sexta-feira, 4 de março de 2011

Forças de segurança laçam bombas de gás contra manifestantes em Trípoli

As forças leais a Kadafi lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes que marchavam nesta sexta-feira, 4, em Trípoli. Cerca de 1,5 mil pessoas protestavam no distrito de Tajoura. Segundo testemunhas, tiros também foram ouvidos no local. Os manifestantes, que saíam das mesquitas após a reza pediam a renúncia do líder da Líbia, Muamar Kadafi, cantando "o povo quer derrubar o regime".

Rebeldes e forças de Kadafi tembám mantêm nesta sexta-feira choques armados no porto de Ras Lanuf, a 200 quilômetros da cidade de Sirte, que também informou de combates na localidade de Al Zawiyah, a apenas 92 quilômetros ao sul da capital líbia.

Pelo terceiro dia consecutivo, aviões bombardearam a região petrolífera de Brega, ao leste de Trípoli e sob controle das forças revolucionárias, mas sem provocar vítimas, informaram fontes da cidade à Agência Efe.

Um médico voluntário assegurou que foram registrados vários bombardeios a pedido de Kadafi durante a noite e que o último ataque nesta localidade, a cerca de 200 quilômetros de Benghazi, ocorreu por volta das 8h no horário local (3h de Brasília).

Na localidade próxima de Ajdabiya também se ouviu explosões, mas a fonte não soube informar se faziam parte do ataque aéreo lançado pelos aviões de forças leais a Kadafi.

O médico, que trabalha em Brega, afirmou que os ataques foram dirigidos contra os poços petrolíferos, mas não confirmou se eles foram alcançados.

Na quarta-feira, um ataque das forças fiéis a Kadafi, que tentaram obter o controle do aeroporto de Brega, deixou pelo menos 12 mortos e 28 feridos.

Desde então, a aviação líbia lançou vários ataques com bombas, que até o momento não deixaram mortos ou feridos, segundo fontes médicas consultadas pela Efe.

Em 17 de fevereiro teve início uma revolta popular em Benghazi, a segunda maior cidade líbia, que se estendeu por todo o país, e que se impôs no extremo leste e em várias cidades do oeste.

Kadafi ainda mantém o controle sobre Trípoli (noroeste), Sirte (norte) e Sabha (sudoeste).(EFE/Estado de São Paulo)




ROUBO:Parlamentares sem mandato herdam aposentadorias de no mínimo R$ 7 mil

Ex-deputados e ex-senadores usufruem das regras benevolentes de instituto extinto em 1999; somente em fevereiro, 9 deputados e 5 senadores se aposentaram e outros 15 pediram reajuste dos benefícios

Parlamentares que perderam o mandato recebem aposentadorias proporcionais de, no mínimo, R$ 6,9 mil, com apenas 50 anos de idade. As aposentadorias concedidas pelo Congresso, todas legais, podem chegar a R$ 26.723,13, valor correspondente à atual remuneração dos deputados federais e senadores.

No último mês, pelo menos nove deputados e cinco senadores se aposentaram. Outros 15 parlamentares pediram revisão dos valores de seus benefícios.

Generosas aposentadorias são concedidas a todos que contribuíram para o extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) até 31 de janeiro de 1999. O valor mínimo do benefício é de R$ 6.948,01 mil mensais, depois de o parlamentar haver cumprido oito anos de mandato e completar 50 anos de idade. 

Só parlamentares que assumiram a partir de 1.º de fevereiro de 1999 é que são obrigados a cumprir as regras do atual Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que exige 35 anos de contribuição e um mínimo de 60 anos de idade para pagar a aposentadoria integral.(Estado de São Paulo)

 

Matarazzo diz a diplomatas que Alckmin é da Opus Dei

Em conversa com diplomatas americanos, o secretário de Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), afirmou que o governador Geraldo Alckmin pertencia à Opus Dei, relata um telegrama obtido pelo WikiLeaks. 

