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terça-feira, 19 de abril de 2011

Desemprego tem a menor taxa para o mês de março desde 2002, diz IBGE

População desocupada somou 1,5 milhão de pessoas.
Rendimento médio real dos ocupados foi de R$ 1.557.

A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou estável em março, ao passar de 6,4% em fevereiro para 6,5%, conforme aponta levantamento divulgado nesta terça-feira (19). No entanto, segundo o estudo, a taxa é a menor para o mês de março desde o início da série histórica, em março de 2002. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 1,1 ponto percentual.

A população desocupada somou 1,5 milhão de pessoas e não apresentou variação em relação ao mês anterior, conforme informou o IBGE. Já em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 14% (menos 250 mil pessoas).

A população ocupada chegou a 22,3 milhões e apresentou estabilidade sobre fevereiro. Na comparação anual, foi registrada alta de 2,4% (mais 531 mil ocupados). O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 10,7 milhões, ficando estável. Em relação ao mesmo período de 2010, foi verificado crescimento de 7,4% (mais 739 mil postos de trabalho com carteira assinada).
“A taxa de desocupação do primeiro trimestre deste ano (6,3%) é menor do que a taxa registrada em todo o ano de 2010 (6,7%). Com isso, a gente pode ver para onde o ano está caminhando”, disse Cimar Azeredo, gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimentos do IBGE.


SaláriosO rendimento médio real dos ocupados foi de R$ 1.557, apresentando alta de 0,5% sobre fevereiro e de 3,8% na comparação com março.

Por regiãoNa comparação mensal, o desemprego teve variação significativa, segundo o IBGE, somente em Belo Horizonte, que viu a taxa passar de 6,3% para 5,3%. Na comparação anual, foram registradas quedas em Belo Horizonte (1,0 ponto percentual), Rio de Janeiro (1,5 ponto percentual), São Paulo (1,3 ponto percentual) e Porto Alegre (0,9 ponto percentual).

Nível de ocupaçãoO nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa), estimado em 53,3% no total das seis regiões, não variou em relação a fevereiro, mas subiu 0,6 ponto percentual sobre o mesmo período do ano passado. Na comparação mensal, todas as regiões tiveram estabilidade nesse indicador. Sobre março de 2010, foi verificada alta em Porto Alegre (1,9 ponto percentual) e em São Paulo (1,0 ponto percentual). As outras regiões não tiveram variação significativa, segundo o IBGE.(G1)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Produção industrial fecha 2010 com crescimento de 10,5%, diz IBGE

Essa foi a maior alta anual verificada desde 1986, segundo a pesquisa.
Em dezembro, na comparação com novembro, houve recuo, de 0,7%.


A produção industrial no país recuou 0,7% em dezembro, em relação a novembro, depois de ficar praticamente estável nos últimos quatro meses, e fechou 2010 com crescimento de 10,5%, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, o resultado fechado do ano reverteu a queda de 7,4% verificada em 2009.

Segundo o IBGE, essa é a maior expansão anual da produção industrial observada desde 1986, quando o crescimento registrado fora de 10,94%. Segundo o IBGE, sua base de dados relativos à pesquisa industrial existe desde a década de 1970.

Neste anoOs primeiros seis meses de 2010 registraram crescimento mais expressivo (16,2%) do que o verificado no semestre seguinte (5,6%), na comparação com o mesmo período de 2009, "reflexo não só da baixa base de comparação, decorrente dos efeitos da crise econômica internacional no final de 2008, mas também do menor dinamismo do setor industrial no último trimestre de 2010 (3,3%)", disse o IBGE, por meio de nota.

No fechamento de 2010, foi verificado perfil generalizado de crescimento, 25 dos 27 setores registrando crescimento. As maiores influências partiram de dos setores de veículos automotores (24,2%) e de máquinas e equipamentos (24,3%). Em seguida, aparecem metalurgia básica (17,4%), indústrias extrativas (13,4%), outros produtos químicos (10,2%), produtos de metal (23,4%), alimentos (4,4%), borracha e plástico (12,5%) e bebidas (11,2%).

