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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Moradores do Bairro de Fátima estão sem água há mais de uma semana

Concessionária Águas de Niterói enviou equipe técnica ao local, na tarde de quinta-feira, e informou que vai regularizar nesta sexta-feira o abastecimento nas residências mais afetadas


Moradores de um trecho da Rua Andrade Pinto, no Bairro de Fátima, reclamam que estão sem abastecimento de água há mais de uma semana. A concessionária Águas de Niterói enviou uma equipe técnica ao local, na tarde de quinta-feira, e informou que vai regularizar hoje o abastecimento nas residências afetadas.

Segundo o cabeleireiro Murilo Leite Fialho, 39 anos, o problema de falta d’água na localidade é recente. Ele afirma que, apesar de morar nesta casa há apenas duas semanas, é proprietário da residência há seis anos e seus inquilinos nunca reclamaram de desabastecimento.

“Ficar sem água é uma situação muito desagradável. Estamos armazenando o pouco que entra em recipientes e na máquina de lavar roupas. Hoje, era dia de entrar água e não caiu uma gota sequer na minha casa. Espero que resolvam essa situação o quanto antes”, diz o morador.

Mas a dona de casa Regina Célia Ribeiro, 54 anos, afirma que há dois meses vem enfrentando problemas relacionados à falta d’água.

“Nos dias em que cai água, só entra em uma torneira da minha casa. Acredito que esse problema esteja relacionado à falta de força da água, que deve chegar à minha residência mais fraca por conta de alguma obstrução. Tenho armazenado na banheira e nos baldes”, conta a dona de casa.

A Águas de Niterói informou que os técnicos enviados ao local ontem identificaram um problema pontual em quatro residências, entre elas a de Murilo Leite. A concessionária afirma que realizará nesta sexta-feira o remanejamento das ligações domiciliares destas residências para solucionar o problema.(O Fluminense)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

MP fiscaliza acidente com esgoto em Niterói

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro acompanha desde o início da semana as medidas adotadas pela empresa Águas de Niterói após o rompimento da parede lateral da ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto Toque-Toque, localizada na Ponta d'Areia. A concessionária foi multada em R$ 110 mil pelo vazamento de cerca de 6 milhões de litros de esgoto da estação, no último domingo, 17.

Nesta quarta-feira, 20, o Promotor de Justiça Luciano Mattos voltou a se reunir com representantes da empresa e instaurou procedimento para fiscalizar as providências. O motivo do incidente ainda é investigado.

A primeira reunião, em caráter emergencial, foi realizada segunda-feira, um dia após o acidente. Ontem, a Águas de Niterói apresentou relatório preliminar. A planilha detalha os imóveis, veículos e pessoas atingidas. Cerca de 10 pessoas ficaram feridas.

A empresa assumiu sua responsabilidade e reafirmou que ressarcirá os prejuízos e indenizará as pessoas afetadas. A concessionária garantiu que o tratamento de esgoto ocorre de maneira regular.(Estado de São Paulo)

domingo, 17 de abril de 2011

Estação de Tratamento de Esgoto se rompe e fere oito em Niterói

A estação de tratamento de esgoto Toque-Toque, da concessionária Águas de Niterói, se rompeu por volta das 12h30 deste domingo. O acidente aconteceu na Praça Azevedo Cruz, no Centro de Niterói e feriu pessoas que estavam no local.

Uma correnteza de detritos invadiu imóveis e lojas e arrastou veículos, que chegaram a se chocar. A praça e ruas próximas foram tomadas pela maré de esgoto.

Oito pessoas foram levadas para o Hospital Azevedo Lima, no bairro do Fonseca, com fraturas e escoriações. O Corpo de Bombeiros ainda não sabe informar o estado de saúde das vítimas.

A Defesa Civil de Niterói e técnicos da empresa estão no local para avaliar o que causou o acidente.(O Dia)

terça-feira, 15 de março de 2011

Torneiras secas: problema ainda bem longe do fim em Niterói e São Gonçalo

Para ambientalistas, solução para falta d’água não se restringe à ampliação de Imunana-Laranjal, mas em cuidar dos mananciais, ameaçados pelo constante desmatamento

O “desafio do século XXI”, idealizado na distribuição igualitária de água a todos os municípios, bate à porta e para moradores de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí está longe de ser solucionado. A Cedae anunciou a ampliação na capacidade de tratamento do sistema Imunana-Laranjal, mas ambientalistas alertam que o problema está antes do tratamento, nos rios e mananciais que abastecem as cidades.