O diálogo ocorreu em 14 de junho de 2006, quando o tucano disputava a Presidência. Matarazzo era secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras. 

De acordo com o telegrama, o secretário definiu o atual chefe como um "católico conservador" e foi categórico quanto à sua atuação na igreja: "Obviamente Alckmin é um membro da Opus Dei, apesar das suas negativas, opinou Matarazzo". 

O governador sempre negou ligação com a Opus Dei, uma das prelazias mais conservadoras do catolicismo. Ele não quis falar ontem. 

Segundo o relato, Matarazzo via Alckmin como um político de "orientação direitista", que só conseguia ver o mundo "da perspectiva de São Paulo" e "não tinha ideia de como conduzir uma campanha nacional". 

Ligado ao ex-governador José Serra (PSDB), o secretário teria afirmado que os aliados mais próximos de Alckmin, como o secretário Edson Aparecido (Desenvolvimento Metropolitano), habitavam o "baixo clero" do PSDB. 

Os alckmistas poderiam demonstrar "alguma habilidade política", mas não teriam "ideia do que é necessário para operar uma campanha em escala nacional". 

Isso também valeria para o presidenciável. "Embora o mote do choque de gestão tenha apelo no meio empresarial, os eleitores do Nordeste, que Alckmin precisa conquistar para derrotar Lula, não têm ideia do que ele está falando", anotaram os diplomatas após o encontro. 

O telegrama afirma que o tucano foi claro ao dizer que Serra não se empenharia na campanha do aliado e que Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso participariam "sem nenhum entusiasmo". 

"Matarazzo explicou que o PSDB não está fortemente unido em torno de Alckmin, apesar das manifestações públicas em contrário", diz o texto. "Aos 64 anos, Serra sabe que, se Alckmin vencer, suas chances de chegar à Presidência acabam." 

CAIPIRA
Em outro telegrama de 2006, os diplomatas relatam ter ouvido do então governador Cláudio Lembo (DEM) que FHC considerava Alckmin um "caipira". 

De acordo com os documentos vazados, Matarazzo recebeu em seu gabinete o cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Christopher McMullen, e um assessor político. 

O secretário disse ontem que o relato dos diplomatas "não tem o menor fundamento" e que seu teor "certamente é uma besteira". "Nunca falei isso de Opus Dei. É um delírio", afirmou. (Folha de São Paulo)

LEIA O TELEGRAMA EM INGLÊS:
 
UNCLAS SECTION 01 OF 04 SAO PAULO 000676 SIPDIS SENSITIVE SIPDIS STATE PASS USTR FOR MSULLIVAN STATE PASS EXIMBANK STATE PASS OPIC FOR MORONESE, RIVERA, MERVENNE NSC FOR FEARS USDOC FOR 4332/ITA/MAC/WH/OLAC/JANDERSEN/ADRISCOLL/MWAR D USDOC FOR 3134/USFCS/OIO/WH/SHUPKA TREASURY FOR OASIA, DAS LEE AND DDOUGLASS DOL FOR ILAB MMITTELHAUSER SOUTHCOM ALSO FOR POLAD USAID/W FOR LAC/AA E.O. 12958: N/A TAGS: PGOV, PINR, ECON, BR SUBJECT: PSDB INSIDER OFFERS "REALISTIC" ASSESSMENT OF ALCKMIN'S CHANCES AGAINST LULA REF: (A) SAO PAULO 647; (B) SAO PAULO 643; (C) SAO PAULO 623; (D) SAO PAULO 355; (E) SAO PAULO 316; (F) SAO PAULO 278; (G) SAO PAULO 206; (H)SAO PAULO 73; (I) 05 SAO PAULO 1256

