. Eles não querem moradores dos dois morros misturados. Por isso deixei de levar minha filha à escola, porque tem que passar por ali”, contou a mãe de uma estudante.

O comandante do 12º BPM, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes informou que os policiais reforçaram o patrulhamento nessas duas comunidades para evitar conflitos e as viaturas de ronda escolar e universitárias permanecem nos bairros.(O Fluminense)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Menor é assassinado e professora e estudante da UFF são baleadas em Niterói

Um adolescente de 16 anos foi perseguido e assassinado com três tiros, na noite desta segunda-feira, na Rua General Osório, na Praça da Cantareira, bairro São Domingos, em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Uma professora e uma estudante da Universidade Federal Fluminense (UFF), que fica a poucos metros do local, foram atingidas por balas perdidas. A polícia suspeita que o menor tenha envolvimento com o tráfico de drogas. A família dele nega.
 
Segundo policiais do 12º BPM (Niterói), por volta das 20h, dois homens em uma moto Falcon azul sem placa passaram atirando contra o adolescente quando ele passava em frente a uma padaria. Ferida, a vítima correu e ainda foi atingido poucos metros à frente. O jovem morreu no portão de casa, a cerca de 200 metros do local do primeiro tiro. Ele foi baleado na cabeça, no tórax e no abdômen. Ele ainda foi levado por parentes para o Hospital Azevedo Lima, mas não resistiu.

A estudante da UFF Ana Beatriz Rodrigues da Silveira Lima, de 20 anos, foi baleada de raspão na perna quando passava em frente a padaria. A professora da universidade Etelma Mendonça Costa, de 60 anos, foi baleada no braço, do outro lado da calçada, em frente a um restaurante. Ambas foram socorridas por PMs e levadas para o Hospital Azevedo Lima, também em Niterói. Ainda não se sabe o estado de saúde delas.

De acordo com a polícia, a principal suspeita para o crime é que o adolescente tenha algum tipo de envolvimento com mo tráfico de drogas. A moto usada no ataque foi encontrada no Morro do Palácio, no bairro do Ingá. Ninguém foi preso. Segundo a PM, o jovem não tinha passagem pela polícia. A avó dele, Vera Lúcia Fulli, de 61 anos, negou veementemente que o neto tivesse envolvimento com traficantes.

"Todo mundo aqui é trabalhador. Meu neto estudava e não tinha envolvimento com nada disso que estão dizendo. Agora eles (bandidos) se desentendem entre eles e matam inocentes", disse. Ela ainda reclamou da insegurança na região. Uma vizinha disse que o menor era estudante do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho (Iepic). Ele estaria voltando do colégio.

O caso está sendo investigado pela 76ª DP (Centro).(O Dia)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Homem invade escola no Rio Janeiro e atira contra alunos

Um homem armado, invadiu nesta manhã, uma escola no bairro de Realengo, zona oeste do Rio Janeiro, e abriu fogo contra alunos que estavam em uma sala de aula.

As vítimas foram encaminhadas para o hospital Albert Schweitzer, próximo a escola. Segundo a Secretaria de Saúde do Rio, 13 pessoas morreram; sendo 12 crianças e o atirador, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos.

Algumas crianças já estão sendo transferidas para outros hospitais. 400 alunos estavam na escola no momento do atentado, a maioria deles tem idades entre 9 e 14 anos.(Band News)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Jovem morre estrangulada na comunidade Vila Ipiranga, em Niterói

Família da vítima acredita que o assassino seja um jovem de 19 anos, com quem ela morava há 2 meses. Eles teriam se conhecido em um baile funk e, desde então, viviam em conflito

A auxiliar de cozinha Roberta Matheus de Souza, de 21 anos, foi estrangulada até a morte dentro de sua residência na Rua José Agra, no Morro Vila Ipiranga, no Fonseca, Zona Norte de Niterói. Vizinhos da vítima encontraram o corpo na manhã desta sexta-feira, quando sua filha de dois anos começou a gritar. 

De acordo com a perícia, o crime teria acontecido durante a madrugada. A família de Roberta acredita que o assassino seja um jovem de 19 anos, com quem ela morava há 2 meses. Os dois teriam se conhecido em um baile funk e, desde então, viviam em conflito.

