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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Rio: acessos a prédios na avenida 13 de Maio são proibidos

Por conta do trabalho das equipes de resgate a vítimas do desabamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro, não será permitido o acesso aos prédios da avenida Treze de Maio. A via continuará fechada para carros e pedestres. Após o acidente, as equipes da prefeitura continuam trabalhando nesta quinta-feira no local. Agentes da Defesa Civil, Guarda Municipal, Secretaria de Saúde, CET-Rio, Assistência Social, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar trabalham na área isolada. 



Mais de 40 agentes da Defesa Civil e Secretaria Municipal de Saúde estão na região, tendo como suporte quatro ambulâncias para remoção das vítimas. Cerca de 200 homens da CET-Rio e da Guarda Municipal encontram-se nas ruas orientando o trânsito no entorno do desmoronamento. A CET-Rio também posicionou dez reboques na região e dez painéis em diferentes pontos da cidade. A Rioluz dá apoio com 20 homens, três caminhões do tipo cesto, geradores, equipamentos de segurança e iluminação. A Seconserva atua com 30 homens, 10 caminhões e duas escavadeiras. A Comlurb conta com 30 homens, 10 caminhões e duas pás mecânicas. 

A Secretaria Municipal de Obras disponibilizou três escavadeiras hidráulicas, um guindaste de 100 toneladas, duas tesouras mecânicas e um rompedor pneumático. A Secretaria de Ordem Pública patrulha a área com seis equipes de controle urbano, enquanto a Secretaria de Assistência Social atua com 20 profissionais.
O Centro de Operações está em alerta tomando as medidas necessárias, como deslocamento de equipes e acionamento de outros órgãos e concessionárias, para minimizar o impacto do desabamento e facilitar o trabalho das equipes. O monitoramento é feito por cerca de 50 operadores na Sala de Controle, que utilizam 15 câmeras na região afetada. 

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) acompanha o trabalho das equipes e falou sobre os resgates: "Infelizmente já foram encontradas três vítimas fatais. Os bombeiros continuam as buscas. O trabalho de limpeza avançou muito, com a retirada dos entulhos. Queremos acelerar o trabalho para que possamos saber o que de fato aconteceu". 

Paes reforçou o pedido para que a população evite o Centro da cidade hoje: "Pedimos para que as pessoas que trabalham na avenida Treze de Maio e no entorno que não insistam em vir para cá, pois não estamos permitindo o acesso aos prédios. Tudo isso para ajudar os bombeiros e as equipes de resgate que precisam desse espaço liberado. O principal trabalho no dia de hoje e a prioridade aqui na região é do Corpo de Bombeiros para salvar vidas." 

Os três prédios que desabaram eram comerciais e não há informação de pessoas que morassem no local. Um deles era de 20 andares, outro de dez e um terceiro com quatro andares. "Em relação aos desaparecidos, montamos na Câmara dos Vereadores uma estrutura para atender as famílias com assistentes sociais, enfermeiros, médicos e ambulâncias, completou Paes." 


A Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (Ceg) informou que não fornecia gás para nenhum dos três prédios que desabaram e que não há registro de pedido de vistoria para as construções.(Terra)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Obra da Torre panorâmica de Niterói vai ser licitada na próxima semana

Sofisticado monumento, já considerado como mais um componente de beleza no cenário niteroiense, permitirá uma das mais belas vistas da Baía de Guanabara, com 80 metros


As obras da torre panorâmica do Caminho Niemeyer serão licitadas na próxima segunda-feira e o empreendimento deverá ficar pronto em meados de 2012, de acordo com a Secretaria de Estado de Obras. O sofisticado monumento, por si mesmo um componente de beleza no cenário niteroiense, permitirá ao visitante uma das mais belas vistas da Baía de Guanabara, a 80 metros de altura.

A torre sairá do papel graças ao enquadramento da obra no Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) Rio de Janeiro, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Governo do Estado. O custo será de quase R$ 20 milhões.

A nova atração turística terá, no topo, um restaurante e um bar com vista panorâmica. Em sua base, ficarão uma praça de alimentação, um centro de informação turística, além de lojas.

Segundo o coordenador do Prodetur Rio de Janeiro e subsecretário de Urbanismo, Vicente Loureiro, o governador Sérgio Cabral atendeu pedido do prefeito Jorge Roberto da Silveira e determinou à Secretaria de Obras o enquadramento do projeto no programa.

“O BID aprovou a proposta, mas exigiu um estudo de viabilidade técnica e econômica do projeto. A pesquisa comprovou o grande potencial de atração turística da torre, diante da sua localização privilegiada em relação à Baía da Guanabara. Ela também está situada em um ponto de grande convergência de público: a estação das barcas, o terminal da Linha 3 do metrô e a estação para ônibus municipais e intermunicipais”,  listou Loureiro.

O estudo mostrou que a obra trará grandes benefícios para Niterói. A demanda turística poderá ser elevada em até 30% com o fluxo de turistas que pretendem visitar o Caminho Niemeyer, o que deverá fomentar o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva na cidade. Novos hotéis e restaurantes poderão surgir e outras empresas do segmento, como agências e operadoras de viagens, estão previstas.

O Caminho Niemeyer vai do centro até a Praia de Boa Viagem. A partir do Museu de Arte Contemporânea (MAC), o arquiteto Oscar Niemeyer traçou uma série de projetos para Niterói. As construções começaram a ser erguidas em 2002 e formam o segundo maior conjunto arquitetônico assinado por Niemeyer, perdendo apenas para Brasília.

