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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Polícia Militar retira barricadas do tráfico no Complexo do Salgueiro

Agentes chegaram ao local através de denúncias anônimas sobre as barricadas instaladas nas principais ruas do bairro Luis Caçador para dificultar o acesso da polícia
Um menor foi morto e um homem acabou preso durante operação de agentes do 7º BPM (São Gonçalo) no Complexo do Salgueiro, realizada na tarde de terça-feira, para retirar barricadas montadas por traficantes de drogas da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Armas e entorpecentes foram apreendidos durante a ação. 
Os agentes chegaram ao local através de denúncias anônimas informando sobre as barricadas instaladas nas principais ruas do bairro Luis Caçador para dificultar o acesso da polícia.  
“Fomos checar as denúncias de obstrução das ruas e constatamos que de fato elas eram reais. Durante a operação bandidos fizeram disparos contra os policiais militares, iniciando o confronto”, informou o comandante interino do 7º BPM, tenente-coronel Gilberto Tenreiro.
Segundo o comandante, um menor de 17 anos foi ferido gravemente. Ele chegou a ser levado ao Pronto Socorro de São Gonçalo (PSGS), mas não resistiu. “O outro, de 18, foi ferido de raspão“, acrescentou Tenreiro. (O Fluminense)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ex-comandante do batalhão de São Gonçalo é apontado como mandante do assassinato de juíza e tem pedido de prisão expedido

A Justiça decretou a prisão do ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo) tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira, no fiml da noite de segunda-feira. O oficial é apontado como mandante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto, quando ainda era comandante do batalhão. Outros cinco policiais, que atuavam no mesmo batalhão sob a tutela de Cláudio Luiz também tiveram mandados expedidos pela 3ª Vara Criminal de Niterói. Os policiais faziam parte do Grupamento de Ações Táticas e são acusados de forjar um auto de resistência para acobertar a morte de Diego Belini, então com 18 anos.

A Justiça decretou a prisão após um dos cabos que executaram o crime ter relatado ao juiz Peterson Barroso Simões, que o tenente-coronel era o mandante do crime. O cabo, que estaria ameaçado de morte, resolveu contar tudo e participar de uma antecipação de prova, obtendo o direito à delação premiada (que inclui provável redução de pena). O PM e sua família foram incluídos no programa de proteção à testemunha. O cabo teria dito que usou duas pistolas no crime. A polícia havia informado que a juíza morreu com 21 tiros de pistolas 40 e 45 e de revólver 38.

Após o assassinato de Patrícia Acioli o comanda da Polícia Militar trocou os comandantes de diversos Batalhões. Cláudio Luiz de Oliveira assumiu o comando do 22º BPM (Maré).

Nesta segunda, o juiz Fábio Uchôa, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, decretou as prisões preventivas de sete PMs do 7º BPM (São Gonçalo) acusados de envolvimento num auto de resistência forjado. Dois dos policiais já estão presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), pois são suspeitos de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli. São eles: Jovanis Falcão Júnior e Carlos Adílio Maciel dos Santos, o Carlão.

O caso ocorreu em junho do ano passado, na Fazenda dos Mineiros. Segundo o inquérito da 72ª DP (São Gonçalo), os PMs teriam atirado a esmo após não receberem propina de traficantes. Uma mulher foi morta.(Yahoo)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Balas usadas na morte de juíza são da Polícia Militar

Projéteis recolhidos pelos peritos na cena do crime haviam sido comprados pela PM. Parte da munição teria ido para quartel de São Gonçalo, onde há suspeitos lotados

Rio - As balas usadas no assassinato da juíza Patrícia Acioli são da Polícia Militar. Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).


No local onde a juíza foi assassinada, no dia 11, policiais da DH encontraram cápsulas de dois calibres: 40 e 45. No entanto, só os projéteis de calibre 40 são usados pela PM. Os de calibre 45 são exclusivos das Forças Armadas. A magistrada foi atingida por 21 disparos. Segundo fontes ligadas à investigação e à cúpula da Secretaria de Segurança, como os cartuchos têm número de lote, os investigadores pediram informações à fabricante do material e souberam o nome do comprador. Na sexta-feira, a PM foi consultada pela Secretaria sobre a distribuição do lote para fazer o levantamento. Numa verificação superficial, viu que parte dos cartuchos é do estoque enviado a unidades do Interior.