“Só sabíamos que ele era do Jardim Catarina, em São Gonçalo, e que quando se conheceram ele estava escondido no Morro do Palácio, em Niterói, porque tinha arrumado confusão. Várias pessoas daqui (Vila Ipiranga) acusam ele de roubo. Sempre dissemos pra ele deixar esse cara, mas a Roberta não dava ouvidos”, contou uma tia da jovem, que preferiu não se identificar.

O homem está sumido da comunidade, mas ainda não é considerado foragido pela polícia. O caso está sendo registrado na 78ª DP (Fonseca).(O Fluminense)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Corpo de mulher de 34 anos morta após perseguição é sepultado na RO


Segundo a polícia, ela morava no Fonseca, era divorciada e tinha um filho menor de idade. Acidente ocorrido em Piratininga teria sido provocado pela esposa do amante da vítima


O corpo da empresária Gabriela Teixeira, de 34 anos, morta após sofrer acidente durante perseguição na Região Oceânica de Niterói, foi sepultado na tarde desta terça-feira no cemitério Parque da Colina, em Pendotiba. Cerca de 200 pessoas compareceram ao velório. Segundo a polícia, ela morava no Fonseca, era divorciada e tinha um filho menor de idade.

O acidente ocorreu na tarde de segunda-feira e teria sido provocado por Miriã B.V, de 37 anos. De acordo com testemunhas, as duas mulheres teriam começado uma discussão na Praia de Piratininga, quando Gabriela deixou o local e saiu em seu automóvel. Miriã, então, a teria perseguido e jogado seu carro contra o veículo de Gabriela, que segundo a polícia seria amante de seu marido, atirando-o contra um ônibus. 

De acordo com o laudo médico, Gabriela sofreu traumatismo craniano e teve uma grave hemorragia. Ela morreu a caminho do Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca (Heal), na Zona Norte. Indiciada por homicídio doloso (com intenção de matar), Miriã foi presa e transferida para a carceragem feminina da Polinter em Magé.(O Fluminense)

PS. Esperamos que este assassinato não fique impune!


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Três homens morrem na saída de boate em São Gonçalo

Soldado da Polícia Militar foi rendido por dois homens ao entrar em seu carro em um posto de gasolina próximo a Caneco 90. Os dois acusados também morreram na ação

Um soldado do Gabinete do Comando Geral da Polícia Militar foi morto após sair de uma boate em São Gonçalo, na madrugada desta sexta-feira. O policial Rodrigo Luiz dos Santos, de 28 anos, foi rendido por dois homens ao entrar em seu carro um Honda Civic preto, placa KVT-3208, em um posto de gasolina próximo a boate Caneco 90. Renato Carlos Lima Santos, de 22 anos e Julio César Luiz Domingos, 22, trocaram tiros com o policial dentro do veículo. Os dois acusados também morreram na ação. 

Amigos de Rodrigo Luiz socorreram a vítima, que foi levada para o Pronto Socorro de São Gonçalo, no Zé Garoto, mas não resistiu. Os suspeitos foram deixados no local. Os corpos de Renato e Julio César só foram removidos para o Instituto Medico Legal no início da manhã. 

O Sub-Comandante do 7º BPM (São Gonçalo) Castro Neto, esteve ao Pronto Socorro para verificar o ocorrido. A Polícia Militar ainda não se manifestou.(O Fluminense)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cabeleireiro é morto a facadas no Centro de Niterói

Crime ocorreu em edifício na Avenida Amaral Peixoto. Testemunhas contaram que ouviram gritos da vítima e em seguida um suspeito foi visto deixando o local às pressas

O cabeleireiro Lázaro de Oliveira Marins, de 50 anos, foi encontrado morto no fim da tarde desta terça-feira em um apartamento do edifício Líder, na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói. De acordo com a PM, ele teria sido morto a golpes de faca.

Segundo um policial, a vítima, era proprietário de um salão de beleza no mesmo edifício e costumava receber amigos no imóvel onde foi morto. Seguranças do prédio contaram que no fim da tarde, gritos de socorro foram ouvidos vindos do terceiro andar e eles foram averiguar o que estava ocorrendo.

Ao chegarem no corredor do prédio, se depararam com um homem moreno, com cerca de 20 anos, tentando deixar o local às pressas. Os seguranças desconfiaram q algo grave havia acontecido e tentaram impedir o suspeito de sair do prédio, mas não conseguiram.

De acordo com os seguranças, houve luta corporal. Ao fugir, o suspeito deixou cair um capacete e uma bolsa. Ainda de acordo com os seguranças, o homem estaria sujo de sangue.(Fluminense)