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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Morro do Estado, em Niterói, vai receber obras de urbanização

Projeto custou aproximadamente R$ 137,5 mil e contará também com o planejamento logístico da comunidade. Moradores estão ansiosos para receber as melhorias

O Morro do Estado receberá em breve obras de urbanização, infraestrutura e habitação. Um anteprojeto está sendo elaborado pela empresa Aurtografics Arquitetura e Planejamento LTDA, que deverá ser entregue no prazo de 120 dias.

O projeto custou cerca de R$ 137,5 mil e contará também com o planejamento logístico da comunidade. Os moradores estão ansiosos para receber as melhorias.

O morro é uma das maiores comunidades da cidade em número de habitantes e em densidade demográfica. É um bairro que possui características que o distinguem dos demais: a sua ocupação caracteriza-se pela forte segregação espacial em relação aos bairros vizinhos. Seu crescimento se manifestou da parte baixa para a parte alta e das bordas para o interior do morro, sem qualquer planejamento de infraestrutura e saneamento básico.
O reciclador Luiz Vanderlei Guedes, 48 anos, acredita que as obras ajudarão a comunidade e poderão torná-la referência assim como o complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.
“Se o projeto sair do papel e formos contemplados solucionará muitos problemas aqui da comunidade. Quem sabe poderemos nos tornar uma comunidade referência na cidade, com qualidade de vida e outras benfeitorias para os moradores, como educação ou talvez até um teleférico, como no Complexo de Alemão. Se aconteceu no Rio de Janeiro, aqui é possível também”, diz animado.
Apesar de não saber muito sobre o projeto a moradora da comunidade, Cilene Pereira da Costa, 34 anos, contou que espera ser contemplada com uma das casas do projeto habitacional.
“Durante as chuvas minha casa ficou comprometida, mas até hoje não recebi o Aluguel Social. Muitas famílias, assim como eu, não têm condições de fazer obras na casa e por isso gostariam muito de receber uma casa. Fico feliz em saber que a comunidade poderá ser contemplada com obras. Se é beneficio, é bem vindo”, conta.

Com as construções irregulares, muitas ruas tornaram-se inacessíveis, com isso a população acredita na proposta de abrir as vias da comunidade, para facilitar a entrada e saída de veículos. 

“São muitos becos, por isso acredito que a abertura das ruas, assim como aconteceu na Rocinha (Zona Sul do Rio de Janeiro), seria o ideal para todos. As ruas facilitariam a entrada de carros e até mesmo serviços de emergência”, disse a autônomo José Silveira Bastos, 44 anos.

Outra proposta feita pelos moradores é a contenção de encostas, já muitas casas ficam em áreas de riscos. A autônoma Priscilla Matheus, conta que não consegue dormir nos dias de chuva, por temer ser soterrada.

“Minha casa fica próxima a uma encosta que esta cedendo, quando chove não durmo tenho muito medo de que tudo caia sobre a minha casa. Se realizarem obra de contenção poderei viver tranquila com a minha família”, desabafa a moradora da comunidade. (O Fluminense)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Cancelados todos serviços de reforço no muro do Mirante de Boa Viagem

Prefeitura já havia contratado uma empresa, porém, “por razões de interesses públicos”, decisão foi revogada. Recuperação no local afetado após última ressaca sofre mudança

Estão canceladas por tempo indeterminado, as obras de reforço ao muro de gabião do Mirante de Boa Viagem. A Prefeitura já havia contratado uma empresa vencedora da licitação, mas “por razões de interesses públicos”, a decisão foi revogada. A informação foi publicada no Diário Oficial do município, no último sábado. 

A seqüência de ressacas do mês de maio com ondas de dois a quatro metros de altura, assustou moradores do local. A força da água destruiu ruas e calçadas de Icaraí, além de atingir uma garagem do prédio do Ingá e fazer desmoronar uma parte da encosta que segue em direção ao Mirante da Boa Viagem.

Ainda no mês de maio, um engenheiro civil e conselheiro do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), fez uma visita à Praia João Caetano, no Ingá e os resultados da avaliação apontaram que o solo estava cedendo.

MAC e prédios vizinhos precisam apenas de proteção- No entanto, a área residencial, formada por prédios, e o Museu de Arte Contemporânea (MAC) não teriam sofrido abalos em suas estruturas, mas a necessidade de obras de proteção da encosta foi uma das medidas avaliadas como indispensável.(O Fluminense)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Meio Ambiente e Justiça podem embargar a Via Orla

Conselho entregou à Prefeitura documento com resultado de reunião entre reitor da UFF e estudantes da instituição, onde foi decidido apoio a paralisação imediata do empreendimento


O Ministério Público de Niterói irá apreciar a representação feita pelo Conselho Comunitário da Orla da Baía (CCOB) que pede o embargo imediato das obras da Avenida Litorânea – as vias Orla e 100. O projeto teria sido paralisado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que é responsável pelo projeto da Via 100, após a ocupação e uma série de protestos de alunos no prédio da reitoria da instituição.