Para os investigadores, a informação é importante, uma vez que há suspeitas de que entre os autores do crime estejam homens que respondiam a processos na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde Patrícia atuava. Ela participou de julgamentos de integrantes de grupos de extermínio, milícia e contravenção. Entre os envolvidos, há policiais do 7º BPM.(Jornal O Dia)

domingo, 24 de julho de 2011

Sequestradora do bebê de São Gonçalo se entrega à polícia


Mulher foi à delegacia de Cordeiro, distrito de Nova Friburgo, acompanhada do advogado e levando o bebê que foi sequestrado na Casa de Saúde São José, no bairro Zé Garoto

A sequestradora da pequena Ayana Milla de apenas um dia de vida, que foi levada do Hospital São José dos Lírios, em São Gonçalo, na noite de sexta-feira, se apresentou à polícia no fim da tarde de sábado.

Ela foi à delegacia de Cordeiro, cidade no interior do estado do Rio, acompanhada de um advogado e levando o bebê.

O pai da criança foi até o local buscar a filha que estava em um hospital da cidade.

A menina, recém nascida, foi sequestrada por volta das 18 horas de sexta-feira na Casa de Saúde São José, no bairro Zé Garoto, em São Gonçalo, supostamente por uma mulher que se identificou como médica chamada Taísa Késia. O caso foi registrado na 72a DP (Mutuá).

A mulher, segundo o pai do bebê, é morena, de cerca de 1,70 de altura, cabelos encaracolados, vestia um jaleco branco e carregava no ombro uma bolsa plástica preta com bolinhas brancas. Câmeras do circuito interno de TV do hospital captaram imagens da suposta sequestradora na entrada, elevador e na saída da unidade.

De acordo com delegado Geraldo Assed Estefan, titular da 72ª DP (Mutuá) e responsável pelo caso,Tanite Cardoso vai responder por sequestro. A pena para o crime pode variar de um a cinco anos de prisão.(O Fluminense)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Irregularidades cometidas por moradores em SG geram riscos


Construções no Jardim Catarina, Santa Luzia e Guaxindiba estão perto de adutoras da Cedae. Proprietários perfuram a rede e colocam canos para puxar a água clandestinamente

Alguns moradores do Jardim Catarina, Guaxindiba e Santa Luzia, em São Gonçalo, estão construindo suas casas próximo às adutoras da Cedae. Como os bairros não possuem água encanada, os proprietários dos imóveis perfuram a rede e colocam canos para puxar a água clandestinamente. A prática pode desgastar os canos e provocar uma ruptura na rede.

Apesar de a maior parte das adutoras ficar debaixo da terra, é possível ver essas ligações clandestinas na Rua José Rosendo de Souza, no Jardim Catarina Novo e na rua da Praça de Santa Luzia. Um funcionário da Cedae, que preferiu não se identificar, afirmou que a maioria das casas localizadas nesses bairros recebem água através de ligações clandestinas e que é quase impossível fazer essa fiscalização, devido ao difícil acesso a algumas ruas e também ao receio de adentrar as áreas consideradas de risco. 

A Cedae informou que já notificou as casas localizadas sobre adutoras da companhia nos bairros citados. A maior parte das construções em questão são irregulares, estando localizadas sobre a faixa de servidão (área não edificável assegurada por lei) das adutoras. As duas adutoras, porém, serão desativadas após a conclusão da nova adutora de água bruta, que estará 100% construída e em operação no primeiro trimestre de 2012 e, por isso, a companhia vai fazer um estudo para avaliar se, mesmo com a adutora fora de carga, ainda há risco. Uma equipe da companhia irá ao local nesta quinta-feira para vistoriar novamente os imóveis e confirmar se estão localizados na faixa de servidão das adutoras. 

Segundo a Cedae, a construção sobre estas estruturas pode danificá-las, provocando vazamentos de grande porte que podem trazer risco de vida e grandes prejuízos aos moradores de áreas próximas e até mesmo prejudicar o abastecimento de toda a área atendida pela tubulação.

Nas localidades onde não há rede formal, a Cedae esclarece que isso ocorre porque os imóveis foram construídos em área não edificante, mas, com o aumento da oferta de água, a companhia vai estudar assentar redes nestes locais. Nesta quinta-feira, um trecho de 6 quilômetros da nova adutora, de 15 quilômetros, será interligado ao sistema. A cedae destaca, no entanto,  que o benefício será percebido ao longo dos próximos três meses, com o sistema se adequando.(O Fluminense)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Polícia estoura suposto desmanche de veículos e prende um em São Gonçalo


Suspeito detido durante operação no Jardim Catarina já responde por crime de formação de quadrilha. No Laranjal, outro local de desmanches de carros também foi localizado

Durante mais uma operação batizada como ‘Icaraí Sem Furtos’, policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), capturaram na manhã desta segunda-feira no Bairro de Jardim Catarina, em São Gonçalo, um homem de 40 anos suspeito de participar de suposto esquema de desmanches de carros.

