Mostrando postagens com marcador Desordem Urbana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desordem Urbana. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Desordem em Itaipu com dias contados e região ganha nova estética

Diretor de posturas se reuniu com associações de Pescadores, Moradores e Comerciantes do bairro para dar continuidade à segunda parte das operações de ordenamento na localidade

Itaipu está com os dias contados para ganhar uma nova estética. O diretor de posturas, Eugênio Mello se reuniu na manhã desta terça-feira, na sede da Guarda Municipal com representantes das Associações de Pescadores, Moradores e Comerciantes de Itaipu, dando continuidade à segunda parte das operações de ordenamento na orla.

Dentre as primeiras medidas tomadas, os representantes das associações estarão durante toda a semana realizando um cadastramento dos proprietários dos barcos, onde serão informados os dados pessoais e as documentações de legalidade das embarcações.

Os que não estiverem listados poderão ter os barcos rebocados pela fiscalização. A listagem dos cadastrados deverá ser entregue ainda no início da semana que vem, visto que a retirada das embarcações ilegais está marcada para a próxima quinta-feira.

Irregulares foram retirados- Traillers, barracas e kombis, que comercializam alimentos para os freqüentadores da praia, que estiverem com licenças, também poderão entrar na listagem.(O Fluminense)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Porcos vivendo nas ruas continuam dando dor de cabeça à população

Ações para recolher os animais são intensificadas, mas não o suficiente para acabar com o problema em Niterói. Presença de cavalos e vacas também será combatida

Animais soltos na rua causam transtornos à população de Niterói. Além da sujeira, os moradores ficam apreensivos com possíveis doenças que podem ser transmitidas pelos bichos, além de possíveis ataques dos animais. O secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, informou que em um mês de operações já foram recolhidos 185 porcos em toda a cidade.

No Bairro Chic, no Fonseca, os moradores sofrem com a presença de porcos. A dona de casa Joana da Silva, de 56 anos, diz que sente medo. 

“Eles saem a qualquer hora para procurar comida, e deixam uma sujeira terrível. Fico assustada quando encontro um deles na rua, porque eles são muito grandes, faço o possível para evitar passar perto deles”, conta.

O aposentado Eugênio Moreira, de 58 anos, revela que alguns dos porcos têm donos, mas que eles são criados soltos pelas ruas. 

“Quando a prefeitura faz a operação para recolher os animais, os proprietários os prendem, para soltá-los só no dia seguinte. Esses animais precisam ser vacinados, tratados por veterinários, não podem viver soltos assim. Eles fazem fezes nas ruas, que contêm vermes que causam doenças difíceis de serem combatidas”, queixa-se. 

De acordo com o médico-veterinário do Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Devig), Fábio Villas Boas, é um problema de segurança e saúde pública. 

“Esses animais saem em busca de alimento principalmente durante a noite. Além de revirarem e se alimentarem de lixo, podem provocar acidentes de trânsito, defecam nas ruas e, sem o devido controle sanitário, podem ser fonte de infecções virais, bacterianas e parasitárias”, explica Villas Boas.

A Secretaria de Controle Urbano tem feito operações constantes para recolher os animais. O secretário Wolney Trindade explica que, no início das operações, calculava-se que havia 260 porcos espalhados pelas ruas, mas graças a denúncias, foi descoberto que o número é muito maior. 

“Agradecemos a população pela ajuda que vem nos dando. Já pegamos metade desses animais, agora vamos recolher a outra metade”, garante Wolney.

A operação continua nesta terça-feira, em hora e local não revelados, para não atrapalhar a ação.(O Fluminense)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Niterói aperta o cerco contra vendedores ambulantes estrangeiros

Vendedores do Peru e da África que ocupam calçadas da cidade são alvos de operações da Secretaria de Controle Urbano. Condições de permanência no Brasil serão verificadas

O Secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, está intensificando o combate aos vendedores ambulantes da cidade. O principal alvo do secretário, agora, são os camelôs peruanos e africanos que ocupam boa parte das calçadas do Centro e Icaraí. O secretário afirmou que irá encaminhar, inclusive, um comunicado à Polícia Federal, questionando a situação de entrada e permanência destes estrangeiros no país.

Segundo Wolney, a mudança de estação é a época mais propícia para a chegada dos peruanos, que lotam as calçadas do Centro e das ruas da Icaraí, com as exposições dos lenços coloridos e cachecóis. Na segunda-feira e na semana passada, os fiscais do Controle Urbano apreenderam dezenas de materiais nas ruas do Centro e de Icaraí. Quatro operações já foram realizadas em duas semanas. 

O secretário afirmou que as ações serão cada vez mais intensificadas, tanto para os ambulantes residentes quanto para os estrangeiros. 