A água que chega às torneiras de mais de 1,7 milhão de pessoas vem do Rio Macacu e seu principal afluente, o Guapiaçu e é captada para tratamento próximo a Visconde de Itaboraí. No trajeto da serra até o local, o desmatamento e o uso descontrolado prejudicam o rio e a captação de 5 mil litros por segundo (5 m³/s) o “sufoca” ainda mais. Atualmente, essa quantia de água retirada não é suficiente para atender à demanda da crescente população e o futuro pode ser preocupante.
“O problema já está instalado. Está em cada esquina, em cada prédio que se ergue, no aporte populacional que as cidades estão recebendo por conta do Complexo Petroquímico (Comperj). O rio já está em sua capacidade máxima, não se pode tirar ainda mais água dele para abastecer as cidades. A retirada da cobertura de floresta prejudica ainda mais, pois desregula a vazão dos rios, que enchem muito com a chuva, mas logo escoam, ficando vulneráveis a períodos de estiagem como este que enfrentamos”, explica Dora Hees de Negreiros, do Instituto Baía de Guanabara.

Segundo Dora, apesar do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) não utilizar a água tratada pela Cedae, a população de trabalhadores necessitará dela. O complexo deve utilizar água de reuso empregada na limpeza dos filtros da estação de tratamento de Guandu.

Para solucionar o problema de falta d’água na região, a Cedae está investindo R$ 150 milhões em ações que englobam a ampliação da capacidade de Imunana-Laranjal de 5 m³/s para 7 m³/s, mas o projeto vem gerando críticas.

Aumento - A retirada de mais água do Rio Macacu pode impactar toda a Baía de Guanabara. A bacia do Guapiaçu-Macacu é a maior drenante de água para a baía e alguns organismos no mangue dependem diretamente da água doce que chega.

“Não é apenas ampliar a retirada de água. Temos que avaliar de quanta água depende o mangue, por exemplo. Estamos acompanhando o crescimento da língua salgada em Itambi, que significa diminuição na vazão do rio. Ficamos um tempo sem chuva e existe ainda o uso indiscriminado da água do subsolo, que é engarrafada e vendida. O rio já está sufocado para retirar mais água”, revela Péricles Muniz, biólogo e diretor da Associação de Preservação dos Rios e Serras de Macacu (Prisma).

A Cedae informou que a ampliação será finalizada até o fim do ano. Atualmente, a estação funciona em sua capacidade máxima, mas não é capaz de suprir a grande demanda. Esta iniciativa, junto com a reativação de reservatórios em São Gonçalo deve minimizar os problemas de abastecimento. O medo dos ambientalistas é que isto se reflita em perda de biodiversidade na baía.

Para Dora, a solução deve ser pensada antes da captação e em campanhas de conscientização para o uso consciente da água, principalmente com o advento do Comperj. “Algumas soluções são pensadas, como a construção de barragens no Guapiaçu. É uma alternativa artificial para substituir a função das florestas que é de regular a vazão dos rios. De qualquer forma, a retirada de mais água pode não ser a solução. As pessoas vão precisar de água e não teremos de onde tirá-la, então o melhor a se fazer agora é investir em campanhas de conscientização e também diminuir as perdas do sistema em vazamentos. A barragem pode ser uma solução sim, mas precisa ser bem estudada”, disse.

A Cedae divulgou que a ampliação do sistema causará menos impacto que o esperado pelos ambientalistas. Segundo a empresa, não é captada água apenas no Rio Macacu, mas também no Canal de Imunana, que é a junção dos rios Macacu e Guapiaçu, o que garante água suficiente para o tratamento de 7 m³/s sem comprometer o nível dos rios. “Além disso, a companhia tem outorga do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para captar até 9,25 metros cúbicos de água por segundo no Rio Macacu, embora não o faça”, concluiu a nota.

Para os pesquisadores, o impacto pode ocorrer sim, pois o Rio Macacu teria uma vazão média de 7 m³/s na altura da tomada d’água do Imunana. Nos períodos de estiagem, o nível pode cair a 5,5 m³/s ou até menos.

Barragem - Pensado há mais de 30 anos, o projeto de represar água do Guapiaçu causou polêmica recentemente, mas é apontado por pesquisadores como uma possível solução para o problema, apesar de todo o impacto que causaria a construção do lago. Moradores da área que será alagada realizaram protestos com a volta à tona das discussões sobre a necessidade da represa. Apesar de todo o estardalhaço, o projeto pode não ser realizado a curto prazo. Segundo o Inea, a barragem ainda é um pré-projeto, sem prazo para realização.

