terça-feira, 23 de novembro de 2010

Coreia do Norte abre fogo contra Coreia do Sul


O Ministério da Defesa sul-coreano disse nesta terça-feira que o disparo de projéteis efetuado pela Coreia do Norte foi uma violação clara do armistício entre os dois países, e que o governo norte-coreano havia planejado os ataques intencionalmente. 

"Esse é um ataque intencional e planejado... e é claramente uma violação do armistício", disse Lee Hong-ki, autoridade do Ministério da Defesa, a jornalistas. 

O disparo de hoje ja é considerado um dos mais pesados bombardeios contra o sul desde a Guerra da Coreia (1950-1953). A TV sul-coreana YTN afirmou que pelo menos 200 tiros foram disparados contra Yeonpyeong, que fica na costa ocidental da península dividida entre as duas Coreias. A maioria dos projéteis caiu em uma base militar sul-coreana. 

Os militares da Coreia do Sul disseram que dois soldados foram mortos e outros ficaram gravemente feridos no ataque. Forças sul-coreanas revidaram e enviaram um jato de combate para a área.

O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, disse que é preciso ser dada uma resposta firme ao ataque contra a ilha de Yeonpyeong, situada a apenas 120 km da capital, Seul. Desde que foi eleito presidente, há cerca de três anos, Lee vem adotando uma linha política dura em relação ao Norte. 

As duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra, já que o conflito dos anos 50 terminou sem a assinatura de um acordo de paz, mas apenas com um armistício. 

No começo do ano, a tensão na península coreana subiu drasticamente, depois que o governo sul-coreano acusou o Norte de ter torpedeado uma de suas embarcações navais, causando a morte de 46 marinheiros. 

"As casas e montanhas estão sob fogo e as pessoas estão sendo removidas. Não dá para enxergar direito por causa das nuvens de fumaça", disse uma testemunha, na ilha, à TV YTN. "As pessoas estão apavoradas. Enquanto falamos, os disparos continuam."(Terra)



Derrota para o torcedor: Clube dos 13 define que Brasileiro manterá exclusividade na TV aberta

O Clube dos 13 ainda não divulgou o modelo de contrato que pretende oferecer às empresas de mídia pelos direitos de televisão do Campeonato Brasileiro de 2011 a 2013. A entidade já definiu, porém, que a exclusividade na TV aberta será mantida, assim como o número de jogos exibidos pela emissora escolhida.

“A aberta vai continuar com exclusividade e não vamos abrir um novo dia de jogos. Isso está descartado. Hoje o que mais cresce é o pay-per-view, e se eu aumentar um dia eu vou atrapalhar isso”, disse Ataíde Gil Guerreiro, diretor de marketing do Clube dos 13, durante a Soccerex, feira de futebol que acontece no Rio de Janeiro até a próxima quarta.

O ex-dirigente do São Paulo é o responsável pela comissão de televisão do Clube dos 13, entidade que negocia os contratos com as televisões em nome dos clubes. Gil Guerreiro diz estar estudando modelos europeus para a elaboração do novo modelo de contrato, que recentemente sofreu uma alteração importante.
Por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que combate o monopólio, o direito de preferência da Globo acabou. A emissora, atual dona dos direitos de transmissão, tinha o direito de cobrir qualquer proposta rival, mas agora terá de competir normalmente com as outras emissoras.

O Clube dos 13 ainda não definiu, no entanto, se vai manter a exclusividade em outras mídias. TV fechada e internet, por exemplo, podem ter mais de uma contratante. O número de propriedades também deve aumentar. A entidade estuda explorar até as redes sociais, uma das cerca de 15 propriedades que serão oferecidas ao mercado.

Gil Guerreiro disse ainda que o Clube dos 13 pretende contratar uma auditoria para inspecionar o processo. KPMG, Ernst & Young, PriceWaterhouseCoopers e Deloitte foram procuradas.(UOL)

Nota: A exclusividade obriga o torcedor ver o que não quer, se quiser tem que pagar o alto preço do Pay -Per-View. O que era de se esperar do Clube dos 13?