“Fiquei sabendo da chegada dos peruanos em grande número há alguns dias e não abrirei mão de pedir o apoio da Polícia Federal para que sejam verificadas as documentações de passaporte e visto que comprovem a legalidade deles no país. No que depender de mim, se estiverem errados, aqui em Niterói eles não se criam”, declarou o secretário. 

Em Niterói, a “onda” peruana começou a penetrar em 2010. Com lençóis colocados no chão para a exposição dos produtos, as estreitas calçadas escolhidas são tomadas de produtos e o fluxo se interrompe de vez quando potenciais clientes param para olhar. 

Já os africanos são mais discretos. Eles percorrem as ruas da cidade com um mural de bijuterias e óculos escuros. Apesar de serem ambulantes itinerantes e, portanto, não ocuparem as calçadas, Wolney afirma que alguns dos produtos vendidos são proibidos.(O Fluminense)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Secretaria recolhe quase 30 porcos em ruas de diversos bairros de Niterói

Ação para retirada dos bichos durou toda uma madrugada e 29 foram capturados. Todos os animais foram levados para um criadouro conveniado no município vizinho, Itaboraí


A Secretaria de Segurança e Controle Urbano de Niterói realizou mais uma operação para retirar porcos das ruas do município na noite de segunda-feira. Ao todo foram recolhidos 29 animais em diversos bairros da cidade. Todos foram levados para um criadouro em Itambi, no município de Itaboraí, de propriedade de uma empresa conveniada com a Prefeitura.

A ação começou por volta das 23h30 e se estendeu por toda a madrugada. Além da Guarda Municipal, a operação teve apoio do Centro de Controle de Zoonozes, laçadores contratados pela Secretaria e de um caminhão da Polícia Militar, próprio para transportar animais de grande porte. O grupo percorreu ruas dos bairros do Fonseca, Cubango, São Lourenço, Icaraí, Centro e Bairro de Fátima.

Os animais ficarão dez dias à espera de que um possível dono apareça. De acordo com a Secretaria, para reclamar os porcos, os donos terão que comprovar a posse do animal, pagar uma multa, além de reembolsar os gastos que o estabelecimento teve com o animal. Caso ninguém apareça, os porcos serão vacinados, vermifugados, passarão por exames veterinários e ficarão em quarentena. Depois desse período, serão postos em leilão.

O secretário de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, explica que segundo um levantamento feito pela secretaria e pelo Controle de Zoonozes, 200 porcos estariam “vadiando” pelas ruas do município e em menos de uma semana de operações realizadas pela secretaria, 50 porcos já foram retirados das ruas. 

“Antes de fazer essas operações, nós fizemos um levantamento para saber quais as ruas com maior incidência de porcos e depois mandei avisar aos supostos donos o que iria acontecer caso os animais continuassem nas ruas. Eles continuaram abusando, pagaram para ver e perderam os bichos”, explicou.
O secretário informa que as operações irão continuar, porém não pode antecipar onde nem quando irão ocorrer, para não atrapalhar os trabalhos da secretaria e pede que a população continue denunciando o aparecimento dos porcos.(O Fluminense)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Guardadores ilegais viram garotos propaganda em Niterói


‘Flanelinhas’ foram flagrados usando ‘uniforme’ de empresa de monitoramento por GPS. Atitude irrita secretário municipal e Prefeitura avisa que vai investigar denúncia

Flanelinhas irregulares continuaram agindo impunemente em vários pontos de Niterói. Na tarde desta segunda-feira, três deles exigiam dinheiro de motoristas que estacionavam em frente a um restaurante da Praia de Charitas, na Zona Sul da cidade. Chamava atenção o fato de todos estarem vestidos com camisa laranja, de uma empresa de monitoramento de veículos por satélite, com sede em Niterói.

Um deles contou que a empresa pagou para eles usarem as camisas com a propaganda devido ao contato direto com os motoristas. A denúncia irritou o secretário municipal de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, que enviará guardas ao local para checar a informação. Ele também irá notificar a delegacia de Jurujuba (79ª DP) e o 12º BPM  (Niterói).  

“Se nós confirmarmos que essa empresa está pagando esses flanelinhas para fazer propaganda, ela poderá sofrer ação fiscal. A empresa será, inclusive, multada por propaganda ilegal. É um absurdo que uma instituição com sede na cidade incentive e financie atividades irregulares”, declarou Wolney. 

A ação impune dos flanelinhas na cidade não é novidade para o secretário, que já enviou dossiê à Secretaria de Estado de Segurança Pública, como mostrou o jornal Fluminense na edição de sábado. Mesmo sem autorização para explorar o serviço, guardadores irregulares chegam a exigir R$ 20 de motoristas em troca de vagas em espaços públicos, em especial durante a noite. Os que não cedem à chantagem acabam tendo seus carros danificados ou sofrem agressões físicas.

