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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ônibus perde roda na Ponte e engarrafamentos chegam até SG

Coletivo foi retirado da via, mas o trânsito ficou complicado na cidade durante parte da manhã desta segunda. Até a Niterói-Manilha apresentou congestionamentos

Um incidente com um ônibus da Viação Fagundes complica o trânsito na manhã desta segunda-feira em Niterói. O coletivo perdeu uma roda traseira na descida do vão central da Ponte Rio-Niterói, na pista sentido Rio e os congestionamentos se estenderam até São Gonçalo e nas zonas Sul e Norte de Niterói. Principalmente da altura de Venda da Cruz, em São Gonçalo até a Avenida do Contorno, em Niterói. A Rodovia Niterói-Manilha também apresentou engarrafamentos.

O ônibus foi retirado da via pouco depois das 8h30 e o trânsito melhorou pouco depois, embora tenha ficado complicado no restante da cidade.(o Fluminense)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Acidente na Ponte complica o trânsito em Niterói

Dois carros e uma moto colidiram na altura do vão central. Uma pessoa ficou ferida. Avenidas Roberto Silveira, do Contorno e Jansem de Mello registraram grande congestionamento


Uma colisão envolvendo dois carros e uma moto na Ponte Rio-Niterói deixou uma pessoa ferida e o trânsito lento em vários pontos da cidade na manhã desta quinta-feira.  A vítima, que teve ferimentos leves, foi encaminhada para um hospital. Segundo a assessoria da Ponte, o acidente aconteceu na altura do vão central.


O trânsito na Avenida Roberto Silveira está congestionado, com reflexos até São Francisco. A orla de Icaraí e Ingá são opções para quem seguia em direção ao Centro de Niterói e Zona Norte. O fluxo continua intenso pelas ruas Paulo Alves e Saldanha Marinho. Um engarrafamento de 7 km causa transtornos aos motoristas que passam pela Avenida do Contorno, no Barreto. O congestionamento ainda atinge as avenidas Jansem de Mello, Marquês do Paraná e Visconde do Rio Branco.


De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente foi registrado na 17ª DP (São Cristovão).(O Fluminense)

sábado, 11 de junho de 2011

Colisão e capotamento deixam dois feridos na Ponte

Acidente aconteceu na pista sentido Niterói, na altura do pórtico 11, e vítimas foram levadas para dois hospitais. Em SG, ônibus e automóvel bateram na RJ-104 e uma pessoa ficou ferida

Duas pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo dois carros de passeio na Ponte Rio-Niterói, nas proximidades do pórtico 11, no sentido Niterói, no início da manhã deste sábado. Um dos veículos capotou com o impacto da batida e a pista ficou interditada. As vítimas tiveram ferimentos moderados e foram encaminhadas para os hospitais Souza Aguiar, no Centro do Rio, e Azevedo Lima, no Fonseca, em Niterói.

Ainda neste sábado, uma colisão entre um veículo de passeio e um ônibus deixou outra pessoa ferida na Rodovia Amaral Peixoto, RJ-104. O acidente aconteceu na altura do Colubandê, em São Gonçalo, por volta das 8h50, na pista sentido Niterói. Uma faixa das pistas chegou a ser interditada e o congestionamento na via foi de aproximadamente 5 quilômetros.   

A vítima foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros de São Gonçalo e encaminhada ao Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), e passa bem. De acordo com os bombeiros, os ferimentos foram leves, na altura dos ombros e na cintura, provocados por conta do impacto da colisão com o cinto de segurança.(O Fluminense)

 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tempo: ventos fortes interditam os dois sentidos da Ponte Rio-Niterói

Ventania chegou a 80 km/h e principal via de ligação entre as duas cidades precisou até ser fechada. Vendaval seguido de chuva intensa, porém, não causou maiores estragos ou danos

Fortes ventos que atingiram o Rio de Janeiro, nesta terça-feira à noite, provocaram o fechamento da Ponte Rio-Niterói por alguns minutos. Não foram registrados graves incidentes. Cerca de uma hora depois, uma forte chuva atingiu todo o município fluminense.

Segundo informações, por causa da ventania, um letreiro do Restaurante Popular de Niterói ficou pendurado e ameaçava cair.

