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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Trinta mil pessoas devem passar pela rodoviária de Niterói durante a folia

Segundo empresa que administra terminal, cerca de 2,5 mil ônibus transportarão passageiros principalmente para municípios das regiões dos Lagos e Serrana

Cerca de 30 mil pessoas devem passar pela Rodoviária Roberto Silveira, em Niterói, durante o Carnaval. Para esta sexta-feira, são esperadas mais de 6,8 mil pessoas. De acordo com a Socicam, empresa que administra o terminal, cerca de 2,5 mil ônibus transportarão os passageiros principalmente para municípios das regiões dos Lagos e Serrana. Outros destinos concorridos são Vitória e Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, e Belo Horizonte, Juiz de Fora e Barbacena, em Minas Gerais.

Nesta quinta-feira, um grupo de amigos se preparava para viajar. O rumo escolhido foi Cabo Frio, sem data certa de retorno. “Nós vamos curtir um pouco a praia. Queremos nos divertir bastante”, contou a dona de casa Ananda Jasmim, de 30 anos.

Muita gente também vai aproveitar o longo feriado para visitar familiares que moram distante. É o caso da dona de casa Irani Martins, 70 anos. Ela esperava ônibus para Bom Jesus de Itabapoana, no Noroeste Fluminense.

“Vou aproveitar para visitar alguns familiares. Cheguei aqui uma hora antes da saída do meu ônibus para não perder a viagem. É sempre bom se preparar e chegar aqui no horário”, completou.

As empresas que operam no Terminal Roberto Silveira programaram cerca de 260 horários extras. A Socicam recomenda, ainda, que os usuários garantam a passagem com antecedência e que não se descuidem da bagagem. A empresa pede também que quem for embarcar com crianças menores de 12 anos viaje com identificação original ou autenticada. A administração aconselha os passageiros a evitarem o horário de pico, que compreende o período das 18h às 20h.

Dengue - Para aproveitar o grande número de pessoas circulando pelo local, a Fundação de Saúde de Niterói instalou um estande na rodoviária, visando sensibilizar a população sobre os cuidados necessários para evitar a dengue. Houve distribuição de panfletos com dicas de como evitar a proliferação do mosquito.

“Queremos conscientizar a população que está indo ou voltando de viagens. É importante mostrar a necessidade de prevenir uma epidemia”, contou uma agente de saúde. (O Fluminense)

 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Obras no Terminal de Niterói serão realizadas no turno da noite

Prefeitura e concessionária que administra o João Goulart estabeleceram que intervenções sejam feitas fora do horário de rush. Usuários passam por problemas desde o começo da obra

A Prefeitura de Niterói estabeleceu que o consórcio Teroni, que administra Terminal Rodoviário João Goulart, realize intervenções nas plataformas apenas das 22h às 4 horas, fora do horário de rush.

A determinação, que começou a vigorar nesta segunda-feira, foi dada em função dos transtornos causados aos usuários e aos extensos engarrafamentos nas ruas do Centro, que estão ocorrendo por conta das obras de drenagem e pavimentação, realizadas desde junho.

De acordo com o motorista de ônibus da empresa Rio Ita, Joelson da Silva, 35 anos, que embarca e desembarca na atual plataforma – a azul – onde estão sendo feitas obras de pavimentação, a situação no terminal, principalmente à noite, é caótica. O rodoviário reclama da falta de planejamento.

Segundo o consórcio Teroni, quando concluídas, as obras darão maior fluidez ao tráfego de ônibus. A concessionária informou que a pavimentação está sendo refeita com resistência cinco vezes maior a utilizada antes. Os canteiros instalados nas áreas de manobra dos ônibus estão sendo diminuídos para dar mais mobilidade aos coletivos e evitar congestionamento.(O Fluminense)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Detro apreende 20 ônibus no Rio, Niterói, São Gonçalo e Maricá


Só no Terminal Rodoviário João Goulart, foram retirados de circulação dois veículos intermunicipais da Galo Branco e dois da ABC, além de coletivos da Rio Ita, Brasília, Rio Minho e Estrela


Fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) apreenderam 20 veículos da frota regular intermunicipal e aplicaram 30 multas durante operação realizada em terminais do Rio, Niterói, São Gonçalo e Maricá.