“Na época, a Serla (Superintendência Estadual de Rios e Lagoas), hoje Inea, reuniu todos os proprietários de terra do local e falou até em indenização, mas depois tudo caiu no esquecimento”, explicou Cleber Araújo, proprietário de um lote em Areal de Subaio, uma das áreas que seriam alagadas.(O Fluminense)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Água está cada vez mais escassa e cara em Niterói e São Gonçalo

Carros-pipa não dão conta do crescimento dos pedidos e moradores reclamam do preço cobrado. Custo para contratar o serviço era de R$ 180, mas já aumentou em R$ 40


Moradores de Niterói e São Gonçalo, que sofrem com problemas no abastecimento  de água há semanas, têm agora mais um desafio: encontrar um carro-pipa. Com a estação de Imunana-Laranjal trabalhando na capacidade máxima e um aumento no consumo de mais de 20%, as solicitações aumentaram tanto que os chamados pipeiros estão tendo dificuldades para atender a todos os pedidos. Em Niterói, há um mês, o custo para contratar o serviço era de R$ 180. Agora está R$ 220. 

O funcionamento para abastecimento de carros-pipa, que vinha sendo feito das 7 às 17 horas, de segunda a sexta-feira, foi ampliado após a manifestação. Agora os pipeiros são atendidos, em Laranjal, das 7 às 20 horas, inclusive aos sábados.

Roberto atua em Niterói, onde fica a sede da sua empresa, mas carrega o carro em São Gonçalo. Companheiros de profissão de Niterói, no entanto, teriam a opção de abastecer em Santa Bárbara, mas segundo relatos de pipeiros, o Booster Santa Bárbara ficou fechado, sem água.

Explicações – A Cedae, que é responsável pela distribuição da água que abastece Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Paquetá, explica que a estação de tratamento de Imunana-Laranjal está operando na capacidade máxima e que a falta de água não se deve à queda na produção, mas no aumento da demanda.

Segundo a Águas de Niterói, concessionária que administra o serviço, não houve problemas no abastecimento no Booster Santa Bárbara. A empresa informou que a operação foi normal e que foram  efetuados mais de cem abastecimentos de carros-pipa.(O Fluminense)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Município de Niterói à beira do racionamento de água

Concessionária responsável pelo abastecimento da região pede que população economize. Aumento de consumo e estiagem comuns nessa época geram alerta

O longo período de estiagem e o calor intenso podem levar os niteroienses a ter que racionar água. A informação foi confirmada, nesta quinta-feira, pelo diretor da Águas de Niterói, Dante Luvisotto, que pede para que a população evite desperdícios. Nos últimos dias, segundo a concessionária, o consumo de água na cidade aumentou em mais de 20% - percentual maior que o registrado no mesmo período do ano passado, de 15%. Já na Região Oceânica, o aumento do consumo chega a 30%. 

Segundo Dante, o consumo do niteroiense, que em média é de 228 litros por habitante/dia, neste período, já superou 250 em alguns bairros. 

“O forte calor, aliado a um período prolongado sem chuvas, faz com que o Sistema Imunana-Laranjal (responsável pela produção e pelo abastecimento de água nos municípios de Niterói e São Gonçalo), opere no seu limite máximo. Por isso, pedimos que a população economize água neste momento a fim de evitar sua escassez neste verão, principalmente nas partes mais altas e mais extremas da rede”, explica.

Segundo a Águas de Niterói, para evitar a falta d’água, a frota de carros-pipa foi dobrada e estão sendo realizadas manobras setoriais no abastecimento; além disso, está sendo concluída a reativação de poços no Cafubá, utilizados pela Prefeitura no passado e que terão sua água tratada em uma Estação de Tratamento (ETA), reforçando o abastecimento da Região Oceânica ainda este mês. 

“Com a ativação dessa estação vamos produzir de forma independente mais de 1 milhão de litros de água por dia para a Região Oceânica. Já na próxima semana, será iniciada a fase de teste e no próximo mês, ela entrará em operação”, afirma.

Já a Cedae, apesar de confirmar o aumento no consumo, descartou a possibilidade de racionamento na região. Segundo a companhia, a produção de água no estado aumentou.

Não há previsão de chuva para os próximos dias

A estiagem já dura mais de duas semanas em Niterói e não há previsão de chuva para a região nos próximos dias. Segundo Rodrigo Mello, do Sistema de Meteorologia do Estado do Rio de Janeiro (Simerj) há uma massa de ar quente sobre todo o estado difícil de dissipar.