Integram o grande conjunto, além do MAC, a Praça JK, o Memorial Roberto Silveira, o Terminal de Charitas e o Teatro Popular de Niterói, equipamentos já finalizados. Encontram-se em obra o Museu Petrobras de Cinema e a sede da Fundação Oscar Niemeyer. Dois projetos ainda não foram iniciados: o Centro de Convenções e a Torre Panorâmica.

O secretário de Turismo, Ronald Ázaro, acredita que Niterói só tem a ganhar com a construção da torre panorâmica.

“Os equipamentos turísticos do Caminho Niemeyer movimentam não só a ocupação da rede hoteleira, como também os postos de trabalho nas áreas de serviço e comércio. Niterói se iguala com esta construção a várias cidades do mundo que têm entre seus atrativos uma torre panorâmica. Só que a de Niterói tem um atrativo a mais: leva a assinatura do mundialmente conhecido arquiteto Oscar Niemeyer”, ressaltou Ázaro.

A Secretaria de Turismo é o órgão executor do Prodetur no estado. Ela aprova projetos, repassa os recursos e fiscaliza a execução das obras e ações. O programa vai investir US$ 187 milhões (US$ 112 milhões pelo BID e US$ 75 milhões pelo Governo do Estado) em várias ações, como produção turística, infraestrutura, estratégia de comercialização, ambiente, fortalecimento institucional e encargos e gerenciamento, com a finalidade de preparar o Estado do Rio para recepção de turistas nacionais e internacionais, dinamizada com a realização de megaeventos nos próximos anos.(O Fluminense)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Raio atinge Niterói Shopping e deixa torre sem fornecimento de energia

Shopping tem 31 andares e é o mais alto do Centro de Niterói. Lojas estão abertas normalmente e a rotina do comércio localizado nos três primeiros andares não foi alterada

A torre do Niterói Shopping está sem energia elétrica nesta quarta-feira. A sub-estação de energia do prédio foi atingida por um raio durante esta madrugada. Os elevadores não funcionam e a partir do quarto andar os escritórios empresariais estão fechados. Já as lojas estão abertas normalmente e a rotina do comércio localizado nos três primeiros andares não foi alterada.

A previsão da volta da energia na torre do shopping é entre as 14 e 15h, segundo a administração. O estacionamento não foi comprometido.

O Niterói Shopping tem 31 andares e é o mais alto do Centro de Niterói. O estabelecimento abriga consultórios médicos e outras empresas. Testemunhas relatam que clientes têm que subir através das escadas.(O Fluminense)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Construção do mergulhão vai mudar rotina do trânsito no Centro da cidade


Obras na Avenida Marquês de Paraná começam nesta semana e os motoristas vão encontrar algumas mudanças no caminho, entre a Amaral Peixoto e a Rua Dr. Celestino

As obras para a construção de um mergulhão na Avenida Marquês de Paraná, no Centro, começam esta semana e os motoristas encontrarão algumas mudanças no caminho. A Emusa, através da Diretoria de Pequenos Reparos, já está fazendo a remoção do canteiro central para viabilizar o acesso à Rua Euzébio de Queiroz, e a Diretoria de Manutenção fará o remanejamento das redes de águas pluviais e acompanhará os serviços das concessionárias.

O empreendimento, que será entre a Avenida Amaral Peixoto e Rua Doutor Celestino no sentido Icaraí, é parte do projeto de trânsito traçado pelo arquiteto Jaime Lerner para a cidade e visa desafogar o tráfego na principal avenida de acesso à Ponte Rio-Niterói. A primeira fase das obras, no entanto, interfere mais no trajeto para quem precisa acessar o Centro.

Automóveis e caminhões procedentes de Icaraí terão acesso ao Centro através das ruas Euzébio de Queiróz e Marquês de Olinda, chegando à Avenida Amaral Peixoto. Os ônibus não terão seus itinerários alterados, por enquanto, continuando a utilizar a faixa exclusiva para entrar no Centro.

O trânsito vai operar em esquema especial, monitorado pelas equipes da Subsecretaria Municipal de Trânsito e operadores da NitTrans. Para os motoristas que vêm de Icaraí em direção à Ponte Rio-Niterói, não haverá alterações no trajeto nesta primeira fase da obra.

Cronograma – A Niterói, Transporte e Trânsito (NitTrans) informou que já realizou prospecção para identificação de todas as redes de serviços públicos e que está mantendo contato com as concessionárias.
Segundo a Prefeitura, a Águas de Niterói e a Oi iniciam, na quarta, o remanejamento de suas galerias, de acordo com o traçado acordado com a NitTrans. O Executivo Municipal não tem previsão, ainda, a respeito do término das obras.

“O período de duração da primeira fase das obras só poderá ser determinado após o início dos trabalhos de remanejamento. Enquanto isso, a Prefeitura de Niterói fará ações preliminares para a segunda fase do projeto, quando serão efetuadas obras de terraplanagem e fundações do mergulhão”, informou, em nota.

O que modifica no trajeto

De Icaraí para a Ponte – Não há mudanças.

De Icaraí para o Centro – O motorista que sai de Icaraí em direção ao Centro deve pegar a Rua Euzébio de Queirós (à esquerda) e entrar na Rua Marquês de Olinda (à direita) e enfim chegar na Avenida Amaral Peixoto (à esquerda). Mas a sugestão é para que os motoristas utilizem o trajeto da orla, por Icaraí, Ingá e Gragoatá. O estacionamento está proibido nas ruas Euzébio de Queirós e Marquês de Olinda.
Da Ponte para Icaraí - Os motoristas que vierem da ponte devem entrar na Avenida Amaral Peixoto (à direita), virar na Rua Professor Manoel de Abreu (à esquerda) e pegar a Rua Doutor Celestino (à esquerda) para chegar à Avenida Marquês do Paraná. O estacionamento na Rua Doutor Celestino está proibido.