Ele ainda já responde por crime de formação de quadrilha e estava em liberdade.

Prosseguindo com a operação, os agentes estouraram também um depósito de desmache de veículos no Bairro Laranjal, também em São Gonçalo. O local seria o quarto descoberto pela polícia em menos de dois meses.

Lá foram encontradas diversas carcaças e peças de veículos roubados, bem como ferramentas utilizadas para ‘corte’ de veículos, tais como maçaricos e chaves de fendas.(O Fluminense)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cerca de 300 professores de SG fazem protesto por melhores salários

Manifestação dos docentes aconteceu em frente à Prefeitura. Alguns profissionais de educação do município afirmam também que não têm reajuste salarial desde o ano de 2008

Nesta terça-feira, mais de 300 professores participaram de uma manifestação em frente à prefeitura de São Gonçalo. Os profissionais de educação querem reajuste salarial, que não ocorreria desde 2008. Eles estão há um mês trabalhando metade da carga horária estipulada. 

Uma reunião foi marcada entre os representantes dos professores e a secretária de educação, Keyla Nícia Dias de Carvalho da Silva. Porém, por causa de uma confusão de horários, a reunião foi transferida para a próxima sexta-feira, às 10h. 

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE) de São Gonçalo disse que, em 2003, o piso salarial dos professores era de R$ 566, o que equivalia 2,8 salários mínimos. Hoje, o piso salarial para um professor iniciante é de R$ 603, pouco mais de um salário mínimo.(O Fluminense)

sábado, 21 de maio de 2011

Fazenda centenária de São Gonçalo está sendo recuperada pelo Iperj

Subsecretários do governo e do município visitaram a Engenho Novo, em Monjolos, para acompanhar obras que estão sendo feitas no local. Casarão tombado foi afetado por chuvas

Um pouco da história de São Gonçalo está para ser recuperado. O subsecretário de Governo da Região Metropolitana, Alexandre Felipe, visitou a Fazenda Engenho Novo,  no bairro de Monjolos, acompanhado do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Adolpho Konder, e do subsecretário municipal de Agricultura, Sérgio Ricardo. Eles foram acompanhar o trabalho realizado pelo Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro (Iperj) e pelo Ministério Público que fiscalizam as ocupações irregulares na região.  

 Castigado pelas fortes chuvas de abril do ano passado, o imóvel teve parte de suas paredes derrubadas e agora vai passar por obras de intervenção de proteção da sede do casarão. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o casarão vai ter a sua estrutura “cintada”, as paredes levantadas novamente e o telhado refeito, a fim de conservar as paredes originais. 

“Esse local é um patrimônio cultural de estado e precisamos reativar as atividades na Fazenda, desenvolver a agricultura no local, e a qualidade de vida das famílias que vivem lá. Este local é maravilhoso e já serviu de cenário para as gravações do filme e novelas”, contou o subsecretário Alexandre Felipe.

As obras de intervenção começarão em menos de um mês. De acordo com Sérgio Ricardo, o Inepac autorizou a intervenção de forma emergencial. Com isso, um engenheiro já foi contratado para realizar o projeto, e logo após uma licitação será feita para contratar a empresa para realizar a obra. 

“O Iperj percebeu a importância de se investir nesse patrimônio, oito projetos para serem realizados nesta fazenda já foram aprovados. Com isso, vamos fazer essa intervenção emergencial, para mais tarde pensar nas obras de restauro das janelas, pisos, entre outras estruturas”, explicou o subsecretário municipal de Agricultura.  

Caminho – O acesso à fazenda do Barão de São Gonçalo, Berlamino Siqueira, é possível  através da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-104), seguindo pela Estrada José de Souza Porto, Largo da Ideia e Estrada Rio Frio. 

 As ruínas da Fazenda Engenho Novo  proporcionam uma verdadeira viagem no tempo, até  meados do século XVIII, período em que foi grande produtora de cana-de-açúcar, possuindo inclusive um engenho de cachaça e açúcar. 