Nas últimas ações, os fiscais têm flagrado uma quantidade significativa de ônibus rodoviários trafegando com roletas, o que não é permitido. Segundo o presidente do Detro, Rogério Onofre, tal procedimento, apesar da alegação das empresas de que é uma forma de maior controle do movimento de passageiros, mascara uma série de outras irregularidades.

"Temos o conhecimento de que, por trás da instalação destas roletas existem outros interesses que envolvem a concessão da gratuidade, entre outros. Também tem sido comum a dispensa do cobrador nos ônibus urbanos e já fomos, inclusive, informados de que, em alguns pontos, funcionários das empresas ficam de plantão para atuarem nesta função quando a fiscalização do Detro está por perto. Estes funcionários saem dos terminais e saltam em pontos mais adiante numa tentativa de burlar os fiscais", afirma Onofre.

No Rio, houve apreensão de ônibus no Terminal Menezes Cortes, sendo um da Teresópolis, dois da Auto Viação 1001 que teve também um veículo multado por falta de adesivos obrigatórios, um da Garcia, um da Pendotiba e três da Nossa Senhora do Amparo.

No Terminal João Goulart, em Niterói, foram apreendidos dois veículos da Galo Branco e dois da ABC, além de ônibus da Rio Ita, Brasília, Rio Minho e Estrela, sendo um de cada empresa. 

Em Maricá, a Nossa Senhora do Amparo também teve dois ônibus recolhidos. 

No município de São Gonçalo, a fiscalização do Detro esteve no Terminal do Alcântara, onde apreendeu um ônibus da Coesa e multou outro da mesma empresa por falta de adesivos e, ainda, em Venda das Pedras, com recolhimento de dois veículos da Rio Ita. A instalação de roletas em ônibus rodoviários foi a principal infração, mas também foram detectados limpadores de parabrisas com defeito, portas que não fechavam, luzes externas queimadas e problemas na documentação.(O Fluminnse)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Bandidos assaltam ônibus na saída do Terminal de Niterói

 Pelo menos 15 passageiros que estavam no coletivo, entre eles uma grávida, tiveram pertences roubados. Criminosos exigiram objetos de valor e recusaram celular antigo

Três homens, um deles armado de revólver, assaltaram mais de 15 passageiros de um ônibus da Viação Fagundes, que fazia a linha 572 (Niterói-Laranjal), assim que o coletivo deixou o Terminal Rodoviário João Goulart, no Centro da cidade, na noite desta terça-feira. Entre as vítimas estava uma mulher grávida. 

Um dos criminosos teria anunciado o assalto por volta das 18h e afirmado que nada de ruim aconteceria se ninguém reagisse e se todos entregassem seus objetos de valor.
“Foram cinco minutos de terror, eles arrancaram dinheiro, celulares, alianças e documentos” disse uma das vitimas, que perdeu um celular recém comprado e que havia quitado a última prestação do aparelho na semana passada. 

Uma cena curiosa chamou a atenção das vítimas. Um dos bandidos chegou a recusar um celular usado e moedas. “Ele disse que não era lixeira para carregar coisa velha”, comentou uma das mulheres.

Homem aparentando ter 40 anos seria líder do bando
A ação criminosa foi comandada por um homem de barbicha, aparentado possuir 40 anos e se vestia todo de branco. Ele, segundo passageiros eram o mais exaltado e fazia ameaças de morte. Um rapaz moreno de cerca de 20 anos e outro pardo, mesma idade se encarregaram de recolher os pertences dos passageiros.

Os suspeitos desembarcaram na parada de ônibus, da Avenida Feliciano Sodré, próximo do Colégio Estadual Raul Vidal. O motorista e passageiros registraram o caso na 76ª DPº (Centro). 

A polícia afirma que pelo menos cinco assaltos a coletivos foram registrados nas duas últimas semanas na região.(O Fluminense)

Ps. Esta mulher grávida já participou de outro assalto.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cheiro de urina e lixo toma conta do Terminal de Niterói


Passageiros criticam a falta de limpeza e de manutenção nas plataformas de embarque e desembarque do local. Ausência de banheiros gratuitos também é motivo de reclamação para usuários

O forte cheiro de urina e o lixo espalhado por alguns pontos do Terminal Rodoviário João Goulart, em Niterói, está revoltando a população que passa pelo local. Segundo os passageiros que embarcam e desembarcam, nas plataformas, a falta de limpeza e de manutenção está provocando o acumulo de lixo e mau cheiro. A falta de banheiros gratuitos também é uma das reclamações. 