Hospital Antônio Pedro – Poderá ser feito pelas entradas do Bairro de Fátima, através da Rua Andrade Pinto. As ambulâncias, no entanto, poderão cruzar as pistas para acessar diretamente os hospitais situados no Bairro de Fátima, durante o socorro de pacientes. Caso o motorista venha do Centro e queira ir para o hospital deverá ir até Icaraí e voltar.

Projeto complexo
O Plano Lerner foi elaborado em 2009. Baseado no modelo de modernização do trânsito de Curitiba, o ex-prefeito da capital paranaense projetou para Niterói um sistema de transporte que funcionaria com linhas de ônibus atuando de forma semelhante a um metrô de superfície. Segundo o projeto, serão cinco terminais de ônibus na cidade – sendo dois principais: um no Largo da Batalha e outro no Terminal Rodoviário João Goulart, e três de integração no Caramujo, Charitas e na Região Oceânica.

Os estudos da equipe técnica de Jaime Lerner apontaram como principal problema da cidade a falta de opções para obras viárias. Por isso, o arquiteto propôs o alargamento da Avenida Marquês do Paraná e a criação de um mergulhão para diminuir o congestionamento na principal via de acesso à Ponte Rio-Niterói. A estimativa é que as novidades exigirão investimentos de R$ 205 milhões.

Nos planos desenvolvidos pela equipe Lerner, 94 ônibus de modelos articulados ou padrão, farão a ligação entre os terminais. O passageiro não precisará pagar uma nova passagem ao desembarcar em uma das estações para pegar outro ônibus. Com isso, o número de  veículos circulando cairia drasticamente na cidade. Atualmente, o sistema opera com 600 ônibus, transportando diariamente 235 mil passageiros.

Ainda estão previstos no projeto do arquiteto Jaime Lerner alternativas de transporte marítimo, na travessia da Baía de Guanabara, ligando o Rio a Niterói e São Gonçalo. Além de modificações em vias auxiliares.(O Fluminense)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Operação contra agiotagem prende três pessoas no Centro de Niterói


Policiais da Delegacia do Consumidor foram até cinco escritórios na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói. Na ação foram presas três pessoas e apreendidos cerca de R$ 5 mil

Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon), com sede na Gávea, realizaram na manhã desta terça-feira, a “Operação Juros Legais”, de combate à agiotagem, em Niterói. Os agentes foram a cinco escritórios na Avenida Amaral Peixoto, no Centro, e constataram a prática em pelo menos três deles. Na ação, foram presas três pessoas e apreendidos aproximadamente R$ 3 mil em espécie, além de notas promissórias e cadernos de anotações com contatos telefônicos de clientes.

A polícia chegou aos escritórios através da denúncia de uma vítima do esquema. Acredita-se, porém, que as ações realizadas na semana passada, quando teve início a operação, em três escritórios do Centro do Rio e da Tijuca, também tenham levado alguns escritórios de agiotagem a migrarem para Niterói. Na ocasião, cinco pessoas foram detidas.

“Estamos averiguando essa possibilidade e também se há alguma ligação entre esses estabelecimentos”, informou o titular da especializada, Maurício Luciano de Almeida e Silva.

As prisões e apreensões aconteceram nos escritórios que funcionavam nas salas 206 e 807, situadas nos edifícios números 55 e 60 da avenida, respectivamente. Neste último prédio, foram identificados mais dois estabelecimentos suspeitos, que foram interditados. Em um deles, no segundo andar, a polícia suspeita que funcionários tenham fugido pela janela após perceberem a presença policial através das câmeras de segurança. Já o outro, no nono andar, atuava com o nome de uma instituição financeira conhecida, mas foi interditado para averiguação devido às suspeitas de irregularidade.

Outro alvo da Decon, situado no número 207 da mesma avenida, também foi vasculhado, mas ninguém teria sido encontrado no local.

Segundo o delegado, os escritórios cobravam juros abusivos, que chegavam a cerca de 50% ao mês, caso a vítima atrasasse o pagamento.(O Fluminense)

sábado, 30 de abril de 2011

Máfia dos 'flanelinhas' age impune no Centro de Niterói



Apoiados por traficantes da região, os guardadores põem motoristas em risco e inibem a fiscalização. Problema é maior em trechos da Moacyr Padilha e Luis Eduardo Gomes

A Secretaria de Segurança e Controle de Niterói vai pedir ajuda à Polícia Militar para pôr fim na máfia dos flanelinhas que tomou conta de trechos das ruas Moacyr Padilha e Luis Eduardo Gomes, onde o estacionamento é proibido no Centro de Niterói. Segundo o secretário Wolney Trindade, guardadores clandestinos chegam a cobrar R$ 5 por uma vaga junto às calçadas, estreitando as pistas e colocando em risco a segurança de motoristas que passam pelo local, bastante usado como atalho entre o bairro e Icaraí.

Com apoio de traficantes do Morro do Estado, que tem um dos acessos pela Moacyr Padilha, os flanelinhas estariam ainda extorquindo livremente dinheiro de motoristas e ameaçando a fiscalização da Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans). Uma reunião agendada por Wolney entre donos de estabelecimentos na região e o comando do 12º BPM (Niterói) foi marcada para esta terça, às 15 horas, no batalhão.