Na contramão, tiveram queda os setores de produtos do fumo, 8%, e de outros equipamentos de transporte, com queda de 0,1%.

Por categorias de uso, o maior avanço foi visto no setor de bens de capital (20,8%), "influenciada pela recuperação dos investimentos e da confiança dos agentes econômicos", seguida por bens intermediários (11,4%), "refletindo principalmente a maior demanda por insumos industriais para a produção de bens finais, juntamente com a recuperação em parte da demanda internacional por commodities".

De novembro para dezembro

Dos setores pesquisados pelo IBGE, 15 registraram alta e 11, queda. Os maiores destaques partiram do setor de material eletrônico e equipamentos, com recuo de 13,3%, seguido pelo de metalurgia básica (-4,2%), edição e impressão (-2,5%), celulose e papel (-1,5%), farmacêutica (-1,5%) e outros equipamentos de transportes (-2,1%).


No sentido inverso, a produção dos seguintes setores apresentou crescimento: máquinas e equipamentos (1,8%), outros produtos químicos (1,5%), minerais não metálicos (2,0%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (9,7%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (3,9%).

Entre as categorias de uso, seguiram com resultado negativo os setores de bens de consumo duráveis (-0,6%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%).

Na comparação anual
Em dezembro de 2010, na comparação com novembro, a produção industrial registrou aumento de 2,7%, com 19 dos 27 setores pesquisados apresentado crescimento. As maiores influências partiram da expansão de 12,1% de veículos automotores, seguido por indústrias extrativas (10,4%), máquinas e equipamentos (6,2%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (15,1%), minerais não metálicos (7,0%), bebidas (5,6%) e outros equipamentos de transporte (12,3%).


 A principal contribuição negativa partiu do setor de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-28%), seguido por farmacêutica (-8,8%), metalurgia básica (-4,3%) e alimentos (-1,4%).
As quatro categorias de uso registraram taxas positivas, com maior influência para bens de capital (6,2%) e bens de consumo duráveis (6,0%).(IBGE)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Censo 2010 contabiliza mais de 185 milhões de residentes no país

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou até 31 de outubro deste ano, 185.712.713 de residentes no país, incluindo brasileiros e estrangeiros, durante a realização do Censo 2010. A informação foi publicada nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União. Foram visitados, segundo consta, 67.275.459 domicílios.

No último censo, realizado em 2000, a população brasileira era de 169.5 milhões de habitantes. Em 10 anos, o número de habitantes do País cresceu 9,5%.

São Paulo é o Estado mais populoso do País com 39,9 milhões de habitantes e a capital, São Paulo, também lidera o ranking das cidades com maior população no Brasil chegando aos 10,6 milhões de moradores.

Minas Gerais, com 19,1 milhões de habitantes, é o segundo Estado mais populoso do País. Rio de Janeiro, com 15,1 milhões, ocupa a terceira posição, Bahia ocupa o quarto lugar entre os Estados mais populosos, com 13,6 milhões, e o Rio Grande do Sul é o quinto Estado em população, com 10,5 milhões de moradores.

Estados menos populosos


Os cinco Estados menos populosos do País se encontram na região Norte. Roraima é o Estado com menor população, com 425 mil habitantes, Amapá é o segundo Estado menos populoso, com 648 mil moradores, o terceiro colocado da lista dos menos populosos é o Acre, com 707 mil habitantes, o Tocantins ocupa a quarta posição entre os menos habitados, com 1,3 milhão de moradores e o quinto Estado menos populoso é Rondônia, com 1,5 milhão.

Resultado parcial

O resultado ainda é parcial, informou o IBGE. Isso porque, apesar do término da coleta de dados, recenseadores continuam em campo para tentar contabilizar moradores de domicílios que foram considerados fechados durante a pesquisa.

Moradores que ainda não foram recenseados podem acessar a página do IBGE e preencher um cadastro. A verificação desses cadastros evitará a possibilidade de fraude nos dados apresentados pelos recenseadores.