De acordo com a concessionária CCR, que administra a via, como a velocidade chegou a 80 km/h, o tráfego foi bloqueado, a partir das 21 horas, por medida de segurança. Equipes da concessionária fizeram vistoria na pista. Procurada pela equipe de reportagem, a Defesa Civil de Niterói disse não ter registrado chamadas. A Ponte foi reaberta pouco antes das 22 horas.

Tempo fica ruim até sexta-feira
A ventania da noite de terça-feira foi resultado de uma nova frente fria que chegou ao Estado. Há previsão de rajadas entre 60 Km/h e 80 Km/h até o meio-dia de quarta-feira. Até sexta-feira, há possibilidades de chuva a qualquer hora do dia. O sol poderá aparecer entre nuvens. Na quarta-feira, os termômetros registram entre 17 e 26 graus. Já na quinta-feira, a temperatura cai um pouco. A mínima deverá ser de 15 graus e a máxima de 23 graus.(O Fluminense)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ponte tem o maior lucro em rodovias federais do Rio

Concessionária que administra a via diz que taxa de retorno, de 17%, está dentro do previsto em contrato. Segundo o Tribunal de Contas da União, ideal seria de 8,95%

Os congestionamentos na Ponte Rio-Niterói são diários, mas nas cabines de pedágio o fluxo financeiro não para. Somente em 2009, a CCR Ponte, concessionária responsável pela via, registrou lucro líquido de 25% sobre a receita líquida de mais de R$ 105 milhões. Ou seja, segundo dados do demonstrativo financeiro de 2009 da empresa, em um ano a administração da maior ponte do país rendeu à concessionária mais de R$ 26 milhões.

Segundo o professor de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Cláudio Considera, a porcentagem do lucro líquido em relação à receita líquida corresponde à margem de lucro líquido. Com base nesse cálculo, o valor é o maior lucro líquido entre as concessões de rodovias federais do estado. 

No mesmo ano, segundo Demonstrativos Financeiros de 2009 publicados no site da ANTT, a Nova Dutra (BR-116 RJ-SP) registrou um lucro líquido em relação à receita líquida de 23,6%; a Concer (BR- 040 RJ-MG) teve 6,7%; a CRT (BR-116 - RJ), 23,5%; a Autopista Fluminense (BR-101- RJ-ES) teve um prejuízo líquido de 6,4% e a Acciona (BR-116 MG-RJ) registrou um prejuízo líquido de 8,7%, já que ambas iniciaram a cobrança do pedágio em 2009.

Pedágio - De olho na alta rentabilidade da Ponte, o Tribunal de Contas da União (TCU) preparou um relatório que analisa o equilíbrio econômico-financeiro das concessionárias que assumiram rodovias federais na década de 90. Na Ponte Rio-Niterói, o valor do pedágio pelo quilômetro rodado não é barato. Em troca da concessão de 23,34 quilômetros – incluindo os acessos – a CCR cobra pedágio de R$ 4,30 para automóveis. 

Nesse caso, o valor do quilômetro sai por aproximadamente R$ 0,09 – a conta leva em consideração a distância de ida e volta, já que o pedágio é em um único sentido. Enquanto isso, no trecho de 320,1 quilômetros da BR-101 entre a Ponte e a divisa com o Espírito Santo, concedido à Autopista Fluminense em 2008, a taxa é de R$ 14 – somando todas as praças de pedágio –, o que equivale R$ 0,04 por quilômetro, menos da metade do que é cobrado na ponte. 

O peso do pedágio nos bolsos dos usuários motivou o TCU questionar a CCR e outras três concessionárias. O tribunal analisa a manutenção da taxa interna de retorno (TIR) entre 17% e 24%. A TIR é uma taxa média de rentabilidade do capital investido em relação a um determinado período. Segundo o TCU, hoje, o quadro econômico do país permite uma taxa de retorno de 8,95%. 

De acordo com o relatório, iniciado em 2007, a Secretaria de Fiscalização de Desestatização (Sefid), do TCU, apresentou indícios de existência de desequilíbrios econômico-financeiros frente à estabilidade econômica do país entre as concessões feitas na década de 90 e depois de 2007.

“O modelo de concessão da 1ª Etapa pode ser denominado como ‘estático’ pois as rubricas que compõem o fluxo de caixa não se alteram ao longo da execução contratual, nela incluída a taxa de desconto, rentabilidade dos concessionários. Ou seja, as concessionárias de rodovias federais da primeira etapa continuam auferindo rentabilidade que varia de 17 a 24% ao ano, no atual cenário de estabilidade econômica do país, em que a taxa de desconto para o setor é de no máximo  8,95%”, diz o relatório.