Suas palmeiras foram doadas por Dom João VI, o mesmo que plantou a primeira muda de Palmeira Imperial no Rio de Janeiro.(O Fluminense)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Detro tira 76 coletivos de circulação no Grande Rio, Niterói e São Gonçalo

Foram flagrados 35 veículos realizando transporte ‘pirata’. Frota regular também apresentou vários problemas. No Terminal João Goulart, seis foram retirados. Em SG, outros 15


Fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) recolheram na manhã desta terça-feira, nos terminais do Rio e Grande Rio, 76 veículos, sendo 41 ônibus de linhas regulares e 35 piratas. No Terminal João Goulart, em Niterói, foram tirados de circulação um ônibus da viação Rio Ita, um da Nossa Senhora do Amparo, um da Rio Minho, dois da ABC e um da Estrela. Já no Terminal de Alcântara, em São Gonçalo, foram sete ônibus da Rio Ita, três da Coesa e cinco da Fagundes. Também houve  operações e apreensões nos terminais do Rio e de Nova Friburgo.


A ação foi realizada com o objetivo de combater as irregularidades no transporte de passageiros em terminais rodoviários e verificar tanto as condições dos ônibus da frota regular como carros “piratas” que atuam indevidamente no transporte. A maior parte das irregularidades encontradas pela fiscalização, no caso da frota regular, diz respeito à má conservação como lanternas quebradas, limpador de para-brisa com defeito, faróis queimados, entre outras, assim como falhas na documentação, alteração de características, ausência de cobrador e atraso.


No transporte irregular, foram apreendidos e mandados para depósitos públicos vans, kombis, ônibus, micro-ônibus e carros particulares, flagrados atuando irregularmente no transporte coletivo na Avenida Brasil; em Belford Roxo; em Magé; em Campo Grande; na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio; em São Cristóvão; na Rodoviária Novo Rio; em São Gonçalo; e em Duque de Caxias.


A Viação Pendotiba informou que seu veículo foi autuado por não estar portando o seguro obrigatório, mas que o seguro existe, embora o documento apresentado não tenha sido considerado satisfatório. A Estrela, que teve um ônibus multado por falta de vistoria, informou que já tomou providências para regularizar a situação. As demais empresas não comentaram o caso.(O Fluminense)

sábado, 14 de maio de 2011

Construção de terminal de ônibus é embargada em Alcântara, São Gonçalo

MP vetou obra que substituiria antiga praça. Irregularidades teriam sido encontradas na licitação e no contrato de concessão do serviço. Moradores comemoraram embargo

Os planos da Prefeitura Municipal de São Gonçalo de construir um terminal de ônibus no lugar da Praça Carlos Gianelli, em Alcântara, estão ameaçados. A pedido do Ministério Público, a Justiça embargou, na quinta-feira, as obras para o empreendimento.

Em uma Ação Civil Pública ajuizada pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo São Gonçalo, o MP-RJ apontou supostas irregularidades na licitação e no contrato de concessão. Como as obras estavam prestes a começar, foi requerida à Justiça imediata suspensão (em caráter liminar) dos efeitos da lei e da construção. Em caso de descumprimento, a multa diária será de R$ 20 mil.

A Procuradoria Geral de São Gonçalo informou que irá cumprir a liminar, mas que vai recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça.

Ainda na noite desta quinta-feira, depois de divulgada a decisão, comerciantes e moradores, que não querem perder a praça, chegaram a soltar fogos no local para comemorar. Foram milhares de assinaturas recolhidas em um abaixo-assinado em prol do fim das obras.(O Fluminense)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Prefeita de São Gonçalo distribui agenda com fotos suas e do irmão para professores da rede municipal


Uma agenda distribuída pela Secretaria de Educação de São Gonçalo aos professores da rede municipal pode render dores de cabeça para a prefeita Aparecida Panisset (PDT). O caderno traz fotos dela em eventos com seu irmão, o deputado Márcio Panisset. A agenda gerou protestos no município, e o Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe) pretende processar a prefeitura por uso indevido de recursos públicos e de imagens de funcionários sem autorização.

— Nós nos sentimos usados por terem utilizado a nossa imagem. Se a educação estivesse bem aqui, tudo bem. Mas vai muito mal — diz a professora Mônica Assunção, dirigente municipal do Sepe.

Para a advogada Vânia Ceciliano Aieta, especialista em direito eleitoral, da Uerj, a prefeita teria quebrado o princípio da impessoalidade e cometido crime de improbidade administrativa. A Constituição Federal proíbe a vinculação da publicidade de realizações municipais a nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades e servidores públicos.

— Essa agenda mostra que a prefeita infringiu o princípio da impessoalidade e, ao usar recursos públicos para isso, comete crime de improbidade administrativa — diz a advogada, para quem Márcio Panisset responderia por propaganda eleitoral antecipada, caso se candidate a prefeito da vizinha Itaboraí em 2012.