“As ruas Moacyr Padilha e Eduardo Luiz Gomes possuem mão dupla e os estacionamentos ilegais em ambos os lados da pista acabam por complicar o trânsito, impedindo até mesmo ambulâncias de transitarem em algumas ocasiões. Como não há guardadores de carros legalizados, o local acabou por ser invadido por flanelinhas que se dizem ligados ao tráfico do Morro do Estado. Eles cobram um preço mais alto que um estacionamento legal e acabam por ameaçar quem precisa estacionar”,  denuncia Wolney.

Situação no local teria piorado- Segundo o secretário, a situação vem piorado nos últimos meses e o número de denúncias que ele tem recebido vem aumentado a cada dia “São casos diários de pessoas reclamando, dizendo que são ameaçadas ou constrangidas por esses flanelinhas, que avisam que se elas não pagarem o preço que eles querem, o carro vai ser arranhado e quebrado. As pessoas ficam com medo e acabam pagando”, acrescenta.

Wolney relata ainda que esses guardadores ilegais impedem que os agentes da NitTrans  fiscalizem o local. Caso tentem multar algum carro, são ameaçados pelos flanelinhas.  “Aquilo é uma bagunça. Não pode ter estacionamento dos dois lados e quem fiscaliza é ameaçado. Os caras que tomam conta dali se dizem ligados ao tráfico e eles inclusive brigam entre eles por espaço, como aconteceu naquele caso, quando um flanelinha  foi assassinado”,  diz o secretário, referindo-se a um incidente recente.

Delegado vai investigar denúncias

O delegado Nilton Pereira, titular da 76ª DP (Niterói), diz que por ter assumido há pouco tempo a delegacia, não está ciente da ação de flanelinhas na região, mas se comprometeu a investigar as denúncias.

O tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, por sua vez, diz que não recebeu nenhuma informação de ameaças no local, mas já se prontificou a acompanhar qualquer ação de fiscalização.(O Fluminense)

domingo, 24 de abril de 2011

Estudantes são principais vítimas de assaltos no Centro

Aumento na criminalidade, principalmente no trecho entre o Terminal Rodoviário e a Rua Dr. Fróes da Cruz, tem deixado alunos de escolas da região e mães preocupados


O aumento no número de assaltos no Centro de Niterói, principalmente no trecho entre o Terminal Rodoviário João Goulart e a Rua Doutor Fróes da Cruz, está deixando alunos de escolas particulares da região e mães preocupados. Outra via com grande incidência de assaltos é a Rua Saldanha Marinho, que fica deserta em determinados períodos do dia, facilitando a ação de bandidos. Segundo testemunhas, os crimes não têm hora para acontecer e muitos são os relatos de vítimas.

Aluno de Ciência da Computação, Diego Ferreira da Rocha, de 23 anos, contou que fica apreensivo quando sai da faculdade após as 22 horas.

“Para evitar assaltos, costumo reunir colegas de classe e sair da faculdade em grupos de cinco ou seis pessoas. Sair sozinho é se arriscar demais, é perigoso”, declarou.

Já a estudante de Direito Eliete de França, de 29 anos, disse que conhece diversos alunos da universidade em que estuda que já foram assaltados na região. A universitária revelou que vizinhos já foram assaltados na entrada do prédio onde mora, ao lado de um shopping no Centro.

“Sempre vejo colegas contando que foram assaltados e ficaram sem seus celulares. Os ladrões já levaram até material escolar. Toda a Avenida Rio Branco, principalmente o trecho da faculdade, deveria receber reforço policial para aumentar a segurança para nós alunos”, sugeriu.

Uma moradora da Saldanha Marinho acompanha diariamente o crescimento de furtos na via e a quantidade de alunos assaltados.

“Na semana passada, mais de 11 crianças de uma mesma escola foram atacadas. Entrei em contato com a unidade e me disseram que os seguranças particulares não conseguem garantir a segurança dos alunos além de seu quarteirão”, revelou.

Mãe de Ricardo, de 10 anos, aluno de um colégio particular na altura da Rua Saldanha Marinho, a dona de casa Keila Barcelos Tavares, de 36, sempre acompanha o filho na entrada e saída da escola para garantir que ele não será atacado, mas ela assume que isso não evita os assaltos.

“Ao descer da condução, olho para os lados e verifico se há algo estranho em volta. Geralmente, não vemos policiamento nas ruas, que se tornam muito perigosas”, lamentou.

Aluna do 3º ano do Ensino Médio, B.S., de 16 anos, declarou não ter mais tanto medo de assaltos, pois já foi vítima do crime em outros bairros.

“Já fui assaltada mais de uma vez em outros pontos da cidade e o medo não é tão grande.
Infelizmente, a gente acaba se acostumando com isso”, disse.

Colega de classe de B., o estudante D.T., de 17, mora perto da escola e contou que alguns assaltantes são moradores e frequentadores do bairro.

“Eu já vi pelo menos dois em bares aqui da região. Saio da escola e saio correndo para casa para tentar escapar dos ataques”, declarou.

Policiamento – O comandante do 12º BPM (Niterói), tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes, disse que o batalhão está atuando de forma intensa no Centro e que, em cinco dias de operação, foram presos seis assaltantes em flagrante.

“Agentes estão trabalhando à paisana para flagrar as ações, pois a maioria deles age sem armas. Com isso, se abordamos os suspeitos antes ou depois do crime, não conseguimos nada”, explicou, acrescentando que a ação vai continuar até que os índices de criminalidade caiam.

O delegado titular da 76ª DP (Centro), Nilson Silva, descreveu a maior dificuldade de se apurar esses crimes na região e prender os culpados.