O total de moradores do Brasil poderá sofrer alterações também porque as prefeituras têm até 24 de novembro para eventuais contestações de dados, que serão analisadas pelo IBGE.

A coleta de dados para o Censo 2010 começou em 1º de agosto. De acordo com o IBGE, o censo é a única pesquisa que visita todos os domicílios do país para traçar um perfil abrangente da população. Os resultados são repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) e servem de parâmetro para o repasse de verbas federais a cada cidade. A partir das estimativas populacionais são definidas as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios, segundo o Instituto.

O resultado final do Censo deve ser divulgado, segundo o IBGE, no fim de novembro. Só então os dados populacionais serão encaminhados ao  (TCU).(O Dia)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

IBGE finaliza a coleta de dados do Censo 2010 no município de Niterói


Foram ouvidos mais de 436 mil niteroienses em quase 151 mil casas. Cidade aparece com média de 2,89 moradores por domicílio, número menor do que a média estadual, de 3,17

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) finalizou, nesta quinta-feira, a coleta de dados do Censo 2010 no município de Niterói. Foram ouvidas 436.524 pessoas – o correspondente a 91% da população estimada para o município em 2009, de 479.384 habitantes. Segundo o IBGE, os dados coletados até o momento ainda podem sofrer alterações, e os resultados oficiais só serão divulgados em dezembro. E os recenseadores ainda podem voltar às ruas para checarem dados.

Antes mesmo de compilarem os dados do estudo nacional, no entanto, já há algumas respostas a respeito da cidade. O número de domicílios, por exemplo, surpreendeu, ultrapassando as estimativas do IBGE. O instituto esperava encontrar cerca de 145 mil moradias, mas registrou quase 151 mil domicílios. 

Ainda de acordo com os últimos dados do levantamento, Niterói tem menos moradores por domicílio do que a média estadual (2,89 contra 3,06). O número também é inferior ao do último Censo (2000), quando cada domicílio da cidade possuía uma média de 3,17 habitantes por lar. 

No estado do Rio, o percentual de pessoas recenseadas é de 94,29%, mais de 15 milhões de habitantes, e de domicílios é de 101,8% – o equivalente a quase 5 milhões de residências. Dos 92 municípios do estado, 88 tiveram suas coletas encerradas, sendo que, em apenas um, a pesquisa foi finalizada, em Aperibé, no dia 8 deste mês. 

As coletas continuam em apenas quatro municípios do estado: Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio de Janeiro e São Gonçalo. A expectativa é que o IBGE conclua o Censo nestas cidades até o final da semana, visto que o período de coleta em todo o país encerra-se oficialmente no domingo.(O Fluminense)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Em setembro, salário médio pago é o maior em 8 anos, mostra IBGE

Rendimento real médio foi de R$ 1.499 no mês.
Na comparação anual, salário dos trabalhadores teve aumento de 6,2%.

O rendimento real médio dos trabalhadores ficou em R$ 1.499 em setembro e é o maior desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em março de 2002, segundo pesquisa mensal divulgada pelo órgão nesta quinta-feira (21).

O recorde anterior, conforme informou o órgão, foi registrado em agosto, quando o salário médio ficara em R$ 1.480,20, número revisado pelo instituto.

O rendimento médio real dos trabalhadores em setembro cresceu 1,3% sobre agosto e 6,2% na comparação anual. Em todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em setembro, na comparação mensal, apresentou aumento. 

As variações foram as seguintes: Recife, 1,9%, Salvador, 1,2%, Belo Horizonte,1,7%, Rio de Janeiro, 2,7%, São Paulo, 0,4%, e Porto Alegre, 1,3%. Sobre o mesmo período do ano passado, todas as regiões também tiveram alta nos valores: Recife (13,5%), Salvador (5,9%), Belo Horizonte (11,4%), Rio de Janeiro (8,8%), São Paulo (3,1%) e Porto Alegre (7,5%).