------- SUMMARY -------

1. (SBU) Though not sanguine about the odds, PSDB heavyweight Andrea Matarazzo thinks Geraldo Alckmin still has a chance to defeat President Lula in the election this October, provided that all the pieces fall into place. But the Assistant Mayor of Sao Paulo's downtown district thinks his party blundered badly by choosing Alckmin as its candidate over former Mayor Jose Serra. Alckmin and the people around him, in Matarazzo's admittedly biased view (as a "serrista"), simply have no conception of how to run a national campaign. Though Alckmin's call for a "management shock" may appeal to the business community, the voters in the northeast whom he must win over in order to defeat Lula have no idea what he's talking about. More than likely, according to Matarazzo, Lula will win a second term but will have very little support in Congress. As a result, Brazil will remain "fragile." The opposition PSDB will not support Lula but will try to provide some sort of "balance" to keep the country from foundering completely. Why Alckmin, who fought with such intelligence, tenacity, and determination for the nomination, has so far run such a lackluster campaign remains a mystery. END SUMMARY.

2. (SBU) Consul General (CG) and Poloff paid a call June 14 on Andrea Matarazzo, a leader of the opposition Brazilian Social Democracy Party (PSDB), to discuss the current political situation and the upcoming elections. Scion of one of Brazil's wealthiest families, Matarazzo served in Fernando Henrique Cardoso's (FHC) administration as Minister of Social Communications and later as Ambassador to Italy. Now he wears two hats in the city government, as Assistant Mayor of Sao Paulo's downtown district and Municipal Secretary in charge of coordination among the 31 assistant SIPDIS mayoralties ("subprefeituras"). In his suite on the 35th floor of a downtown office building with commanding views on all sides of Sao Paulo's endless concrete jungle, Matarazzo was very much in his element; our meeting was interrupted while he held a lengthy telephone conversation with a leader of the gay community negotiating issues pertaining to the Gay-Lesbian-Bisexual-Transgender Pride parade to take place June 17 on Paulista Avenue in the heart of the business district.

------------------------ A "REALISTIC" ASSESSMENT ------------------------

3. (SBU) CG led off by indicating we had recently met with Joao Carlos de Souza Meirelles (ref A), coordinator of former Governor Geraldo Alckmin's presidential campaign. Matarazzo laughed and said that instead of the party line purveyed by Meirelles, he would provide a "realistic" view of the campaign. The PSDB, he explained, had simply decided wrongly back in March (ref F) when it chose Alckmin. Jose Serra was a national politician who had served as a Senator, as a Federal Deputy, and twice as a Minister. He knew how the Congress worked, had his own base of support there, and had even introduced two Constitutional amendments. Serra had a well-defined government program and knew how to negotiate alliances and coalitions at the state level.

4. (SBU) Alckmin, on the other hand, had been City Councilman and later Mayor of the small rural town of Pindamonhangaba, had served a SAO PAULO 00000676 002 OF 004 term as Federal Deputy, and in 1994 was chosen to run for Sao Paulo Lieutenant Governor on the ticket with Mario Covas, "against Covas's wishes," Matarazzo asserted. (NOTE: Inadvertently or otherwise, Matarazzo slights Alckmin's resume; he in fact served one four-year term in the Sao Paulo state Legislative Assembly and two terms in the Chamber of Deputies; in both raceas for Federal Deputy he was among his party's leading vote-getters. END NOTE.) Furthermore, all the major accomplishments of the twelve years of PSDB rule in the state - Covas died in 2001 and was succeeded by Alckmin, who was re-elected in his own right in 2002 - were to the credit of Covas and not to Alckmin, according to Matarazzo. By the time Alckmin became Governor, Covas had already put the state's finances on a sound footing. Alckmin had pushed the "Rodoanel," the ring of highways around the metropolitan area, but had not completed it. His performance in the areas of health and education had not been overly impressive. As a Catholic conservative ("of course" Alckmin is a member of Opus Dei, despite his denials, Matarazzo opined, though he is not a leader of the group), Alckmin had charted a rightist direction in his governance, which helps explain why he enjoys the support of so large a segment of the business community. Many of the people around him, whom Matarazzo characterizes as the "baixo clero" or lower caste of the PSDB, may have some political ability - some, like Edson Aparecido (see ref E), are powers in the state Legislative Assembly - but have no idea what it takes to operate a campaign on the national level.