Câmara dos Vereadores recebe pedido de cassação do prefeito de Maricá

Dossiê aponta supostas fraudes em licitações e desvio de verba na Prefeitura. Comissão tem até 15 dias para avaliar os documentos para que a denúncia seja aceita e investigada

A Câmara de Vereadores de Maricá recebeu, nesta segunda-feira, pedido de cassação do prefeito Washington Quaquá (PT), motivado por um dossiê que aponta desvio de dinheiro e fraudes em licitações. Um dos casos citados por Tiago Ferreira Rangel, ex-subsecretário vinculado à Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, é uma nota fiscal no valor de R$ 71.729,55 referente à compra de areia, saibro e cimento, expedida por uma loja de eletrônicos na Rua Coronel Gomes Machado, no Centro de Niterói. O pedido foi encaminhado para a Comissão de Justiça e Redação Final, que tem 15 dias para avaliar os documentos para que a denúncia seja aceita e investigada.

De acordo com o documento, foram comprados ainda de uma empresa de material de construção 6,7 mil manilhas, 3 mil blocos de concreto, 1.022 blocos de meio-fio e 27 mil metros cúbicos de pedras britadas, que teriam sido entregues em dois dias, o que necessitaria de uma média de 96 caminhões por hora durante o período de expediente da Usina de Asfalto. A empresa venceu duas licitações que somam R$ 1.075.315,50. O dinheiro teria sido desviado, de acordo com a denúncia, para a campanha da primeira-dama da cidade, Rosângela Zeidan (PT), candidata derrotada na disputa por uma vaga na Alerj.

Na usina de asfalto, não existiria vestígio dos materiais que o relatório tratou como “fenômeno” pela necessidade de uma grande operação de entrega. Os documentos assinados pelos funcionários da usina atestando o recebimento do material teriam sido queimados por uma servidora, sem que nenhuma sindicância tenha sido instaurada para apurar a atitude da funcionária. 

Juntamente com a denúncia feita pelo ex-subsecretário, o Conselho Municipal da Cidade (Comcid) entregou o seu relatório apontando irregularidades na administração, onde o prefeito teria deixando de cumprir funções previstas na Lei Orgânica do município e descumprindo decisões judiciais.

“Apenas o descumprimento da ordem, como no caso dos ostomizados que ficaram sem medicamentos e bolsas já bastaria para pedir a cassação do prefeito. Foi necessário que a juíza da cidade sequestrasse os recursos da prefeitura para garantir a compra dos medicamentos”, declarou César Augusto Filho, presidente do Conselho.

O Comcid apontou também suposto desvio do dinheiro público com o pagamento de serviços não prestados. Foram R$ 4 milhões para coleta de lixo no período em que a cidade ficou sem o serviço e R$ 2,5 milhões para operação tapa buracos sem que qualquer rua tenha recebido o cuidado.(O Fluminense)

Abastecimento de água em Niterói é prejudicado após falta de luz

Interrupção no fornecimento de energia na Estação de Tratamento de Imunana-Laranjal causou problemas em tubulações e situação só deve ser normalizada nas próximas 48 horas

Uma pane no fornecimento de energia elétrica da subestação de São Gonçalo, da Ampla, já está afetando a distribuição de água em Niterói. De acordo com a Águas de Niterói, o abastecimento está prejudicado na cidade uma vez que a interrupção do fornecimento de energia provocou a paralisação do  Sistema Imunana-Laranjal, operado pela Cedae, entre 9h30 e 13h30.

Logo após a paralisação do sistema, ocorreram dois vazamentos nas tubulações adutoras de água bruta (uma de 800 mm e outra de 1000 mm) prejudicando a distribuição de água.

