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segunda-feira, 21 de março de 2011

Usuários das barcas enfrentam filas na estação de Niterói


Segundo a Agetransp, problema aconteceu devido à retirada de circulação da embarcação Ingá. Além disso, a fila da gratuidade estava muito maior do que o normal

Uma grande fila se formou na manhã desta segunda-feira na estação Arariboia, Niterói, e atrasou o dia de muitos usuários.

A fila da gratuidade das Barcas estava muito maior do que o normal, com mais de 30m de extensão. Para esse serviço só existe uma catraca porém, com a chegada da equipe de reportagem de  jornal O Fluminense, outra roleta foi disponibilizada para atender essa demanda.

A Agetransp informa, em nota, que devido à retirada de circulação da embarcação Ingá de Barcas S/A, por problemas técnicos, formaram-se filas de usuários.

Na sexta-feira houve muitas filas e movimentação agitada, grande parte disso pode ser pela falta desse Catamarã.

A concessionária informou que já colocou em substituição à barca avariada a embarcação Martin Afonso.(O Fluminense)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Após colisão com barca em Niterói, intervalo entre viagens é de uma hora

Concessionária diz que três pessoas ficaram levemente feridos.
Catamarã sofreu pane elétrica e bateu em rochas, em Niterói.

Por causa do acidente com o catamarã Inga II, ocorrido por volta das 8h05 desta segunda-feira (23), a concessionária Barcas S.A. informou que o tempo médio de embarque em direção à Praça VX, no Rio, é de aproximadamente, uma hora.

A embarcação sofreu uma pane, perdeu o controle e foi em direção a pedras perto da estação de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Três pessoas tiveram ferimentos leves.

Por conta disso, há grande concentração de passageiros na estação Araribóia, em Niterói, onde a fila se estende por boa parte do calçadão da orla.

Segundo a concessionária, dos 376 passageiros à bordo da embarcação, apenas um sofreu ferimentos leves. Dois tripulantes também com ferimentos sem gravidade foram atendidos por bombeiros do quartel de Niterói.

A Barcas S.A. informou que ao sofrer a pane elétrica, o comandante da embarcação optou por uma manobra de emergência e parou nas pedras próximo do cais. Segundo a concessionária, o catamarã não colidiu com nenhuma outra embarcação. Ao atracar nas pedras, ela ficou encalhada e teve de ser puxada por um outro catamarã, para fazer a manobra e atracar no cais. Os passageiros puderam desembarcar.

A Agência reguladora de transportes, Agetransp, informou que instaurou processo regulatório sobre o incidente.(G1)




 

sábado, 13 de março de 2010

Novo incidente na travessia das barcas volta a assustar passageiros

Desta vez, embarcação ficou à deriva por cerca de 20 minutos perto da plataforma de desembarque, em Niterói. Usuários do transporte ficaram apreensivos

Pelo terceiro dia, um incidente prejudica a volta para casa de quem optou pela travessia de barca. Na noite de ontem, uma embarcação, a Neves V, que fazia a travessia da Praça XV para a Praça Arariboia, em Niterói, ficou à deriva por cerca de 20 minutos com mais de 900 passageiros a bordo. 

A embarcação - que havia deixado o Rio às 18h10 - estava próxima da estação de Niterói quando teve pane nos dois motores. A concessionária Barcas S/A culpou a sujeira nas águas da Baía como o responsável pelo incidente. A empresa alegou que galhos de árvores travaram as hélices, mas que o problema foi solucionado sem a necessidade de usar reboque.  

No desembarque, por volta das 18h45, houve um princípio de confusão. Um PM do 12º BPM (Niterói), chamado para conter os ânimos dos passageiros, teria sacado a arma durante o tumulto formado no guichê de reclamação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias (Agetransp). 

“Não tinha ninguém para nos atender. Só apareceram quando vários passageiros se aglomeraram no guichê. Além de tudo, fui empurrada e ameaçada pelo PM que, de arma em punho, me ameaçou. Nunca fui tão humilhada”, disse a psicóloga Karla Guimarães Siqueira, de 29 anos. 

O soldado Marcelo Almeida, do 12º BPM, se defendeu dizendo que sacou a arma para tentar manter a ordem. “Foi só por causa disso. Não ameacei ninguém e não agredi pessoa alguma.” “O descaso foi total. Outro absurdo foi a mesma barca com defeito - que veio se arrastando depois de ficar 20 minutos parada – sair novamente de Niterói para o Rio, com outros passageiros, como se nada tivesse acontecido. Foi por isso que a confusão se formou quando nós começamos a gritar para as pessoas não embarcarem”, relatou a advogada Amanda Todaro Martins, de 24. 

“A barca estava superlotada e o calor ficou insuportável quando ela ficou parada”, reclamou a analista de sistema Tatiana Rodrigues, de 29.  A assessoria da Barcas S/A informou que a embarcação só continuou funcionando normalmente porque o problema havia sido solucionado. A empresa negou que a barca estivesse superlotada e informou que sua capacidade é de 1,3 mil passageiros. Informou ainda que foram 13 e não 20 minutos de espera. Sobre o tumulto com o PM, não quis se pronunciar. Na terça-feira, um catamarã chocou-se contra um veleiro. Não houve vítimas, mas acidente causou transtornos. Na quinta-feira um homem teria caído na Baía e foi socorrido pela tripulação. O incidente atrasou a travessia.
(O Fluminense)