5. (SBU) Alckmin and his advisers, Matarazzo continued, see the world from a Sao Paulo perspective, but the candidate needs to compete for votes in the impoverished, rural northeast, where people don't understand concepts like "management shock." Though Brazil's economy may be stagnating, the lower classes of the northeast have done fairly well in recent years due to the growth in social spending, the large increase in the minimum wage, and the increased access to consumer credit (ref B). He cited figures showing dramatic growth in the purchase of household appliances in the northeast as one example of what Alckmin was up against. More to the point, Alckmin's communications strategy has simply not worked so far.

-------------- PARTY DISUNITY --------------

6. (SBU) Alckmin still might beat Lula, Matarazzo said; anything can happen. There might be an economic downturn or some other event in August or September to alter the dynamic. He discounted speculation that the PSDB might be holding back some scandalous secret about Lula to spring late in the campaign. The Brazilian SIPDIS people, he opined, know Lula well by now, and a solid segment of them would vote for him no matter what might be revealed. Major media groups like "Globo" support Lula. Moreover, Matarazzo explained candidly, the PSDB is not strongly united behind Alckmin, despite public protestations to the contrary. Serra knows that if Alckmin wins, his own chances at age 64 of ever again aspiring to the Presidency are finished; Minas Gerais Governor Aecio Neves, who doesn't want to wait too long, may have to search for another party as a vehicle for his aspirations if Alckmin wins; and, though certainly FHC supports Alckmin, he does so "without any enthusiasm." Backed up by polls coming out every week showing Lula's lead at 20-25 percentage points and growing, predictions by major figures in his own party that Alckmin is going to lose are in danger of fast becoming self-fulfilling prophecies.

7. (SBU) Even if Lula wins, Matarazzo said, his Workers' Party (PT) is going to take a hit because of the political corruption scandals. As a result, Lula will lack a strong base in Congress and have a difficult time governing. In this situation, the PSDB will not SAO PAULO 00000676 003 OF 004 support Lula - that would be too much to expect - but they may try to provide some sort of "balance" to help keep his government afloat for the good of the country.

8. (SBU) Matarazzo, who had planned to leave the city government to play a key role in Jose Serra's presidential campaign, has no plans to join his gubernatorial campaign. In fact, he stayed on to ensure continuity in the municipal government under Serra's successor, Gilberto Kassab. He told us he spends half of every day in the "no man's land" he occupies as Assistant Mayor of the blighted, dangerous downtown district and the other half in the skyscraper where he received us. He still dreams of what might have been, reminding us that Serra has a national vision and, unlike Alckmin, is not a prisoner of macroeconomic orthodoxy.

9. (SBU) Ever since his March 31 resignation and announcement of his candidacy for Governor (ref D), Serra has been an invisible man. First he took some time off to have a hernia operation. Since then, with polls showing him likely to win in the first round no matter who his opponents are, he has kept a low profile to avoid rocking the boat. Matarazzo expects Serra, who is already popular in the city, to start running radio ads in the interior of the state in July. He doesn't expect much trouble from the PT candidate, Senator Aloisio Mercadante, or from possible PMDB candidate Orestes Quercia (ref C); with the help of Serra's strong coattails, the PSDB should elect a strong slate of Federal Deputies from Sao Paulo, he believes. This will give Serra, as Governor of Brazil's largest state, considerable freedom of movement no matter who is elected President.

