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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Detro tira 76 coletivos de circulação no Grande Rio, Niterói e São Gonçalo

Foram flagrados 35 veículos realizando transporte ‘pirata’. Frota regular também apresentou vários problemas. No Terminal João Goulart, seis foram retirados. Em SG, outros 15


Fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) recolheram na manhã desta terça-feira, nos terminais do Rio e Grande Rio, 76 veículos, sendo 41 ônibus de linhas regulares e 35 piratas. No Terminal João Goulart, em Niterói, foram tirados de circulação um ônibus da viação Rio Ita, um da Nossa Senhora do Amparo, um da Rio Minho, dois da ABC e um da Estrela. Já no Terminal de Alcântara, em São Gonçalo, foram sete ônibus da Rio Ita, três da Coesa e cinco da Fagundes. Também houve  operações e apreensões nos terminais do Rio e de Nova Friburgo.


A ação foi realizada com o objetivo de combater as irregularidades no transporte de passageiros em terminais rodoviários e verificar tanto as condições dos ônibus da frota regular como carros “piratas” que atuam indevidamente no transporte. A maior parte das irregularidades encontradas pela fiscalização, no caso da frota regular, diz respeito à má conservação como lanternas quebradas, limpador de para-brisa com defeito, faróis queimados, entre outras, assim como falhas na documentação, alteração de características, ausência de cobrador e atraso.


No transporte irregular, foram apreendidos e mandados para depósitos públicos vans, kombis, ônibus, micro-ônibus e carros particulares, flagrados atuando irregularmente no transporte coletivo na Avenida Brasil; em Belford Roxo; em Magé; em Campo Grande; na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio; em São Cristóvão; na Rodoviária Novo Rio; em São Gonçalo; e em Duque de Caxias.


A Viação Pendotiba informou que seu veículo foi autuado por não estar portando o seguro obrigatório, mas que o seguro existe, embora o documento apresentado não tenha sido considerado satisfatório. A Estrela, que teve um ônibus multado por falta de vistoria, informou que já tomou providências para regularizar a situação. As demais empresas não comentaram o caso.(O Fluminense)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pedestre terá tela de proteção no Terminal Rodoviário João Goulart

Acesso a um supermercado do Centro de Niterói será fechado com grade, evitando assim a passagem de pedestres e possíveis acidentes. Idoso morreu no local recentemente

Pedestres não poderão mais passar pela área do Terminal Rodoviário João Goulart exclusiva para ônibus, a partir da próxima semana. Na área, que dá acesso a um supermercado do Centro, será instalada uma tela de proteção de 130 metros de extensão. Segundo a Terminal Rodoviário de Niterói (Teroni), que administra o terminal, a medida foi tomada devido à demora da Prefeitura em autorizar a construção de um muro no local.
A concessionária diz que, em fevereiro, derrubou um muro que ameaçava cair e pretendia construir outro. Segundo o diretor-executivo da Teroni, Eduardo Santos, a medida foi tomada a fim de evitar acidentes como o do aposentado de 73 anos, que morreu atropelado por um ônibus no local.

“Temos que zelar pela segurança dos usuários e dos funcionários de empresas de ônibus. Não nos resta outra alternativa, a não ser colocar a tela de proteção, que impedirá o acesso de pedestres à pista de rolamento”, declara. 

O presidente da Niterói Terminais Rodoviários (Niter), Alberto Iecin, o Betinho, concorda com a implantação do bloqueio, mas de forma provisória.

“A tela é uma medida paliativa, mas não vai resolver os problemas do trânsito no local. Com a instalação da tela, serão evitados atropelamentos dando mais segurança aos pedestres”, comenta.

Até o fechamento desta edição, a Prefeitura não respondeu sobre a autorização para a construção do muro.Desde o início do ano, há uma disputa pelo valor arrecadado através da cobrança da Taxa de Utilização do Terminal (TUT), paga pelas empresas de ônibus. Em fevereiro, 

O FLUMINENSE noticiou com exclusividade que a Prefeitura de Niterói deixa de arrecadar mais de R$ 8 milhões por ano pela operação do João Goulart. Isso porque o contrato de concessão assinado em 2007, só prevê o repasse de 4,7% desta receita, obtida através da exploração do espaço, pouco mais de R$ 382 mil por ano.(O Fluminense)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Quiosques devem sair das plataformas do Terminal Rodoviário João Goulart

Segundo a Niterói Terminais Rodoviários, sem alvará, eles não podem ficar no local e serão retirados. Proprietários já teriam entrado com pedido de liminar para manter o funcionamento

Objetos de polêmica, os quiosques do Terminal Rodoviário Presidente João Goulart podem ser retirados hoje das plataformas de embarque do local. Segundo a Niterói Terminais Rodoviários (Niter), autarquia que fiscaliza os terminais da cidade, os estabelecimentos não possuem alvará de funcionamento e, portanto, não poderiam operar. O prazo para retirada das estruturas expirou nesta segunda-feira, mas parte dos quiosques seguiu funcionando normalmente.

