sábado, 19 de fevereiro de 2011

Barca quebra e fica à deriva na Baía de Guanabara

Embarcação Martin Afonso deixou a Praça XV com destino a Niterói com cerca de 78 pessoas. Problema mecânico deixou barca à deriva. Os passageiros foram resgatados

Uma barca que faz a travessia Rio-Niterói  ficou à deriva na Baía de Guanabara no início da tarde deste sábado. A embarcação Martin Afonso deixou a Praça XV com destino à Praça Arariboia com cerca de 78 passageiros.

De acordo com a assessoria de imprensa das barcas, houve um problema nas máquinas. Uma outra barca foi enviada ao local do incidente, passageiros foram removidos da barca com defeito e encaminhados para Niterói.
A barca Martin Afonso foi levada para um estaleiro, onde será vistoriada.(O Fluminense)


Nota - Mais uma vez, quando será a outra? Quando o Governo vai tomar alguma providência? Quando morrer gente? Tira esta empresa e põe outra ou outras melhores, já romperam o contrato várias vezes.

Boavista derrota o Fluminense nos pênaltis e vai à final

O goleiro Thiago defendeu duas cobranças e foi o herói da classificação histórica da equipe de Saquarema

E a zebra de Saquarema atacou de novo. Nos pênaltis, o Boavista derrotou o Fluminense, neste sábado, no Engenhão, e se classificou para a decisão da Taça Guanabara. O goleiro Thiago acabou sendo o herói da noite. Com defesas importantes no tempo normal, que terminou empatado por 2 a 2, o camisa 1 segurou duas penalidades, uma delas do argentino Conca, e colorou o Alviverde pela primeira vez na final da competição. 

Marquinho e Fred (que deixou o campo no intervalo com dores na panturrilha) marcaram para o Flu na etapa regular. Mas Tony e André Luís igualaram o placar para o azarão da tarde, que aguarda ao confronto entre Flamengo e Botafogo para conhecer o adversário do próximo domingo, na grande final.

Já o Fluminense volta suas atenções para a Libertadores, na qual enfrenta o Nacional (URU), quarta-feira, no Engenhão.

FLU ABRE VANTAGEM NAS BOLAS PARADAS

A tônica do jogo era lógica. O Fluminense, com jogadores de maior qualidade, favorito no confronto, tentando furar o bloqueio da surpresa das semifinais, o Boavista. Para o Tricolor, um gol no início seria crucial. E foi exatamente o que aconteceu. Aos oito minutos, falta na intermediária; Marquinho, que deixou o "figurão" Souza no banco de reservas, cobrou com extrema categoria, no ângulo do goleiro Thiago.

Um pouco na sorte, um pouco no mérito, o Flu abria vantagem e poderia, então, conduzir a partida com maior facilidade. Mas, dois minutos depois, o placar estaria igualado novamente. Em falta de longe, mas frontal, o lateral-esquerdo Paulo Rodrigues rolou para Tony, que soltou um petardo. Berna pulou, mas não achou nada.

A partir daí, o Flu voltou a apresentar seus defeitos. As jogadas de linha de fundo, ponto forte do time, vou praticamente anulada pela defesa adversário, que colocou todos os jogadores no campo de defesa e explorou bem os contra-ataques. O volante Diguinho, o principal nome da primeira etapa, acabou sobrecarregado; atrás, era responsável pelos principais desarmes. Na frente, com os meias e atacantes bem marcados, acabou encarregado da armação.

O ritmo seguiu o mesmo. Até que, no fim do primeiro tempo, o Tricolor encontrou o segundo gol. Em bola levantada por Conca, Rafael Moura ajeita para Fred. O camisa 9 ficou livre, e não teve trabalho de assinalar seu nono gol no campeonato.

BOAVISTA EMPATA E JOGO VAI PARA OS PÊNALTIS
 
O Tricolor voltou do intervalo com uma baixa. Fred, que desde a primeira etapa vinha sentindo dores na panturrilha, ficou no vestiário. Em seu lugar, entrou Souza. E tinha mais castigo. Logo aos 10 minutos, numa confusão da defesa, o Boavista chegou ao empate, com André Luís.

Assim, o Fluminense recolocou-se à frente. Os dois alas se apresentaram mais, muito pelo apoio de dois meias (Souza e Marquinho). Mas os cruzamentos eram facilmente interceptados pela defesa alviverde. Conca, pouco inspirado, mal fazia a ligação com Rafael Moura. Percebendo a dificuldade, Muricy fez outra mudança: colocou Rodriguinho no lugar de Marquinho.