------- COMMENT -------

10. (SBU) Matarazzo essentially told us what has been widely rumored and whispered but what few wanted to say out loud: that a sizable portion of the PSDB has no enthusiasm for Alckmin's candidacy, expects him to lose, and is disinclined to lift a finger to help him (PSDB Senate leader Arthur Virgilio Neto gave a prominent interview to national newsweekly Istoe headlined, "The Candidate Should Have Been Jose Serra"). There is a cultural divide within the party between the intellectual, internationalist types represented by FHC and Matarazzo, and the more provincial elements exemplified by Alckmin and the "baixo clero" around him. Matarazzo makes a decent argument as to why Serra might have been a better choice as the PSDB's presidential candidate; what he fails to mention is that Serra was the front-runner for the nomination, but, when challenged by Alckmin (refs G-H), declined to fight for the nomination and opted instead, for reasons of his own, to run for the governorship that Alckmin vacated. Had the party had in place a democratic mechanism for addressing such disputes -- Alckmin called for a primary, but Serra and his supporters said no -- he might have taken Alckmin on and prevailed, and he might now be head-to-head with Lula.
11. (SBU) But Matarazzo's analysis of the campaign leaves another key question unanswered. During the blitz he unleashed this past January in seeking the nomination, Alckmin showed himself to be not only highly intelligent and focused but also fiercely determined and tenacious. Why his performance in the campaign has been so uniformly, almost obsessively, lackluster is an abiding mystery. On June 11, he formally accepted the PSDB nomination at the party's national convention in Belo Horizonte. He did so with a sixty-five minute speech characterized by one media report as "long and tiring," and in the process reportedly managed to drive half his audience away. "It had to be a dense speech, that's all there is to it," said national campaign manager Sergio Guerra. "Otherwise SAO PAULO 00000676 004 OF 004 they'd say he had no content." Maybe so, but "no content" might have been an improvement; just ask Lula. END COMMENT. 12. (U) This cable was cleared/coordinated with Embassy Brasilia. MCMULLEN

quarta-feira, 2 de março de 2011

Flu perde no México e está muito perto da eliminação


A situação do atual campeão brasileiro na Copa Libertadores tornou-se ainda mais complicada após a noite desta quarta-feira. Atuando fora de casa, na altitude da Cidade do México, o Fluminense perdeu por 1 a 0 para o América-MEX e se distanciou ainda mais das chances de classificação às oitavas de final da competição mais importante do continente sul-americano.

O resultado no México estacionou a equipe comandada por Muricy Ramalho com apenas dois pontos, após três jogos disputados. A pontuação baixa já afasta o representante carioca, até mesmo, da segunda vaga no Grupo 3, ocupada pelo América, que alcançou os seis tentos depois de bater o time tricolor em casa.

Para avançar à etapa seguinte, o Fluminense precisará conseguir um resultado que ainda não obteve no torneio: a vitória. Quatro tentos atrás do América, o time de Muricy Ramalho precisará de três triunfos, em três jogos, para não depender de nenhum outro resultado da chave; no entanto, a missão é complicada.

O Fluminense volta a campo pela Libertadores somente no próximo dia 23, quando terá pela frente o próprio América. Além de precisar obrigatoriamente bater os mexicanos na próxima jornada, a equipe de Muricy Ramalho precisará do resultado positivo também nas rodadas finais, contra o Nacional, no Uruguai, e contra o líder Argentinos Juniors, em Buenos Aires.(Terra)

Assalto a policial termina com suspeito morto no Fonseca, Niterói


Dois homens abordaram PM na Rua Desembargador Lima Castro, no Fonseca, e vítima reagiu. Polícia investiga se dupla é responsável por sequência de crimes na região

Uma tentativa de assalto a um cabo da Polícia Militar terminou com um suspeito morto e outro baleado no Fonseca, na noite desta terça-feira.

O PM estava parado com seu carro, um Mitsubishi Pajero CR4, em frente à casa de um amigo na Rua Desembargador Lima Castro, esquina com Rua São Geraldo, quando dois homens passaram pelo local observando o veículo. A dupla retornou em seguida e anunciou o assalto. 

Segundo o militar, um deles levantou a blusa para mostrar que estava com um revólver calibre 38. Quando percebeu que o PM estava armado, o suposto assaltante teria feito disparos contra a vítima e o policial reagiu.

