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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Federação inglesa oferece provas de corrupção à Fifa

O presidente da Federação de Futebol inglesa (FA), David Bernstein, ofereceu ajuda e comprometeu-se com a Fifa nas investigações que serão iniciadas em breve sobre as acusações de corrupção contra alguns membros de seu comitê executivo.


"Posso confirmar que recebi uma carta de Jérôme Valcke (secretário-geral da Fifa), a qual já respondemos e reiteramos nosso compromisso de apoio à investigação. Vamos cooperar completamente", explicou Bernstein na quarta-feira à noite após conhecer o pedido de Joseph Blatter, presidente da Fifa, sobre as evidências que provem possíveis subornos.


A FA enviará um dossiê completo com os relatórios e as conclusões expostas na terça-feira em uma comissão parlamentar do Departamento de Cultura, Meios de Comunicação e Esporte na Câmara Baixa britânica e garantiu que enviará o restante o mais rápido possível, assim que tenham sido elaborados.


O ex-presidente da FA e da candidatura da Inglaterra à Copa do Mundo de 2018, Lorde Triesman, denunciou na terça-feira nessa comissão os pedidos de favor feitos por Jack Warner, um dos vice-presidentes da Fifa, ao paraguaio Nicolas Leoz, presidente da Conmebol, a Ricardo Teixeira, o presidente da CBF, e ao tailandês Worawi Makudi.


Na mesma sessão parlamentar, o deputado Damian Collins expôs o relatório apresentado pelo jornal "Sunday Times" sobre uma investigação que aponta o camaronês Issa Hayatou e o marfinense Jacques Anouma, membros da Fifa, como beneficiados pelo pagamento de 1,5 milhão de euros antes da eleição das sedes para as Copas do Mundo de 2018 e de 2022, realizada em 2 de dezembro.


Como resposta às acusações, a Fifa pediu na quarta-feira explicações à Federação Inglesa (FA) pelas declarações de seu ex-presidente, David Triesman, na Câmara dos Comuns (Câmara Baixa britânica).


Segundo informou a Fifa, seu secretário-geral, Jérôme Valcke, enviou nesta quinta-feira uma carta ao presidente da FA, David Bernstein, na qual pede um relatório completo sobre os comentários feitos por Triesman e toda a documentação que disponha relativa ao caso, como gravações.


David Bernstein se mostrou disposto a facilitar qualquer informação que tenha para avançar nessa investigação.


Bernstein assumiu o cargo de presidente da entidade inglesa em janeiro, após vencer David Dein, ex-vice-presidente do Arsenal, e substituiu Triesman, que renunciou em maio. (EFE)




Ps. Interpol nele!!!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Federação inglesa oferece provas de corrupção à Fifa

O presidente da Federação de Futebol inglesa (FA), David Bernstein, ofereceu ajuda e comprometeu-se com a Fifa nas investigações que serão iniciadas em breve sobre as acusações de corrupção contra alguns membros de seu comitê executivo.

"Posso confirmar que recebi uma carta de Jérôme Valcke (secretário-geral da Fifa), a qual já respondemos e reiteramos nosso compromisso de apoio à investigação. Vamos cooperar completamente", explicou Bernstein na quarta-feira à noite após conhecer o pedido de Joseph Blatter, presidente da Fifa, sobre as evidências que provem possíveis subornos.

A FA enviará um dossiê completo com os relatórios e as conclusões expostas na terça-feira em uma comissão parlamentar do Departamento de Cultura, Meios de Comunicação e Esporte na Câmara Baixa britânica e garantiu que enviará o restante o mais rápido possível, assim que tenham sido elaborados.

O ex-presidente da FA e da candidatura da Inglaterra à Copa do Mundo de 2018, Lorde Triesman, denunciou na terça-feira nessa comissão os pedidos de favor feitos por Jack Warner, um dos vice-presidentes da Fifa, ao paraguaio Nicolas Leoz, presidente da Conmebol, a Ricardo Teixeira, o presidente da CBF, e ao tailandês Worawi Makudi.

