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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PM não reduz crimes e acaba sem gratificação em Niterói

Crescimento de roubos a transeuntes fez com que Batalhão de Niterói e DPs não atingissem meta e ficam de fora de premiação concedida pelo Governo do Estado/RJ

Policiais das delegacias de Niterói e Batalhão de Po lícia Militar da cidade, o 12º BPM, ficaram na quarta-feira de fora da premiação concedida pelo Governo do Estado para os agentes de segurança que reduziram os índices estratégicos de criminalidade, que receberam gratificações de R$ 2 mil a R$ 6 mil.

Os índices considerados para a meta foram letalidade violenta (homicídio, latrocínio, lesão seguida de morte e auto de resistência), roubo e furto de veículos e roubo de rua (transeuntes, celulares e coletivos).

Embora os índices de letalidade violenta tenham caído de 128 (janeiro a junho de 2010) para 106 no mesmo período de 2011, conforme dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado ao Governo do Estado, e os de roubos e furtos de veículo tenham caído de 1.268 para 1.065 também em tal período, os roubos de rua aumentaram de 1.784 para 2.057 este ano, um crescimento de 15%.

Isso impediu os policiais que atuam na cidade de serem premiados.(O Fluminense)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Operação contra agiotagem prende três pessoas no Centro de Niterói


Policiais da Delegacia do Consumidor foram até cinco escritórios na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói. Na ação foram presas três pessoas e apreendidos cerca de R$ 5 mil

Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon), com sede na Gávea, realizaram na manhã desta terça-feira, a “Operação Juros Legais”, de combate à agiotagem, em Niterói. Os agentes foram a cinco escritórios na Avenida Amaral Peixoto, no Centro, e constataram a prática em pelo menos três deles. Na ação, foram presas três pessoas e apreendidos aproximadamente R$ 3 mil em espécie, além de notas promissórias e cadernos de anotações com contatos telefônicos de clientes.

A polícia chegou aos escritórios através da denúncia de uma vítima do esquema. Acredita-se, porém, que as ações realizadas na semana passada, quando teve início a operação, em três escritórios do Centro do Rio e da Tijuca, também tenham levado alguns escritórios de agiotagem a migrarem para Niterói. Na ocasião, cinco pessoas foram detidas.

“Estamos averiguando essa possibilidade e também se há alguma ligação entre esses estabelecimentos”, informou o titular da especializada, Maurício Luciano de Almeida e Silva.

As prisões e apreensões aconteceram nos escritórios que funcionavam nas salas 206 e 807, situadas nos edifícios números 55 e 60 da avenida, respectivamente. Neste último prédio, foram identificados mais dois estabelecimentos suspeitos, que foram interditados. Em um deles, no segundo andar, a polícia suspeita que funcionários tenham fugido pela janela após perceberem a presença policial através das câmeras de segurança. Já o outro, no nono andar, atuava com o nome de uma instituição financeira conhecida, mas foi interditado para averiguação devido às suspeitas de irregularidade.

Outro alvo da Decon, situado no número 207 da mesma avenida, também foi vasculhado, mas ninguém teria sido encontrado no local.

Segundo o delegado, os escritórios cobravam juros abusivos, que chegavam a cerca de 50% ao mês, caso a vítima atrasasse o pagamento.(O Fluminense)

sábado, 19 de março de 2011

Homem espancado acusa PMs da UPP da Cidade de Deus

Além de disparos feitos para o alto, o carnaval da Cidade de Deus teve outras cenas de violência. Morador e comerciante da favela, Francisco Amir dos Santos acusa quatro policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de agressão, próximo ao local onde houve o tumulto entre moradores e PMs.

Segundo Pará — como é conhecido na favela —, um dos agentes teria batido com o fuzil em seu rosto. Em seguida, os quatro teriam dado tapas, socos e pontapés nele. O registro de ocorrência foi feito na 32ª DP (Taquara), no último dia 9.

Francisco estava com o triciclo que usa para vender balas e doces quando a confusão começou. Durante a correria causada pelos tiros da polícia, pessoas que passavam correndo aproveitaram para roubar balas e biscoitos. Gritando e xingando, Francisco foi confundido pelos PMs.

— Eles acharam que eu estava xingando a polícia. Um deles veio e disse "mete o pé". Eu falei que o triciclo era meu, que não podia sair. Ele me mandou sair ou daria um tiro no meu pé. Quando me apontou o fuzil, eu segurei o cano da arma — descreve.

Outros três PMs teriam se aproximado, um deles dando um chute no comerciante. O golpe teria feito Francisco largar a arma. Os quatro teriam começado a bater nele, mas logo foram interrompidos por moradores, que afirmavam tratar-se de um trabalhador.

