sexta-feira, 22 de abril de 2011

Balão de oito metros é apreendido em Niterói

Um balão de oito metros de altura foi apreendido, na manhã desta sexta-feira, em Niterói, na Região Metropolitana. De acordo com policiais do Batalhão de Polícia Florestal e Meio Ambiente (BPFMA) ninguém foi detido.

Nesta quinta-feira, policiais do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente (BPFMA) apreenderam, nesta quinta-feira, 15 balões durante uma operação realizada em todo Rio e Grande Rio. De acordo com o BPFMA, 40 homens em 10 viaturas percorreram a Baixada Fluminense, Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Cinco pessoas foram detidas.

A operação teve ínicio na manha desta quinta Na RJ-104, que liga Itaipu a Maricá, foram apreendidos um balão com dois metros de altura e uma bandeira, que estavam em poder de Dayves Barros de Souza, 26 anos; Bruno ferreira Venâncio, 21. Célio Bruno Coutinho Mota, 23; e Daniel Nascimento Magaldi Souza, 22, dentro da Palio Weekend, placa KMY 2062. Todos foram levados para a 82ª DP, em Maricá.

Em Nilópolis, na Baixada Fluminense, outra equipe apreendeu 13 balões e 16 pássaros silvestres e muitos fogos de artifícios, em uma casa da Rua Coronel França Leite, no bairro Cabral, Distrito de Olinda. O dono do imóvel, o laminador Valdecir da Motta Barbosa. 53, foi levado para a 56ª DP (Comendador Soares), em Nova Iguaçu.(O Dia)

22 de Abril - Dia da Aviação de Caça

Município de Niterói segue na contramão da queda da criminalidade

Enquanto dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam redução de crimes no Estado, registros nos municípios de Niterói e Maricá sobem e não acompanham queda

Os números de roubos a coletivos em Niterói e Maricá saltou 80% em fevereiro deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado. Os casos de roubo de veículos cresceram 31% e o de assaltos a estabelecimentos comerciais subiram 36% nesses dois municípios. Os dados são do último balanço da criminalidade divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio. Niterói e Maricá também não acompanharam a tendência de queda dos índices de homicídios do estado do Rio. 

Enquanto os números estaduais de mortes violentas caíram 23,5%, Niterói e Maricá apresentaram uma escalada de 46% nesses índices.

Em fevereiro de 2011 foram registrados 19 homicídios na região, contra 11 no mesmo período do ano passado. A maioria dos casos ocorreu na área da 82ª DP (Maricá), que teve sete ocorrências. Os demais aconteceram na jurisdição das seguintes delegacias de Niterói: 76ª DP (Centro), com duas ocorrências; 78ª DP (Fonseca), com quatro casos; 79ª DP (Jurujuba), com dois registros e 81ª DP (Itaipu), com quatro. As tentativas de homicídios também apresentaram aumento de 30% na região.

“Os números chamam atenção porque este ano o carnaval (época em que tradicionalmente ocorrem mais crimes) ocorreu em março e não em fevereiro como em 2010”, alega o comandante do 12º BPM, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, para tentar justificar os números.

Ele também afirma que mudanças na forma de captação dos dados também teriam contribuído para o aumento no número de crimes. “Esse ano, o ISP passou a considerar os autos de resistência (morte em confronto com a polícia) como letalidades violentas. No ano passado, esses índices ainda eram apresentados separadamente. Das 19 mortes apresentadas pelo ISP em fevereiro de 2011, 8 foram autos de resistência”, acrescenta sem explicar por quê, apesar de também serem atingidos por essas variantes, demais municípios apresentaram queda nos indicadores de violência. 

A escalada da violência da cidade parece não ter freio. Em março, um crime brutal ocorreu na Região Oceânica, área de jurisdição da 81ª DP. Na ocasião, a decoradora Amaly Olympia de Vasconcelos Taiul, de 53 anos, foi morta a pedradas quando dormia em sua residência, na Rua Frei Orlando, em Piratininga. Um pedreiro que prestou serviço para a vítima foi preso dias depois acusado do homicídio. 

O rapaz de 19 anos, aparentando problemas mentais, teria revelado detalhes do crime ao então delegado da distrital, Adílson Palácio.(O Fluminense)

Bombeiros do RJ fazem protesto e ocupam acesso a quartel na Barra

Eles querem melhoria salarial e das condições de trabalho.
Grupo espera ser recebido pelo governador Sérgio Cabral. 

Bombeiros e guarda –vidas se reuniram na noite quinta-feira (21) em frente ao Grupamento Marítimo (GMar) da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em mais uma manifestação por melhoria salarial e condições de trabalho. O grupo, que quer ser recebido pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Machado, ou o governador Sérgio Cabral, pretende acampar no local para chamar a atenção por suas reivindicações.

Eles afirmam que como não estão de serviço, foram impedidos de entrar no quartel. Mas ficarão aquartelados, ou seja, mesmo de folga, não retornarão para suas casas. Os que estiverem de serviço atenderão normalmente à população.

