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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Diogo e Deivid não se veem como salvadores do Flamengo

A torcida, porém, espera que os novos reforços resolvam o problema da falta de gols no Brasileirão

Mal desembarcaram no Rio de Janeiro, Diogo e Deivid logo avisaram que não querem ser vistos como salvadores da nação rubro-negra. Mas não é bem assim. A torcida do Flamengo pensa justamente o contrário. Para os torcedores, que acompanharam nesta segunda-feira a apresentação de ambos no salão nobre do clube, a chegada dos atacantes significa o começo do fim da irritante improdutividade ofensiva.

Neste Brasileiro, em que o Flamengo tem o terceiro pior ataque - 13 gols em 15 jogos -, o único atacante a balançar redes adversárias foi Diego Maurício. Nos dez jogos que disputou, a promessa rubro-negra marcou um. Embora não seja atacante, Vinicius Pacheco, que costuma atuar no setor, fez seis, nas 85 partidas que disputou pelo clube. Já Val Baiano, Leandro Amaral e Cristian Borja, os outros atacantes do grupo rubro-negro, não marcaram.(Lancenet)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Diante de 60 mil pessoas, Flamengo e Vasco ficam no 0 a 0

Clássico teve poucas emoções, mas muita festa nas arquibancadas e defesas importantes de Fernando Prass no fim

As torcidas compareceram, sobretudo a vascaína, no clássico que marcou a reestreia de Felipe, mas voltaram para casa com o grito de gol entalado na garganta. Neste domingo, Flamengo e Vasco fizeram um duelo de pouca inspiração e empataram em 0 a 0 no Maracanã, diante de mais de 60 mil pessoas (recorde até aqui na competição). Com o resultado, o Rubro-Negro foi para os 17 pontos e caiu para a oitava colocação do Campeonato Brasileiro, enquanto o Gigante da Colina pulou para os 14 e se manteve na 15ª posição.

Um jogo fraco tecnicamente, de poucas oportunidades, foi o que se viu nos primeiros 45 minutos, à exceção de algumas jogadas dos estreantes Zé Roberto e Felipe, com chutes que obrigaram o goleiro Marcelo Lomba a trabalhar. Pelo lado rubro-negro, as estreias como titulares foram de Val Baiano e Cristian Borja, mas com atuações que deixaram muito a desejar. O primeiro, ainda sem ritmo, ficou por diversas vezes impedido e quase não tocou na bola. Já o colombiano, que jogou mais fora da área, até participou bastante, mas se atrapalhou em quase todos os lances, não conseguindo nada de produtivo. (Lancenet)