Os dois suspeitos foram atingidos e o próprio militar os levou para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca. Luiz Pedro do Nascimento Souza da Cruz, 20 anos, foi morto com dois tiros no peito. Já Fernando Botelho Vieira, de 30 anos, levou um tiro no braço e um de raspão na cabeça. Ele foi encaminhado para a 78ª DP (Fonseca), após ser medicado.

Moradores do bairro afirmam que roubos a veículos têm sido frequentes na região. A polícia vai investigar se os crimes seriam cometidos pelas mesmas pessoas.

PS. Estes assaltos eram frequentes, moro aqui perto do ocorrido, foi uma pena não terem sido mortos os dois e parece que tinha mais em um Gol prata dando cobertura, este conseguiu fugir. Pedidos ao 12º por policiamento foram feitos vários, mas a única coisa que se via eram  policiais estorquindo algumas vítimas.

Com Tucanos na platéia, Hebe elogia a Presidente Dilma e pede palmas para Dirceu


Na estreia na Rede TV!, a apresentadora Hebe Camargo dedicou a terça-feira, 1º, o primeiro programa, que vai ao ar no dia 15, à presidente Dilma Rousseff. Hebe exibirá uma entrevista de 50 minutos com Dilma. Durante uma hora e 30 minutos de gravação, a apresentadora elogiou a presidente e revelou que se impressionou com ela. “Apesar de não ter votado nela, fiquei impressionada”, admitiu Hebe, no fim da gravação.

Diante de uma plateia formada por tucanos, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-governador José Serra (PSDB), a apresentadora afirmou que esperava encontrar a mulher “brava” e “séria” da campanha eleitoral, mas que se deparou com um “amor de pessoa”. “Acho que ela vai fazer coisas muito boas. Ela é uma gracinha!”, afirmou.

A gravação teve a participação de, aproximadamente, 500 convidados na plateia, entre eles, o ex-chefe da Casa Civil e ex-deputado José Dirceu (PT-SP), réu do processo do mensalão. Além de cumprimentar Serra e Alckmin, Hebe anunciou a presença de Dirceu, que havia sentado numa mesa ao canto do estúdio. “Podem bater palmas para ele”, pediu a apresentadora ao público, que se mostrou inibido com a presença dele.

Se Dirceu gostou dos elogios a Dilma, o ex-governador de São Paulo preferiu não acompanhar toda a gravação. Na metade do programa, Serra levantou-se, deixou a mulher Mônica Serra à mesa que ocupavam, cumprimentou o ex-chefe da Casa Civil e ex-deputado do PT de São Paulo e não foi mais visto até o fim da gravação. Já o atual governador de São Paulo manteve-se firme. Em meio a declarações de Hebe sobre a presidente, a cada bloco o programa mostrava um pequeno trecho da entrevista.

Carreira – “Aos 60 anos de carreira, estou tendo o privilégio de entrevistar a primeira mulher a assumir a Presidência da República no Brasil. É uma honra que não sei explicar”, disse a apresentadora. Quem acompanhou a gravação do programa não pode ver a íntegra da entrevista com Dilma. Dos trechos exibidos pela produção aos convidados, ela aparece com Hebe passeando no Palácio da Alvorada, apresentando os ambientes da edificação projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e falando sobre a fama de ter personalidade forte.

“Você já ouviu falar que algum político homem é durão? Eu nunca ouvi. Então, conclui que só existem homens meigos e a única pessoa brava sou eu”, disse a presidente, que tenta se desfazer da imagem de “chefe durona”. “Ela disse que é exigente, e isso me impressionou”, declarou Hebe aos jornalistas. Na entrevista, Dilma explicou que não levou o cão labrador Nego para morar no Alvorada porque ele atacou uma das araras resgatadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que hoje vivem no jardim.