Medo de ‘sumir’
— Eu disse que não tinha cometido crime algum. Meu medo era que, ao entrar no carro deles, eu desaparecesse — afirmou Francisco: — Eu tenho medo de ser "esculachado" novamente pelos policiais.

Atendido na Unidade de Pronto (UPA) da Cidade de Deus, Francisco recebeu curativos no rosto. O exame de corpo de delito pedido pela 32ª DP deve sair até o fim do mês. Franciso espera que os policiais sejam punidos, mas afirma que vai entrar com uma ação contra o Estado:

— Tenho testemunhas que já afirmaram que vão depor a meu favor — diz Franciso, afirmando que conseguiria reconhecer os agressores.

Segundo a Polícia Civil, a 32ª DP solicitou à UPP a escala de todos os policiais que estavam trabalhando naquela noite, mas, até ontem, ainda não havia recebido a relação.

A Secretaria de Segurança afirmou que não tinha conhecimento do caso de Francisco, até ser procurada pelo jornal Extra. Em nota, afirmou que "todo o incidente ocorrido na Cidade de Deus na madrugada da última quarta-feira está sendo investigado pela Corregedoria da Policia Militar".(Jornal Extra)

quinta-feira, 17 de março de 2011

PM é preso em flagrante ao tentar extorquir turistas

Um PM foi preso em flagrante nesta quarta-feira por agentes da Polícia Civil ao tentar extorquir dois turistas estrangeiros que foram detidos com drogas pelo PM na madrugada desta quarta-feira, em um dos acessos para a favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio.

O cabo Anderson Parahyba Dias, do 23º batalhão (Leblon), foi pego na tarde desta quarta, no Mirante do Leblon, subornando os estrangeiros de nacionalidade não divulgada.

Segundo eles, o PM pediu US$ 5 mil ou R$ 10 mil para não registrar a ocorrência. Eles teriam sido liberados para ir ao hotel onde estavam para pegar o dinheiro e entregar ao policial, mas eles denunciaram a tentativa de suborno na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat).

Policiais civis prenderam o PM. Outros dois PMs que estariam envolvidos mas ainda não foram encontrados. O caso está sendo registrado na Deat.(SRZD)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Crise derruba Allan Turnowski

Entre os cotados para assumir chefia da Polícia Civil estão os delegados Márcio Franco, Fernando Veloso e Rivaldo Barbosa

Rio - Allan Turnowski deixou o cargo nesta terça-feira. A saída do delegado foi definida em reunião com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Segundo nota emitida pela secretaria, os dois concluíram que a saída de Turnowski era a mais adequada para "preservar o bom funcionamento das instituições". Ainda segundo a Secretaria, Beltrame aproveitou o encontro para agradecer publicamente a dedicação e a fidelidade do delegado Turnowski durante sua gestão.

Beltrame disse ainda que "eventuais mudanças na equipe não vão prejudicar o compromisso assumido com a sociedade que é o de fazer do Rio um lugar cada vez mais seguro". Entre os cotados para substituir Turnowski estão os delegados Márcio Franco, Fernando Veloso e Rivaldo Barbosa.

 
Entenda a guerra na polícia

Um dia após determinar devassa na Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos e Especiais (Draco-IE), o então chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, apresentou nesta segunda-feira documentos que, segundo ele, apontam para indícios de irregularidades cometidas pelo delegado Cláudio Ferraz e policiais de sua equipe. Durante a inspeção na especializada, agentes da Corregedoria Interna da Polícia Civil localizaram dois registros com a mesma numeração. Também foram recolhidas seis armas que estariam sem autos de apreensão.(O Dia)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Prefeitura envolvida em esquema de corrupção é a de Rio das Ostras, diz Turnowski

A prefeitura envolvida em esquema de corrupção com agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) é a de Rio das Ostras, informou o chefe da Polícia Civil do Rio, o delegado Allan Turnowski, no início da tarde desta segunda-feira. Segundo ele, neste esquema, os agentes da Draco arquivaram investigações sobre fraudes em licitações em troca de dinheiro. A quantia do acordo criminoso ainda não foi divulgada.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Delegada é detida em operação no Rio; PF vasculha 2 delegacias

A delegada titular da 22ª DP do Rio de Janeiro (Penha), Márcia Beck, foi detida na manhã desta sexta-feira durante a Operação Guilhotina da Polícia Federal. Ela foi encaminhada para a superintendência da instituição, no centro da cidade, para prestar esclarecimentos sobre o suposto envolvimento de policiais daquela distrital com milícias, contravenção e tráfico de drogas, entre outros crimes. 