“Como a população do Centro é flutuante, fica mais difícil apurar esses crimes e identificar os responsáveis, mas vou me reunir com o comandante do batalhão e vamos fazer um trabalho em conjunto para diminuir as taxas e pegar os criminosos. Assim como a população, a maioria dos bandidos que atacam na região é de outras localidades”, analisou.(O Fluminense)

domingo, 17 de abril de 2011

Estação de Tratamento de Esgoto se rompe e fere oito em Niterói

A estação de tratamento de esgoto Toque-Toque, da concessionária Águas de Niterói, se rompeu por volta das 12h30 deste domingo. O acidente aconteceu na Praça Azevedo Cruz, no Centro de Niterói e feriu pessoas que estavam no local.

Uma correnteza de detritos invadiu imóveis e lojas e arrastou veículos, que chegaram a se chocar. A praça e ruas próximas foram tomadas pela maré de esgoto.

Oito pessoas foram levadas para o Hospital Azevedo Lima, no bairro do Fonseca, com fraturas e escoriações. O Corpo de Bombeiros ainda não sabe informar o estado de saúde das vítimas.

A Defesa Civil de Niterói e técnicos da empresa estão no local para avaliar o que causou o acidente.(O Dia)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Engavetamento no Centro de Niterói deixa dois feridos

Três ônibus e uma van colidiram na Avenida Feliciano Sodré, esquina com Barão do Amazonas, complicando trânsito na região. Entre as vítimas estava idoso de 72 anos

Um acidente envolvendo três ônibus e uma van na Avenida Feliciano Sodré esquina com a Rua Barão do Amazonas, no Centro de Niterói, complicou o trânsito no sentido São Gonçalo e deixou um idoso e uma mulher feridos no início da tarde desta sexta-feira.

De acordo com os motoristas dos coletivos da viação Estrela, da linha 526A; e Mauá, das linhas 100 e 532, a van legalizada parou de repente na pista, provocando a colisão. Dois ônibus que vinham em seguida conseguiram freiar, mas o terceiro não teve tempo de parar e bateu na traseira do segundo ônibus, provocando o engavetamento. 

Carlos Alberto Salgueiro, de 72 anos, e Ana Lúcia Cardoso Donola, 49 anos, que estavam no coletivo da viação Estrela, tiveram ferimentos leves e foram socorridos no local pelo Corpo de Bombeiros.

Agentes da NitTrans (Niterói Transporte e Trânsito) foram acionados para orientar os motoristas e uma das faixas da via foi parcialmente interditada no local do acidente, tumultuando o trânsito na região.(O Fluminense)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Novo atraso no Restaurante Popular de Niterói revolta frequentadores

Usuários reclamaram que almoço demorou quase duas horas para ser servido e os portões do estabelecimento se mantiveram fechados. Falta d’água teria causado o problema

O almoço no Restaurante Cidadão antigo Restaurante Popular localizado na Avenida Rio Branco esquina com Rua Marechal Deodoro, no centro de Niterói, na manhã desta quinta-feira, atrasou mais uma vez. Acostumados e chegar cedo ao local para não pegar fila, usuários ficaram irritados, pois tiveram que aguardar por volta de duas horas a abertura dos portões do restaurante.

Moradora de Itaboraí, Maria de Lourdes, de 43 anos, que não quis se identificar, revela que o restaurante está sujo e abandonado.”Há quanto tempo que isso não vê água? Aquele restaurante que era, acabou”, completou a trabalhadora autônoma.

De acordo com uma das Nutricionistas do Restaurante Cidadão que não quis se identificar, o estabelecimento estava sem água desde às 5h e teve dificuldade para preparar o café da manhã.”O carro pipa só chegou às 10h, aí ficou difícil de prepararmos o almoço à tempo”, contou.

Coincidências – Também em uma quinta-feira, no dia 17 do mês passado, o Restaurante Cidadão teve o mesmo problema de falta d’água. Na ocasião, freqüentadores também reclamaram da demora do almoço que só foi sair depois do meio dia. A solução encontrada foi novamente chamar um carro Pipa.(O Fluminense)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Vigilância Sanitária interdita estabelecimento comercial no Centro


Mercado estaria comercializando produtos inadequados para consumo e 1,5 tonelada de alimentos foi descartada. Gerente foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos

Um mercado foi interditado, na tarde desta terça-feira, durante uma operação do Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Devig), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), e da Delegacia do Consumidor (Decon) no Centro Comercial José Carreteiro, no Centro de Niterói. A inspeção foi realizada em todos os estabelecimentos que comercializavam alimentos, como peixes e aves. O gerente da loja foi levado à delegacia e autuado por crime contra ordem tributária e relações de consumo, com pena prevista de 2 à 5 anos de reclusão.

O local foi lacrado, pois estava comercializando produtos inapropriados para consumo. Fiscais e policiais encontraram carne moída, fígados, corações de avestruz, frangos fracionados, lingüiças, salsichas, mortadelas, queijos e presuntos expostos ao consumo sem indicação da procedência, expostas a moscas e com validade vencida. Ao todo, foi descartada mais de 1,5 tonelada de carnes e frangos. O material foi recolhido por um caminhão da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) e levado ao aterro sanitário, onde será enterrado.