Procurada, a prefeita não comentou o caso. Márcio Panisset não foi encontrado.(Jornal Extra)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Presa quadrilha que fraudou cerca de R$ 120 mi do INSS em São Gonçalo


Segundo a Polícia Federal, grupo criava beneficiários fictícios por meio do reaproveitamento de benefícios já cessados. Nove pessoas foram presas em cidades do RJ


A Polícia Federal desarticulou na manhã desta quarta-feira uma quadrilha responsável por fraudar o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) ema mais de R$ 120 milhões. Nove pessoas foram presas acusadas de conceder cerca de 400 benefícios a contribuintes fantasmas na agência de São Gonçalo, entre 1983 e 1994, antes da informatização do sistema. Cerca de 340 cartões de beneficiários ainda estavam ativos e possibilitavam saques de até R$ 4 mil mensais, valor acima do teto da Previdência. O golpe contra o INSS é considerado o maior dos últimos cinco anos.

“É uma fraude que podemos classificar como inédita ou pelo menos pouco usual na Previdência. Essa quadrilha realizava o preenchimento artificial de requisitos para concessão de benefícios. Nesse caso, nós temos centenas de beneficiários que não existem e pessoas que estavam tirando dinheiro há mais de uma década, usando nomes falsos”, declarou o delegado chefe da PF, Marco Aurélio Costa de Lima.

Ainda segundo a polícia, servidores ativos atualizavam as datas de nascimento dos segurados fictícios para que ninguém suspeitasse da idade avançada, por isso, a operação foi batizada de Highlander, em referência ao personagem do cinema que tem vida eterna. Os 135 agentes da PF tinham o objetivo de cumprir 12 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão. As prisões ocorreram em São Gonçalo e em cidades da Região dos Lagos. Entre os presos estão um servidor e pessoas ligadas a outros funcionários públicos. Eles vão responder por estelionato, formação de quadrilha e falsificação de documentos.   

Nas residências foram apreendidos cartões de beneficiários, diversos documentos falsos, como RGs, CPFs e títulos de eleitor, além de documentos internos da Previdência e do total de R$ 76 mil em espécie. Ainda não se tem conhecimento do patrimônio acumulado pelos acusados, mas um dos servidores, supostamente envolvido no caso, possui imóveis em Búzios e em São Paulo.      

A ousadia dos criminosos chamou a atenção da polícia. No decorrer do período alguns benefícios falsos foram caçados, graças ao recadastramento realizado periodicamente pela previdência social para evitar fraudes. Os criminosos não aceitaram, no entanto, essas perdas e abriram cerca de 100 processos na Justiça para reaver os benefícios  falsos, alguns deles, inclusive, tiveram sentença favorável.

As investigações foram impulsionadas por uma denúncia anônima em agosto de 2009. Na época, a polícia identificou três benefícios falsos de pensão por morte, que levaram à origem dos golpes. 

“A fraude foi concebida basicamente por três servidores da Previdência Social de São Gonçalo, já identificados. Dois deles já faleceram, um está preso. Esses cartões pulverizaram nas mãos de vários grupos, que ficaram em posse dos cartões durante todo esse tempo”, explicou o delegado Wanderson Pinheiro, coordenador da operação. 

A polícia acredita que a quadrilha tenha outros integrantes, incluindo advogados, que atuaram nos processos de recursos dos benefícios perdidos, e servidores ainda ativos. O superintendente do INSS no Rio de Janeiro, Manoel Lessa, comentou os casos reincidentes de fraudes na agência de São Gonçalo e informou que medidas estão sendo tomadas para que casos como esse não se repitam.

“Primeiro vamos analisar os processos já levantados com indícios de fraude, depois todos os processos em que esses servidores atuaram, e por último vamos realizar o monitoramento das rotinas internas da agência”, destacou Lessa, lembrando que em 2007 um grupo de 20 servidores foi afastado dessa agência por acusação de fraude. A agência da Previdência Social, em São Gonçalo, possui cerca de 800 mil benefícios em manutenção.

A coordenadora operacional do Sistema de Inteligência do Ministério da Previdência, Neuza Campos, garantiu que o sistema atual do INSS não permite fraudes dessa espécie. 

“Essas fraudes são muito antigas e remontam das décadas de 80 e 90. As concessões fictícias não seriam possíveis após a informatização do INSS. O sistema confrontaria as bases de dados e apontaria as irregularidades”, garante.