Agentes da PF realizaram mandados de busca e apreensão na 22ª DP nesta manhã. Pelo menos três policiais da delegacia tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça. Armários e veículos foram revistados, e uma caixa de munição, documentos e objetos dos suspeitos foram apreendidos para averiguação. 

Na 17ª DP (São Cristóvão), outra delegacia alvo de buscas, nada foi apreendido. A distrital havia sido fechada nesta manhã para as investigações, mas já foi reaberta. Uma equipe de agentes foi à casa do delegado Carlos Antônio Luiz de Oliveira, ex-subchefe da Polícia Civil, com um mandado de prisão. Não encontrado, o policial é considerado foragido da Justiça. 

Ação mobiliza pelo menos 580 homens
A Operação Guilhotina foi deflagrada pela PF na manhã desta sexta-feira, com o apoio de 200 agentes da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e do Ministério Público Estadual (MP-RJ). O objetivo é cumprir 45 mandados de prisão preventiva - 11 contra policiais civis e 21 contra policiais militares -, e 48 mandados de busca e apreensão.

Cerca de 380 homens da PF participam da ação, que ainda investiga a ligação dos policiais com venda de armas e informações e o chamado "espólio de guerra", a apropriação de produtos de crime encontrados em operações policiais.

As investigações iniciaram a partir de vazamento de informações numa operação policial conduzida pela PF em 2009, cujo principal objetivo era prender o traficante Rupinol, que atuava na Favela da Rocinha ao lado de Nem, apontado como o chefe do tráfico na comunidade. 

A partir daí, duas investigações paralelas foram iniciadas, uma da Corregedoria Geral Unificada da SSP e outra da Superintendência da PF. A troca de informações entre os serviços de inteligência das duas instituições culminou no trabalho conjunto desta manhã.(Terra)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Operação no Camelódromo do Rio vai durar três dias, diz delegada

Cento e vinte policiais e 40 fiscais da Receita Federal participam da ação.
Chaveiros foram chamados para abrir boxes que estavam fechados. 

A operação para combater a venda de produtos falsificados e contrabandeados no Mercado Popular da Uruguaiana (Camelódromo), no Centro do Rio, iniciada na manhã desta quarta-feira (26), vai durar pelo menos três dias, segundo a delegada Valéria de Aragão, da Delegacia de Repressão a Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM).

Além de 120 policiais civis, a ação conta ainda com 40 fiscais da Receita Federal e representantes das Associação Brasileira de Empresa de Software e Associação Antipirataria de Cinema e Música. As investigações começaram há sete meses, com policiais infiltrados.

Polícia chama chaveiros para abrir boxes
Até as 10h desta quarta-feira (26), segundo a delegada, somente os boxes de alimentação e de venda de ferramentas estavam funcionando. Os demais estavam fechados. Por isso, foi preciso chamar cerca de 15 chaveiros para abrir portas e vistoriar os recintos.

A polícia vai permanecer no local para identificar os comerciantes que trabalham de forma ilegal, sem documentação ou notas fiscais das mercadorias. As irregularidades serão repassadas à prefeitura, que poderá cassar o alvará de funcionamento do estande.

Segundo a delegada, todos os 1.508 boxes vão ser fiscalizados. O Camelódromo é um dos maiores mercados populares do Rio e conhecido por vender produtos pirateados por preços bem mais baixos.

Uma multidão formada por funcionários cerca o Camelódromo. A rua mais movimentada da região é a Uruguaiana, que apesar de estar cheia de carros da polícia, flui bem. O trânsito na Avenida Presidente Vargas também é normal.(G1)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Policiais coagiram menino a inventar que foi baleado por traficantes


Nem herói nem bandido. Quando questionado sobre o que quer ser quando crescer, o menino P., de 10 anos, diz sem pensar duas vezes: “quero ser trabalhador”. É o desejo simples e sincero de um jovem morador da favela do Jacarezinho que, no último dia 27, transformou-se em personagem do maior boato criado no rastro de ataques de traficantes no Rio. O Brasil acreditou que o menino fora baleado por traficantes ao se recusar a incendiar veículos. Era mentira. E o pior: uma mentira com carimbo oficial.


Vergalhão ou bala?
O boato começou a se construir, na madrugada daquele sábado, no setor de atendimento do Hospital do Andaraí. P. chegou à unidade acompanhado da mãe, a dona de casa Alcione, de 31 anos. Numa traquinagem típica da sua idade, o garoto subiu numa moto, o veículo deu um tranco, e P. caiu sobre ferros de uma churrasqueira. Um vergalhão fez um corte em sua perna esquerda.