Ao todo, foram emitidos todo 10 Termos de Intimação, 23 Autos de Infração, três Autos de Apreensão e Inutilização e dois Rótulos de Interdição. Chefes da Sanitária e das divisões de alimentos, saúde, de medicamentos e correlatos; oito fiscais sanitários; quatro fiscais de posturas; agentes e o delegado titular da Decon, Maurício Luciano; cinco guardas e o secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, participaram das ações.(O Fluminense)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Guarda Municipal retira moradores de rua no Centro de Niterói


Ações aconteceram na Praça Juscelino Kubitschek e na Rua Coronel Gomes Machado. População foi levada para centro de referência e depois recebeu atendimento específico


A Secretaria de Assistência Social de Niterói e a Guarda Municipal realizaram operação para retirar moradores de rua do Centro. As ações foram concentradas na Praça Juscelino Kubitschek e na Rua Coronel Gomes Machado. As pessoas foram encaminhadas para o Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Crepop) onde receberam atendimento específico.

Mesmo conhecendo a equipe de abordagem, composta por educador social, psicólogo, assistente social e pedagogo, muitos moradores de rua ofereceram resistência para deixar os locais e foi necessário intenso trabalho de convencimento. Além da retirada, o Crepop providencia a higiene pessoal dos atendidos e a retirada de documentos, entre outros serviços oferecidos.

”Ações como essas pretendem, por meio de sensibilização e conscientização, a aceitação do acolhimento”, disse um integrante da equipe.

Pedestres e estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF), que circulam  com frequência pelo local, apoiaram a ação da Prefeitura.
”É desconfortável não só para eles, pois sabem do perigo das ruas, como para a imagem da cidade, que recebe turistas durante o ano todo”, afirmou o empresário Rodrigo Martins de Oliveira, de 31 anos.

A estudante de Letras Isabel Cristina, de 28 anos, diz que teme ao passar sozinha pelo local quando sai da faculdade.

”Fico com medo de passar por aqui. Meu amigo um dia desses chegou branco na faculdade, dizendo que foi furtado pelos moradores de rua”, declarou. 

Na ação realizada na última segunda-feira, nos mesmos locais, 11 pessoas receberam o atendimento e foram encaminhadas também para o Crepop.  

A Secretaria de Assistência Social informou que está atuando de forma intensa na região devido à complexidade da situação, ou seja, a resistência constante das pessoas que ocupam o local em relação ao trabalho de abordagem e a tentativa de convencimento para que elas saiam das ruas. O órgão ressalta que a aceitação das pessoas ocorre de forma lenta e gradual.(O Fluminense)

terça-feira, 29 de março de 2011

Ônibus é assaltado no Centro de Niterói na hora do rush

Homem armado entrou em coletivo da Viação Ingá que passava pela Avenida Visconde do Rio Branco e ameaçou passageiros. Criminoso fugiu levando dinheiro e celulares

A onda de assaltos a coletivos em Niterói voltou a assustar usuários na manhã desta terça-feira. Desta vez, passageiros de um ônibus da Viação Ingá que fazia o trajeto Centro - Teixeira de Freitas (Linha 23) tiveram pertences levados por um homem armado com uma pistola por volta das 8h, em plena hora do rush.

De acordo com as vítimas, o criminoso entrou no veículo no ponto da Avenida Visconde do Rio Branco, esquina com Rua Doutor Fróes da Cruz e anunciou o assalto em seguida. Quatro pessoas, além do motorista e do trocador estavam no coletivo, mas apenas os passageiros foram assaltados. 

O suspeito, que seria branco, e estaria vestindo bermuda, camiseta e chinelos, teria ameaçado as vítimas e exigido celulares e dinheiro. Ele desembarcou na Avenida Feliciano Sodré, próximo à Rodoviária, levando pelo menos dois aparelhos e R$ 85. O ônibus não possuía câmeras de segurança.
O caso foi registrado na 76ª DP (Centro).(O Fluminense)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Moradores de rua invadem antigo hospital no Centro de Niterói


Obras não começam e sem-tetos voltam a tomar conta do edifício onde será a Central de Transplantes. No local, há acúmulo de lixo. Moradores de prédios vizinhos reclamam

O prédio do antigo Hospital Santa Mônica, situado na Rua Marquês de Paraná, no Centro, voltou a ser ocupado por moradores de rua. Desapropriado em 2009 pelo Governo o Estado, o imóvel, com três blocos, que será reformado para a implantação de uma Central de Transplantes, já chegou a ser desocupado no final do ano passado, em uma ação que contou com policiais militares e representantes das secretarias estaduais de Saúde e Assistência Social.(O Fluminense)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Instabilidade da energia elétrica gera transtorno a moradores de Niterói


A concessionária Ampla informou que tratam-se de casos isolados, que podem ter ocorrido por motivos diversos e não necessariamente por aumento do consumo típico dessa época do ano

Moradores e comerciantes do Centro, Zona Sul e Região Oceânica reclamam dos constantes piques de energia elétrica em suas casas e estabelecimentos. 

Em Icaraí, um dos pontos mais afetados, fica na Rua Álvares de Azevedo nas proximidades com a Avenida Roberto Silveira. É o que afirma João Antero Lorga, 63 anos, dono de um restaurante situado na esquina das duas vias. 

“As quedas são rotineiras. Já perdi inclusive uma impressora. Isso acaba atrapalhando muito o atendimento e o cliente na fila não quer saber se o problema é seu ou não. Em sete meses de funcionamento tivemos pelo menos três interrupções no fornecimento de energia. Em uma das vezes, devido à explosão de um transformador à noite, fomos obrigados a fechar”, conta. 

Ainda na Rua Álvares de Azevedo, o gerente comercial de um curso de informática, Ricardo Vasconcellos, pede providências. 

“Essa é uma questão que preocupa muito. Ainda mais porque fornecemos cursos cuja principal ferramenta é o computador e não possuímos geradores. Solicitamos à concessionária de energia elétrica que avalie suas instalações”, requer. 