Neuza frisou ainda que o núcleo possui 186 servidores que são disponibilizados pelo Ministério para atuar em conjunto com a Polícia Federal. Essa é a 18ª ação realizada em parceria com a PF. Ano passado foram 330, nas quais 1700 pessoas foram presas em vários estados. Denúncias de irregularidades podem ser feitas pelo site da Previdência Social na internet ou pelo telefone 135.(O Fluminense)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

São Gonçalo discute impacto da instalação do Comperj para o município

A Câmara Municipal de São Gonçalo promove nesta quinta-feira, à partir das 14 horas, audiência pública com o tema “Desenvolvimento Econômico e Regional”, com representantes do governo, empresários e a sociedade civil. 

O evento será presidido pelo segundo vice-presidente do Legislativo, vereador Miguel Moraes (PT). O objetivo da audiência pública será discutir o impacto no município, do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), com inauguração prevista em 2014. 

De acordo com o vereador Miguel Moraes, apesar da sede do Polo ser em Itaboraí, o Centro de Distribuição do complexo será em São Gonçalo, o que trará, além de empregos, reflexos no trânsito e no mercado imobiliário.

“São Gonçalo é uma cidade dormitório, onde grande parte da população economicamente ativa trabalha fora do nosso município e existe atualmente um grande número de desempregados ou trabalhando na economia informal, por isso desenvolver a economia local e gerar empregos significa estimular a instalação de novas empresas em nossa cidade, principalmente empresas de terceira geração, que abrigam um grande número de trabalhadores. Esta possibilidade é real tendo em vista que o Complexo Petroquímico estará facultando as empresas nacionais e internacionais a se instalarem o mais próximo possível da refinaria e às margens da BR 101, rodovia esta que liga o Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste”, explicou o parlamentar petista.(O Fluminense)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Batalhão Florestal faz operação para reprimir baloeiros

Policiais seguem as buscas por baloeiros no Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense. Quatro pessoas foram detidas em Itaipuaçu, Maricá

Quatro pessoas foram detidas e um balão apreendido na manhã desta quinta-feira em uma operação do Batalhão Florestal da Polícia Militar que acontece em vários pontos da Baixada Fluminense, em Niterói e em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. 

Segundo a polícia, os quatro acusados haviam acabado de recuperar o balão e estavam em um carro abordado pelos agentes na RJ-104, em Itaipuaçu, em Maricá. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá).

Operação
Quarenta homens em dez carros do BPFMA fazem, nesta quinta-feira, desde as 5h, uma operação para reprimir a soltura de balões. Os policiais fazem buscas no Rio, Niterói, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense. Segundo o BPFMA, nos feriados religiosos, como o dia de São Jorge e a Semana Santa, aumenta a quantidade de balões soltos.

Crime ambiental
Confeccionar, armazenar, transportar ou soltar balões é crime ambiental. De acordo com a polícia, a pena para que for flagrado pode chegar a três anos de prisão, além de pagamento de multa.(O Fluminense)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Coleta de lixo parada em bairros de São Gonçalo há mais de três meses


Afirmação vem dos moradores de Santa Luzia e do Jardim Catarina Novo, por onde o caminhão que realiza o serviço não circula como deveria. Dengue também é motivo de preocupação

Lixo, acúmulo de sujeira, e possíveis focos de doenças transmitidas por insetos e roedores vêm preocupando moradores de São Gonçalo. De acordo com quem reside na Rua José Rosendo de Souza, em Santa Luzia, há três meses o caminhão responsável pela coleta não estaria passando pelo local. Além da Santa Luzia, outros bairros também estariam sofrendo com o acúmulo de lixo. Além de ratos, os moradores também se preocupam com proliferação da dengue.

De acordo com Ana Beatriz Vieira, de 29 anos, o lixo acumulado na Rua José Rosendo de Souza está trazendo não só ratos e baratas como também o mau cheiro que incomoda os moradores.

”O pessoal já entrou em contato com a Prefeitura, pedindo o carro de coleta de lixo, mas ele nunca vem”, contou a dona de casa.

Lucas Cruz, morador da Avenida Itororó, no Jardim Catarina Novo, afirma que já tentou falar com a Prefeitura sobre o problema, mas ela ainda não teve retorno.

”Desde a semana passada estou sem coleta de lixo. Como solução, pego meu lixo e boto fogo”, contou o estudante de 18 anos.

O estudante ainda acrescenta que além dos ratos e baratas, ele teme que focos da dengue apareçam no local. Em relação ao bairro de Santa Luzia, a Superintendência de Limpeza Urbana de São Gonçalo informou que a coleta é normal e apesar do ponto crônico de lixo, todos os dias é realizada a limpeza do local.