“Ele está no Torto (Residência Oficial da Granja do Torto) porque aqui não dá. Uma vez, uma arara caiu e o Nego pegou”, explicou. Hebe também perguntou se o palácio tinha fantasmas. “Não tem, não”, respondeu Dilma. “Se tiver, deve ser o Juscelino”, brincou a apresentadora. À vontade, a presidente admitiu ser fã da Jovem Guarda e contou que gosta da música “Amigo”, do cantor e compositor Roberto Carlos. “Eu não tenho voz para cantar…. Você é meu amigo de fé, meu irmão camarada…. Tá vendo, desafinei.”

No fim do programa, Hebe perguntou para os entrevistados o que esperavam do governo da presidente. “O governo dela já é um sucesso. Ela é uma mulher extremamente séria, tenho plena confiança no trabalho dela. Todo brasileiro tem de fazer isso (confiar em Dilma)”, afirmou o cantor sertanejo Sérgio Reis. “Tenho certeza que ela vai dar continuidade a esse trabalho bonito do Lula. Tenho certeza absoluta que vai dar certo”, emendou o cantor sertanejo Daniel. “Minha esperança é que a Dilma continue com isso aí”, comentou o ídolo teen Luan Santana, sem se aprofundar no tema.
Cantora – Já a cantora Paula Fernandes entrou na onda dos “confetes” da apresentadora. “Ela (Dilma) é uma fortaleza”, derreteu-se. O ator e cantor Daniel Boaventura, que abriu o programa cantando em dueto com Hebe, apontou esperar que a presidente dê continuidade à política externa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Espero que ela possa manter a credibilidade do Brasil no mundo.” Questionada sobre um “deslumbramento” com Dilma, a apresentadora negou que tenha feito uma homenagem a ela. “Quem recebeu homenagem fui eu”, rebateu. (AE/Daiene Cardoso)

Contra altitude e pressão, Flu enfrenta América do México pela Libertadores


É possível dizer que nesta quarta-feira o Fluminense fará seu jogo mais importante da temporada até o momento. Após empatar em casa contra Argentinos Juniors e Nacional, o Tricolor precisa da vitória nesta quarta-feira, às 21h50, no estádio Azteca, na Cidade do México, contra o América. Caso tropece de novo, a situação fica complicada para a equipe conquistar uma das duas vagas em disputa no Grupo 3 da Taça Libertadores.
 
O Flu está com dois pontos, em terceiro lugar na chave, atrás do próprio América do México, que tem três, e do Argentinos Juniors, com quatro pontos. O Nacional é o lanterna, com um ponto. Porém, a vitória pode até mesmo levar o Tricolor para a liderança, caso o Argentinos Juniors perca para o Nacional.

O técnico Muricy Ramalho deve levar a campo a mesma escalação que empatou com o Nacional, na quarta-feira passada. Digão será utilizado como um falso lateral, liberando Mariano para fechar a linha de quatro jogadores no meio de campo e Conca encostando em Rafael Moura, em um 4-4-2 europeu. Durante a semana a equipe treinou muitas finalizações, preocupada com a altitude local.

Já o América vem empolgado por uma grande vitória sobre o Toluca por 4 a 3, no último domingo, no Azteca. O brasileiro Rosinei, ex-Corinthians, é presença confirmada no meio de campo dos mexicanos.(SRZD)

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA DO MÉXICO X FLUMINENSE
Estádio: Azteca (Cidade do México)
Data: 02/03/2011
Hora: 21h50
Árbitro: Wilmar Rodan (COL)
Auxiliares: Humberto Clavijo (COL) e Javier Camargo (COL)
América: Ochoa, Layun, Valenzuela, Mosquera e Rojas; Reina, Rosinei, Oliveira e Montenegro; Vuoso e Vicente Sanchez. Técnico: Carlos Reina
Fluminense: Ricardo Berna, Digão, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Marquinho e Mariano; Conca e Rafael Moura. Técnico: Muricy Ramalho