Já Fábio Costa, 29 anos, dono de uma loja de colchões na Rua Visconde de Itaboraí, no Centro, afirma que teve o computador do caixa queimado após um pique de energia no ano passado. 

“Sempre há quedas de energia. Elas duram poucos segundos e o serviço é normalizado em seguida. Às vezes, a luz nem chega a faltar, mas percebemos uma queda de fase”, conta. 

Ainda no Centro, na Rua Visconde de Sepetiba, o problema persiste. É o que afirma o dono de uma loja de consertos de eletroeletrônicos.

“Você mede a voltagem agora e daqui a pouco ela já é outra. O fornecimento oscila muito. O serviço é assim o ano todo, mas, quando chega o verão, piora. Isso quando o transformador não explode, gerando um transtorno ainda maior”, afirma o técnico. 

Na Região Oceânica, a situação se repete. O protético Antônio Carlos Curado, 52 anos, reclama que o problema só tem piorado. Morador da Avenida Conselheiro Paulo de Mello Calle (antiga Avenida 6), em Piratininga, onde possui um consultório odontológico, o profissional se sente lesado.

“Ficamos até quatro dias sem luz. Já procurei a Justiça, a Agência Reguladora de Energia Elétrica (Aneel), mas não deu em nada. Me sinto prejudicado, porque preciso de energia elétrica para exercer minha função. É um absurdo que em uma região que cresceu absurdamente, o transformador seja o mesmo utilizado há 30 anos, quando em vez de 30 mil casas existiam cerca de 30”, desabafa. 

Com relação aos piques de energia relatados, a Ampla informou que tratam-se de casos isolados, que podem ter ocorrido por motivos diversos e não necessariamente por aumento do consumo de energia. A concessionária esclarece, ainda, que segue as regras da Aneel no que diz respeito aos procedimentos para ressarcimento em caso de prejuízos. O cliente lesado deve se encaminhar a uma loja da Ampla no prazo de 90 dias corridos, a contar da data provável da ocorrência do dano elétrico no equipamento.  

Baixada – Vários bairros da Zona Oeste, Zona Norte e Zona Sul do Rio, além da Baixada Fluminense ficaram sem energia elétrica na manhã de ontem. Segundo a Light, o problema começou na noite de terça, quando a chuva provocou descargas elétricas e quedas de galhos de árvores sobre a rede. Na madrugada do último dia 28, a mais quente do ano, vários bairros do Rio, Niterói e São Gonçalo também ficaram sem luz.(O Fluminense)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Policiais investigam desaparecimento de uma jovem no Morro do Estado

No último dia 10, ela teria saído de sua residência para levar a sobrinha na casa da ex-cunhada e não retornou. Seu celular permanece desligado desde então

Policiais da 76ª DP (Centro) realizam na manhã desta terça-feira no Morro do Estado, no Centro de Niterói, a procura de uma jovem de 18 anos, desaparecida desde o último dia dez, que estaria em cárcere privado na comunidade. A denúncia foi feita pelo pai da adolescente, moradora de Queimados, na Baixada Fluminense. De acordo com ele, a jovem teria recebido ameaças de pessoas ligadas a traficantes do Morro.

No dia 10, ela teria saído de sua residência para entregar a sobrinha na casa da ex-cunhada, moradora do Morro do Estado e não retornou. Seu celular permanece desligado desde então.

O delegado Luiz Antônio Businaro, titular da 76ª DP (Centro), onde o caso foi registrado, informou que possui o nome de uma pessoa suspeita e que as informações estão sendo checadas.(O Fluminense)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Acidente no Centro deixa pelo menos 13 pessoas feridas

Dois ônibus colidiram na Avenida Feliciano Sodré esquina com a Barão do Amazonas, no sentido Niterói. Via chegou a ficar totalmente interditada e trânsito ficou caótico

Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo dois ônibus na Avenida Feliciano Sodré, esquina com Rua Barão do Amazonas, no Centro de Niterói, na manhã desta quinta-feira. A via chegou a ficar totalmente interditada no sentido Niterói e o trânsito ficou caótico na região.

Por volta das 11h40, um ônibus da viação Nossa Senhora do Amparo, linha 585  (Itaipuaçu / Niterói) colidiu na traseira de um coletivo da empresa Galo Branco, linha 531 (Jardim Alcântara / Niterói), próximo à sede da Polícia Federal.

As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas para os hospitais estaduais Azevedo Lima, no Fonseca, e Alberto Torres, no Colubandê, em São Gonçalo.

Duas faixas da via foram liberadas por volta das 12h20, mas o trânsito permaneceu complicado. As retenções provocadas pelo acidente chegaram até a descida da Ponte, e ainda na Alameda São Boa Ventura, no Fonseca, e Avenida do Contorno, no Barreto.(O Fluminense)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Secretaria de Segurança de Niterói se prepara para combate a camelôs


Guarda Municipal da cidade de Niterói vai ganhar armas para atuar no Centro e em Icaraí. Equipamentos considerados não-letais estarão à disposição do município em 2011

A Guarda Municipal de Niterói vai ganhar armas para atuar no Centro e em Icaraí. Segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Wolney Trindade, equipamentos considerados não-letais deverão estar à disposição do município até abril do próximo ano. Agentes que atuam nas áreas de controle urbano e ambiental vão iniciar treinamento em janeiro.