A Prefeitura de São Gonçalo informou ainda que a Superintendência de Limpeza Urbana de São Gonçalo já tomou conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos moradores do Vila Lage e Jardim Catarina e as equipes serão enviadas aos locais para reconhecer o problema e tomar as providências necessárias o mais rápido possível.(O Fluminense)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Acidente entre apenas dois veículos na Ponte para Niterói


Colisão aconteceu próximo a Ilha do Mocanguê e provocou congestionamento até a chegada a São Francisco. Na Contorno foram pelo menos oito quilômetros de retenção


Um acidente na Ponte Rio-Niterói, próximo a ilha do Mocanguê, envolveu dois veículos de passeio, no sentido Rio na manhã desta terça-feira deixou o trânsito complicado. Uma pessoa ficou levemente ferida e foi encaminhada para o Hospital de Clínicas de Niterói.

O motorista que seguia para o Rio de Janeiro encontrou lentidão nos acessos pela Avenida do Contorno, Marquês do Paraná, até a Praça do Pedágio. O reflexo também foi sentido pelo motorista vindo da Região Oceânica e Pendotiba, que encontraram lentidão desde São Francisco.

Segundo a Ponte S/A, o trânsito foi liberado por volta das 9h e fluxo foi normalizado por volta das 9h30.

Também pela manhã, por volta das 8h40, duas motocicletas colidiram com um ônibus na Niterói-Manilha, próximo ao São Gonçalo Shopping. Os motociclistas sofreram ferimentos leves e foram levados para o Hospítal Estadual Azevedo Lima (Fonseca).(O Fluminense)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dengue faz novas vitimas: duas crianças em SG e adulto em Niterói

Doença cresce assustadoramente no estado e maior número de casos está concentrado nos bairros da Região Oceânica niteroiense. Menina de 10 foi sepultada nesta quinta-feira


Duas crianças, moradoras de São Gonçalo, morreram com suspeita de dengue na última quarta-feira em hospitais de Niterói. No Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, a vítima foi um menino de sete meses, e no Hospital de Clínicas Niterói (HCN), outra criança de 10 anos. Niterói também investiga a morte de um adulto de 44 anos, residente na cidade, que morreu no Hospital Municipal Carlos Tortelly, também com sintomas da doença, na terça-feira.

Segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS), o bebê de sete meses chegou ao Getulinho, levado pela mãe, Sabrina Pereira Mendes, 28, no final da tarde de domingo, dia 3, depois de ter sido atendido duas vezes no Hospital Darcy Vargas, em São Gonçalo, com quadro de infecção bacteriana, apresentando diarreia e sintomas comuns de dengue. A mãe já possuía, inclusive, o hemograma que acusava a suspeita. O menino recebeu hidratação e antibiótico.

No Getulinho, ainda foi feito outro hemograma, além de uma tomografia e ultrassonografia, e também uma hemocultura. Como o quadro evoluiu para hemorragia, a criança recebeu uma transfusão de sangue, mas morreu no início da manhã do dia 6. Segundo a FMS, o atestado de óbito indicou dengue hemorrágica. Mas a confirmação deste laudo ou morte por bactéria só sairá depois do resultado do exame de hemocultura.

O sepultamento do menino, Victor Huggo Mendes Pereira, aconteceu no mesmo dia no Cemitério de São Miguel, bairro onde a criança morava. Nesta quinta-feira, foi enterrado o corpo de Victória Domingues Maciel, de 10 anos, no Cemitério Parque da Paz, às 15h30.

Victoria morava no Barro Vermelho, bairro onde há um ano a dengue hemorrágica fez uma vítima, Elisabeth Freitas Barros Coelho, que morreu em 26 de março.

Cerca de cem pessoas, entre familiares e amigos, acompanharam o sepultamento. Abalada, Mônica de Almeida Domingues, 44, a mãe, passou mal. A irmã da vítima, de 19 anos, que, segundo a tia, Sandra Domingues Faria, aniversaria nesta sexta-feira, também estava desconsolada. O pai, o eletricista Eduardo de Oliveira Maciel, 45, buscava força em Deus para superar a perda. Ele critica a atuação das autoridades no combate ao mosquito transmissor da doença.