A história poderia ter terminado por aí. Mas, os policiais e os médicos que atenderam P., ignoraram a versão da mãe e optaram por levantar uma outra hipótese: a de que o ferimento na perna fora provocada por um bala disparada por arma. No Boletim de Atendimento Médico (BAM), o médico colocou a sigla PAF (perfuração por arma de fogo), seguida de dois pontos de interrogação. Por causa da suspeita, a equipe médica convocou policiais.

— Os PMs do hospital começaram a tratar a gente como bandido. Foi uma humilhação — relembra Alcione.

‘Estou com medo dos policiais’ A versão contada por P. na 25ª DP transformou o garoto em herói da resistência. No dia seguinte, um domingo em que a população continuava assustada com os atentados, boa parte da imprensa procurava o menino que desafiara o tráfico do Jacarezinho.


Alcione, a mãe, conta que chegou a procurar a TV Record para denunciar o caso. Foi até a porta da rede de televisão, falou com um repórter e contou a verdadeira história daquela madrugada:


— O repórter pegou meu telefone, falou que ia me ligar, mas isso nunca aconteceu.


O EXTRA encontrou P. e a mãe, na última quarta-feira. O garoto estava arredio. A reportagem propôs acompanhar os dois novamente ao hospital e à delegacia, a fim de pegar cópia do BAM e um memorando de encaminhamento para exame de corpo de delito, que ainda não tinha sido feito no IML.


Nas proximidades da DP, P. pediu para ficar no carro.


— Estou com medo dos policiais — explicou ele.

O menino ferido e a mãe foram conduzidos à 25ª DP (Engenho Novo), onde a mentira ganhou contornos oficiais. A mãe manteve a versão de que o filho havia se ferido com vergalhão, mas o menor, que havia sido pressionado pelos PMs ainda no hospital, contou outra história.


— Os policiais (militares) ameaçavam matar meus pais se eu não falasse o que eles queiram — conta P..


Acuado, o menor falou o que os policiais queriam ouvir. E assim, surgiu o boato do traficante. Tudo poderia ter sido esclarecido com uma perícia. Mas ela só feita 7 dias depois, a pedido do EXTRA, que investigava o boato. Eis a verdade dessa mirabolante história:


— Definitivamente, o ferimento não foi provocado por bala — conclui o perito e diretor do Instituto Médico Legal (IML), Sérgio Simonsen.

Investigação sobre conduta de policiais O Hospital do Andaraí informou que, pela Lei das Contravenções Penais, todo tipo de trauma e acidente que dá entrada nas unidades federais de saúde sob suspeita de agressão ou violência deve ser comunicado à autoridade policial — independentemente de ser tiro — para fazer exame de corpo de delito.

“Diante das características do ferimento na perna (semelhante a orifícios de entrada e de saída) foi questionada pelo médico responsável a hipótese de ter sido causada por projétil. Mas, em nenhum momento, o documento confirma ou valida a hipótese”, informou o hospital.

O tenente-coronel Luiz Octávio, comandante do 6º BPM (Tijuca), disse que o caso será investigado já neste fim de semana.

Perícia
Segundo o diretor do IML, Sérgio Simonsen, o ferimento que foi cogitado pelo médico do Andaraí como sendo o de entrada de uma possível bala tinha uma cicatrização de mais de sete dias. Além disso, Simonsen ressalta que o raio-x mostrou que a perfuração seguiu somente até um certo ponto da perna. Ou seja: o objeto que feriu o menino entrou, mas não saiu.

— Se fosse ferimento a bala, o projétil teria que estar lá. Se o raio-x mostra que o objeto foi até um certo ponto, é difícil de confundir — avalia perito judicial e cirurgião Movses Parseghian.(Jornal Extra)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Alerj aprova reajustes até 54,84%, os últimos do ano

Segurança terá aumento em 48 vezes que chega a 70%

Rio - A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou ontem os últimos reajustes a serem concedidos no atual governo. O de maior peso orçamentário foi o aumento de 54,84%, parcelado em 48 meses, para os servidores da Segurança Pública — Polícia Militar, Polícia Civil (exceto delegados), bombeiros e inspetores penitenciários. Os 118 mil receberão 70,32% até 2014, somando os 10% já aprovados. Confira abaixo as tabelas oficiais com os reajustes aplicados aos vencimentos.

A Casa também aprovou 5% de aumento, a partir de julho, para Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica), FIA (Fundação para Infância e Adolescência) e Fundação Leão XIII. Os projetos de lei serão sancionados hoje.(O Dia)