DesempregoA taxa de desemprego ficou em 6,2% em setembro, de acordo com o IBGE. A taxa é a menor, considerando todos os meses, desde março de 2002. O menor resultado antes desse havia sido registrado em agosto deste ano, com taxa de 6,7%. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação havia ficado em 7,7%.

A população ocupada (22,3 milhões de pessoas) registrou crescimento de 0,7% em relação ao mês anterior, agosto, e 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A população desocupada (1,5 milhão) caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano. O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano.(G1)

 

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Vendas do comércio crescem 2% em agosto, aponta IBGE

Essa é a quarta alta mensal seguida; no ano, aumento é de 11,3%.
Em todas as atividades pesquisadas foi registrado crescimento.

O comércio varejista teve crescimento de 2% no volume de vendas em agosto sobre o mês anterior, com ajuste sazonal. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado neste ano, a alta no volume de vendas é de 11,3% e, nos últimos 12 meses, de 10,1%. Sobre agosto do ano passado, a alta é de 10,4%.

Essa é a quarta alta mensal seguida, segundo o IBGE. Em julho, a atividade do varejo havia crescido apenas 0,4%. Em agosto, a receita nominal de vendas registrou alta de 1,6% sobre o mês anterior.(G1)

 

 

 

domingo, 12 de setembro de 2010

Nível de ocupação da indústria cresceu 5,4 em julho, diz IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta sexta-feira que o nível de ocupação no emprego industrial cresceu 5,4% em julho na comparação com o mesmo período do ano passado - essa taxa é a maior para o mês desde o início da série histórica. Já na comparação mensal, o crescimento foi de 0,3%, sétima alta consecutiva.

No acumulado do ano, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário mostrou aumento acumulado de 2,9%. Até junho, o índice havia ficado em 2,5%. Já na comparação com os últimos 12 meses o índice foi de -1,5% em junho para -0,5% em julho.

Em julho, foi registrada uma queda de 0,3% no número de horas pagas. No entanto, na comparação com o mesmo mês do ano passado alta é de 5,7%. No acumulado dos sete primeiros meses de 2010, expansão foi de 3,8%.

O IBGE registrou que em todas as regiões pesquisadas o emprego cresceu. O estado de São Paulo apresentou o melhor número com expansão de 3,9%. Na sequência, aparecem Rio de Janeiro (9,0%), Norte e Centro-Oeste ( (8,1%), Nordeste (7,7%), Rio Grande do Sul (7,1%) e Minas Gerais (4,4%).

De acordo com a instituição, dos 18 segmentos pesquisados, 14 registraram alta. Eles foram: máquinas e equipamentos (11,7%), meios de transporte (8,8%), produtos de metal (10,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,5%), calçados e couro (8,8%), alimentos e bebidas (2,3%), têxtil (9,2%) e metalurgia básica (13,1%). Na contramão, tiveram queda no nível de emprego os setores de vestuário (-1,3%) e de madeira (-3,0%).(SRZD)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Censo 2010 já entrevistou moradores de 47% dos domicílios brasileiros


Todos os dados podem ser visualizados na internet.
Oito municípios já terminaram a coleta dos dados.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  divulgou na manhã desta segunda-feira (30) o segundo balanço do Censo 2010. De acordo com os números mais recentes do IBGE, apurados nesta própria segunda, já foram visitados 36,67 milhões de domicílios.

Das residências visitadas, em 27,5 milhões os recenseadores conseguiram fazer as entrevistas. O número representa 47% do número de domicílios estimado pelo IBGE que serão visitados em 2010 e equivale a 92,697 milhões de pessoas. De acordo com o IBGE, este número representa 48% do total da população do Brasil, estimada em 2009 em cerca de 192 milhões.

Com o número, o instituto identificou uma tendência de redução da média de moradores por domicílio que, em 2000 era de 3,79 e, com estes números, passaria para 3,37 em 2010. O instituto explicou que a tendência já havia aparecido em outras pesquisas.