Segundo o pai, Victoria teria sido ainda vítima de negligência por parte da primeira unidade de saúde para onde foi levada, o Hospital das Clínicas de São Gonçalo (HCSG).(O Fluminense)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Construção de porto em São Gonçalo prevê a desapropriação de imóveis


Implantação do Porto da Praia da Beira, no bairro Itaoca, pode retirar várias famílias de uma extensa área chamada de ‘faixa regular’ do projeto. Decisão já foi publicada no DO

A Prefeitura de São Gonçalo irá desapropriar imóveis localizados na Praia da Beira em Itaoca, para implantação do Projeto Porto da Praia da Beira. A decisão foi publicada nesta quarta-feira, no Diário Oficial, e está deixando apreensivos moradores da área: até agora eles não foram informados da data que terão de sair do local.

De acordo com o documento a desapropriação será feita considerando o protocolo de intenções, feito entre o município de São Gonçalo, o Governo do Estado e a Petrobras.

Os imóveis, que estão na chamada ‘faixa irregular’ serão desapropriados para construção de uma via de transporte de equipamentos especiais do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com aproximadamente 20 quilômetros, dos quais 13,5 quilômetros serão situados em São Gonçalo e um píer, com extensão de 120 metros e boca de 80 metros e retro-porto de 6 mil metros quadrados.

“Eu me sinto prejudicado, porque estou de mãos atadas. Não posso fazer mudanças na minha casa porque não sei o que vai acontecer”, desabafou o pescador Carlos Alberto Correia Turano, de 46 anos.(O Fluminense)

Noivos denunciam Tenda após atraso na entrega do imóvel


O atraso das construtoras na entrega dos empreendimentos continua sendo um problema frequente na vida dos proprietários. É o caso de um casal de noivos, com casamento marcado para o próximo mês de junho, que denunciou ao site SRZD sobre problemas enfrentados com a Construtora Tenda. 

Maria Luisa Sant´Ana e Éric Ubaldo compraram um imóvel, ainda na planta, do empreendimento Arsenal Life III, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, em julho de 2009. A previsão de entrega informada pelo vendedor era de janeiro de 2010. O transtorno do casal teve início após dar um valor de entrada e pagar algumas parcelas, antes do financiamento com a Caixa Econômica Federal.

Porém, a Tenda informou aos proprietários que teriam que aguardar o financiamento, já que "faltava a liberação do Habite-se e da matrícula do apartamento". O primeiro prazo foi para abril de 2010, e depois, para novembro do mesmo ano, quando foram chamados para iniciar o financiamento, que para a surpresa dos dois, teve valorização de R$ 5 mil.

Após este episódio, os noivos foram informados que seriam convocados em janeiro de 2010 para a vistoria, o que não ocorreu até hoje. Segundo Maria Luisa, a construtora não disponibilizou o contrato e não realizou a vistoria, informando, então um novo prazo: final de fevereiro, quando o contrato e as chaves seriam entregues.

Diante disso, o casal, preocupado, resolveu ir até o empreendimento e conversou com a síndica, que é a mesma dos outros conjuntos de prédios do mesmo condomínio, e ela disse que não poderia tomar providências enquanto a construtora não fizesse a liberação.

"Falamos com a síndica do Arsenal Life I, D. Sueli, que disse que a liberação teria que passar por ela e que não liberaria o imóvel até a que a Tenda resolvesse as pendências para os moradores já alocados em seus respectivos imóveis", contou.

Conforme o tempo foi passando, desde a compra do imóvel, os noivos foram comprando móveis para a nova casa e não têm onde guardá-los, além de não terem o tempo suficiente para organizar o apartamento até o casamento.

"Meu casamento é para 11 de Junho de 2011. Os proclamas já estão correndo na Igreja Católica e estamos terminando de pagar o Buffet. E com o andar da carroagem, não teremos tempo hábil para fazer tudo o que é necessário no imóvel, para deixá-lo em condição de moradia", contou Maria, que ainda disse que denunciou o caso ao Ministério Público da Comarca de São Gonçalo.

Construtora confirma nota data de vistoria

Diante da situação do casal, o site SRZD entrou em contato com a Tenda, que informou que a vistoria será feita no dia 4 de abril, explicando que "o atraso deu-se por motivos alheios à vontade da empresa, devido a chuvas excessivas e à carência de mão de obra".

A construtora destacou que o empreendimento está 100% concluído e com o Habite-se emitido pela Prefeitura de São Gonçalo. Ainda segundo a Tenda, todos os blocos do condomínio são administrados por um único síndico, com apoio de um subsíndico para cada condomínio, eleito pelos condôminos.

O site SRZD também contactou o Ministério Público, que informou, apenas, que o processo aberto pelo casal foi encaminhado para o promotor, sem dar detalhes. (SRZD)