Segundo a Águas de Niterói, os reparos deverão ser concluídos até o final do dia. O abastecimento, no entanto, só deverá estar plenamente regularizado 48 horas após o término dos consertos. Ainda de acordo com a concessionária, os bairros mais afetados são: Fonseca, Barreto e Engenhoca.

Para evitar o desabastecimento, a Águas de Niterói vai disponibilizar carros-pipa para o fornecimento de água para os serviços essenciais como hospitais, postos de saúde, creches e escolas. A concessionária pede que a população evite o desperdício. 

A Ampla informou que o problema foi causado por uma falha num equipamento da subestação de Alcântara, que provocou a interrupção no fornecimento de energia às 9h22 e que investiga as causas do incidente. O serviço foi restabelecido às 9h57.(O Fluminense)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

437 anos!

História de Niterói

Século XVI

No ano de 1555, Villegagnon, através de informações precisas da existência da habitação portuguesa no norte do Brasil dada pelos Tamoios, dominou toda a Baía de Guanabara e institui a França Antártida. A região era muito evitada pelos portugueses por causa da resistência dos nativos locais. Assim, Villegagnon convenceu a Corte Francesa das vantagensde manter uma colônia permanente, de onde a França poderia tentar o controle de comércio com as Índias.


O controle intenso se estendia desde o atual Rio de Janeiro até o litoral de Niterói, ocupando algumas ilhas e praias. A dominação francesa é considerada o inicio da história niteroense.

A região foi muito bem desenvolvida por Villegagnon, que projetava a Henriville, em homenagem ao rei da França. O comércio com as Índias dava-se de maneira regular e próspera, tornando a Coroa Francesa bem confiante na colônia brasileira. No entanto, Villegagnon recorreu mais uma vez ao rei Frances e pediu um reforço de quatro mil homens e centenas de mulheres para os franceses se casarem. Impossibilitado, o soberano decidiu enviar a Henriville um grupo grande de calvinistas, aproveitando para amenizar os conflitos religiosos que aconteciam na França.

Passado algum tempo, os calvinistas regressaram a França, e Villegagnon pode oferecer apenas oitentas homens . Diante das acusações de preconceito e má administração, o navegador Frances teve de voltar a França para explicar-se, deixando em seu lugar Bois-le-Compte , seu sobrinho.


Aproveitando-se da ausência de Villegagnon, Mem de Sá, governador geral do Brasil, resolveu invadir a Guanabara e tomar posse da região, no ano de 1560. Com uma expulsão quase que total dos franceses de Henriville, o interior do atual Niterói foi ocupado rapidamente pelos fugitivos. Assim, Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, que continuara com o comando da guerra, recorreu à ajuda do cacique de uma tribo tupi, o Araribóia (que quer dizer cobra feroz). Araribóia havia sido expulso pelos franceses de sua terra natal, a ilha de Paranapuã, o que o fez aceitar o pedido do governador, com a esperança de reconquistar a ilha-mãe. Na época, Araribóia estava com sua tribo na Capitania do Espírito Santo, onde expulsou holandeses.


Com o fim da guerra, em 1567, Araribóia recebeu o nome cristão de Martim Afonso. Mas Estácio de Sá resolveu ocupar a ilha de Paranapuã, tornando-a a Ilha do Governador. Para manter a segurança na Baía de Guanabara, Estácio de Sá insistiu a Araribóia para não voltar para Espírito Santo, e o concedeu poder de escolha qualquer uma das regiões da Guanabara. Sem titubear, o cacique tupi apontou para o outro lado da Baía e disse que queria aquela região de águas escondidas, que em tupi guarani é Niterói. O local eram conhecido como Band’Além e foi para lá que Araribóia levou sua tribo, para a vila de “São Lourenço do Índios”. Como monumento de fundação, fora construído a Igreja de São Lourenço dos Índios, até hoje considerada como marco da cidade.


Séculos XVII XVIII

Nesses dois séculos, de 1600 até 1800, Niterói se manteve numa grande linha de estabilidade. A Vila Real da Praia Grande esteve centralizada no atual centro, abrangendo uma área que hoje corresponde ao Centro, o Bairro de Fátima, o bairro de São Lourenço e Gragoatá.

