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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Operação no Camelódromo do Rio vai durar três dias, diz delegada

Cento e vinte policiais e 40 fiscais da Receita Federal participam da ação.
Chaveiros foram chamados para abrir boxes que estavam fechados. 

A operação para combater a venda de produtos falsificados e contrabandeados no Mercado Popular da Uruguaiana (Camelódromo), no Centro do Rio, iniciada na manhã desta quarta-feira (26), vai durar pelo menos três dias, segundo a delegada Valéria de Aragão, da Delegacia de Repressão a Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM).

Além de 120 policiais civis, a ação conta ainda com 40 fiscais da Receita Federal e representantes das Associação Brasileira de Empresa de Software e Associação Antipirataria de Cinema e Música. As investigações começaram há sete meses, com policiais infiltrados.

Polícia chama chaveiros para abrir boxes
Até as 10h desta quarta-feira (26), segundo a delegada, somente os boxes de alimentação e de venda de ferramentas estavam funcionando. Os demais estavam fechados. Por isso, foi preciso chamar cerca de 15 chaveiros para abrir portas e vistoriar os recintos.

A polícia vai permanecer no local para identificar os comerciantes que trabalham de forma ilegal, sem documentação ou notas fiscais das mercadorias. As irregularidades serão repassadas à prefeitura, que poderá cassar o alvará de funcionamento do estande.

Segundo a delegada, todos os 1.508 boxes vão ser fiscalizados. O Camelódromo é um dos maiores mercados populares do Rio e conhecido por vender produtos pirateados por preços bem mais baixos.

Uma multidão formada por funcionários cerca o Camelódromo. A rua mais movimentada da região é a Uruguaiana, que apesar de estar cheia de carros da polícia, flui bem. O trânsito na Avenida Presidente Vargas também é normal.(G1)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Bombeiros combatem incêndio na região da Central do Brasil

RIO - Bombeiros tentam conter um incêndio de grandes proporções que destrói boa parte do camelódromo entre a Central do Brasil e o Terminal Américo Fontenele. Eles enfrentam dificuldades em encontrar águanos hidrantes e nos prédios vizinhos. A intensidade da água que sai das mangueiras diminuiu, o que fez com que as labaredas do fogo aumentassem. 

O fogo, que começou por volta das 15h, se espalhou rapidamente porque há bastante material inflamável. O Terminal Américo Fontenele, que teve o funcionamento comprometido para os ônibus que saíam em direção à Baixada Fluminense, foi reaberto por volta das 19h. Trens e metrô funcionam com atraso devido ao intenso movimento. O trânsito de carros em toda a região também está bastante comprometido; a Avenida Presidente Vargas está praticamente parada no sentido à Zona Norte. Ruas do entorno tiveram o fornecimento de luz suspenso para evitar curto-circuitos. 

Ambulantes que tentavam retirar mercadorias do camelódromo também entraram em confronto com guardas municipais, que trabalham para isolar a área. O Batalhão de Choque precisou ser chamado. Várias explosões foram ouvidas por causa da grande presença de botijões de gás no local. Não há informações sobre feridos.
Policiais militares do 5º BPM (Praça Harmonia) isolaram a área, que fica em frente a um restaurante popular. O local exato do início do incêndio seria uma padaria, no final da rua que dá acesso à Praça Cristiano Ottoni, onde um botijão de gás teria explodido, segundo informações da PM e do Corpo de Bombeiros. 
 
No camelódromo, funcionam 592 barracas onde trabalham 4 mil pessoas, informou a Associação de Comércio Alternativo do Centro