Porém, a Prefeitura precisa que a UFF cumpra um acordo sobre a cessão de algumas áreas para viabilizar a Via Orla. E a expansão dos campi da UFF depende desses projetos – que visam reduzir o impacto viário gerado pelo crescimento da cidade universitária.

De acordo com o promotor Luciano Mattos, da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente, a representação irá passar por uma fase de análise, onde será estudado se o caso realmente deve ser investigado pelo Ministério Público. Ainda não há prazo para o parecer.

O vice-presidente do CCOB, Carlos Valdetaro, afirma que o pedido de paralisação das obras é antigo, anterior à mobilização estudantil. Valdetaro ainda afirma que o CCOB entregou à Prefeitura, na tarde de ontem, o documento resultante da reunião entre o reitor Roberto Salles e os estudantes, onde foi decidido o apoio a diversas reivindicações da classe estudantil, inclusive a paralisação das obras da Via Orla e da Via 100.
Segundo Elen Del Giudice, uma das coordenadoras do Diretório Central dos Estudantes (DCE), os alunos da instituição irão acompanhar uma reunião na próxima segunda-feira, entre o Sindicato dos Trabalhadores da UFF (Sintuff) e a reitoria e, na quarta-feira, farão uma assembleia para analisar os próximos passos do movimento. A Prefeitura de Niterói, através de sua assessoria de imprensa, informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre a decisão da UFF.

Ocupação – Dezenas de estudantes da UFF passaram quase uma semana acampados na reitoria da instituição. Depois de descumprir mandados de reintegração de posse e se recusado a sair apesar da presença de forças policiais, eles acabaram deixando o prédio pacificamente, na última terça-feira, após uma reunião com o reitor. Segundo o DCE, a reitoria se comprometeu a atender diversas reivindicações dos estudantes, como suspender as obras da Avenida Litorânea e não implementar novos cursos pagos na universidade.

A reitoria da UFF não comentou sobre a suspensão das obras. Disse apenas que cerca de 70% das reivindicações dos estudantes já estavam dentro da pauta da universidade.(O Fluminense)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Obras no Terminal de Niterói serão realizadas no turno da noite

Prefeitura e concessionária que administra o João Goulart estabeleceram que intervenções sejam feitas fora do horário de rush. Usuários passam por problemas desde o começo da obra

A Prefeitura de Niterói estabeleceu que o consórcio Teroni, que administra Terminal Rodoviário João Goulart, realize intervenções nas plataformas apenas das 22h às 4 horas, fora do horário de rush.

A determinação, que começou a vigorar nesta segunda-feira, foi dada em função dos transtornos causados aos usuários e aos extensos engarrafamentos nas ruas do Centro, que estão ocorrendo por conta das obras de drenagem e pavimentação, realizadas desde junho.

De acordo com o motorista de ônibus da empresa Rio Ita, Joelson da Silva, 35 anos, que embarca e desembarca na atual plataforma – a azul – onde estão sendo feitas obras de pavimentação, a situação no terminal, principalmente à noite, é caótica. O rodoviário reclama da falta de planejamento.

Segundo o consórcio Teroni, quando concluídas, as obras darão maior fluidez ao tráfego de ônibus. A concessionária informou que a pavimentação está sendo refeita com resistência cinco vezes maior a utilizada antes. Os canteiros instalados nas áreas de manobra dos ônibus estão sendo diminuídos para dar mais mobilidade aos coletivos e evitar congestionamento.(O Fluminense)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Obras já interrompem acesso à Avenida Amaral Peixoto

Principal via do Centro tem fluxo interrompido na altura da Marquês do Paraná por causa da construção do mergulhão. Primeiro dia de mudanças teve lentidão no trânsito só pela manhã

A última segunda-feira foi o primeiro dia de mudanças no trânsito do Centro de Niterói, em virtude da construção do mergulhão na Avenida Marquês de Paraná. Agora, os veículos não podem mais acessar a Avenida Amaral Peixoto pela Marquês de Paraná. No final do dia, houve congestionamento na Avenida Feliciano Sodré, trajeto alternativo escolhido por muitos motoristas que vinham da ponte Rio-Niterói.

Por conta da segunda fase das obras do mergulhão, os ônibus que acessavam o Centro pela Avenida Amaral Peixoto tiveram o seu trajeto alterado para a Rua São João. Veículos vindos do Rio, de São Gonçalo e da Zona Norte de Niterói têm que entrar nas ruas São João ou Coronel Gomes Machado, que teve inversão de mão nos dois primeiros quarteirões a partir do Corpo de Bombeiros, e por onde é possível chegar à Avenida Amaral Peixoto, ao lado do Colégio Liceu, pegando a Rua Evaristo da Veiga.