Além dessa pequena região, os niteroienses construíram a Fortaleza de Santa Cruz, a primeira fortificação erguida em volta da Baía da Guanabara, do ano de 1555. Veio recebendo melhorias, como a ampliação para o interior do morro e o crescimento de prisões e canhões.


Século XIX

As atividades navais eram responsáveis pelo progresso da aldeia, que com advento do comércio de peixes, de construções de armações, esquartejamento e industrialização de baleias adquiriu importância até tornar-se Vila Real da Praia Grande, em 1819, quando foi reconhecida pelo Reino de Portugal, agora com capital no Rio de Janeiro. Nesta época, a cidade baseava-se onde hoje é o centro, e pequena parte de seu litoral era habitada por pequenos grupos pesqueiros.

A primeira eleição de vereadores e juiz de paz aconteceu em 11 de janeiro de 1829. Com base na então nova Lei Orgânica, a Câmara foi constituida por sete vereadores, tendo como presidente Marcolino Antonio Leite, o vereador mais votado.

No ano de 1834, o atual estado do Rio de Janeiro passou a ser dividido em dois: o Estado do Rio de Janeiro (ocupando o lado leste da Guanabara) e o Distrito Federal, que era a cidade do Rio de Janeiro, a sede do Império Brasileiro.

Um Ato Adicional, realizado no mesmo ano, determinou a nomeação de Niterói como capital da província do Rio de Janeiro. No ano seguinte, 1835, a vila Real da Praia Grande passou a se chamar Nictcheroy, que quer dizer águas escondidas em tupi. A condição de capital trouxe série de desenvolvimentos urbanos, como a barca a vapor, iluminação pública a óleo de baleia, lampiões a gás, abastecimento de água e novos meios de transporte (bondes elétricos, estradas de ferro, companhia de navegação) para ligar a cidade ao interior do estado.


Nove anos depois, o imperador Dom Pedro I concedeu a cidade de Niterói o titulo de Imperial Cidade. A nomeação era dada em alguns centros urbanos do Brasil no período Imperial, onde as cidades mais importantes recebiam tal status, conferindo-lhes certa autonomia e poder regional.

No final do século XIX, por volta de 1885, foram fundados alguns sistemas de bonde, o que possibilitou a expansão da cidade para o litoral, como Icaraí e os extremos, como Ponta d’Areia e Itaipu.

A revolta da armada em 1893 prejudicou as atividades produtivas e forçou a transferência da sede da capital para Petrópolis, junto à fragmentação de seu território: freguesias próximas passaram a constituir o município de São Gonçalo.

Século XX

Com a amenização da revolta e devido à necessidade da proximidade da capital do estado do Rio de Janeiro com o Distrito Federal, em 1903, Niterói voltou a ser a capital do estado fluminense. Isso ocasionou um novo impulso de modernização na cidade com construção de praças, deques, parques, estação hidroviária e rede de esgotos, além de alargamentos das ruas e avenidas principais.

Alguns prefeitos se destacaram no desenvolvimento da “cidade sorriso”. Entre eles o primeiro de todos, Paulo Pereira Alves. Defensor do meio ambiente e incentivador do potencial turístico da Região Oceânica, foi idealizador da avenida na Praia de Icaraí. João Pereira Ferraz teve gestão marcada pela urbanização e Feliciano Sodré continuou o trabalho com objetivo de embelezar e também foi responsável pela implantação da rede de saneamento em alguns bairros. Ernâni do Amaral Peixoto era o prefeito quando houve o aterro de Praia Grande, os parcelamentos de áreas na Região Oceânica e a construção de avenida que ganhou seu nome.


O Aterro da Praia Grande possibilitou grandes obras de potencia econômicas e turísticas, como o Caminho Niemeyer, o Terminal Rodoviário Urbano, o campus da Universidade Federal Fluminense, a Praça JK e a Estação das Barcas.