Avaliação –  Segundo Cláudio Considera, uma TIR de 17% é uma taxa alta para a a atualidade brasileira. “Essa taxa de retorno só é observada em produtos específicos, que geralmente possuem patentes ou fazem parte de um monopólio. A indústria farmacêutica, por exemplo, possui em média uma taxa de retorno de 14%. Porém, até nestes casos específicos é comum que a taxa de retorno diminua ao longo do tempo”, explica o especialista.

O professor destaca ainda que a TIR de 8,95% é uma taxa positiva que garante a lucratividade da empresa. E é possível reduzir a TIR. “Para a empresa sair de uma taxa de 17% para 8,95%, ela precisa diminuir a arrecadação. No caso da ponte teríamos duas opções: diminuição brutal do pedágio, caindo quase para a metade, ou diminuição do número de usuários”, diz ele.

Debate no TCU
O impasse do relatório do TCU, que está em andamento desde 2007, expõe que, de um lado o Sefid propõe um equilíbrio econômico-financeiro de acordo com a realidade atual do país, e, de outro, as concessionárias dizem que usam as condições estabelecidas na época do contrato de concessão. 

A questão gira em torno da TIR. A CCR Ponte e as demais concessionárias querem manter a TIR igual à estabelecida na década de 90, que está de acordo com a tarifa de pedágio calculada para vencer a licitação.
Já o Sefid sugere uma queda, por conta das mudanças na economia. As concessões feitas a partir de 2007 apresentam esta diminuição, as concessionárias, em sua maioria, trabalham com a TIR abaixo de 9%. 

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) afirma que não existe nenhuma cláusula contratual que diz que a TIR deve se manter durante todo o período de concessão. Porém, alega que a manutenção da TIR é o mecanismo adequado para o equilíbrio do contrato, já que a taxa é estabelecida em função do cenário macroeconômico do momento que antecede a concessão e das incertezas estimadas para o setor durante toda a concessão. A ANTT explica que é com base na TIR que é feito o cálculo da tarifa do pedágio. 

A CCR Ponte se pronunciou sobre o tema, por meio da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), por causa do envolvimento de outras concessionárias no relatório. A ABCR disse que manifestou ao TCU que os contratos de concessão da 1ª Etapa do Programa Federal estão equilibrados, pois “estudos e pareceres da associação demonstram que, por razões de ordem jurídica e econômica, deve se manter a imutabilidade da equação econômico-financeira inicial dos contratos de concessão”.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Travessia Rio-Niterói: nas barcas ou na Ponte, a dura vida dos usuários


Pelas pistas, engarrafamentos diários. Pelo mar, lotação e desconforto. A difícil travessia de quem mora na Região Metropolitana e precisa ir para o Rio se repete diariamente


Pouco a pouco, as águas da Baía de Guanabara se tornam, novamente, uma barreira intransponível. Por ‘terra’ ou por mar, engarrafamentos e filas atrapalham os moradores da Região Metropolitana que precisam ir para o Rio e voltar. Planos para melhorar a fluidez do trânsito não faltam, mas as discussões sobre quem vai arcar com o investimento ainda se estenderão. Enquanto isto, trabalhadores aprendem a conviver com o “custo travessia”.

Só em Niterói, 61.534 pessoas trabalhavam ou estudavam em outra cidade no ano 2000, segundo dados do IBGE. A maior parte, no Rio de Janeiro. 

“Eu escolhi o trajeto ‘menos pior’ para mim. Levo geralmente duas horas para sair de Icaraí e chegar a Vila Isabel. Minha opção pelo ônibus é porque posso dormir durante o trajeto, sem baldeação, mesmo assim, já chego ao trabalho cansada”, explica a enfermeira Mary Anne Neto, de 27 anos.

Mary pensa em mudar para a cidade vizinha como forma de evitar ainda mais transtornos com o percurso.

“Tudo piora em véspera de feriado. O ‘happy hour’ também não adianta mais, porque o trânsito não melhora cedo, passa das oito da noite geralmente”, relata.

A estratégia também foi abolida pelo fisioterapeuta Caio Tramont.