“É uma vergonha esse terminal rodoviário. O cheiro de urina incomoda muito. Com esse calor então parece que piora. Como pode um local que está faturando tanto dinheiro com tantas lojas, cobrar dos usuários para utilizarem os banheiros”, opina a universitária Luana Paula, de 25 anos.

Outro problema frequente do local é a limpeza das plataformas que de acordo com os usuários no período da noite as plataformas deixam de ser limpas e ficam repletas de garrafas pet, copos descartáveis e papeis.
O Terminal Presidente João Goulart é considerado o maior da América Latina e diariamente passam pelo local mais de 400 mil pessoas.(O Fluminense)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Terminal João Goulart, no Centro, se transforma no vilão do tráfego


Operando acima da capacidade, passageiros enfrentam longas filas de espera para embarque, no fim do dia, e veículos encontram trânsito confuso dentro e fora do local

O Terminal Rodoviário João Goulart, no Centro, já estaria operando acima da capacidade, o que tem ocasionado longas filas de espera para embarque, no fim do dia, e um trânsito confuso dentro e fora do terminal. Alguns ônibus poderão ser transferidos para a rodoviária. 

Inaugurado no dia 29 de agosto de 1994, o terminal de ônibus municipais e intermunicipais nunca recebeu obras de expansão das áreas operacionais, apesar de ter recebido lojas e quiosques para vendas. De lá para cá, o número de usuários chegou a 400 mil por dia e o número de ônibus aumentou em mais de 30%, segundo estimativa do superintendente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado (Setrerj), Márcio Barbosa.

“O terminal precisa ser ampliado caso tenha que continuar recebendo este número de ônibus. E devemos prestar atenção também na circulação de área, senão os reflexos no trânsito no entorno podem piorar e todos saem perdendo. Hoje o cliente não está sendo bem atendido, existe demora para chegar à plataforma, para sair dela, longas filas, isto tudo são sintomas de que o terminal não vai bem”, diz Barbosa.

Controlando muitas das 110 chegadas e partidas de coletivos que fazem a ligação do Centro de Niterói com o bairro Mutuapira, em São Gonçalo, o despachante Aldair Marinho, de 53 anos, explica que tenta liberar os ônibus o mais rapidamente possível para que não fiquem atrapalhando dentro do terminal. São 30 ônibus que cumprem o trajeto, que há pouco tempo teve a previsão de tempo de viagem ampliada de 50 minutos para uma hora e vinte minutos. Tudo por conta do trânsito na chegada e partida do terminal, que pode consumir mais de 25 minutos no horário de rush.

Para os usuários, o segredo é chegar o mais cedo possível na plataforma de embarque.

“Depois das 17h tudo vira uma bagunça. Se chego nesse horário, já pego a fila do ônibus lá dentro do terminal e até chegar à plataforma o tempo passa”, diz Janaína Ferreira, de 35 anos, marítima.

A Niterói Terminais Rodoviários (Niter) informou que estuda reformulação e retirada de 30% do número de linhas que atualmente circulam no terminal – o que representa 160 ônibus a menos no local. Pelo estudo, algumas linhas intermunicipais poderão ser deslocadas para o Terminal Rodoviário Roberto Silveira.

Motoristas que passam nas proximidades sentem o peso do número de coletivos refletido nas condições de trânsito. O congestionamento por vezes ultrapassa os 500 metros da Rua Professor Plínio Leite e chega a apresentar reflexo na chegada ao Centro pela Avenida Feliciano Sodré. Outros acessos também ficam bloqueados.
 
“A fileira de ônibus que precisam cruzar a pista para entrar no terminal fecha o cruzamento, cria engarrafamentos e deixa o trânsito mais perigoso”, diz o fotógrafo Marcelo Pimenta, de 43 anos.

A Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans) declarou que um novo plano de transporte de alta capacidade será implantado, o que diminuirá o impacto sobre o terminal.(O Fluminense)