Os minutos finais foram de puro abafa do Flu. No desespero, Rafael Moura, por duas vezes, quase fez o gol da vitória, mas o goleiro Thiago e a defesa do Boavista seguraram o empate.
A equipe de Saquarema ainda reclamou de um pênalti de Gum em Max, no fim do jogo, que acabou mesmo indo para os pênaltis.

CONCA PERDE PÊNALTI E BOAVISTA VAI À FINAL

Na disputa de pênaltis sobrou frieza para a equipe de Saquarema. Paulo Rodrigues, Tony, Frontini, Edu Pina fizeram sua parte. Já o Fluminense, acabou castigado pelo maior craque.
Herói do título brasileiro, Conca, depois de um jogo apagado, cobrou mal, no meio do gol. Thiago ficou parado e fez a defesa. Rafael Moura, Souza fizeram os seus. Mas Rodriguinho, na quarta cobrança, também parou em Thiago, que colocou o Boavista pela primeira vez na final da Taça Guanabara.

FLUMINENSE 2 (2) X (4) 2 BOAVISTA
Data: Sábado, 19/2/2011, às 17h (Brasília)
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia e Rodrigo Figueiredo H. Correa
Cartões Amarelos: Carlinhos, Souza, Rodriguinho (FLU); André Luís, Santiago, Gustavo, Edu Pina (BOA)
Gol: Marquinho, aos 8'/ 1ºT, Fred, aos 38'/1ºT (FLU); Tony, aos 11'/ 1ºT, André Luís, aos 10'/ 2ºT (BOA)
Fluminense: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Marquinho (Rodriguinho, aos 27'º? 2ºT) e Conca; Fred (Souza, intervalo) e Rafael Moura. Técnico: Muricy Ramalho.
Boavista: Thiago, Bruno Costa (Erick Flores, aos 13'/2ºT), Gustavo, Santiago e Paulo Rodrigues; Julio Cesar, Edu Piña, Leandro Chaves (Fábio Fidélis, aos 42'/2ºT)e Tony;André Luís (Max, aos 25'/ 2ºT) e Frontini. Técnico: Alfredo Sampaio.

 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mais um incêndio no Morro das Andorinhas, em Itaipu, RO

Esta semana os bombeiros já foram chamados por causa das chamas nas encostas da região. O trabalho da cooporação costuma aumentar muito nesta época do ano

Bombeiros do 4ª Grupamento Marítimo de Itaipu, na Região Oceânica de Niterói, foram acionados na manhã desta sexta-feira para conter um incêndio no Morro das Andorinhas, que fica na divisa entre Itaipu e Itacoatiara.
Várias vezes durante esta semana os bombeiros também foram chamados por causa dos intensos focos de incêndio nas encostas da região. O trabalho da cooporação costuma aumentar muito nesta época do ano.

Bombeiros acreditam o fogo tenha sido provocado pelas altas temperaturas registradas nos últimos dias, somadas ao longo período de estiagem. Os bombeiros afirmam que vão prosseguir durante no combate aos focos de incêndio, enquanto for necessário.(O Fluminense)

Barca Boa Viagem sofre pane por causa de lixo na Baía de Guanabara

Embarcação que faria o trajeto entre Cocotá e Praça XV apresentou problema quando se preparava para entrar em operação. Viagem só foi realizada mais de uma hora depois

A barca tradicional Boa Viagem que faria a travessia das 8h desta quinta-feira entre o Cocotá, na Ilha do Governador, e a Praça XV apresentou superaquecimento em um dos motores quando se posicionava para entrar em operação e a saída foi cancelada.

De acordo com a concessionária Barcas S/A, grande quantidade de lixo foi aspirada pelos dutos de refrigeração das máquinas, quando a embarcação se dirigia, sem passageiros a bordo, para a estação do Cocotá, na Ilha do Governador. 

O catamarã Express Macaé foi deslocado da estação Praça XV para substituir a embarcação tradicional e realizar a viagem entre o Cocotá e a Praça XV, às 9h10. A concessionária informou que devolveu as passagens dos usuários que desistiram da viagem.

A travessia durou 45 minutos e os 300 passageiros chegaram à Praça XV em segurança, às 9h55. O atraso registrado foi de 65 minutos, já que o horário previsto de desembarque na viagem das 8h seria às 8h50. Barcas S/A concedeu 45 declarações de atraso.     