“Agora, leio um livro por mês só dentro dos ônibus. Tento aproveitar o tempo perdido. Demoro duas horas para ir e outras duas para voltar para casa. É metade do tempo que ficamos trabalhando, isto é absurdo”, reclama.

Soluções - Por terra, soluções foram propostas pela concessionária que administra a via desde 1995. Estão sendo avaliados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a construção de um viaduto ligando a Ponte à Linha Vermelha, do lado carioca e, em Niterói, de um mergulhão sob a Praça Renascença.

Segundo a concessionária CCR Ponte, as duas obras custarão cerca de R$ 210 milhões (R$ 150 milhões para o viaduto). Para que não seja impactante no valor do pedágio, é possível que o tempo de concessão seja estendido.

“A construção do viaduto pode ser finalizada entre 18 e 24 meses após a liberação e devemos receber autorização em breve. A hipótese mais provável é que a concessionária realize as obras e que a concessão seja estendida por algo em torno de dez anos. Estas obras não estão no contrato de concessão”, explica Rodrigo Abdala, gestor de contratos da CCR Ponte.

Lucro –
Em dez anos, a concessão renderia à empresa aproximadamente R$ 1,138 bilhão, quase seis vezes o valor das intervenções. Isto levando-se em conta apenas o valor do pedágio pago por carros de passeio (R$ 4,30). Com a média de tráfego atual: 145 mil veículos por dia. A empresa tem receita também  da exploração de espaços publicitários, que poderiam ser utilizados para reduzir o valor da tarifa. Os investimentos na Ponte, de acordo com a empresa, ultrapassam R$ 270 milhões ao longo destes 15 anos.

O viaduto deve resolver os problemas de metade dos usuários da Ponte, já que 25% deles vão para a Linha Vermelha. Estes 25% utilizam a saída para a Avenida Brasil junto com outro quarto de usuários que seguem pela via. Alterações no trânsito desta rampa já eram previstas na concessão.

A ANTT informou que estuda, com o Ministério dos Transportes, formas de viabilizar o projeto do viaduto. Já o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela Linha Vermelha, informou que não foi informada do projeto. A Prefeitura de Niterói, que também deve realizar intervenções para melhorar o trânsito nos acessos à Ponte, não informou se elabora algum projeto.
Por mar, filas e mais filas

Se o transporte rodoviário, mesmo que sem prazos e de formas polêmicas, tenta absorver o aumento da demanda, a situação não se repete no hidroviário.

As dificuldades na travessia vêm antes de se pisar na embarcação. Diariamente, o processo é complexo. Primeiro, é preciso entrar em uma fila para comprar o bilhete. Depois, é a vez da fila para entrar na estação. A próxima etapa é sair do saguão da estação para ficar no píer aguardando a chegada de uma embarcação, para depois de algum tempo e mais filas, entrar em um catamarã ou barca e, só então, começar a viagem efetivamente. Os passos que antecedem o embarque, dizem usuários, demoram mais que o tempo de travessia, em horário de pico, e são cumpridos de pé. Nas filas de acesso, nem mesmo uma cobertura para proteger do sol ou da chuva.

“Levo geralmente 50 minutos para atravessar, mas porque chego depois que o movimento diminui um pouco. De todo este tempo, 20 minutos são navegando e 30 esperando”, explica a designer Juliana Martinez, de 31 anos.

A reportagem acompanhou um ‘dia de sorte’ de Juliana, que conseguiu fazer a travessia em apenas 40 minutos, mesmo assim, metade foi gasto em processos para embarque.

Segundo o deputado Gilberto Palmares, a qualidade dos serviços prestados não seria o único problema. Estariam sendo descumpridas cláusulas do contrato de concessão do serviço.

“Acompanhando o número de viagens e a capacidade de cada barca, é visível que eles não transportam a quantidade mínima de 12 mil passageiros e o problema não é falta de passageiros. As linhas sociais previstas no contrato nunca saíram do papel, linhas para São Gonçalo, Magé e Duque de Caxias, enquanto a única linha seletiva foi feita. Agora ainda acabam com as barcas da madrugada, na verdade, a última barca será às 23 horas”, disse.

Nas linha seletiva não há controle sobre o valor cobrado pela tarifa. Atualmente, a passagem de Charitas para a Praça XV custa R$ 11.

A empresa que administra o serviço público de barcas, a Barcas S/A, diz que melhorou o serviço ao longo do tempo, com a compra de novas embarcações, e justificou que a empresa opera com um desequilíbrio econômico que já chega a R$ 450 milhões.