“É uma massa muito seca que está sobre o Rio de Janeiro que está inibindo a formação de nuvens e, por isso, não chove. E não deve cair água do céu tão cedo. Tem uma frente fria que está vindo do sul, porém ela não deverá romper essa massa de ar quente. Ou seja, nem mesmo na semana que vem deve chover, a não ser que haja uma perturbação atmosférica muito forte, que faça entrar muita umidade de repente”, explica o meteorologista.

Assim, o fim de semana deve ser de muito sol e céu limpo. O especialista diz que a média de temperatura para este final de semana deve ficar em torno dos 38 graus na cidade. Ainda segundo Rodrigo Mello, os termômetros não deverão marcar abaixo dos 35 graus durante o dia.

Os efeitos da estiagem já podem ser vistos. O número de chamados feitos ao Corpo de Bombeiros da cidade por conta de fogo em vegetação, até esta quinta-feira, era de pelo menos 15, contra 11 no mesmo período de 2010. Nesta quinta-feira, o quartel de Charitas atendeu a três chamados do tipo.

Para driblar o calor que estacionou no estado, a população adota todo o tipo de medida. Apesar de não haver previsão de chuva, pessoas empunhando guarda-chuvas nas ruas são vistas por todos os lados, usando o objeto para se proteger do sol. Já quem está de folga, não se refresca em praias e piscinas. Bebidas refrescantes e protetor solar estão sempre à mão.

“Para tentar diminuir o calor, tomo muita água de coco e chupo muito picolé, no mínimo três por dia. Quando posso, vou à praia, normalmente a de Itaipu”, conta Anderson Porto, de 38 anos, analista de sistemas.

A advogada Renata Soares, de 36 anos, quando não pode ir à praia, usa a criatividade.

“Se fico em casa, tomo até banho de mangueira”, comenta. 

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Rio é, há seis dias, a capital mais quente do país. (O Fluminense)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Falta de abastecimento de água prejudica moradores de Niterói e SG

Famílias que vivem na Ilha da Conceição e no bairro do Boaçu afirmam que problema ocorre com frequência. Contas seriam pagas em dia, mas serviço não chegaria às localidades

Moradores da Rua do Cruzeiro, na Ilha da Conceição, em Niterói denunciam que estão sem abastecimento de água há pelo menos duas semanas. Segundo a população, a Águas de Niterói já foi acionada, mas o problema não foi resolvido.

Famílias que moram no local afirmam ainda que pagam em média R$ 200 por mês pela prestação do serviço, mas dizem que a falta de água é frequente.

A Águas de Niterói informou que o abastecimento na Ilha da Conceição está ocorrendo normalmente, mas que enviará técnicos ao local para verificar a situação colocada. 

A falta de abastecimento também prejudica a população de São Gonçalo. Na Rua Capitão Alfredo Souza, no bairro do Boaçu, moradores afirma que a água só cai uma vez por semana e que não dura mais do que 30 minutos. 

A Cedae alega que o abastecimento vem sendo realizado normalmente na região, mas informou irá verificar se existe algum problema na loicalidade.(O Fluminense)


No Fonseca onde moro também não há água.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Manutenção em rede pode deixar várias cidades fluminenses sem água


Cedae vai realizar serviço na Estação de Imunana-Laranjal nesta quarta-feira. Abastecimento pode afetar os municípios de Niterói, Itaboraí, São Gonçalo e Paquetá

Deve faltar água em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e na Ilha de Paquetá nos próximos dias. O abastecimento de água feito pela Estação de Tratamento de Água (ETA) de Imunana-Laranjal será interrompido, das 9h às 20h desta quarta-feira, devido a uma manutenção preventiva que será realizada pela Cedae. O sistema só deverá ser normalizado até 48 horas após a conclusão dos serviços. Assim, os bairros que, pelo cronograma, são abastecidos entre hoje e sexta-feira sofrerão atrasos na chegada da água. 

Segundo a Águas de Niterói, os bairros que deverão ser mais afetados são Ingá, São Francisco, Charitas, Jurujuba, Barreto, Engenhoca e Fonseca.

Para que a cisterna não fique vazia antes do tempo, a população deve economizar água. A Cedae informou que é necessário que os moradores reservem água, enchendo cisternas e caixas d’água, além de evitar desperdícios, como lavar carros, roupas, calçadas e regar plantas, entre outros. 