A Agetransp requisitou esclarecimentos da concessionária.(O Fluminense)

Nota ---- ACREDITE SE QUISER!

Navio cujo capitão inspirou clássico "Moby Dick" está no Havaí

Arqueólogos encontraram no Havaí (EUA) os restos de um navio de caça de baleias que data do século 19. O capitão da embarcação, que sobreviveu a um naufrágio, serviu de inspiração para o escritor Herman Melville criar sua obra mais conhecida, "Moby Dick", de 1851. 

Objetos de ferro e cerâmica que pertenceram ao baleeiro Two Brothers (dois irmãos) estavam submersos em uma remota cadeia de ilhas e atóis a noroeste do Havaí. Havia duas âncoras, três imensos utensílios usados para derreter a gordura de baleias, cordas, arpões e utensílios de cozinha. 

"Nós sentamos para realmente repassar todos os diferentes artefatos... e houve um momento que olhamos para cada um [do grupo] e falamos: 'Isto é do Two Brothers'", contou a líder da expedição, Kelly Gleason. 

O navio, de 1823, era comandado pelo capitão George Pollard Junior. Dois anos antes, ele esteve à frente de outro, o Essex, que foi abordado por uma baleia e afundou no sul do Pacífico em uma saga que acabou imortalizada no livro de Melville --os dois devem ter provavelmente se conhecido por volta de 1840. 

Segundo relatos da época, Pollard e outros sobreviventes do Essex ficaram muito tempo no mar até que foram resgatados três meses depois do acidente. A história cita o canibalismo para que pudessem se manter vivos. 

Depois do Two Brothers, o capitão nunca mais guiou outro navio, e passou o resto de seus dias como vigia noturno. 

A descoberta é de pesquisadores da Noaa (sigla em inglês de Administração Nacional Oceanográfica e Atmosférica dos EUA), que deu início às expedições do naufrágio em 2008. 

Esta é a primeira vez que um navio caçador de baleias de Nantucket, em Massachusetts (EUA), é achado. O local é conhecido por ter papel importante na economia americana e na expansão para o oceano Pacífico.(Folha de São Paulo)

Prefeita de São Gonçalo vai ter que explicar convênio

TCE vê possível irregularidade em contrato assinado entre a Prefeitura de SG e a entidade Obra Social e Educacional João Mendes. Técnicos questionam critérios de escolha


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou irregularidades no convênio assinado entre a Prefeitura de São Gonçalo e a entidade Obra Social e Educacional João Mendes. Os técnicos questionaram quais foram os critérios de escolha da entidade beneficiária, os serviços prestados e se realmente houve repasse à instituição. Apesar de notificada desde 2009 sobre o problema, a prefeita Aparecida Panisset (PDT) não teria respondido ao órgão fiscalizador que a multou em R$ 21.352. 

O órgão questionou ainda se os serviços, orçados em mais de R$ 170 mil, sairiam mais em conta se tivessem sido executados pela Prefeitura. Segundo o voto do relator, José Gomes Graciosa, a falta de respostas às questões levantadas foram suficientes para a aplicação da multa.

“Diante do exposto e examinado, posiciono-me de acordo com o Corpo Instrutivo e parcialmente de acordo com o Ministério Público Especial, tendo em vista que não vejo como procedimento mais adequado julgar irregulares as Contas de Subvenção pela ausência de comprovação e de esclarecimentos dos fatos”, afirmou Graciosa no acórdão julgado na terça-feira.

O relatório foi encaminhado ao Ministério Público do Estado (MPE) que poderá abrir processo por improbidade administrativa contra a prefeita caso confirme a decisão do TCE. Em janeiro, a Promotoria denunciou a prefeita por suposto desvio de R$ 600 mil em dois outros convênios firmados com igrejas evangélicas, que deveriam realizar serviços assistenciais. Segundo o MPE, os projetos teriam sido acordados e renovados, sem terem saído do papel.

Panisset tem 15 dias para pagar a multa de R$ 21.352, mas ainda pode recorrer. A Obra Social e Educacional João Mendes vai ser notificada pelo Ministério Público Especial do TCE para explicar as atividades conveniadas.

Procurados, a Prefeitura de São Gonçalo e a prefeita não haviam respondido às solicitações até o fechamento da edição. A reportagem não encontrou o responsável pela entidade beneficiária para falar sobre o assunto.

assinado entre a Prefeitura de São Gonçalo e a entidade Obra Social e Educacional João Mendes(O Fluminense)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011