“Foi detectado um desequilíbrio pois a demanda foi superdimensionada e os problemas subdimensionados. Ainda temos um grande impacto pela gratuidade”, declarou a representante Heloisa de Castro Faria, durante audiência pública no último dia 27.

Como forma de compensação, a empresa quer o aporte de dinheiro público na compra de 11 novas embarcações (nove com mil lugares e duas com 500), a construção de duas novas estações, investimento em dragagem e a reforma de flutuantes e estações.(O Fluminense)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Acidente entre apenas dois veículos na Ponte para Niterói


Colisão aconteceu próximo a Ilha do Mocanguê e provocou congestionamento até a chegada a São Francisco. Na Contorno foram pelo menos oito quilômetros de retenção


Um acidente na Ponte Rio-Niterói, próximo a ilha do Mocanguê, envolveu dois veículos de passeio, no sentido Rio na manhã desta terça-feira deixou o trânsito complicado. Uma pessoa ficou levemente ferida e foi encaminhada para o Hospital de Clínicas de Niterói.

O motorista que seguia para o Rio de Janeiro encontrou lentidão nos acessos pela Avenida do Contorno, Marquês do Paraná, até a Praça do Pedágio. O reflexo também foi sentido pelo motorista vindo da Região Oceânica e Pendotiba, que encontraram lentidão desde São Francisco.

Segundo a Ponte S/A, o trânsito foi liberado por volta das 9h e fluxo foi normalizado por volta das 9h30.

Também pela manhã, por volta das 8h40, duas motocicletas colidiram com um ônibus na Niterói-Manilha, próximo ao São Gonçalo Shopping. Os motociclistas sofreram ferimentos leves e foram levados para o Hospítal Estadual Azevedo Lima (Fonseca).(O Fluminense)

terça-feira, 22 de março de 2011

Morre a segunda vítima da explosão da subestação da Ponte Rio-Niterói

Vítima teve 35% do corpo queimados, segundo hospital.
Ele estava em estado crítico numa unidade particular na Zona Sul do Rio. 

A segunda das três vítimas da explosão da subestação de energia que alimenta a Ponte Rio-Niterói morreu na manhã desta terça-feira (22). A vítima, que estava em estado crítico no CTI do Hospital Rio Laranjeiras, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, não resistiu aos ferimentos. Ele teve 35% do corpo atingidos por queimaduras de terceiro graus, na face, vias aéreas superiores e braços.

O primeiro eletricista a morrer na explosão da subestação foi Darlan Aguiar da Silva. O acidente ocorreu na quarta-feira passada (16) e causou a queda de energia que deixou a ponte sem iluminação e com os painéis desligados por quase 40 horas.

Um outro funcionário da empresa Álamo Engenharia (prestadora de serviços da concessionária CCR Ponte) teve 27% do corpo queimados no mesmo acidente foi transferido do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para uma outra unidade em Niterói, na Região Metropolitana.

O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão), que está investigando o acidente.(G1)

 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Três técnicos foram eletrocutados na ponte Rio-Niterói

A polícia do Rio de Janeiro afirma que três pessoas foram eletrocutadas, nesta quarta-feira, enquanto trabalhavam para restabalecer a energia na ponte Rio-Niterói.

O hospital municipal Souza Aguiar confirma que os técnicos deram entrada na unidade, mas a concessionária responsável pela ponte nega. O apagão dura desde a madrugada de quarta-feira.

Curtos-circuitos em duas subestações motivaram a queda de energia e agentes da concessionária montaram uma operação especial para evitar acidentes.(Band News)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ponte Rio-Niterói está sem luz desde madrugada desta quarta-feira

A Ponte Rio-Niterói amanheceu sem luz nesta quarta-feira. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o apagão teve início por volta de 2h e atinge tanto as pistas como os acessos.

O motivo da interrupção no fornecimento de luz seria um curto-circuito na subestação de energia da Ilha do Mocanguê. Ainda não há previsão para o retorno da luz, segundo informou a concessionária que administra a ponte. Porém, técnicos estão no local para tentar restabelecer o serviço.

A Light informou que não tem responsabilidade sobre o ocorrido, já que apenas fornece energia para a subestação, que é controlada pela concessionária que administra a ponte.(SRZD)