O objetivo dos trabalhos na estação de tratamento é aperfeiçoar a operação desse sistema de abastecimento para o verão, época em que o consumo de água registra aumento significativo. A Cedae e a Águas de Niterói informaram que disponibilizarão carros-pipa para atendimento aos serviços essenciais, como escolas, creches e hospitais.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Abastecimento de água em Niterói é prejudicado após falta de luz

Interrupção no fornecimento de energia na Estação de Tratamento de Imunana-Laranjal causou problemas em tubulações e situação só deve ser normalizada nas próximas 48 horas

Uma pane no fornecimento de energia elétrica da subestação de São Gonçalo, da Ampla, já está afetando a distribuição de água em Niterói. De acordo com a Águas de Niterói, o abastecimento está prejudicado na cidade uma vez que a interrupção do fornecimento de energia provocou a paralisação do  Sistema Imunana-Laranjal, operado pela Cedae, entre 9h30 e 13h30.

Logo após a paralisação do sistema, ocorreram dois vazamentos nas tubulações adutoras de água bruta (uma de 800 mm e outra de 1000 mm) prejudicando a distribuição de água.

Segundo a Águas de Niterói, os reparos deverão ser concluídos até o final do dia. O abastecimento, no entanto, só deverá estar plenamente regularizado 48 horas após o término dos consertos. Ainda de acordo com a concessionária, os bairros mais afetados são: Fonseca, Barreto e Engenhoca.

Para evitar o desabastecimento, a Águas de Niterói vai disponibilizar carros-pipa para o fornecimento de água para os serviços essenciais como hospitais, postos de saúde, creches e escolas. A concessionária pede que a população evite o desperdício. 

A Ampla informou que o problema foi causado por uma falha num equipamento da subestação de Alcântara, que provocou a interrupção no fornecimento de energia às 9h22 e que investiga as causas do incidente. O serviço foi restabelecido às 9h57.(O Fluminense)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Manutenção emergencial prejudica abastecimento de água em Niterói

Serão realizados serviços de reparo no sistema produtor Imunana-Laranjal. Companhia informa que disponibilizará carros-pipa para serviços essenciais, como hospitais e escolas

A Águas de Niterói informou nesta quarta-feira que a distribuição de água está prejudicada em Niterói devido a uma manutenção emergencial no sistema produtor de água de Imunana-Laranjal – operado pela Cedae. De acordo com a empresa, os reparos devem ser concluídos ainda na madrugada desta quinta-feira. O abastecimento de água só estará totalmente normalizado 48 horas após a conclusão dos trabalhos.

A companhia informa que disponibilizará carros-pipa para o fornecimento de água para os serviços essenciais como hospitais, postos de saúde, creches e escolas. A concessionária pede que a população evite o desperdício.(Fluminense)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Problema em adutora da Cedae deixa Niterói sem água até sexta-feira

Concessionária Águas de Niterói avalia que serão precisos três dias para regularizar a situação. Região Oceânica, Pendotiba e Engenhoca são os locais mais prejudicados

O vazamento numa das tubulações da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Imunana-Laranjal da Cedae, que começou às 15 horas de segunda-feira e tinha previsão de ser consertado até o final da noite desta terça-feira, deixará boa parte dos bairros de Niterói sem água até a madrugada de sábado. Apesar da Cedae afirmar que até o meio-dia de hoje 80% do abastecimento nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí estará normalizado, a direção da concessionária Águas de Niterói, empresa responsável pela distribuição na cidade, avalia que precisará de 72 horas para a situação se normalizar. A Região Oceânica e os bairros de Pendotiba e Engenhoca serão os mais prejudicados.

Nesta terça-feira, diversos prédios residenciais e comerciais em Niterói precisaram recorrer a pipas d’água. O Hospital de Clínicas foi um dos que recorreram ao serviço. O Condomínio Galery Center, na Rua da Conceição, no Centro, precisou de duas pipas d’água para abastecer suas 108 salas comerciais.

“Estamos com racionamento desde segunda-feira, mas não foi suficiente”, afirmou o administrador Adalberto Felix. “Acho pior ficar sem água do que sem luz”, comenta a psicóloga Luciana Lopes, de 40 anos, moradora do condomínio Chácara do Ingá.

“Hospitais, postos de saúde, escolas e creches terão prioridade no fornecimento de pipas d’água”, informou o diretor-executivo da concessionária Águas de Niterói, Dante Luvisotto.

O Fluminense