Na mesma sessão parlamentar, o deputado Damian Collins expôs o relatório apresentado pelo jornal "Sunday Times" sobre uma investigação que aponta o camaronês Issa Hayatou e o marfinense Jacques Anouma, membros da Fifa, como beneficiados pelo pagamento de 1,5 milhão de euros antes da eleição das sedes para as Copas do Mundo de 2018 e de 2022, realizada em 2 de dezembro.

Como resposta às acusações, a Fifa pediu na quarta-feira explicações à Federação Inglesa (FA) pelas declarações de seu ex-presidente, David Triesman, na Câmara dos Comuns (Câmara Baixa britânica).

Segundo informou a Fifa, seu secretário-geral, Jérôme Valcke, enviou nesta quinta-feira uma carta ao presidente da FA, David Bernstein, na qual pede um relatório completo sobre os comentários feitos por Triesman e toda a documentação que disponha relativa ao caso, como gravações.

David Bernstein se mostrou disposto a facilitar qualquer informação que tenha para avançar nessa investigação.

Bernstein assumiu o cargo de presidente da entidade inglesa em janeiro, após vencer David Dein, ex-vice-presidente do Arsenal, e substituiu Triesman, que renunciou em maio. (EFE)


Ps. Interpol nele!!!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Prefeitura do Rio vai pedir à polícia investigação sobre máfia de taxistas

Taxistas pagam propina para não serem multados, diz polícia.
Durante o dia, 26 táxis foram rebocados em fiscalização da prefeitura.

A Prefeitura do Rio de Janeiro informou, nesta terça-feira (12), que vai pedir à Polícia Civil uma investigação sobre a máfia dos taxistas. Durante o dia, 26 táxis foram rebocados numa fiscalização da Subsecretaria de Fiscalização da Secretaria Municipal de Transportes. Os agentes multaram, ainda, 50 taxistas.

Os fiscais percorreram pontos onde funcionava um esquema de corrupção envolvendo taxistas, guardas municipais e policiais militares. Entre os pontos visitados pelos agentes estavam a Rodoviária Novo Rio e o Aeroporto Santos Dumont, no Centro.

Foram fiscalizados também, de acordo com a prefeitura, a região da Lapa, e locais de acesso a pontos turísticos, como o Pão de Açúcar, na Urca, e o Corcovado, no Cosme Velho. Para voltar a circular, os táxis vão ter que passar por uma nova vistoria.

De acordo com a subsecretaria, um táxi pirata foi apreendido e o motorista, preso, na manhã desta terça, durante a operação Aeroporto no Santos Dumont. Ainda segundo a Subsecretaria, o veículo estava perfeitamente caracterizado como um táxi, mas o motorista não tinha permissão para atuar na profissão.
O caso foi registrado na 5ª DP (Mem de Sá) e, segundo a subsecretaria, o motorista vai responder por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica.

O esquema
Segundo a polícia, taxistas pagam propina para guardas municipais e PMs não multarem os carros. Eles ainda ameaçam profissionais que tentam pegar passageiros nos pontos loteados. A Guarda Municipal do Rio afastou quatro agentes suspeitos de serem coniventes com o esquema.

Operação no Tom JobimDurante a tarde, a fiscalização foi para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador. A maioria dos carros teve que ser lacrada porque estava com problemas de documentação. Na operação, foram emitidas multas por falta de documentos e irregularidades nos veículos.

No entanto, segundo a Subsecretaria, nenhuma pessoa envolvida no esquema de corrupção e controle dos pontos ilegais de táxi foi presa. Na madrugada desta terça-feira, uma equipe do RJTV flagrou irregularidades em outros lugares. No Leblon, na Zona Sul, táxis estavam parados em locais de estacionamento proibido.

Já na Lapa, no Centro, um homem de colete foi flagrado direcionando clientes para carros também parados irregularmente. Em outra rua, um guarda-sol foi usado para demarcar uma área que não é ponto. Há 40 anos na praça, o taxista Augusto Lobo considera importante que haja fiscalização:

“Isso ai é uma coisa que tem que ser a longo prazo. Não vai se resolver de uma hora para outra não. A pessoa que trabalha honestamente na praça não tem nada o que temer”, disse Augusto.(G1)