Na tarde desta segunda, três quiosques funcionavam regularmente em plataformas de embarque do terminal. O restante encontrava-se nas baias, porém cobertos. De acordo com o presidente da Niter, Alberto Iecin, o Betinho, a desobediência do locatário dos quiosques à determinação de retirada pode obrigar a Prefeitura a tomar medidas mais enérgicas. A Secretaria de Controle Urbano já estaria de prontidão e, a qualquer momento, pode realizar operação de retirada dos estabelecimentos.

“Durante o final de semana, um deles foi retirado, mas todos já deveriam ter saído. Se eles não saírem, o Controle Urbano pode se encarregar de retirá-los”, ressalta Betinho.

Mas, segundo a concessionária Teroni, que administra o terminal, não existe previsão para retirada dos quiosques. O proprietário dos quiosques teria entrado com pedido de liminar para manter os 
estabelecimentos abertos, baseado no contrato que foi assinado para o funcionamento. Ainda de acordo com a Teroni, as estruturas estariam obedecendo as especificações técnicas da concessionária quanto à metragem, que não atrapalharia a circulação do público.

Opinião - A permanência dos quiosques vem dividindo opiniões dos usuários. Enquanto alguns defendem sua manutenção, outros acreditam que eles prejudicam o fluxo dos passageiros.

“Acredito que eles precisam ser mantidos. Além de serem mais uma opção de alimentação, eles geram empregos. Acho que existem outras coisas mais importantes para a Prefeitura retirar das ruas”, opina a comerciante Neide Ferreira, de 39 anos.

Já a vendedora Sílvia Carla Gomes, de 33, se diz contra os estabelecimentos. Para ela, o tumulto nas plataformas, principalmente nos horários de rush aumenta devido às filas nos quiosques.

“Pra mim, os quiosques só causam mais tumulto e mais filas. Atrapalham demais, principalmente na hora do rush”.

A professora Gesielly Assis, de 22 anos, defende o funcionamento dos quiosques, mas de maneira mais regrada.

“Acho que atrapalham a movimentação dos pedestres, mas são úteis”, pondera. (O Fluminense)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pontos de vans em Niterói causam discórdia entre motoristas e Detro

Topiques querem parar na Av. Rio Branco, no Centro. Veículos voltaram para os tradicionais locais de embarque e desembarque, perto do Terminal João Goulart, após blitz do órgão

O Departamento de Transportes Rodoviários do Estado (Detro) está reprimindo o descumprimento de itinerários das vans intermunicipais. Segundo o diretor técnico do órgão, João Cassemiro, são mantidos quatro pontos de fiscalização na cidade – dois fixos e dois volantes. Quatro veículos foram rebocados, nesta quarta-feira, na Rua São João.

Devido ao reforço na vistoria, motoristas não puderam passar pela Rua XV de Novembro e Avenida Visconde do Rio Branco. Eles tiveram que ficar nos pontos originais, nas ruas Professor Plínio Leite e 12. Acessos ao Terminal Rodoviário João Goulart, no Centro.

Os condutores se revoltaram com a proibição. Segundo os profissionais, o local onde trabalham não tem estrutura. Entre os topiqueiros insatisfeitos, está João Roberto Estevam da Silva, de 55 anos, que atende passageiros do bairro Boa Vista (São Gonçalo) todos os dias. “Faltam banheiros, cobertura e segurança. Os passageiros são obrigados a enfrentar chuva e sol para esperar a condução. Vou organizar uma comissão e reivindicar melhores condições de trabalhos com as autoridades”, afirma João que teme perder passageiros.(Fluminense)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Correria por jogo do Brasil provoca confusão no trânsito

Motoristas enfrentam engarramentos na saída da ponte e nos acesso aos bairros do Fonseca, Centro e Icaraí. Barcas fazem viagens extras para atender a demanda

A movimentação de torcedores para acompanhar a estreia do Brasil na Copa já causa tumulto nas ruas de Niterói. Nas proximidades do Terminal Rodoviário João Goulart, no centro da cidade, há correria de passageiros e trânsito muito congestionado. 

Os engarrafamentos seguem também pela Feliciano Sodré e Avenida do Contorno, nos dois sentidos. Na ponte Rio-Niterói, o fluxo de veículos é intenso, com lentidão desde a descida do vão central até a praça do pedágio.
Há problemas também na Avenida Roberto Silveira, nos dois sentidos e nos acessos a praia de Icaraí, onde haverá festa e trio-elétrico para os torcedores, após o jogo. 

Estabelecimentos comerciais de vários bairros já fecharam as portas e o barulho de cornetas se espalhou pela cidade.

As barcas também apresentam grande movimentação de passageiros, mas ainda não há registros de confusão. De acordo com informações da concessionária, embarcações extras foram disponibilizadas para atender a demanda. Barcas da Praça XV para Niterói estão saindo com intervalos de 10 minutos.(Fluminense)