Uma moradora de São Francisco confirmou que o grupo cobra valores abusivos, mas que os frequentadores do local têm medo de denunciar.

“Moro em São Francisco, o bairro que mais tem flanelinhas na cidade e morro de medo deles, porque eles ameaçam mesmo. A fama que rola é de que são todos ligados a coisas ruins, mas não tenho coragem de denunciar por medo de represália. Fico feliz que alguém quer tomar uma atitude quanto a esse horror que se espalhou pela cidade”, desabafou.

Cinco flanelinhas que atuam há 15 anos na região seriam moradores do Morro do Preventório. Outro grupo assumiria o serviço à noite. Um deles revelou que o valor cobrado varia de acordo com o modelo do carro, mas considerou essa uma forma honesta de ganhar e sugeriu até que a Prefeitura legalizasse a ação deles no local.

A Prefeitura, por sua vez, informou que não vai legalizar a atividade e a Nit Park é a única empresa autorizada a explorar a atividade em pontos permitidos.

MP denuncia - A 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos denunciou nesta segunda-feira um ex-flanelinha de Niterói pelo crime de homicídio duplamente qualificado. Ele matou a tiros um ex-colega de ofício, em plena luz do dia, no Centro, em abril deste ano. (O Fluminense)

domingo, 8 de maio de 2011

Calçadas são ‘privatizadas’ por donos de bares em Icaraí


Estabelecimentos comerciais ocupam área do passeio público, impedindo passagem de pedestres. Moradores reclamam que são obrigados a andar pela rua e correr riscos de atropelamento

Comerciantes de Icaraí estão tomando conta das calçadas próximas aos seus estabelecimentos, impedindo o ir e vir da população em horário de maior movimento. Na Rua Nóbrega, alguns bares e restaurantes ocupam todo o espaço disponível para pedestres com mesas, cadeiras e até bancos de madeira. Mesmo em horários de menor movimento, os móveis continuam montados na via pública. Em outras ruas do bairro, como Mariz e Barros, Gavião Peixoto e Ministro Otávio Kelly, essas práticas também são comuns.

Segundo moradores da Rua Nóbrega, à noite e nos fins de semana, quando os estabelecimentos ficam mais cheios de clientes, é impossível andar pela calçada. Eles relatam que é comum ver as pessoas disputando espaço com carros no meio da rua, inclusive idosos e mães com carrinhos de bebê.

Moradores do Condomínio Edifício Paradiso di Montalcino, no número 242 da Rua Nóbrega, estão reunindo assinaturas para entrar com processo na Justiça contra os abusos. Eles contam que o desrespeito é constante e ultrapassa os limites de horários e espaços permitidos.

Responsável pelo condomínio durante a ausência da síndica Francione Fernandes, o zelador Anderson da Silva Salgueiro contou que reclamações são constantes e que, dos 50 moradores do prédio, 49 estão insatisfeitos com a situação de não poder caminhar nas calçadas, além de outros problemas, como barulho e estacionamento irregular dos automóveis dos frequentadores.

“A síndica está passando um abaixo-assinado entre cinco prédios aqui da região para entrar com um processo judicial. Muitos moradores reclamam da falta de espaço nas calçadas, de brigas, palavrões e barulho”.

O médico Fúlvio Pessoa, de 46 anos, morador do condomínio, confirmou o problema. “Finais de semana e à noite, quando os bares estão lotados, é impossível transitar pelas calçadas”, reclama.

O inspetor de solda Marco Antonio Cardoso Machado, de 40 anos, contou que as calçadas são ocupadas pelos funcionários durante todo o dia e ele é obrigado a dar uma volta maior para chegar à sua casa com o filho Matheus, de seis meses, no carrinho.

“De manhã, estão lavando as calçadas, à noite ocupam com as mesas. Muitas vezes tenho que dar uma volta maior, em vez de cortar caminho por aqui (Rua Nóbrega), para chegar em casa. Em dias de jogos também fica impossível transitar”, afirma.

Moradora da Ministro Otávio Kelly, a estilista Irene Accioly, de 34 anos, diz que sofre com o mesmo problema. “Somos obrigados a atravessar a rua quando chega perto dos bares”, queixou-se, ao passear com o pequeno Antonio, de um mês.

Lei – Segundo o secretário de Segurança e Controle Urbano de Niterói, Wolney Trindade, uma lei municipal (nº 2624/08) permite que os estabelecimentos ocupem as calçadas com seu mobiliário, mas com área delimitada, não todo o espaço da calçada. Ele constatou as irregularidades cometidas pelos comerciantes.
“Esse não é um problema só de Icaraí, está acontecendo pela cidade toda”, ressalta.

A legislação permite que calçadas com largura mínima de 4 metros tenham 50% do espaço ocupado, nos limites laterais dos estabelecimentos. Segundo o texto, a passagem dos pedestres não pode ser impedida.(O Fluminense)