Na manhã de ontem, o trânsito apresentou lentidão apenas no trecho entre as ruas São João e Coronel Gomes Machado. Havia placas de sinalização em frente ao Corpo de Bombeiros para orientar os motoristas sobre o desvio. Cones e fitas amarelas impediam o tráfego para a Avenida Amaral Peixoto. Nas ruas Senador Nabuco, Evaristo da Veiga, Marquês de Olinda e trechos das ruas Barão do Amazonas, São João, Conceição e Coronel Gomes Machado, onde não é mais permitido estacionar, havia sinalização informando sobre a nova regra, com cavaletes e placas.

No final da tarde, quando muitos veículos usam a Avenida Marquês de Paraná para acessar o Centro e a Zona Sul da cidade, o sistema implantado funcionou. No entanto, muitos motoristas optaram por sair da ponte Rio-Niterói em direção ao Centro e Zona Sul pela Avenida Feliciano Sodré, causando um grande congestionamento na via. 

Mesmo com toda a sinalização e com agentes de trânsito nas esquinas das ruas São João e Coronel Gomes Machado, alguns motoristas ainda estão preocupados com possíveis congestionamentos. Como é o caso do vigia Crispim de Jesus, de 35 anos.

“Este início vai ser bastante ruim. Acredito que o trânsito vai ficar complicado até a população se acostumar com a mudança. Mas, se for para melhorar no futuro, vale a pena a complicação”, comenta ele.

Como medida para evitar transtornos à população, a Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans) decidiu introduzir as mudanças de forma lenta, desde a semana passada. Isso ajudou principalmente os usuários do transporte coletivo, que agora não têm mais dúvidas sobre onde ficam as paradas de ônibus e quais os trajetos deles. A rodoviária Dilneia Pereira, de 46 anos, gostou do novo local do ponto de ônibus.

“É a primeira vez que eu tomo o ônibus aqui na Rua São João. Achei essa mudança muito boa porque o ponto ficou bem próximo à polícia. Adorei, achei mais seguro. Eu sei que pode ser difícil para algumas pessoas, mas pela segurança, vale. A Prefeitura poderia deixar os pontos de ônibus aqui para sempre”, analisa Dilneia.

A professora Maria Lúcia Batista, de 55 anos, ficou contente com as mudanças.

“Eu moro aqui perto da Rua São João e, para mim, essa mudança foi muito boa. Eu só acho que pode complicar um pouco o trânsito dos carros. Isso é ruim”, afirma Maria. 

De acordo com a NitTrans, foram escalados para operação 80 agentes e operadores.(O Fluminense)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Construção do mergulhão vai mudar rotina do trânsito no Centro da cidade


Obras na Avenida Marquês de Paraná começam nesta semana e os motoristas vão encontrar algumas mudanças no caminho, entre a Amaral Peixoto e a Rua Dr. Celestino

As obras para a construção de um mergulhão na Avenida Marquês de Paraná, no Centro, começam esta semana e os motoristas encontrarão algumas mudanças no caminho. A Emusa, através da Diretoria de Pequenos Reparos, já está fazendo a remoção do canteiro central para viabilizar o acesso à Rua Euzébio de Queiroz, e a Diretoria de Manutenção fará o remanejamento das redes de águas pluviais e acompanhará os serviços das concessionárias.

O empreendimento, que será entre a Avenida Amaral Peixoto e Rua Doutor Celestino no sentido Icaraí, é parte do projeto de trânsito traçado pelo arquiteto Jaime Lerner para a cidade e visa desafogar o tráfego na principal avenida de acesso à Ponte Rio-Niterói. A primeira fase das obras, no entanto, interfere mais no trajeto para quem precisa acessar o Centro.

Automóveis e caminhões procedentes de Icaraí terão acesso ao Centro através das ruas Euzébio de Queiróz e Marquês de Olinda, chegando à Avenida Amaral Peixoto. Os ônibus não terão seus itinerários alterados, por enquanto, continuando a utilizar a faixa exclusiva para entrar no Centro.

O trânsito vai operar em esquema especial, monitorado pelas equipes da Subsecretaria Municipal de Trânsito e operadores da NitTrans. Para os motoristas que vêm de Icaraí em direção à Ponte Rio-Niterói, não haverá alterações no trajeto nesta primeira fase da obra.

