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sábado, 29 de janeiro de 2011

Rodovia Amaral Peixoto, conhecida como RJ-106, recebe nova iluminação


Ao longo da via, ao todo, serão instalados 555 novos postes, substituídas 1.560 luminárias e cerca de 40 mil metros de cabos. A previsão é que as obras terminem até julho deste ano

A Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), que corta os municípios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, está recebendo nova iluminação. Ao todo serão instalados 555 novos postes e substituídas 1.560 luminárias e cerca de 40 mil metros de cabos. Realizadas pelo Departamento de Estrada de Rodagem (DER), as obras tiveram início na subida da Caixa D’Água, em Niterói, e irão até Manilha, em Itaboraí. O Governo do Estado está investindo cerca de R$ 5 milhões na intervenção, que tem previsão de terminar em julho.

O pintor Claudio Pires, morador do bairro Marambaia, em São Gonçalo, garante que muitas vidas serão salvas com as obras. 

“É muito difícil atravessar as pistas. Muitos carros vêm com os faróis apagados. Já perdi vários amigos e vizinhos aqui. Também já ajudamos a socorrer muita gente que se envolveu em acidentes. Mas isto vai acabar. Vai ser uma página virada. Agora teremos mais conforto e segurança”, disse.

A deputada Graça Matos  (PMDB) garante que o governador Sérgio Cabral Filho ficou sensibilizado ao receber sua solicitação e determinou com a realização das obras.

“Recebemos inúmeros relatos de moradores, comerciantes e motoristas que utilizam a RJ 106. Eram relatos de atropelamentos, acidentes e animais na pista”, disse a parlamentar.(O Fluminense)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Rio começa a testar novo tipo de asfalto ecológico nas estradas

Pavimentação emborrachada é produzida a partir de pneus triturados.
Pista fica menos escorregadia em dias de chuva e tem durabilidade maior.

O Rio de Janeiro começou a testar um novo tipo de asfalto feito de borracha de pneus velhos. E, nessa iniciativa em favor do meio ambiente, a primeira estrada a receber o pavimento liga os municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu.

Uma usina móvel foi instalada em Cachoeiras de Macacu para produzir essa pavimentação emborrachada a partir de pneus triturados. Cada metro quadrado de asfalto retira do meio ambiente um pneu usado.

Mas a vantagem ambiental não era o objetivo principal quando o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) resolveu investir na produção desse tipo de pavimento.

“A questão do reaproveitamento dos pneus veio como um agregado. Na realidade nós estávamos buscando uma qualidade melhor de pavimento com baixo custo“, contou o presidente do DER, Henrique Ribeiro.

Entre as vantagens, a pista fica menos escorregadia em dias de chuva, o barulho quando os carros passam é menor e o asfalto ecologicamente correto chega a ser 40% mais barato que o tradicional. Além disso, a durabilidade é de pelo menos o dobro do asfalto comum, segundo os engenheiros.

No primeiro teste do novo asfalto, em Cachoeiras de Macacu, 35 km de estrada serão pavimentados e a expectativa é de que tenha durabilidade de 20 anos. Em comparação, o pavimento comum teria uma vida útil de 10 anos. E até outros tipos de cobertura emborrachada durariam menos. Isso porque o produto feito na usina de Cachoeiras de Macacu tem um percentual maior de borracha.

“Permite que a gente faça massas com muito mais ásperas, que durem mais e que tenham um efeito de segurança, conforto, qualidade bem grande”, explicou o engenheiro Angelo Pinto, diretor de obras da Região Metropolitana do Rio.

Depois desse primeiro teste, todo o processo será normatizado e a ideia é que se espalhe pelo estado.(G1)