Mas o maior marco para o crescimento econômico da cidade viria em plena ditadura, quando foi inaugurada a Ponte Presidente Costa e Silva, mas conhecida como Ponte Rio - Niterói, que usou um sistema muito avançado de sustentação, em 1974. Foi o sinal para o redirecionamento de investimentos públicos, da especulação imobiliária, da infra-estrutura e ocupação de bairros da Região Oceânica.

Em 1975, Niterói deixou de ser a capital do estado do Rio de Janeiro, por causa da fusão do estado da Guanabara e o Rio de Janeiro. Com a nomeação da cidade do Rio de Janeiro como capital do estado unificado, Niterói se viu em meio de um pequeno freio econômico-social.

Hoje, a cidade apresenta índices de desenvolvimento que a tornam mais do que simples coadjuvante da capital do estado. Referência em setores essenciais como educação, saúde, qualidade de vida e cultura, o município cresce a passos largos ganhando espaço no cenário nacional.


Tiroteios no Fonseca são constantes, reclamam os moradores da região

A disputa pelo controle dos pontos de venda de drogas na Favela Vila Ipiranga aterroriza os vizinhos da comunidade. Para eles, conflito é fruto do comércio de drogas nas redondezas

A disputa pelo controle dos pontos de venda de drogas na Favela Vila Ipiranga, no Fonseca, está aterrorizando moradores vizinhos à comunidade. Segundo eles, os tiroteios são constantes no local e é grande o risco de balas perdidas. Traficantes armados com fuzis e pistolas têm circulado livremente pelos arredores da favela. De acordo com moradores, o conflito pelo comércio ilegal de drogas, iniciado em setembro deste ano, transformou a rotina de quem vive no local. Com medo das constantes trocas de tiros, moradores evitam circular depois das 21 horas e as casas têm que permanecer sempre bem trancadas. 

“Os bandidos passeiam livremente em horários específicos, entre 16 e 18h30, e a partir das 22 horas. Eles estão sempre armados e geralmente usando motos. Vestem roupas camufladas bem parecidas com as do Exército e a dos Fuzileiros Navais. Os rostos estão sempre encobertos por toucas ninja. A vizinhança fica em silêncio, com medo das constantes ameaças feitas por esses marginais”, relatou um morador, que pediu para não ser identificado.

O bairro, segundo ele, era um lugar tranquilo antes de começar uma disputa entre duas facções criminosas rivais. A violência na área atingiu seu extremo no último dia 24, quando a população ficou no meio de um tiroteio entre traficantes e policiais que durou quase o dia todo. Alguns disparos chegaram a atingir o muro de um  condomínio na Rua Conrado Barbosa.

Moradores dizem ter entrado em contato com o 190 e com o 12º BPM (Niterói), mas ainda assim não conseguiram reforço no atrulhamento local. 

“Obtive a resposta de que para designarem o patrulhamento tem que haver ofício da Associação de Moradores. Então, para que serve esses telefones, se não atendem nossas solicitações?”, reclamou uma pessoa que reside próximo à comunidade.

A Polícia Militar tem realizado incursões na Vila Ipiranga, desde o início da guerra pelo comércio de drogas. Durante um confronto no último dia 5 de setembro, os PMs prenderam Gláucio dos Santos Ferreira, o Sherek, acusado pela polícia de dois homicídios.

Investigadores da 78ª DP (Fonseca) informaram que existem outros dois mandados de prisão contra supostos traficantes da localidade: Cleiton Bernardo Santana, o Cleiton da Vila, e outro conhecido como Matapá, cujo nome não foi divulgado. De acordo com o delegado titular, Reginaldo Guilherme, a intimidação de testemunhas dificulta a prisão de criminosos.

O comandante do 12º BPM (Niterói), tenente-coronel Ruy França, até o fechamento desta edição não retornou as ligações feitas para o seu celular.(O Fluminense)