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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Proprietários rurais fecham principal acesso ao Porto do Açu, diz PM

Manifestantes incendiaram pneus perto da entrada principal.
A LLX, responsável pela construção do porto, é do empresário Eike Batista.

Proprietários rurais fazem um protesto desde as 4h desta segunda-feira (25), próximo ao Porto do Açu, de propriedade da companhia LLX, do empresário Eike Batista. De acordo com informações da Polícia Militar, cerca de cem manifestantes incendiaram pneus e conseguiram bloquear o principal acesso ao porto, em um prolongamento da estrada RJ-240. Bombeiros foram chamados ao local.

A assessoria de imprensa da LLX ainda não tinha informações sobre os motivos do protesto. Segundo informações da PM, os agricultores estão tentando fechar outros acessos ao Porto do Açu. Eles estariam protestando contra as desapropriações de terra que serão feitas na região para a implantação de um corredor logístico que vai atender ao porto.

De acordo com o 8º Batalhão da Polícia Militar (Campos dos Goytacazes), cinco viaturas foram enviadas ao local do protesto.


No final de março, os trabalhadores do consórcio ARG Civil Port, que atua nas obras do empresário Eike Batista no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), entraram em greve. Eles bloquearam a via de acesso ao porto - inclusive com queima de pneus -, reivindicaram melhoria salarial, adicional de 30% de periculosidade, participação nos lucros e resultados, seguro de vida e adaptações no alojamento. A paralisação durou três dias.

ComplexoO complexo em construção é considerado um dos maiores empreendimentos de Eike e inclui a construção de um terminal portuário, com previsão para entrar em atividade em 2012, além de estaleiro, usina térmica a gás natural, entre outras instalações, numa área total de 9 mil hectares. O investimento total é de R$ 3,4 bilhões, sendo que R$ 1 bilhão só no terminal portuário dedicado ao minério de ferro.(G1)

domingo, 21 de novembro de 2010

Eike Batista quer fábrica da Apple no Brasil

O empresário Eike Batista confirmou na quinta-feira (18) que negocia a instalação no Brasil de uma montadora de produtos da Apple. Eike disse que já iniciou conversas com dois grupos que fazem a montagem de aparelhos da empresa de tecnologia americana na Ásia. A ideia é que a montadora seja instalada em São João da Barra, no litoral norte do Rio de Janeiro. Caso tenha sucesso a negociação inicial, haverá a necessidade de aprovação do projeto por parte da Apple, explicou o empresário. “Sim, sim, a gente quer trazer. Por que a gente (no Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad?”, afirmou Eike

Os nomes das montadoras não foram informados, nem a estimativa de investimento necessário para a implantação do projeto. Ícone da inovação no mundo digital, a Apple possui escritório de representação no Brasil, mas não fabrica no País nenhum de seus produtos. “Estou abordando as empresas que fazem essa montagem na Ásia. Não é a Apple, a Apple tem de aprovar depois. Você fala com as empresas que montam esses aparelhos para a Apple. Então, a conversa é com dois grupos. Estamos procedendo nessas conversas.”(AE)

sábado, 14 de agosto de 2010

OGX, de Eike Batista, descobre gás natural em bacia no Maranhão

A OGX Maranhão identificou a presença de hidrocarbonetos no poço OGX-16 na bacia do Parnaíba, anunciou a companhia em fato relevante divulgado nesta quinta-feira. Os testes apontam para altas pressões e presença de gás natural. 

A OGX Maranhão, sociedade formada entre a MPX Energia S.A. (33,3%) e a OGX S.A. (66,6%) --ambas do grupo EBX, do empresário Eike Batista--, é a operadora e detém 70% de participação nesse bloco. Os outros 30% são da Petra Energia S.A. 

"Essa descoberta abre uma nova fronteira exploratória em uma bacia terrestre, fato que não ocorria há aproximadamente duas décadas no Brasil" comentou Sr. Paulo Mendonça, diretor geral da OGX, no documento. "Essa descoberta marca o início da materialização de um importante complexo de geração térmica a gás natural no Brasil,", afirmou Eduardo Karrer, CEO da MPX.

Com os dados sísmicos obtidos até o momento, já foram mapeados em torno de 20 novos prospectos, "sinalizando para o altíssimo potencial dessa região da bacia, na qual a OGX Maranhão detém 7 blocos, totalizando 21.000 km", diz a companhia no fato relevante. 

O Complexo de Geração Térmica do Parnaíba, parceria entre a MPX e a Petra Energia, já possui licença prévia para a implantação de usinas a gás natural, que, somadas, podem chegar a.863 MW.(Folha de São Paulo)

Só uma pergunta:
- Com a debandada dos pesquisadores, geofísicos e etc. da Petrobras para a OGX, serão "descobertos" poços e reservas a toda hora, por qual motivo será?