Cronograma – A Niterói, Transporte e Trânsito (NitTrans) informou que já realizou prospecção para identificação de todas as redes de serviços públicos e que está mantendo contato com as concessionárias.
Segundo a Prefeitura, a Águas de Niterói e a Oi iniciam, na quarta, o remanejamento de suas galerias, de acordo com o traçado acordado com a NitTrans. O Executivo Municipal não tem previsão, ainda, a respeito do término das obras.

“O período de duração da primeira fase das obras só poderá ser determinado após o início dos trabalhos de remanejamento. Enquanto isso, a Prefeitura de Niterói fará ações preliminares para a segunda fase do projeto, quando serão efetuadas obras de terraplanagem e fundações do mergulhão”, informou, em nota.

O que modifica no trajeto

De Icaraí para a Ponte – Não há mudanças.

De Icaraí para o Centro – O motorista que sai de Icaraí em direção ao Centro deve pegar a Rua Euzébio de Queirós (à esquerda) e entrar na Rua Marquês de Olinda (à direita) e enfim chegar na Avenida Amaral Peixoto (à esquerda). Mas a sugestão é para que os motoristas utilizem o trajeto da orla, por Icaraí, Ingá e Gragoatá. O estacionamento está proibido nas ruas Euzébio de Queirós e Marquês de Olinda.
Da Ponte para Icaraí - Os motoristas que vierem da ponte devem entrar na Avenida Amaral Peixoto (à direita), virar na Rua Professor Manoel de Abreu (à esquerda) e pegar a Rua Doutor Celestino (à esquerda) para chegar à Avenida Marquês do Paraná. O estacionamento na Rua Doutor Celestino está proibido.

Hospital Antônio Pedro – Poderá ser feito pelas entradas do Bairro de Fátima, através da Rua Andrade Pinto. As ambulâncias, no entanto, poderão cruzar as pistas para acessar diretamente os hospitais situados no Bairro de Fátima, durante o socorro de pacientes. Caso o motorista venha do Centro e queira ir para o hospital deverá ir até Icaraí e voltar.

Projeto complexo
O Plano Lerner foi elaborado em 2009. Baseado no modelo de modernização do trânsito de Curitiba, o ex-prefeito da capital paranaense projetou para Niterói um sistema de transporte que funcionaria com linhas de ônibus atuando de forma semelhante a um metrô de superfície. Segundo o projeto, serão cinco terminais de ônibus na cidade – sendo dois principais: um no Largo da Batalha e outro no Terminal Rodoviário João Goulart, e três de integração no Caramujo, Charitas e na Região Oceânica.

Os estudos da equipe técnica de Jaime Lerner apontaram como principal problema da cidade a falta de opções para obras viárias. Por isso, o arquiteto propôs o alargamento da Avenida Marquês do Paraná e a criação de um mergulhão para diminuir o congestionamento na principal via de acesso à Ponte Rio-Niterói. A estimativa é que as novidades exigirão investimentos de R$ 205 milhões.

Nos planos desenvolvidos pela equipe Lerner, 94 ônibus de modelos articulados ou padrão, farão a ligação entre os terminais. O passageiro não precisará pagar uma nova passagem ao desembarcar em uma das estações para pegar outro ônibus. Com isso, o número de  veículos circulando cairia drasticamente na cidade. Atualmente, o sistema opera com 600 ônibus, transportando diariamente 235 mil passageiros.

Ainda estão previstos no projeto do arquiteto Jaime Lerner alternativas de transporte marítimo, na travessia da Baía de Guanabara, ligando o Rio a Niterói e São Gonçalo. Além de modificações em vias auxiliares.(O Fluminense)

domingo, 14 de março de 2010

Obras de saneamento em Piratininga são motivos de queixas na região

Buracos e trânsito lento são problemas enfrentados pelos moradores do bairro. Poeira e falta de segurança na via também estão entre as principais queixas


Moradores e comerciantes da região do entorno da Avenida Almirante Tamandaré, na altura do número 700, em Piratininga, reclamam dos transtornos relacionados à estruturação para canalizar águas de chuva que está sendo instalada pela Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa). Há uma semana, um Voyage branco caiu no buraco escavado para a instalação das manilhas, ferindo quatro pessoas.

As queixas variam entre falta de segurança no trânsito e também nas calçadas, excesso de poeira e o congestionamento constante da via. Os moradores das transversais que passaram a receber o movimento de veículos também se queixam de que as ruas não têm infraestrutura para suportar a carga, que as casas foram devassadas e que a poeira beira o insuportável.

A Prefeitura de Niterói informou que as obras referentes à macrodrenagem do canal do Santo Antônio têm previsão de término no fim de 2010 e que recebe o reforço da NitTrans para amenizar os transtornos comuns a uma obra pública. Disse também que esta é uma intervenção de grande importância para a população e para a cidade, e que os benefícios serão de usufruto de todos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.
(O Fluminense-Alcir Ramos)