No Centro da cidade serão priorizadas a utilização das armas nas ruas onde existam ambulantes legalizados, mas também atuem os ilegais, como São João e Coronel Gomes Machado, além das Avenidas Rio Branco e Ernani do Amaral Peixoto. Em Icaraí, os guardas armados estarão na Moreira César, Lopes Trovão, Miguel de Frias e Osvaldo Cruz, entre outras. A princípio, só agentes de controle urbano e ambiental, cerca de 50 % do efetivo de 400 homens, participarão do treinamento com as armas não letais. O quadro pode ser ampliado posteriormente. 

 “Esse projeto já foi experimentado em vários locais e teve resultados muito positivos. Na cidade do Rio, os guardas se tornaram importantes no apoio para a PM. Quem faz qualquer serviço de ordem policial tem que possuir uma arma. As nossas autoridades precisam impor respeito”, justificou o secretário.
O secretário informou que já enviou o projeto de armar a guarda para aprovação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) do Ministério da Justiça, solicitando verba para a compra das armas. O valor não foi revelado, mas a contrapartida municipal, segundo Wolney Trindade,  será de 2%.

Agentes vão passar por treinamento específico
A legislação brasileira autoriza que guardas municipais e seguranças de empresas privadas utilizem armas não letais, desde que autorizados pelo Exército. Os agentes são obrigados a passar por cursos de treinamento que duram entre 30 e 90 dias. 

O sucesso obtido com o uso dessas armas fez com que alguns estados adotassem os equipamentos também para o uso das polícias civil e militar na atuação em pequenos conflitos concentrados, evitando exageros na abordagem a perturbadores da ordem pública.

O estado de São Paulo foi um dos primeiros a usar o spray de pimenta no Brasil. Em decorrência do Panamericano de 2007, o Rio de Janeiro recebeu da Secretaria Nacional de Segurança Pública alguns desses materiais.

A Guarda Municipal do Rio de Janeiro também utiliza esse tipo de equipamento, especialmente no trabalho de repressão a vendedores ambulantes não autorizados. Essa prática reduziu significativamente o número de pessoas feridas nesses casos e tem sido exemplo para outros municípios.

Escopetas com balas de borracha, pistolas de choque e spray de pimenta farão parte do arsenal
O objetivo de uma arma não letal é provocar desconforto até que uma pessoa interrompa um comportamento violento. O projeto inicial da Prefeitura de Niterói prevê a compra de pistolas capazes de provocar descargas elétricas e escopetas calibre 12, com balas de borracha. Essas armas são normalmente utilizadas para conter tumultos em casos de multidões. Os agentes poderão usar os sprays de pimenta em casos individuais. 

Apesar do termo utilizado para designá-las, as armas não letais podem levar um indivíduo à morte, caso sejam mal utilizadas. As balas de borracha podem provocar ferimentos graves se atingirem o rosto da vítima e serem fatais se conseguirem atravessar a garganta, por exemplo.

 As pistolas elétricas também podem provocar choque superior ao que o ser humano é capaz de suportar. Por esse motivo, a lei exige que só sejam usadas por pessoas devidamente treinadas.

 Wolney Trindade disse que vai procurar o comando do 12º BPM (Niterói) para solicitar ajuda na capacitação dos guardas municipais. Os guardas municipais serão instruídos a usar as armas somente em situações críticas. A Secretaria ainda está levantando o custo do curso. 

Polêmica - A novidade já divide opiniões na cidade. O empresário Lurian Dutra, de 48 anos, morador de Icaraí, acha que essa é uma atitude que deveria ter sido tomada antes.

“Não entendo como esses guardas podem manter algum controle da situação se estão em desvantagem em relação a baderneiros e bandidos armados. Não adianta apenas chamar a PM”, opinou.

Já a estudante de fisioterapia, Aline Soares, de 26, moradora do Centro, é contra a medida.

“Não podemos correr o risco de mais armas nas ruas, sendo usadas por pessoas que podem não estar preparadas. Não sei se a prefeitura traça um perfil psicológico antes de contratar os guardas. Isso é importante”, argumentou.(O Fluminense)

Polícia apreende mais de 200 quilos de sardinha no Mercado São Pedro

Quantidade de peixe apreendida foi distribuída, após a perícia, para moradores do Complexo do Alemão, a mesma comunidade que recebeu as doações no início desse mês

Policiais do Batalhão de Polícia Militar Florestal e de Meio Ambiente apreenderam, na madrugada deste sábado, 220 quilos de sardinha no Mercado de peixes São Pedro, no bairro Ponta da Areia. A operação integra o patrulhamento constante realizado em pontos que comercializam a sardinha, que está em período de defeso.

Segundo os policiais, um suspeito foi encaminhado para a 76ª DP (Centro), mas foi liberado após de prestar depoimento pos não houve flagrante. 

A quantidade de peixe apreendida foi distribuída, após a perícia, para moradores do Complexo do Alemão, Rio de Janeiro, mesma comunidade que recebeu as doações no início do mês.(O Fluminense)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Três suspeitos morrem em tiroteio com a PM em Niterói

Troca de tiros aconteceu no Morro do Serrão, no Centro de Niterói.
Com os homens foram apreendidas armas e drogas.

Três suspeitos de tráfico de drogas morreram nesta quinta-feira (11) durante uma troca de tiros com policiais militares no Morro do Serrão, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. As informações foram confirmadas pelo comandante do 12º BPM (Niterói), Ruy França.

Segundo ele, com os homens foram encontrados um revólver e duas pistolas, além de grande quantidade de maconha e cocaína.

O comandante disse ainda que a Polícia Militar foi ao local após denúncias de moradores, que informaram a presença de homens armados circulando pela favela.(G1)