Segundo o IBGE, o trabalho de recenseamento da população brasileira está indo mais rápido do que o esperado. O IBGE  atribui essa velocidade à tecnologia utilizada de colhetagem e processamento dos dados populacionais.

Todos os dados coletados pelo IBGE podem ser visualizados a partir desta segunda-feira na internet.

Oito municípios terminaram coleta de dados
 
O IBGE informou que oito municípios já terminaram a coleta de dados do Censo 2010: Borá (SP), Oliveira de Fátima (TO), S. Antonio do Rio Abaixo (MG), Lajeado Grande, Arvoredo , Pinheiro Preto e Entrerrios (todos em SC) e Fernando de Noronha (PE). O primeiro município a terminar a coleta foi Borá, o menor município brasileiro que tem apenas 805 habitantes.

Em 2000, o número de domicílios ocupados foi de 44 milhões. O Censo 2010 prevê visitar cerca de 58 milhões de domicílios.

O instituto explicou que cada vez que um município finaliza a coleta do censo, o resultado é apresentado à Comissão Municipal de Geografia e Estatística. A comissão pode contestar o número e, desde que a contestação tenha base, o IBGE pode voltar a campo para fazer uma verificação.
Em 31 de outubro termina a coleta dos dados. Os números definitivos de população por município serão conhecidos no dia 27 de novembro.

Nas capitais, o percentual de domicílios recenseados é menor, o que é esperado por conta de dificuldades operacionais previstas.

Quando o questionário do censo é respondido, os dados são automaticamente criptografados assegurando o sigilo das informações individuais.
O IBGE informou que o número de respostas via internet ao censo está abaixo do previsto e se concentra nos grandes municípios. A estimativa é que menos de 1% das respostas ao censo tenham sido dadas pela internet.

Total da população será divulgado em novembro
 
No dia 27 de novembro será divulgado o número atualizado da população brasileira. Esse dado é enviado ao Tribunal de Contas da União, para ser usado no cálculo do Fundo de Participação dos Municípios, verba repassada pela União para as cidades. Os demais resultados da pesquisa serão divulgados no decorrer de 2011 até 2012.
 
Em 2000, a população brasileira, de acordo com o Censo, era de 169.799.170.

Todos os profissionais podem ser identificados através do documento de identidade, que é visível no bolso do colete; computador de mão; uniforme com colete e boné. A identidade deles pode ser conferida através do telefone 0800 721 8181 ou pelo site do Censo 2010 (www.censo2010.ibge.gov.br).

Censo informatizado e interativo
 
Uma das principais mudanças do Censo 2010 é a inovação tecnológica. As fichas de papel foram deixadas para trás e, no lugar delas, são usados os PDAs (Personal Digital Assistant), que são os computadores de mão. Além disso, dessa vez é possível preencher o questionário pela internet.

O computador, que é equipado com GPS (Sistema de Posicionamento Global) de acordo com os organizadores, é também mais um elemento de identificação do recenseador. O trabalho desses profissionais é acompanhado em tempo real.

A opção de preencher o questionário pela internet só é válida após a visita do recenseador, que fornecerá ao morador um envelope contendo códigos que dão acesso ao questionário em um site. A medida, segundo o IBGE, garante o sigilo das informações prestadas. Dessa forma, o questionário não estará na página do IBGE. Os organizadores alertam que não será enviado nenhum e-mail solicitando preenchimento de questionários.

Caso o morador que tenha se comprometido a responder pela internet não o faça em dez dias, o sistema de acompanhamento do Censo atesta o fato e o recenseador deverá retornar ao domicílio quantas vezes for necessário.

Acompanhamento de dados
 
As informações obtidas em campo pelos recenseadores são transmitidas, pelo menos duas vezes por semana, a um sistema que permite o acompanhamento da evolução dos trabalhos. A transmissão desses resultados para o IBGE é feita através dos sete mil postos de coleta instalados em todo o país e também pela internet.

Em municípios onde não é possível instalar o posto de coleta, devido a problemas no sistema de comunicação, o transporte de dados é feito através de um pen drive, como é o caso do Amazonas.(G1)