“Vamos ficar aqui e, se precisar, vamos atender qualquer ocorrência que for necessária. Não vamos abandonar nossa responsabilidade com a população, principalmente neste feriadão”, garante um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo. “Nosso salário é de R$ 950, o segundo pior do país”, reclama.
Embora o cabo Benevenuto garanta que encaminhou as reivindicações da categoria para a Secretaria de Saúde e Defesa Civil e para todas as unidades no dia 14, o comando geral do Corpo de Bombeiros disse, através de sua assessoria, que não reconhece o manifesto.

“Eles são militares e estão seguindo um caminho equivocado. O que deveriam fazer é procurar o comando dos quartéis para que a demanda deles seja levada ao comando geral. Enquanto isso, o comandante geral não vai recebê-los”, afirmou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Evandro Bezerra.

O grupo que participou do encontro desta noite na Barra era formado por cerca de 200 bombeiros e guarda- vidas, de diferentes quartéis do estado. Mais cedo, o grupo se reuniu no GMar de Botafogo, na Zona Sul do Rio. O objetivo é mobilizar todas as unidades, mas de forma pacífica. Os manifestantes já levaram seus protestos às portas do Palácio Guanabara e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na quarta-feira (20).

Eles querem ainda a reconsideração do comando geral da decisão de transferir 36 servidores que participaram de manifestação na orla de Copacabana, no último fim de semana.

Na passeata que fizeram do Largo do Machado ao Palácio Guanabara, na quarta-feira, os manifestantes exibiram faixas de protesto. Eles contaram que ficaram horas em frente à sede do governo do estado à espera de encontro com o governador Sérgio Cabral.

Sem resposta, foram para a Alerj, onde apresentaram suas reivindicações a alguns deputados.

 

Batalhão Florestal faz operação para reprimir baloeiros

Policiais seguem as buscas por baloeiros no Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense. Quatro pessoas foram detidas em Itaipuaçu, Maricá

Quatro pessoas foram detidas e um balão apreendido na manhã desta quinta-feira em uma operação do Batalhão Florestal da Polícia Militar que acontece em vários pontos da Baixada Fluminense, em Niterói e em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. 

Segundo a polícia, os quatro acusados haviam acabado de recuperar o balão e estavam em um carro abordado pelos agentes na RJ-104, em Itaipuaçu, em Maricá. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá).

Operação
Quarenta homens em dez carros do BPFMA fazem, nesta quinta-feira, desde as 5h, uma operação para reprimir a soltura de balões. Os policiais fazem buscas no Rio, Niterói, São Gonçalo e municípios da Baixada Fluminense. Segundo o BPFMA, nos feriados religiosos, como o dia de São Jorge e a Semana Santa, aumenta a quantidade de balões soltos.

Crime ambiental
Confeccionar, armazenar, transportar ou soltar balões é crime ambiental. De acordo com a polícia, a pena para que for flagrado pode chegar a três anos de prisão, além de pagamento de multa.(O Fluminense)

Bill Gates e equipe deixam o Brasil por não terem visto de permanência

Segundo informações da Polícia Federal, o grupo com sete pessoas contavam apenas com um documento que permitia a eles passar pelo país, sem permanecer em terras brasileiras


O bilionário Bill Gates, pai do Windows e da Microsoft, teve de deixar o Brasil na madrugada desta terça-feira depois que sua equipe foi notificada pela Polícia Federal no Amazonas. A equipe do empresário, segundo foi informado à Polícia Federal, passava férias num hotel de selva no Amazonas, mas não tinha o visto de turista no passaporte, uma exigência brasileira para visitantes dos Estados Unidos. Segundo informações, eles contavam apenas com um documento que permitia a eles passar pelo país, sem permanecer aqui. A PF não informa se Bill Gates tinha ou não o visto e como o grupo entrou no Brasil.

O grupo do empresário, formado por sete pessoas, foi detido na última sexta-feira, dia 15, por agentes federais quando faziam um passeio de barco no Rio Negro, próximo a Manaus. No momento da detenção, os americanos estavam sem a presença de Bill Gates, se identificaram como funcionários da Microsoft e pediram para os agentes da PF contatarem a embaixada americana no Brasil.

Segundo informações da Polícia Federal, eles não tinham nem mesmo documentos de identificação, e a embarcação não tinha autorização da Marinha para navegar em águas brasileiras, uma vez que os tripulantes estavam0 "ilegais" no país. Depois de quase 12 horas detido, o grupo foi liberado com a condição que deixasse o Brasil em três dias.

Como não conseguiram voo desta segunda-feira, eles embarcaram às 2h da madrugada desta terça-feira em um voo com destino a Miami. Segundo a Polícia Federal,  o grupo infringiu a Lei 6.815/80 e seus integrantes devem responder a um processo administrativo.

No retorno para os EUA, Gates acompanhou a sua equipe. Não é a primeira vez que o empresário passa férias no Amazonas, ele já esteve no Estado em 2007 e 2009. Nas duas viagens, ficou em hotéis de selva na Zona Rural de Manaus ou em cidades do interior do Amazonas.(O Fluminense)